Aishiteru

35 Por que tudo é tão difícil com ele?


Notas iniciais
É simples meninas, seguinte. Tem um mistério com o Sasuke. Até onde vocês sabem, ele está sofrendo alguma mudança, metarmofose que ele desconhece e não é normal. O Itachi sabe o que é. Existe um conselho, e um mistério relativo a família do Sasuke. Esse conselho, já imaginava que o que aconteceu no passado se repetiria, por isso eles tem a missão de ficar perto dos Uchiha's e "protegê-los", no caso o Sasuke que nem imagina o que seja o tal "dom".

Já a Hina, é basicamente a mesma história. Assumir seu clã e as empresas. Pensem na família dela, como a familía da rainha da Inglaterra do século XXI, talvez fique mais fácil entender. Claro que o Hiashi tá seguindo ela, no clã ninguém gosta da Hina, só a Hanabi.

E bom tem o mistério da morte da mãe da Hina, que morreu para salvá-la, e não no parto ou de depressão como sempre é nas fics, tem o mistério de porque o Hiashi nunca vai aceitar o Sasuke com a Hinata e porque a Hinata consegue controlar o Sasuke, mesmo quando ele está quase fora de si.

Deu pra entender o resumo??

Claro existe um traidor no grupo que tem missão de cuidar dos Uchiha e existe também pessoas seguindo o Sasuke e a Hinata.

E fiquem tranquilas, não vou matar... Os dois não...

Durante toda a semana Hinata continuava com aquela sensação estraha de que alguém lhe acompanhava, uma áurea sinistra com chacra assustador. Apenas quando estava com Sasuke se sentia em paz. Ela sempre segurava com força o cordão que ele havia lhe dado quando estava sem ele e sentia medo. Sasuke dormiu mais duas vezes na casa de Hinata, só indo embora porque não estava se sentindo bem ultimamente e era cada vez mais difícil dormir ao lado dela e não poder fazê-la sua.

Os dois estava juntos apesar de não ter um compromisso firmado. Sasuke a buscava em casa, então iam para o trabalho juntos e voltavam juntos parando quase sempre em outro lugar.

- O que foi Hime?

- Ainda continuo tendo aqueles pesadelos... Sussurrou com o rosto enterrado no pescoço dele. Sasuke deslizava as mãos pelas longas madeixas azuladas. Sabia que Hinata adorava carinho, mas aquele em especial a deixava mais tranquila.

- Não são nada. Só bobagens.

- Tem algo acontecendo Sasuke, eu sinto... Ela o fitou com o olhar preocupado.

- Não vou deixar que te façam mal. Ele abraçou pela cintura com a mão livre puxando-a de encontro ao seu peito novamente.

- Não quero que você se machuque. Isso me encomoda.

- Sou forte o suficiente para defender nós dois.

- Não sei Sasuke. Nos meus sonhos você sai ferido, muito ferido.

- Mas estou vivo não estou.

- Eles separavam a gente.

- Não vou deixar. — Hinata olhou nos olhos dele preocupada com o que seu pai seria capaz de fazer para tê-la de volta. Mal sabia ela que tinha muito mais por trás daquela história.- Sasuke lhe beijou entre os cabelos de forma carinhosa e tocou seu rosto erguendo-o em sua direção. — Tenho que ir.

- Ah já? Hinata esperava anciosa que ele a convidasse para a festa, afinal era hoje, porém ele não havia tocado no assunto nenhuma vez durante a semana.

- Sim, Itachi disse que quer conversar comigo. — Comentou fazendo careta. — Melhor enfrentá-lo logo. Depois nos vemos. Disse se levantando, Hinata saiu do colo dele e se abraçou sentindo-se desolada por saber que ele não a convidaria.

- Tudo bem, qualquer coisa me liga. Tentou uma última vez.

- Claro. Ele a puxou pela cintura e a beijou. Adorava a maciez dos lábios dela, os lábios finos tão deliciosos, os quais ele nunca se saciava. Suas bocas pareciam ter sido feitas uma para outra, o encaixe era perfeito, a sincronia dos movimentos também, e quando suas línguas se encontravam uma série de emoções envadia os dois.

Sasuke nunca fora de apreciar beijos e carinhos, porém desde que provou daqueles lábios não conseguia se saciar, querendo sempre mais e mais. Ele mordeu os lábios dela sugando a carne macia com lascívia. Hina gemeu baixinho enquanto entrelaçava os dedos por entre as madeixas bagunçadas de Sasuke. Ele apertou sua cintura puxando-a mais para si e deslizou as mãos pelos quadris dela parando nas nádegas cobertas por um short curto. Já tinha intimidade para isso, e Hinata não corava mais com aqueles gestos. Ela riu baixinho entre o beijo, mania que adquiriu há pouco tempo, sempre que Sasuke agia de forma ousada e travessa em lugares públicos. Sasuke apertou de leve as nádegas dela puxando seu quadril para frente. Ela sentiu a rígidez dele lhe tocando o ventre e respirou fundo.

