Ainda Me Amarás Amanhã?
23 Missão Believe ♥
Notas iniciais
CINCO ANOS DEPOIS...
ANASTÁSIA GREY
Cinco anos... Isso me parece um bom tempo... Ou não.
Já faz cinco anos que Leila morreu, e Christian foi acusado de matá-la.
Cinco anos que ele fugiu para provar sua inocência.
Cinco anos que não vejo o homem que eu mais amei, e que provavelmente ainda amo.
Desde que ele se foi eu acabei assumindo a empresa... E tudo o que nós dividíamos, e não falo de dinheiro.
Eu nunca imaginei que fosse tão difícil viver sem ele, mas é, e muito.
Todas as provas apontavam para ele, mesmo eu tendo pegado a arma havia digitais de Christian no corpo de Leila, e desde então, ele tem sido caçado.
Eu o procurei de todas as formas, fui a todos os lugares na esperança de vê-lo outra vez, mas ele sumiu.
Christian entra em contato com Elliot uma vez ao mês, e toda vez Elliot deposita uma quantia de dinheiro que o ajude.
Eu até tentei entrar em contato com ele, mas Elliot disse que é perigoso, e conhecendo Christian sabemos que ele jamais colocaria a família em risco.
Dói.
Dói muito todas as vezes que eu acordo a noite e não o vejo ali.
Todas as vezes que eu me sento em frente ao piano e não o vejo ao meu lado.
Dói quando eu acordo e não recebo seu beijo ou suas caricias.
Dói quando minhas filhas perguntam do pai e eu não sei o que falar... Então nós nem comentamos sobre Christian nessa casa.
Bem... Com Jasmyn eu não falo sobre ele, mas com Safira sim, ela está enorme e superinteligente. Assim como Jasmyn e... Phoebe, sim. Eu tive uma filha de Christian, nossa menininha que ele nem sabe que existe.
As coisas têm estado tão difíceis, e tudo, tudo que eu mais queria era seu olhar e seus braços.
Eu sinto tanto sua falta Christian.
Mais do que você possa imaginar...
CHRISTIAN GREY
Cinco anos...
Há cinco malditos anos eu tenho fugido tentando provar minha inocência, mas a cada dia fica mais difícil.
Eu perdi tudo que eu tinha. Amigos, família... Minhas filhas... E a Ana.
Deus!
O Senhor sabe como essa mulher me faz falta, o Senhor sabe o quanto minha alma almeja por ela.
Eu fui um estúpido com ela, e mesmo quando todas as provas foram contra mim, ela depôs ao meu favor, deu entrevistas falando que acreditava em mim, e que ia lutar por isso... E eu a perdi.
Não posso me aproximar, pois sempre há policias de tocaia na porta do Escala, na porta de todas da minha família.
Eu tenho me escondido em lugares mais improváveis possíveis.
Tenho vivido como um fugitivo sendo que sou inocente, e isso é horrível.
Eu sinto falta das minhas meninas que devem estar enormes, sinto falta de Anastásia.
É horrível não tê-la nas manhãs sorrindo para mim com aqueles cabelinhos bagunçados, olhinhos inchados. Ou naquelas tardes de inverno, onde ela deitava no meu colo e ficava me provocando, até mesmo dizendo que me amava.
Meu ser todo grita por ela, mas infelizmente eu não posso colocá-la em risco.
Eu cheguei a ver Jasmyn e Safira umas duas vezes nos últimos cinco anos.
Elas foram a uma exposição da escola e eu tive sorte de não ter policias por perto, mas infelizmente eu só pude vê-las de longe... E isso foi há quatro anos. Hoje eu não me atrevo a chegar perto delas, é muito arriscado.
Elliot me ajuda todo o mês com uma quantia de dinheiro que me ajuda a sobreviver pelas ruas e esconderijos, mas mesmo assim eu me sinto um nada. Eu tinha tudo e agora sou apenas um cara qualquer.
