Ain't It Fun?

6 Capítulo 5 - De onde você é?


Notas iniciais
OI AMORES!!! To super feliz porque tivemos muitos comentários.
Esse capitulo vai mostrar um pouco (e quem for esperto logo vai matar) do que aconteceu com a Annie e o Percy.
Bom... Espero que gostem do capítulo e comenteeeeem!
ENJOY!!!
NAS NOTAS TEM O RESULTADO DA VOTAÇÃO.

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Capítulo 5 — De onde você é?

“De onde você é?

Você poderia ser aquele

Que faz as coisas acontecerem” – Ain’t it Fun


Annabeth P.O.V

Eu não sabia o motivo de Percy me chamar a casa dele, um lado meu ainda não confiava plenamente nele, já o outro lado sabia que o que eu havia visto hoje não era simplesmente Percy Jackson o nadador popular, mas sim o Percy, somente Percy, o menino que era meu melhor amigo e que cuja as lembranças, apesarem de algumas ferirem muito, ter um bom coração.

Falando em lembranças ao caminhar para sua casa tive uma bem constragedora:

Flashback

Parece que cada dia que passa sinto mais ódio do Percy, ele está andando com aquela turma de metidos da rua de baixo e às vezes até mesmo me ignora, hoje fomos convidados pra ir a festa de aniversario de Rachel Dare, é uma menina legal, mas ela só em convidou porque sabe que eu sou amiga do Percy, e porque ele falou que se eu não for ele não vai.

Acho que ela está interessada nele, eu não ligo, pelo menos acho que não, tá bom, talvez eu ligue um pouco, mas é só porque ele é meu amigo e ela é meio metida.

Eu estava parecendo uma pata choca, estava com um vestido rosa, cabelo escovado com uma florzinha do lado e um sapato boneca, que queria jogá-lo longe.

–Acho que o pessoal da natação vai estar lá – Percy falou enquanto caminhávamos para a festa – Sabe o quanto eu quero entrar pro time, não é Annie?

–Não sei por que você insiste tanto nisso, acho uma perca de tempo – falei franzindo o nariz, a porcaria do vestido estava me fazendo coçar – Droga de vestido!

–Acho que você está... – Percy estava para falar algo, mas se calou.

–Fale! – ordenei já ficando nervosa, sabia o quanto horrível eu estava.

–Nada não. – ele continuou andando enquanto eu fiquei parada com a cara mais emburrada possível

–Fala logo Percy! – gritei e ele se virou, ele estava vermelho.

–Poxa Annabeth, eu não quero – ele falou num tom baixo que eu até estranhei.

–Você é mesmo um tonto – falei ficando chateada, sabia que ele iria falar que eu estava feia, mas ele também não precisava ficar fingindo que não iria dizer nada.

–Por quê? – ele se ofendeu.

–Porque você não quer falar pra mim que eu to parecendo uma jacu!

–Não é verdade – Percy gritou – Eu ia falar outra coisa.

–Então fale, ora essa.

–Eu ia falar que você tá bonita. Pronto falei! – ele gritou a ultima parte e saiu correndo em direção a casa da Rachel.

Eu fiquei parada tentando pensar na frase que Percy havia acabado de dizer: “Eu estava bonita”. Estava? Comecei a raciocinar, mas antes que pudesse chegar a uma conclusão o vestido me fez coçar o traseiro. Droga de vestido!

Cheguei à frente da casa da Rachel, havia decorações de balões e muitas coisas coloridas, muitas pessoas estavam rindo e podia se ouvir a musica tema para sua festa: Spice Girls, eu não era muito fã delas, mas acho que poderia aturar por alguns minutos.

Percy estava na porta e evitou me olhar, eu também não queria, pois também fiquei constrangida, e não fazia ideia do motivo.

–Percy! Annabeth! – Rachel atendeu a porta animada e abraçou os dois, um com cada braço.

–Parabéns! – nós dois falamos juntos, ela nos soltou e nós entregamos nossos presentes.

–Obrigada – ela agradeceu – Entrem, fiquem a vontade.

