Aisuru gokakkei

7 Boatos e Fofocas


Notas iniciais
Uia esse cap... Meu Deus... Vai fazer vocês pirarem!! ~Até as notas finais! >.

—SOCORRO! -Novamente eu estava passando por aquilo... Aquele repetitivo e confuso sonho. — Alguém! Por favor!

—Anna! — Eu acordo com o som da voz da minha mãe vindo do andar de baixo. — Anna, desce logo! Seu amigo está te esperando!

Sem pensar duas vezes, eu a respondo no mesmo tom de voz:

—Já vou mãe! — Que estranho, ela sempre se refere ao Daniel pelo nome dele mesmo, e não por "amigo". E também, não é comum ele vir me buscar em casa, ele geralmente só me traz, mas ok né... Eu começo a me arrumar.

Outro desses sonhos... Que maravilha... Eu olho para os lados, encarando os dois seres que estavam na minha cama.

—Ei! Acordem! — Eu dou uma leve sacudida neles. — Eu vou sair pro colégio, fiquem nas suas formas animais, minha mãe está de folga hoje. — Eles parecem ouvir e se transformam, sem responder mais nada. Também, o sono é grande! O Leo criou uma certa curiosidade sobre o "mundo humano" e me encheu de perguntas sobre como se "vive como humano". Ele até mesmo perguntou para o Snow, que respondeu o pouco que sabia. No fim, os dois ficaram me enchendo até de noite. Para se ter uma ideia eu dormi menos de quatro horas, ou seja, estou morta! Como ele não parava de me importunar com isso, eu disse que lhe explicaria tudo que ele tivesse dúvida no fim de semana, então... Pode-se dizer que de certa forma estou "compromissada" com eles durante o meu fim de semana todo, foi o único jeito deles me deixarem dormir. Não posso dizer que não gosto, pois foi bem divertido ver eles todos confusos sobre isso.

Acabo de me arrumar e desço, logo indo até a sala. Porém, quem estava lá...

—Gabriel?! O que você tá fazendo aqui?! — Eu pergunto surpresa.

—Anna, isso é jeito de se receber um convidado?! — Minha mãe fala. — Aliás, ainda não te conheço. Você é o tal novo amigo da Anna? Ela não parou de me falar ontem do quanto foi legal te conhecer e-

—MÃE! — Eu a interrompo envergonhada. Percebo que Gabriel também ficou envergonhado. — Bem, nós já vamos indo agora. Tchau mãe. — Eu a abraço e nós saímos da minha casa.

—Ah, que vergonha! — Eu digo rindo. — Mas então... Gabriel, por que você veio me buscar em casa?

—Você tinha me dito que não gostava de ir sozinha ao colégio, então eu pensei em te acompanhar. — Ele, após dizer isso, corou. — N-n-não pense que me atrasei de propósito por sua causa, eu já estava atrasado então eu pensei que não faria mal te fazer o favor de te acompanhar.

—Obrigada, mas sabe, eu só volto acompanhada, mas vou sozinha ao colégio então meio que não precisava. — Eu tentei falar de uma maneira que não parecesse meio grossa. Bem, não parece ter dado muito certo.

—Se não quer, tem uma outra calçada ali do outro lado da rua, atravessa e vai sozinha então. — Ai! Essa doeu até na alma. Ele começa a andar mais rápido.

—Ei, ei! — Eu o alcanço. — Eu disse que não precisava, mas não significa que eu não gostei! — Eu continuo. — Eu até ia acompanhada do Daniel quando entrei no ensino médio, mas eu me sentia muito presa, como se ele estivesse sendo meu guarda-costas ou coisa do tipo, então eu passei a ir sozinha. Mas, por incrível que pareça, eu não estou me sentindo desse jeito, e sim, como dois amigos caminhando juntos. — Eu percebo que ele agora olha para mim, voltando a velocidade normal de caminhada. — E isso está sendo divertido!