O pior de tudo isso é que eu não posso estar na minha casa, com a minha mulher. Eu nunca sei como ela está, se ela está bem, se está se alimentando, porque eu sei como aquela coisinha é teimosa.
Só de pensar que ela teve que assumi tudo. A empresa. Nossa casa. Nossas duas filhas. Isso me destrói, porque eu não posso estar lá pra ela, e eu me sinto um filho da puta, mas é isso que sou um fodido em cinquenta tons.
Ah, Ana... Eu preciso tanto de você.
ANASTÁSIA GREY
—Tchau Sra. Grey, tenha uma boa noite. —Andrea fala enquanto caminho até o elevador.
—Tchau Andrea. —Digo sorrindo forçadamente.
Taylor aperta o botão do elevador e ele logo se abre, sorrio em agradecimento e nós entramos juntos, indo para a garagem.
Quando chegamos à casa de Grace – onde minhas filhas estão – Taylor abre a porta do carro e eu desço. Solto um suspiro e respiro fundo. Tudo tem sido tão difícil ultimamente. Lidar com as meninas é uma coisa fácil, mas exaustiva ao mesmo tempo. Claro que a empresa não ajuda muito, já que tem crescido a cada dia mais, então tudo vem ao mesmo tempo. Eu me sinto sozinha mesmo com toda a família, eu me sinto um lixo.
Entro na casa de Kate e vejo Ava e Safira sentada nos sofá mexendo em seus Ipad, Jasmyn e Sophie (filha de Taylor) lendo revistinhas no chão, e Phoebe no colo de Elliot.
Eu não tenho nem como agradecer Elliot, ele é um pai para Phoebe. Eu sei o quanto Christian faz falta para ela, mas os tios tentam suprir isso.
Phoebe é totalmente parecida com Christian, desde os cabelos acobreados, aos olhos cinza. Ela é a sua versão feminina.
Phoebe tem quatro anos e meio. Jasmyn está com doze e Safira quatorze.
Ainda me surpreendo ao saber que elas estão tão grandes.
—Oi mamãe. —Phoebe fala tirando-me de meus devaneios.
—Olá. —Digo sorrindo.
Cumprimento Elliot e as meninas.
—Onde está a Kate? —Pergunto.
—Dormindo. Ela estava cansada. —Elliot explica.
—Entendo. Bem... Eu tenho que ir, obrigada por cuidar das meninas.
—Foi um prazer.
—Vamos meninas. —Digo.
—Ana... Você está bem? —Elliot pergunta e eu dou um sorrido fraco.
—Sim. —Sorrio. —Vamos meninas. Deem tchau para o seu tio.
—Tchau tio Elliot. —Minhas filhas e Sophie falam juntas.
Sophie e Safira vão ao carro com Taylor, e eu vou ao meu (que deixei aqui na casa de Kate) com Jasmyn e Phoebe.
Chego em casa primeiro e subo para colocar as duas na cama, já que já passam das oito.
—Mamãe... —Jasmyn sussurra quando lhe dou um beijo. —Quando o papai vai voltar?
—Eu não sei... —Sussurro.
—Eu sinto falta dele. —Ela diz abraçando a blusa de Christian, — a mesma que ela dorme desde que ele foi embora – Jasmyn me olha e dá um sorriso fraco. —Boa noite.
—Boa noite. —Sussurro beijando-a.
Caminho até o quarto de Phoebe e a encontro deitada sobre a cama enquanto encara o teto. Aproximo-me e deito ao seu lado.
—Hum... —Phoebe suspira e segura minha mão passando o polegar sobre minhas unhas. —Nós podemos ir visitar minha vovó Grace amanhã?
—Claro. —Sussurro.
—E eu posso ficar na casa dela? Como é sexta-feira.
—Se você quiser. —Digo suspirando.
—Eu quero. —Ela fala se arrumando na cama. —Boa noite mamãe. Eu te amo.
—Eu também te amo. —Sorrio e lhe dou um beijo.
Cubro-a e saio do quarto deixando a porta entreaberta.