–Obrigado – falamos novamente juntos e ela riu.

–Vocês dois fazem tudo junto mesmo – ela sorriu pra mim, mas não foi um sorriso legal, foi um sorriso tipo: “Te mato se tiver a oportunidade”.

Ela entrou na casa e eu notei que nunca estivera lá antes. A casa dela era enorme, ela tinha uma grande escadaria, uma sala de estar que só tinha velhos e que a porta estava entre aberta, uma sala de jantar onde não havia ninguém e um corredor que levava ao barulho.

–Por aqui – ela indicou e nós fomos para a festa.

Eu reconheci poucas pessoas, dali eu conhecia o atual capitão do time de basquete: Luke Castellan, o seu “fiel escudeiro”: Grover Underwood, os gêmeos: Travis e Connor Stoll que não ser porque raios eram meio irmãos de Luke e por fim minha amiga e seu irmão: Thalia e Jason Grace.

–Divirtam-se! – ela olhou pro Percy e deu uma risadinha “legal”, e saiu.

–Blá-blá-blá... Divirtam-se – imitei a Rachel e Percy riu, eu fiquei sem graça, não sei por que.

Passaram algumas horas, o que pra mim foram vários anos, já estava escuro e nós fomos para a sala de estar, pois fora da casa já estava muito frio, os velhos estavam na sala de jantar quando a Rachel resolveu ter uma ideia que pra mim foi a pior de todas da festa.

–Pessoal! Vamos brincar de Mistura Fila? – acho que a maioria do pessoal ficou sem saber o que aquela menina estava falando.

–Que porcaria é essa Rachel? – Travis perguntou.

–É assim: Fazemos uma fila de meninos e meninas, e uma pessoa é o mestre da luz, os meninos ficarão enfileirados de um lado da sala e as meninas do lado oposto, todos encostados na parede. O mestre apaga a luz e dá a 1º ordem: misturar! – somente ela achou isso entusiástico — Os meninos deverão misturar-se e as meninas também até que o dê a segunda ordem: parar!- ela fez um drama e todos olhavam com caras de confusos pra ela — Cada um para onde está e então o mestre dá a 3º ordem: beijar! – quando ela falou isso tivemos duas reações, uma foi a cara de sem vergonha de alguns garotos maiores e a outra, que eu fiz e a maioria também, foi de nojo — As duas filas deverão andar em direção ao centro do quarto e cada um deverá beijar a pessoa que estiver em sua frente. O mestre então acende a luz e cada um verá quem beijou, e importante: Não troquem de fila! – ela terminou toda animada, ninguém falou nada por um tempo, até que Connor resolveu se pronunciar.

–Essa é a ideia mais nojenta que eu já ouvi – concordei.

–Connor você é mesmo uma bichinha – Travis falou o irritando.

–Vai me dizer que concorda com essa palhaçada? – os dois discutiam.

–Não disse isso, só acho você uma bicha! – os dois começaram a discutir e eu dei de ombros.

–Quem concorda com isso? – Luke perguntou tentando ser o mais sensato.

–Que Connor é uma bicha? – Thalia perguntou tirando sarro, Luke riu.

–Hei! – ele gritou ouvindo seu nome.

–Não – Luke parou de rir e respirou para ficar sério – Concorda com a brincadeira.

–Eu concordo – Rachel falou animada levantando a mão o mais alto possível.

–Você não vale lambisgóia – Thalia falou e eu ri.

–É Rachel, você não conta – Luke falou.

–Eu não concordo – Percy falou, eu pensei que Rachel iria ficar desanimada, mas não ficou.

–Eu concordo – um garoto moreno e esquisito falou.

–Eu também – uma garota com cabelos castanhos e muito bonita falou.

–Eu não – Thalia disse

–Eu concordo – Luke falou.

–Eu não – falei.

Ao todo todos votaram e os que concordaram ganharam, eu achava aquilo nojento e principalmente errado, eu não tinha idade pra beijar ninguém, principalmente alguém que eu não conhecia.

