Notas iniciais
Não sei se avisei, mas é uma mini fic, creio que terá uns 4 ou 5 capítulos.

POV's Naty

Cheguei a festa e a mesma já estava lotada. Entreguei o convite e entrei. Havia várias pessoas se pegando, daí veio o meu medo de encontrar com o Maxi e ver ele pegando outra garota, mas por minha sorte não o vi. Já havia pessoas bêbadas, também havia alguns caras que me olhavam quando eu passava, confesso que fiquei um pouco com medo, tenho certeza que aqueles olhares era de maldade. Avistei os meninos de longe e fui até eles. Maxi não estava com eles, com certeza já deve estar com qualquer uma por aí.

André: Naty, que saudades. — me deu um abraço.

Naty: André, também senti muita saudade.

Diego: E de mim?

Naty: Também seu bobo. — o abracei.

Fede: Cade a minha anã?

Naty: Fede, que saudade. — o abracei.

León: Ok, agora já podem soltar a MINHA amiga. — me abraçou.

Naty: Também te Amo León. — saimos do abraço.

André: Você tá linda.

Fede: Gata.

Naty: Meninos por favor, assim fico com vergonha.

Diego: Isso tudo é pro... — o interrompi.

Naty: Não Didi, por favor, não fala nem nesse nome.

León: Vai fazer o que eu disse?

Fede: O que disse?

León: Que ela precisa de divertir.

Naty: É exatamente o que vou fazer.

André: E o Maxi?

Naty: É passado e o passado a gente deixa pra trás.

León: Gostei de ver.

Xxx: O que faz aqui? — senti uma mão segurar em meu braço, já sabia até quem era, me virei e sim, era o Maxi.

Naty: Ué, vim me divertir. — soltei meu braço dele. — Só você pode?

Maxi: Não.

Naty: Então pronto.

Maxi: Aqui é lugar pra solteiros sabia?

Naty: Extamente o que sou. — sai de perto dele e fui pra pista, peguei um copo de refri, não queria beber, sei que os caras aproveitam quando a garota está totalmente sem consciência do que faz, não sou ingênua.

XX: O que uma moça tão linda faz sozinha? — olhei e vi um loirinho alto, olhos azuis, lindo, tinha um sorriso em seu rosto.

Naty: Esperando o amor da minha vida.

XX: Prazer, amor da sua vida.

Naty: Muito engraçado você.

XX: Felipe e você?

Naty: Naty

Felipe: Aceita dançar comigo?

Naty: Porque não? — estava passando uma música lenta, ele colocou suas mãos em minha cintura e coloquei as minhas em seu pescoço, não parávamos de nos encarar, as vezes olhava pro bar e via o Maxi nos olhando com uma cara nem um pouco boa, não me importei.

[...]

Estava cansada de dançar, não vou mentir, eu beijei o Felipe, mas só foi isso, apenas uma ficada, não quero me apegar a ninguém por um bom tempo. Já fazia algumas horas que eu estava ali. Me sentei em um bar e fiquei olhando em volta, não vou mentir, meus olhos procuravam o Maxi, mas não o via, deve estar por ai agarrando outra garota, voltei a olhar pro bar decepcionada por não encontrá-lo.

XX: Me procurando? — sussurrou em meu ouvido, sentia sua respiração quente, senti um arrepio me invadir, olhei e o vi.

Naty: Óbvio que não Maxi, da onde você tirou isso?

Maxi: Do seu olhar. — falou se sentando no banco em frente ao meu, ele não parecia normal, antes de se sentar no banco, quase que levava um tombo.

Naty: Você ta bêbado?

Maxi: Só estou um pouquinho. — falou tudo embolado

Naty: Por que você bebe? Sabe que fica mal.

Maxi: O que queria? Que visse você com outro e simplesmente aceitasse?

Naty: Ta vendo? Está falando coisas sem sentido.

Maxi: Me leva pra casa?

Naty: Não. Pede pro Fede.

Maxi: Ele foi embora com a Ludmi.

Naty: Então pede pro André

Maxi: Não vou atrapalhar ele com sua paquera.

Naty: E o Didi?

Maxi: Saiu com a Fran

Naty: E o seu melhor amigo?

Maxi: León foi pra casa da Vilu.

Naty: Por que eu? Tem tantas garotas aqui nessa festa.

Maxi: Porque confio em você, não sei se as outras garotas vão apenas me leva ou tentar tirar uma casquinha de mim.

Naty: Nossa e você é muito santinho não é senhor Pontes?

Maxi: Santo não, mas gostoso...

Naty: Ai garoto, você não muda mesmo.

Maxi: Por favor, eu sei que se você me levar e não vai tentar abusar de mim... por favor?

Naty: Por que tinha que beber?

Maxi: Por que tinha que ficar com outro?

Naty: Não vou te responder.

Maxi: Eu também não, agora me leva por favor.

Naty: Cadê a chave do seu carro? — sei que ia me arrepender disso, sei...

Ele me entregou a chave do carro. Levantei e ajudei ele a se levantar, tive que o ajudar, envolvi seu braço em meu pescoço e com dificuldade saímos pela entrada dos fundos, não queria que nenhum paparazzi visse o estado do Maxi e nem falasse que estávamos juntos ou inventasse algo maior, por isso não quero passar nunca mais.