Desço as escadas e vou em direção à sala sentando-me ao sofá, encolho-me feito criança e lágrimas começam a rolar pelo meu rosto.
—Eu sinto tanto sua falta... Eu preciso de você. —Sussurro, sozinha.
—Mamãe.
Viro-me para a porta e vejo Safira parada. Ela me olha com os olhos marejados e se aproxima oferecendo-me seu colo. Safira fica acariciando meus cabelos enquanto eu choro em seu colo. Assim como Christian fazia.
—Me desculpe. —Sussurro.
—Tudo bem mamãe, pode chorar, eu ainda vou estar aqui. —Ela diz muito parecida com Christian. —Você sente falta dele, não sente?
—Mais que tudo. —Confesso.
—Não se preocupe mamãe, ele vai voltar. —Safira diz com convicção.
—Eu queria ter sua esperança.
—Você confia nele?
—Claro que sim.
—Então continue confiando. Agora trate de ir tomar banho e dormir, você tem que estar cedo na empresa amanhã, você viaja para New York para aquela confecção com a Sra. Brito, e antes disso tem que nos levar na casa da vovó.
—Uau, eu quase me esqueci disso. —Digo envergonhada.
—Tudo bem, você ainda tem alguém que te faça lembrar. —Ela diz sorrindo.
NO DIA SEGUINTE...
—Obrigada por cuidar delas Grace. —Falo enquanto dou um beijo em cada uma das meninas.
—Tudo bem querida, você sabe o quanto eu amo minhas netas. —Grace diz sorrindo.
—É... —Sorrio. —Eu tenho que ir. Sassa cuide delas, e vocês duas, se comportem.
—Ok mamãe. —Safira diz sorrindo. —Amo você.
—Amamos você. —Jasmyn e Phoebe dizem juntos.
—Eu também amo vocês. —Sorrio. —Até segunda.
Saio da casa de Grace e sigo direto para o aeroporto.
Ok... Espero que essa viagem me traga algo de bom.
SAFIRA GREY
Mamãe sai pela porta e nós três corremos pela janela para dar tchau enquanto ela entra no carro.
—Ela já foi? —Phoebe pergunta.
—Continua acenando. —Digo sorrindo. —Pode parar agora.
Viramos ao mesmo tempo e encaramos vovó Grace.
—Ah, não... —Vovó fala. —O que vocês estão aprontando?
—Nós temos um plano. —Phoebe fala sorrindo de forma sapeca.
—Plano? —Vovó diz confusa.
—Sim. —Jasmyn sorri. —Nós temos um plano que pode salvar o papai.
—O que? —vovó diz com os olhos marejados. —Que plano?
—Primeiro. —Digo. —Reúna todos da família. A vovó Carla e o vovô Ray estão vindo para cá com os bisa.
—Isso pode dar certo? —Ela pergunta.
—Sim... E não, mas é nossa única chance, e não conte nada para a mamãe.
—Tudo bem, eu vou ligar para todos. —Vovó diz pegando o telefone e Phoebe comemorando junto com Jasmyn.
Meus quatro tios são os primeiros a chegar, e já nos enchem de perguntas, mas como Phoebe consegue sempre, ela muda de assunto usando seus olhinhos que agora estão ganhando um tom bem azulado.
Tia Mia e tio Ethan estão tentando fazer Juju dormir. Ela é a filhinha deles e tem dois aninhos, mas tem o gênio igualzinho o da tia Mia... Então vocês já viram como fica.
Vejo meus outros avós entrarem na casa com meus bisavôs.
Nós três corremos e vamos abraçá-los.
—Ok, todos estão aqui. —Tia Kate diz impaciente como sempre. —Qual o plano?
—Lá vamos nós. —Digo sorrindo. —Todos na sala de jantar, e se derem um pio eu não conto nada.
—Ok. —Eles dizem em uníssono e seguimos todos para a sala de jantar.
—Vocês adultos sempre pensam da mesma forma. —Jasmyn começa. —Pensam que só porque somos crianças não percebemos o que acontece na vida de vocês.