- Você me deixa louco. Sussurrou entre o beijo. Hinata abriu os olhos e seus olhares se encontraram.

Sasuke foi tocado por uma onda de sentimentos, como se um anjo tivesse atrevassado seu corpo, tocado sua alma e o resgatado da escuridão sombria na qual ele sempre encontrava. Havia tanta emoção e luz naquelas orbes peroladas. Sasuke sentiu-se quente, não só seu corpo, que claro pegava fogo tamanha excitação, mas sua alma, algo dentro de si sentiu-se bem, tranquilo, livre. Ele subiu uma das mãos até o rosto de Hinata e tocou-lhe as bochechas. Hinata fechou os olhos por uns segundos então se aproximou devagar sentindo a respiração dele sobre seu rosto. A outra mão de Sasuke repousou no meio das costas dela lhe dando apoio. Hinata sentia o corpo mole e frágil como se fosse desmaiar.

Ela lhe deu um selinho e colocou os braços em volta do pescoço dele. Hinata também se sentiu preenchida por um novo sentimento. Como se pudesse ver atravéz de Sasuke e ele atravéz dela. Sentia a energia poderosa de Sasuke atravessando seu corpo e tocando seu coração, seu ser. Não tinha medo, ao mesmo tempo que era sombria, algo de bom que acalmava seu coração e lhe trazia paz. Hinata fechou os olhos e esperou com os lábios entreabertos que ele voltasse a beijá-la. Sasuke atendeu prontamente tomando-a em seus braços e beijando-a com ardor. Como se suas vidas dependessem disso.

Eles se beijavam intensamente mergulhados nos sentimentos que nutriam um pelo outro e já não conseguiam mais esconder. Sasuke respirou fundo quando se deu contava de que suas mãos já acariciavam os seios de hinata por dentro da blusa. Estavam numa praça pouco movimentada, mas ainda assim não era o lugar apropriado. Ele parou o beijo e se afastou apoiando as mãos nos joelhos, respirou fundo.

- Preciso ir agora, antes que perca a cabeça. Hinata riu e mordeu os lábios que estavam mais vermelhos do que nunca. Tinha até mesmo se esquecido do baile.

- Tudo bem, também vou está ficando tarde. Ela se despediu com um selinho e atravessou a rua correndo para seu prédio que era em frente.

Quando entrou em casa a realidade lhe acometeu e ela lembrou que apesar daquele momento único, ele não tinha lhe convidado a festa. Ela sentou-se desanimada no sofá e resmungou socando o mesmo.

- Por que Kami-sama! Por que é tudo tão complicado com ele?

....

Perto dali Sasuke não fazia idéia de que estava sendo seguido. O homem olhou as fotografias e sorriu satisfeito rediscando o número desconhecido.

- Tenho novidades que vão lhe interessar e muito...

- Diga.

- Talvez seja melhor lhe mandar via SMS. Veja com seus próprios olhos. Sorriu satisfeito quando o envio foi confirmado e observou Sasuke entrando em seu prédio sem se dar conta de que estava sendo seguido a dias.

- Não pode ser! A pessoa gritou do outro lado da linha e um barulho foi ouvido.

- Sim é... Estão juntos, não oficialmente, mas... Não se desgrudam o tempo todo. Ele parece apaixonado.

- Pouco me importa o que sentem um pelo outro. Resmungou o homem do outro lado fumando numa tentativa frustrada de se acalmar.

- Haverá uma festa hoje a noite.

- Eles vão?

- Até onde sei ele a deixou em casa, acredito que vá sozinho. Pelas escutas parece que ele não a convidou para a festa. Espere... Ele está saindo com outra roupa.

- Hm... Traição... Pode ser útil. Siga-o. Ordenou desligando o telefone.

- O detetive fez careta cansado das grosserias de seu misterioso cliente e obedeceu seguindo Sasuke a distancia que falava ao telefone. Parecia furioso e andava apressado.

- O que quer agora? — para a pessoa com quem falava. — Já disse que vou estar lá, não me apresse e pare de me ligar! Gritou desligando o telefone. Sasuke olhou para os lados pela primeira vez sentindo-se observado então atravessou a rua rumo ao metrô.