–Como ficou quase empatado, nós vamos fazer uma vez só – Luke parecia mesmo um capitão.

–Acho bom, pois nem todo mundo quer brincar disso – Percy falou já se irritando.

–É, e eu tenho que ir embora – falei já sentindo as minhas mãos suarem.

Todos ficaram em fila, eu estava de frente pra Luke Castellan, olhei para o lado e Thalia estava com seus olhos muito azuis focados na porta, imaginei se ela estava pensando em fugir, se ela fosse eu iria junto. O mestre da luz foi tirado no palitinho e infelizmente eu não ganhei, e para o azar de Rachel, que queria tanto participar, ela foi o mestre da luz, a cara que ela fez foi impagável.

–Todos prontos? – ela falou mal humorada com o dedo no interruptor.

–Não! – a maioria gritou.

–Problema de vocês – ela estava realmente muito furiosa.

A luz se apagou e por um momento eu não sabia o que fazer, minhas mãos suavam e minha respiração estava ofegante, eu tinha apenas nove anos e nunca havia beijado ninguém, e pro meu desespero poderia ser com alguém horrível. Senti a movimentação, algumas meninas me empurravam de um lado para o outro e eu estava paralisada.

–Parem! – Rachel gritou, pra mim era fácil, eu não conseguia me mexer – Agora vão de encontro com quem está em sua frente e se beijem!

Andei com passos bambos e sentia minha mão cada vez mais suada, meu estomago começou a embrulhar e eu parecia que iria desmoronar a qualquer momento. Senti então alguém próximo de mim, eu não falei nada apenas estiquei as mãos para tatear e achar o rosto da pessoa e acabar logo com isso, percebi que ela fez o mesmo. Em alguns segundos senti uma respiração se aproximar do meu rosto, prendi a minha, e pude sentir pela primeira vez seus lábios doces se encontrar com os meus, foi rápido, mas com certeza nunca me senti tão bem, borboletas voavam sem parar no meu estomago e o nervoso que eu sentia passou, pois eu estava feliz, bem eu estava até que as luzes se acenderam...

–Percy! – gritei na frente de sua casa, ouvi uma conversa dentro da casa e eu me aproximei da porta, ela logo foi aberta.

–Oi – Percy estava com o cabelo todo bagunçado e molhado, estava com uma camiseta branca, uma calça de moletom e um grande sorriso estampado no rosto, senti uma sensação ruim e logo a ignorei – Entre.

–Oi – falei batendo os pés no capacho – Licença – pedi ao entrar.

A casa de Percy não havia mudado muito, talvez algumas cores na parede e uma e outra coisa na decoração, porém no ínterim estava exatamente como eu me lembrava.

–Que cheiro bom – elogiei, estava realmente um cheiro maravilhoso de torta de carne e alguns condimentos.

–Minha mãe fez torta, mas ficou uma pilha quando eu falei que teríamos visitas.

–Eu não quero incomodar ninguém Percy, acho melhor eu ir – eu já estava me virando quando ele segurou meu punho.

–Fique – olhei pra ele e senti uma corrente elétrica passar por mim, instantaneamente puxei meu pulso, ele percebendo o que fizera virou o rosto – Er... Quero dizer que a minha mãe fez mais coisas, então fique tranquila.

–Ok- não sabia muito bem o que falar, e para mim aquela “ok” foi a melhor alternativa.

–Olá – ouvi a Sra. Jackson na porta – Você é a amiga de Percy? É um prazer – ela não parecia me reconhecer e muito menos parecia um prazer em me conhecer.

–Oi – falei sem graça – O prazer é meu Sra. Jackson – fingi não a conhecer também, Percy ficou sem graça.

–Puxa, pelo menos essa é educada – Sally falou para Percy que corou instantaneamente – Sabe querida, ele não traz suas namoradas aqui.

–Mãe... – Percy chamou, mas Sally o interrompeu.

–Calma querido, eu só quis dizer que ele não faz isso porque eu não me dou muito bem com elas, entende?

–Mãe... – Percy ergueu um pouco a voz, eu já estava ficando constrangida.