Assim que termino de falar, o silêncio fica entre nós. Eu olho pra cara dele e logo em seguida pergunto:

—Você tá com febre? Está tão vermelho!

—N-não é nada, idiota! Vamos logo! — Ele novamente apressa o passo.

—Ei, me espera!

...

—Com licença professor. — Nós dizemos enquanto entramos na sala de aula e vamos nos sentar. A aula continua normalmente, sendo que fica difícil prestar a atenção com todo mundo cochichando alto. Como é que o professor não está ouvindo isso?! De repente, uma bolinha de papel caí na minha mesa. Pela letra dava pra perceber que era de Julie.

Anna, é verdade que você está namorando com o Gabriel???

Assim que leio, coro e, retirando um lápis do meu estojo, eu respondo e jogo de volta para ela.

Quê?! Eu não! Quem te disse isso??

Depois de alguns minutos, eu recebo de volta o papel.

A turma inteira está comentando. Como ontem eu não tinha te visto depois do fim da aula, pensei que você já tinha ido embora, mas pelo que eu ouvi, você e ele ficaram no colégio e só saíram depois. Eu até mesmo ouvi gente falando que viu vocês se agarrando.

Ah! Prestar a atenção na aula ninguém quer, agora se intrometer na vida dos outros todo mundo se interessa! Eu escrevo uma resposta e jogo de volta o papel.

Sim, eu fiquei um tempinho depois da aula com ele, mas foi para resolver um mal-entendido, nada mais! E não, eu NÃO estava me ''agarrando'' (que termo feio!) com ele. Se alguém diz ter visto algo, admito que ele somente me barrou na parede, mas nada mais!

Eu recebo novamente a bolinha de papel.

Ataaa kkk Agora tá tudo mais explicado! Mas olha, se eu fosse você ou se afastava dele por um tempo ou convivia com esses boatos, porque não é como se você fosse parar de um dia pro outro.

Eu, indignada, escrevo no papel e jogo de volta para ela.

Se afastar dele? É sério isso? Agora que eu FINALMENTE depois de muito tempo consegui recuperar um antigo amigo, por causa de boatos de merda eu vou ter que me afastar dele?! Mas nem que o diretor me pedisse!! Eu vou tirar isso a limpo com a turma e vai ser hoje!!!!

Eu jogo o papel e volto a prestar a minha total atenção a aula, ignorando quaisquer tentativas de comunicação de Julie e dos outros. Até que...

—Com licença professor, eu tenho um assunto a tratar com uma aluna. Será que eu poderia...? — Daniel? O que ele quer discutir, e com quem? É tão urgente assim que não pode esperar até o intervalo?!

—Claro, mas volte logo. — O professor fala. Daniel, sem nem olhar para a minha cara, agarra meu braço e me puxa até que saímos da sala.

—Ai, ai, ai! Tá me machucando Daniel! — Eu digo e ele para de andar, me empurrando contra a parede.

—O que têm a dizer sobre esse seu... "amiguinho"? — Ele fala com um certo desgosto na voz.

—O quê? O Gabriel? Ah! É verdade! Eu tinha me esquecido de te falar, mas eu descobri que na verdade aquele nosso amigo do infantil é na verdade ele e nós nem sabíamos! Isso não é incrível?! — Daniel, apesar de eu ter falado com demasiada animação, não diz nada, porém, se debruça sobre mim, me abraçando. Pode parecer impressão minha, mas aquele abraço não parecia de um cumprimento a um amigo, mas sim, como se fosse uma necessidade dele. Eu não sei explicar...

—Eu saio três dias apenas e isso acontece... — Ele fala tão baixo quanto um sussurro. Eu o abraço também.

—Ah, e como está a sua tia? Ela conseguiu se recuperar bem da cirurgia? — Eu pergunto tentando me desvencilhar daquele abraço de urso. Daniel tinha viajado com seus pais para poder visitar uma tia que havia operado. Ainda bem que ele voltou hoje porque senão poderia ter perdido uma maior quantidade de assuntos.