—Mas nós reparamos. —Phoebe fala. —Reparamos quando vocês brigam e tentam fingir que está tudo bem. Percebemos quando a vovó chora por lembrar-se do papai... E percebemos quando vocês escondem algo de nós.
—E foi assim que descobrimos que o papai está sendo acusado de ter matado a sobrinha do Vereador Watson. —Diz Jasmyn espantando a todos.
—Crianças... —vovó começa.
—Espera vovó, nós não terminamos. —Digo. —Nós descobrimos tudo isso sozinha, mas também descobrimos como salvar o papai. E eu sei de algo que vocês não sabem, e isso é nosso ponto de partida, mas apenas de ouçam. O papai e a mamãe brigaram, e o nosso pai bateu nela, e não se espantem. Nós sabemos de tudo... Mas vocês não sabem de algo. A minha mãe não traiu o meu pai como vocês pensam.
—O que? —tio Ethan diz surpreso.
—Quieto tio Ethan, por favor. —Jasmyn fala.
—José Rodriguez. —Sussurro.
—Ele era o amigo da Ana, vivia na nossa casa. —A bisavó Louis fala. —Era um ótimo menino.
—Não vovó. —Digo olhando para Jasmyn. —Ele nunca foi um ótimo menino. E ele sempre odiou nosso pai, mas tem algo... A Myn, e eu temos o nome dele na nossa certidão.
—O que? —Todos gritam ao mesmo tempo.
—O José é nosso pai. —Jasmyn fala. —E o mesmo cara que ofereceu o crack para a mamãe a primeira vez. Ele a colocou naquele mundo.
—Deus. —Vovó Carla diz chorando e vovô a conforta.
—Como vocês descobriram tudo isso? —Vovô Carrick pergunta.
—Nós vemos além de vocês. —Phoebe fala. —Sabe aqueles detalhes gritantes que vocês ignoram? Nós prestamos atenção nele.
—E foi assim que descobrimos que nosso pai não morreu de verdade. —Jasmyn fala. —O José matou nossa mãe e depois fugiu com uma Alemã.
—Leila... —Kate sussurra.
—Ela mesma. —Digo. —Mas ele voltou quando viu nossa foto estampada nas capas de jornais e revistas. Ele não nos queria , mas sim a mamãe, e ele ainda amava a Ana... E odiava o papai por sempre conseguir negócios melhores que o dele.
—Então... —Jasmyn sussurra. —Ele sequestrou a vovó naquela noite, e disse que se a mamãe não terminasse com o papai, iria matá-la.
—Ela fez o que ele pediu. —Phoebe fala. —E a vovó foi libertada, mas perdeu o papai.
—Agora... Ele só tinha que terminar o serviço, ele não poderia deixar provas. —Digo. —Ele chamou a Leila e disse que ela teria que ajudá-lo a destruir o Christian, porque ele iria roubar a GEH, e dar tudo que a Leila sempre sonhou, e que seus pais a privaram.
—Ela aceitou. —Myn fala olhando para o nada. —E a pedido de José foi ver o papai naquela noite... Mas o José já estava lá, ele atirou nela... E ameaçou o papai dizendo que nos mataria se ele não segurasse a arma... Então ele o fez.
—E foi acusado... —Tia Mia concluiu. —Como vocês descobriram tudo isso?
—Simples. —Jasmyn sussurra. —Sabe o que eu pedi de presente para o papai alguns dias antes de tudo isso acontecer?
—Cachorrinho. —Todos dizem juntos e acabamos rindo.
—Exatamente. —Jasmyn fala. —Mas ao invés disso o papai me deu um ursinho de pelúcia.
—E ele vinha com uma pequena câmera. —Digo sorrindo. —A Myn vivia deixando ele pela casa, e para a nossa sorte, naquele dia ela o deixou no quarto de hospedes.
—E o cachorrinho gravou tudo. —Phoebe fala sorrindo.
—Mas e as outras coisas? —Tio Elliot pergunta.