–Mas você me parece diferente, educada e até mesmo familiar. – ela franziu o cenho.

–Ela é familiar porque a senhora já a conhece a uns onze anos – Percy falou de uma vez antes que a mãe o interrompesse novamente – Ela é a Annabeth.

–Annabeth! – ela sorriu e me abraçou – Puxa vida! Como você está linda – ela me olhou de longe enquanto segurava minhas mãos – Quanto tempo – ela olhou pra Percy – Sabia que vocês iriam acabar juntos.

–Mãe! – Percy gritou e colocou a mão no rosto envergonhado – Ela não é minha namorada, nós voltamos a conversar ontem.

–Desculpa – ela enrubesceu também – Não quis ser rude querida, é que esse meu filho não me fala nada, então eu tenho que especular por mim mesma.

–Não tem problema – minha mãe fazia aquilo direto.

–Tudo bem, depois dessa gafe que eu dei, vamos nos sentar pra comer – ela piscou algumas vezes e antes de se virar em direção a cozinha ela me olhou – Eu não me conformo como você está grande e linda.

–Eu agradeço – corei até a raiz do cabelo e vi Percy me lançar um sorriso tirando sarro, assim que Sally virou eu mostrei a língua pra ele.

A noite foi ótima, nós conversamos muito, falamos sobre algumas coisas quer aconteceram comigo, com ele e com Sally, infelizmente ela e Poseidon não estavam mais casados, a relação não aguentou a distancia e ele acabaram se separando, Percy vai as vezes para Atlantic City para visitá-lo, contei que minha mãe havia comprado o Cyber Café e que eu trabalhava com ela aos sábados, não sei porque, mas Sally lançou um olhar reprovador para Percy neste momento.

No fim assistimos e comemos alguns doces azuis maravilhosos, mas eu tinha que ir embora antes da minha mãe chagar em casa, então me despedi de Sally e ela insistiu para que Percy me acompanhasse até em casa.

–Minha mãe consegue ser bastante irritante às vezes – ele comentou fechando a porta de sua casa.

–Eu sei como é – falei lembrando de algumas situações com a minha mãe.

–Gostei de você ter vindo aqui em casa hoje.

–Também gostei de ter vindo.

–Me fez lembrar um pouco dos velhos tempos – não éramos tão velhos assim, porém eu sabia exatamente o que ele queria dizer – Depois de tudo isso, eu estou tendo bastante lembranças da nossa amizade.

–Eu também estou tendo com certa frequência – comentei.

–Eu queria te perguntar uma coisa – ele parecia sem graça, ele parou na rua, que estava sem movimento.

–Pode perguntar – fiquei sem jeito, fazia muito tempo que eu não falava com ele e parecia que alguma coisa estava tomando um rumo diferente do que eu esperava.

–Eu lembro de uma coisa, mas eu não sei se era real ou foi um sonho – ele fez uma pausa, parecia nervoso – Queria que você me esclarecesse.

–Vou tentar ajudar – falei sentindo minha garganta secar.

–Na festa de nove anos da Rachel – não, ele não podia estar falando sério – No jogo de mistura a fila – ele fez uma pausa, e eu sentia seu nervosismo – Quando as luzes se acenderam, eu realmente te beijei?

Eu não acreditava que ele se lembrava disso! Muito menos que eu ficaria tão constrangida, era como se de todos os momentos que tivemos juntos quando criança, de todos ele havia pegado o meu ponto fraco.

–Eu... Er... – eu queria dizer que não me lembrava, mas aquilo estava fresco na minha memória – Eu...

–Desculpe – ele falou de uma vez voltando a caminhar – Eu não queria te deixar com vergonha, eu só queria saber, juro.

–Desculpe – reuni coragem e comecei a segui-lo, minha casa já estava bem em frente – Eu acho que isso foi a tanto tempo, pensei que não tivesse mais importância.

–E não tem – senti algo estranho – Quero dizer, é mais para titulo de curiosidade – ele balançou a cabeça, ele fazia isso quando ficava nervoso, desde pequeno.