—Ela está bem sim. A cirurgia não teve complicações, ela só está precisando tomar um remédio várias vezes diariamente que, pelo que ela diz, "dá um sono do cacete". — Ele fala tentando imitar a voz da sua tia. Nós rimos.

—Tenho que admitir que foi solitário sem você aqui. — Eu falo e ele cora levemente. — Mas bem, tem uma coisa boa, agora que o Gabriel está com a gente, você não vai ser um único menino entre as meninas. — Eu digo e rio. Ele ri também, só que, de uma maneira meio estranha...

—Bom, acho melhor nós voltarmos, não? — Eu falo e nós voltamos a sala.

...

Assim que dá o toque para o intervalo eu me levanto, indo até a frente da sala, e digo:

—Pessoal, após o intervalo tenho um assunto muito sério a tratar, quero que prestem bem a atenção.

—Tá certo, senhorita Daniel. — Eu escuto um comentário vindo de alguém da turma. O que...

—Nem posso acreditar, mal começaram a namorar e ela já botou chifres nele. — Ouço outro comentário. O que é que...

—Não falem isso dela se vocês não sabem a verdade! — Ouço a voz de Júlia que, junto de Julie, permanecia com um semblante irritado.

—Se duvidar foram até mesmo elas duas quem começaram tudo. — Alguém comenta. Eles estão...

—Não, ainda acho que o Gabriel realmente foi chifrado. — Outra pessoa comenta. Fazendo...?

—Você tá louco?! É o Daniel quem foi chifrado! — Outro comentário. Eles...

—Oe! — Percebo Gabriel começa a falar. — Não falem como se entendessem a situação!

—Só tá falando isso porque não quer ser considerado chifrudo, aposto! — Mais um comentário. Tá, eu não aguento mais...

Eu me apoio na mesa do professor com força, fazendo um alto barulho, oque chama a atenção de todos que se calam na hora.

—CHEGA! EU NÃO AGUENTO MAIS ESSA BABOSEIRA! — Eu digo furiosa. — NAMORANDO?! CHIFRES?! NÃO CONSIGO COMPREENDER DE ONDE INFERNOS VOCÊS TIRARAM ESSA MERDA DE HISTÓRIA! — Eu estou realmente muito furiosa. — EU ESTAVA DISCUTINDO AMIGAVELMENTE COM O MEU QUERIDO AMIGO, GABRIEL, DEPOIS DE ANOS NA QUAL EU NÃO TENHO A DROGA DE UMA CONVERSA E AÍ VOCÊS ME VEM COM ESSA PORRA DE FOFOCA DE NAMORO?! E AINDA POR CIMA EU SAIO PARA CONVERSAR COM OUTRO AMIGO MEU E VOCÊS INVENTAM A PORCARIA DO QUÊ? ISSO! MAIS FOFOCA!

Todos se mantêm calados. Enquanto recupero o fôlego, percebo que as expressões de todos eram de confusão, culpa e de choque. Eu continuo:

—Eu realmente não queria ter sido grossa desse jeito que eu fui agora, mas vocês não me deixaram outra escolha! Inventaram histórias sobre mim e meus amigos, os chamaram de mentirosos quando tentaram desmentir a verdade, e ainda por cima estavam querendo causar mais alvoroço?!

Ninguém responde nada, todos agora permaneciam com a culpa estampada em suas faces, bem visível, se quer saber.

—Mas, de certa forma não culpo vocês por pensarem isso, afinal, se alguém aqui nunca tirou conclusões precipitadas por causa de boatos, que diga agora! — Eu continuo. — Sério, quem aqui nunca foi vítima de confusão por causa de julgamentos precipitados? Fernanda, você mesmo. — Eu olho para ela. — Lembra quando acharam que você estava se prostituindo só porque você foi fantasiada de uma maneira exótica para uma festa?

—Sim, e aquilo foi um absurdo! Não entendo como puderam achar aquilo só porque a minha fantasia mostrava a maior parte do meu corpo! — A mesma responde.

