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1 Prólogo : O roubo
Notas iniciais
Prólogo, o roubo
O vento uiva pela noite com uma brisa suave e gelada, dando indícios de que o inverno está próximo.
A rainha anda majestosamente, o vento parece se curvar perante ela, apenas fazendo seu vestido esvoaçar levemente.
Ela para derrepente, a muralha da cidade já está visível, ela apaga a luz que trazia nas mãos para iluminar o caminho para evitar ser vista.
Ela entra na cidade. Seu alvo, um pequeno berçário está a poucos metros de distância. Com um aceno de mão a enfermeira da recepção dorme, nem teve tempo de formar uma palavra.
Seu reino era de muitas tradições, uma delas era que era obrigatório ter um sucessor, a rainha não ia se casar, pois seu marido iria assumir o comando. Isso era uma coisa que ela não iria permitir
Com seu andar majestoso, procura cuidadosamente ovos de sua espécie. Porém mesmo com seus cuidados um alarme soa.
Passos são ouvidos, foram necessários muitos planejamentos e sacrifícios para colocá-la ali, não haveria uma segunda chance.
Ela agarra um ovo qualquer e invoca seu poder psíquico, um portal se abre revelando seu castelo, e então desaparece em plena noite, deixando apenas a almofada vazia do ovo para traz
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