–Bom... – repirei – Para sua curiosidade a resposta é: Sim, nós nos beijamos – ele de imediato não teve reação, depois parou e pensou um pouco.

–Mas agora me vem outra pergunta – ele me olhou agora com uma mistura de tristeza e confusão – Por que você nunca mais falou comigo depois disso?

Essa realmente era muito mais difícil de explicar. Principalmente porque eu não queria contar para Percy Jackson que eu era apaixonada por ele.

–Eu não sei – falei tentando parecer sincera – Eu fiquei com medo, só isso.

–Então a culpa é sua – ele falou e deu um sorriso maroto.

–Do que? – perguntei confusa.

–De eu ter me tornado a pessoa metida e egocêntrica que você diz que eu sou – ele sorriu e eu também.

–Você é assim porque escolheu ser assim – cruzei os braços, já estava em frente a minha casa e eu nem havia notado.

–Não, eu era seu amigo, aquilo foi um jogo estúpido e depois daquilo você não quis falar comigo – por um lado ele estava certo.

–Eu sei – me sentia envergonhada e muito idiota – Desculpe.

–Está tudo bem, nós éramos muito pequenos – ele estava pensando em algo do passado novamente.

–Quer saber de uma coisa – falei tentando quebrar o gelo – A culpa disso tudo é da Rachel!

–Claro – ele concordou rindo – Ela teve a ideia da brincadeira.

–Por isso ela deve ser responsabilizada – falei como uma advogada – Ela cumprirá a pena de ter que aprender a nadar.

–Acho que ela já sabe – Percy pensou um pouco – A única patinha que não sabe é você.

–Muito engraçado – fiz uma careta e ele sorriu de lado, aquilo fez com que sentisse um frio na espinha – Eu tenho que entrar – falei de repende e ele se assustou.

–Tá tudo bem? – ele tocou meu braço e novamente eu senti o frio na espinha.

–Tá... Quer... Tá, tá sim – gaguejei e puxei meu braço, joguei meu cabelo para trás nervosa – Boa noite Percy e obrigada! – falei rápido e vi que ele ficou com uma interrogação gigante estampada na cara.

–Ok – ele se aproximou de mim e me deu um beijo no rosto, novamente a porcaria da corrente elétrica, o que estava acontecendo comigo? – Boa noite.

Fiquei parada na frente da porta enquanto ele caminhava para a calçada, ele olhou para trás e acenou e eu acenei de volta.

Abri a porta de casa e senti minhas mãos geladas, fechei e tranquei a porta e percebi que meu coração estava acelerado e o lugar onde ele havia me dado um beijo estava formigando.

–Droga! Inferno! – comecei a xingar enquanto subia as escadas para meu quarto, joguei meu tênis num canto qualquer do quarto – Sua burra! Burra!

Eu sabia o que estava acontecendo comigo e não queria. Me joguei na cama olhando para o teto onde havia várias fotos penduradas com barbantes, ideia da minha mãe, e notei uma bem antiga, uma das primeiras que eu havia pendurado, eu nunca mais havia percebido ela ali, mas agora a estava notando muito bem, era como se ela se destacasse entre as outras, na foto se via duas crianças, uma loira e um moreno cheio de barro, ele estava com seu braço envolta do ombro da garota, os dois sorriam e estavam com os braços bem abertos, eu conhecia aquela garota loira e sabia que encrenca ela havia se metido naquela época. Eu sabia que o moreno não tinha culpa, mas ele não era o que ela esperava.

–Droga Annabeth! – falei pra mim mesma socando o colchão – Por ele de novo não!

Notas finais
RESULTADO DA VOTAÇÃO:
Pessoal, o NÃO ganhou, por isso não teremos um capitulo Thaluke, porém não se desespere quem queria um capitulo Thaluke, eu acho que ainda vou fazer, mas vai ser no final como um bônus, pra quem não quiser não precisar ler, porque não terá sequencia.

Bom espero que gostem do capitulo e comentem para que eu poste rapidinho.