—Viu?! E você Carlos, se lembra de quando acharam que você estava colando na prova de matemática só porque na sua borracha estava escrito o número de celular de um amigo seu? Não foi horrível quando pensaram isso de você?

—É verdade! — Ele responde.

—Gente... Será que ainda preciso citar mais exemplos? — Eu falo e todos murmuram em um baixo tom de voz a palavra "Não". — Por isso, a próxima vez que acharem que tem alguma coisa acontecendo de diferente, não tirem conclusões precipitadas, questionem cara a cara com a pessoa se aquilo é mesmo verdade. Não temos culpa se ouvimos ou vemos algo e achamos que tal tal coisa é real, afinal, não é como se pudéssemos controlar a nossa mente para que não imaginemos coisas não reais, não é? — Eu pergunto e todos concordam. — Que bom que também concordam, fico feliz que entendem. — Eu sorrio. — Peço desculpas por tomar tempo do intervalo de vocês, já podem ir agora.

Alguns alunos se retiram as pressas, envergonhados e ainda sentindo-se culpados, já outros veem falar comigo antes de saírem, pedindo desculpas. Logo, todos saem, sobrando apenas eu, Júlia, Julie, Gabriel e Daniel. As gêmeas vem em minha direção.

—Waah! Obrigada por nos defender Anna! — Júlia me abraça fortemente, fazendo drama.

—Foi um discurso digno da presidente! — Julie diz sorrindo. — Apesar dos palavrões.

—É, sobre isso... Eu estava realmente MUITO irritada. — Eu digo sem-graça.

—Idiota, era melhor ter ficado calada do que ter aberto a boca pra falar palavrão. — Gabriel fala.

—O idiota aqui é você! Ela te defende e você ainda a xinga?! — Daniel o responde.

—Mas ele está certo, e se algum professor tivesse passado na hora e ouvisse eu falando aquelas coisas? Eu estaria muito encrencada. — Eu falei. — Ah, e é melhor irmos comer logo, temos pouco tempo até o fim do intervalo. — Assim que eu falo isso, Gabriel começa a ir em direção a saída da sala. Eu rapidamente vou até ele e pego o lanche de suas mãos. — Nananinanão, hoje o senhorito vai ficar com a gente.

—Deixa pra lá Kate, se ele não quer nós não deveríamos forçá-lo. — Daniel fala.

—E desde quando ficar sozinho é uma opção melhor do que com amigos? — Eu falo e passo meu braço pelo braço de Gabriel, saindo pela porta. — Vamos gente!

...

—Mas me responda uma coisa... Você conhece algo chamado anime? — Diz Júlia já tentando fazer Gabriel virar otaku.

—Não. — Ele responde direto enquanto come seu lanche.

—Viu?! — Julie vira para Júlia dando a língua para ela. — E você gosta de jogos?

—Também não.

—Chupa trouxa! — Responde Júlia.

Eu até poderia estar disfrutando da conversa se não estivesse sendo fortemente encarada.

—Daniel, você têm algum assunto a tratar comigo? — Eu pergunto visivelmente incomodada. — Tá irritando você me encarando assim.

—Pra falar a verdade, sim. Por quê do nada você começou a ser gentil com esse cara enquanto está me tratando diferente? Você nem mesmo me chama mais de Kisumi.- Ele fala com um semblante sério e um pouco bravo.

—Nós conversamos, resolvemos os mal-entendidos entre nós e agora somos friends. Qual o problema nisso? E, olha, eu não estou te entendendo! Você sempre disse que não gostava que eu te chamasse desse apelido e agora você está praticamente me pedindo pra voltar a te chamar? Ah, e eu estou te tratando como sempre tratei, na verdade, é você quem está diferente. — Eu falei sendo sincera. Eu percebo que ele fecha os punhos.

—Volto daqui a pouco. -Ele diz e sai.

—Que bicho mordeu ele? — Julie pergunta.

—Eu não sei, mas me dói vê-lo assim... — Eu falo.