Chegamos no estacionamento e com dificuldade consegui achar o carro dele que ele tinha que estacionar bem no final mesmo, só pra dificultar.

Maxi: Você é um anjo sabia? — falava enquanto caminhávamos pra chegar no carro. — Meu anjo da guarda.

Naty: Maxi, para de falar besteiras, quer que alguém nos veja?

Maxi: Por mim.

Naty: Ok, você realmente está bêbado, muito bêbado. — encostei ele no carro e fui abrir a porta pra colocá-lo dentro, Maxi segurou em minha cintura e me encostou no carro. — O que tá fazendo?

Maxi: Eu te amo, sabia?

Naty: A única coisa que sei é que está bêbado e se você não parar com isso eu te largo aqui. — ele me soltou e eu abri a porta, o ajudei a sentar e coloquei seu sinto.

Fechei a porta e entrei no lugar do motorista, ligando o carro e dando partida no mesmo.

Maxi: Quero escutar música. — falou ligando o som do carro, passava uma música muito animada, ele aumentou o som do carro.

Naty: Maxi quer parar?! — abaixei o som.

Maxi: Eu quero alto! — aumentou de novo.

Naty: E eu quero paz pra dirigir e ouvindo essa música numa altura dessa, não vou conseguir. — abaixei novamente ainda dirigindo, não sei porque ainda ajudo bêbados.

Maxi: Por que não quer alto?

Naty: Porque se você ouvir já é o suficiente, não é preciso o pessoal todo ouvir, estamos num carro sabia?

Maxi: Eu sei. Você se lembra?

Naty: Do que?

Maxi: De tudo que passamos nesse carro.

Naty: Não, não lembro.

Maxi: Havia amor, não havia? Havia desejo, paixão...

Naty: Falou certo, havia, não há mais.

Maxi: Por que? — ele pareceu falar sério. -

Naty: Você sabe. Chegamos.

Ainda bem que chegamos, estava com medo do rumo que a nossa conversa fosse levar. O tirei do carro com dificuldade e fomos entrando em sua casa. Aos poucos, chegamos em seu quarto. O levei pro banheiro e tirei sua roupa, não tinha nada ali que não tinha visto. Ele me olhava detalhadamente, tentei fingir que não ligava. Liguei o chuveiro e deixei a água fria cair, depois de alguns minutos o tirei e coloquei um roupão nele. O coloquei em sua cama, ele se deitou e o cobri com o edredom.

Maxi: Obrigado.

Naty: Não iria deixar você na mão, mesmo que você seja um chato as vezes. — me sentei na cama.

Maxi: Não devia ter feito aquilo com você.

Naty: Maxi...

Maxi: Me deixa terminar, por favor. Você não merecia o que fiz.

Naty: Isso já passou. — estava me segurando pra não chorar.

Maxi: E por que você não me perdoou?

Naty: Eu te perdoei Maxi, só não esqueci.

Naty: Não mereço você. Eu sou um idiota, por que tive que te fazer sofrer? A garota, a única garota que realmente se importou comigo.

Naty: Não vamos falar nisso agora, você precisa dormir.

Maxi: Você é linda, era perfeita pra mim e eu desperdicei a chance.

Naty: Maxi, por favor.

Maxi: Você e aquele cara lá da festa, vocês estão...

Naty: Não, não estamos namorando.

Maxi: Sabe, quando te vi com ele meu mundo caiu no chão, ver você com outro foi o meu fim, não consegui ficar com nenhuma garota, só pensei em você beijando aquele cara e então resolvi beber pra ver se esquecia a cena de vocês se beijando.

Naty: Por que fez isso? Sabe que beber demais faz mal.

Maxi: Fiz isso porque não consegui te ver com outro, fiz isso porque queria que você estivesse do meu lado.

Naty: Eu vou preparar um chá pra você. — falei me levantando, mas senti seu braço me impedindo, olhei pros seus olhinhos brilhantes.

Maxi: Fica aqui comigo, não me deixa sozinho.

Naty: Eu preciso preparar um chá pra você ficar melhor.

Maxi: Só de você estar aqui comigo já me sinto bem. — deu um lindo sorriso.

Naty: Maxi.... — exitei em me deitar com ele.

Maxi: Por favor, juro que não vou fazer nada.

Naty: Promete?

Maxi: Prometo até de dedinho se for preciso.

Naty: Não é preciso. — tirei meu salto e me deitei ao seu lado, ele me cobriu com seu edredom e ficou me olhando.
Estávamos muito próximos, seus olhos não saíam dos meus, sei que não devia estar fazendo isso, mas o Maxi está bêbado, amanhã certeza ele não irá lembrar de nada. Comecei a fazer carinho em seu lindo cabelo, ele abriu um sorriso.

Maxi: Eu te amo.

Naty: Você não sabe o que ta falando, está bêbado, precisa dormir. — falei calma, ainda acariciando seus cabelos, aos poucos vi seus olhinhos sendo fechados.

Maxi: Eu amo você — falou num sussuro antes de dormir.

Naty: Eu também te amo, Maxi. — falei num sussurro pra mim mesma e dormir.

CONTINUA...

Notas finais
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