—Hã... —Mordo o lábio. —Eu estava sem aula certo dia, a mamãe me deixou ficar na empresa... Eu acabei encontrando a sala de segurança vazia, claro que as senhas eram difíceis, mas eu conheço meus pais, e descobri rápido, bastou acessar as câmeras da sala de reuniões do dia em que o Sr. Rodriguez, supostamente fotógrafo, foi ver a mamãe, e então tudo estava exposto lá.
—Deus! E vocês dizem que são crianças? —Carrick fala passando as mãos pelos cabelos. —E o que nós estamos esperando?
—Hã... —Agora é Phoebe que morde o lábio. —O papai foi pego há duas semanas. Ele está em Washington, no presídio.
—O que? —Vovó diz começando a chorar.
—Na verdade... —Myn sussurra mordendo o lábio. —Ele vai ser executado daqui dois dias.
—Não! —Mia grita. —Mas nós podemos provar que ele é inocente.
—Se o caso for reaberto. —Digo. —E para isso ele teria que fugir.
—Mas é impossível sair daquele presídio, é de segurança máxima. —Vovô Ray fala e eu reviro os olhos.
—Vocês acham que nós não pensamos nisso também? —Pergunto colocando as mãos nas cinturas.
—Vocês tem um plano? —Tio Ethan pergunta.
—Mas é claro que temos... Na verdade... Temos uma missão. —Jasmyn fala sorrindo.
—Nós a nomeamos de Believe. —Phoebe diz sorrindo.
—Believe? —Vovó diz sorrindo. —Então... Eu estou dentro, e eu acredito, então vamos salvar o Christian.
—Todos nós estamos dentro. —Vovô Carrick diz sorrindo. —Como a família que somos, e é isso que salvará Christian, o nosso amor.
—Então vamos dar inicio a isso... —Kate diz chorando e sorrindo ao mesmo tempo. —Mas e a Ana? Ela vai ficar louca de souber de tudo isso.
—Ela não vai saber. —Digo rindo. —A mamãe está com a Sra. Brito... Nossa ajudante.
—Ajudante? —Pergunta o biso.
—Sim. —Jasmyn sorri. —A Sra. Brito foi a primeira a descobrir tudo... Ela o Sr. Brito ajudam o papai sabia? Eles que dão esconderijo para ele, porque acreditam na inocência dele.
—Como vocês descobriram isso? —Vovô Ray pergunta.
—Olho o que vocês se recusam a olhar... E estava na cara, os dois sempre nos faziam perguntas, e foi óbvio que era para o papa. —Falo. —Nós só escutamos atrás da porta, mas isso não importa. Eles vão ocupar a mamãe, então nós viajamos para Washington.
—Nós vamos para lá? —Mai pergunta.
—Ah, sim. —Sorrio. —A vovó Grace e o vovô Carrick vão para Boston, com a tia Mia, o tio Ethan, a Juju, e os bisa. Com a ajuda do tio Sawyer vocês chegaram ao esconderijo que iremos levar o papai.
—Ok, mas como nós vamos tirar ele de lá? —Vovô Carrick pergunta.
—Tuneis subterrâneos. —Explico. —O tio Taylor nos deu a planta... É claro que ele ajudaria o papai, ele foi o primeiro a aceitar essa missão. Ele, a vovó Carla, o tio Elliot e a tia Kate estarão nos tuneis esperando o sinal.
—Que sinal? —tio Elliot pergunta.
—O que o vovô Ray dará. —Jasmyn sorri e Ray nos olha confuso. —Qual é vovô? Você é pastor, quem você acha que vai na cadeia para tomar a alma de um homem que está no corredor da morte?
Todos nos olham boquiabertos.
—Vocês são monstrinhos. —Kate diz e nós rimos. —Mas eu adorei isso.
—Ótimo. —Sorrio. —Então... Operação Believe iniciar?
—Iniciar. —Todos dizem juntos e nós comemoramos.
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Phoebe ♥

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