—Onii-chan! — Eu ouço alguém gritar, olho em volta e vejo uma garota correndo em nossa direção. Ela tinha cabelos vermelhos presos em um rabo de cavalo e olhos amarelos bem vivos e claros.

—Luka? — Gabriel pergunta para ela.

—Não me chama de Luka, sou Lucy! Luka parece nome de menino! — Ela fala irritada. — Eu te procurei pelos lugares em que você normalmente fica mas não te achei.

—Culpa dela. — Ele fala apontando para mim enquanto bebe seu suco.

—Ah, ela é sua namorada? Prazer, Lucy. — Ela me cumprimenta sorrindo enquanto Gabriel se engasga com sua bebida.

—Ela não é minha namorada sua estúpida! — Gabriel diz bem irritado.

—Não? Afe, já estava animada... — A garota fala desanimada, mas logo sorri novamente, como se estivesse tramando algo. — Eu aceito esse desafio! I shipp it! — Ela fala e vai embora correndo.

—Ei! O que você queria me falar? — Gabriel pergunta alto. — Ela é um sem noção mesmo...

—Ah, e Anna, quando vai ser a noite de cinema? — Julie pergunta.

—Não posso esse fim de semana. — Eu respondo me lembrando da promessa que fiz a Snow e ao Leo.

—O quê?! Mas eu estava tão ansiosa! — Júlia reclama. — Então que tal hoje a noite ás sete?

—Por mim tudo bem. — Eu respondo e me viro para Gabriel.. — Ei, Gabriel, você têm alguma coisa marcada pra hoje a noite?

—Não, por quê? — Ele responde.

—Porque nós vamos fazer uma noite de cinema hoje a na minha casa ás sete, tá afim de ir? — Eu respondo.

—Não sei, vou pensar no seu caso. — Ele responde e volta a comer. Wow, achei que ele iria responder algo como ''até parece!'' ou alguma coisa do tipo. Yey, já é um avanço!

O sinal toca e nós voltamos para a nossa sala. Daniel chegou um pouco atrasado, e com uma cara não muito boa.

...

Eu estava indo embora já, saindo pelo corredor quando vejo um aluno de outra turma saindo de uma das salas com uma pilha de caixas que tapavam até mesmo a sua visão. Eu chego perto mas antes que pudesse perguntar se poderia ajudar, ele derruba as caixas no chão que de dentro caem vários papéis, logo ele se abaixa para pegá-las. Eu me agacho perto dele e o ajudo a pegar.

—Muito obrigado. Ai, eu sou mesmo estabanado! — Ele diz sem-graça. Eu rio um pouco.

—Sem problemas. — Eu falo. Entre os papéis, eu encontro um papel endereçado a minha turma. — Ei, isso não é um aviso para a classe 2-A?

—Oh, sim, sim. Eu ia passar lá agora para poder pregar isso no quadro de avisos. Você é a representante dessa turma, não é? Poderia fazer isso por mim? É que eu fiquei responsável por colocar isso em todas as turmas do nosso ano. — Ele fala.

—Claro. — Eu respondo e, depois de ajudá-lo a arrumar os papéis dentro de suas determinadas caixas, eu me despeço e vou em direção a minha sala.

—Aqui, só colocar isso e-

Assim que entro, me deparo com uma chocante cena. Gabriel e Daniel estavam praticamente caídos no chão. Gabriel deitado apoiado com os cotovelos no chão e Daniel por cima dele o envolvendo com os braços.

—M-me... Me desculpa interromper! — Eu digo e saio correndo para fora da escola enquanto escuto os dois me pedindo para esperar, mas eu não os ouvi. Então na verdade, eles estão... juntos? Tipo, um casal? E-eu não sei o que pensar, eu respeito, mas foi tão repentino.

Notas finais
Intooon?? Oq acharam??? Comentem por favor, o comentário de vocês me faz muito feliz e me faz mais ansiosa para escrever e postar a continuação. ~ByeeeeEEEeeeee ;*