Ai shiteru, Hina.
7 Capítulo 7
Eu e Hisagi-kun estamos na mansão dele a um tempo. É uma vida muito melhor comparada a que eu vivia antes desde que nasci! Agora, estou indo tomar um banho.
Terminei de tomar, me enrolei em uma toalha quentinha, e fui até o guarda roupa. Pus uma blusa "tomara-que-caia" branca, e um short jeans. Um tennis all star preto, e saí andando pelos corredores, foi quando escutei gemidos.
Olhei na porta de Hisagi-kun, ele estava sonhando, talvez tendo um pesadelo. Fui andando até ele, os gemidos viam dele. Suava frio, e mexia um pouco. Eu me aproximei, foi quando ele me puxou para seus braços. Era alguma mania né?
– Hisagi-kun! — Chamei, ele abriu os olhos, e me abraçou forte.
– Hinata-chan? Você está bem?! — Ele me perguntou desesperado. Eu fiquei olhando assustada para ele.
Senri p.o.v
"Que som é esse? Sussurros.... O que estes sussurros dizem? Eu não compreendo, é muito confuso... Muito.
– Hisagi-kun... Me tira daqui... — É a Hinata... Porque ela me chama?
– Aonde você está, Hinata? Está escuro, eu não te vejo...
– Hisagi-kun! Me tira desse lugar! — Ela está chorando... Eu a vejo. Ela está presa com correntes. Que lugar é esse que a prende? É... Um homem. Ele está vestido de um tom negro apavorante. — Hisagi-kun... Hisagi-kun... Me salve... Por favor Hisagi-kun!
– Solte-a...
– Não... Ela não se desprendera de mim. — Linhas estão se enroscando nela. Linhas se enroscam do corpo de Hinata. E a costuram naquele homem. Seus olhos ficaram negros, e escorrem como tinta..."
– Hisagi-kun! — Abro os olhos assustado. Ela está bem na minha frente, está preocupada comigo, me olhando atentamente.
– Hinata-chan? Você está bem!? — Ela está me olhando assustada agora. O que eu faço? Acho que assustei ela. — Me desculpe, tive outro pesadelo...
– Está tendo muitos pesadelos, Hisagi-kun, temos que ir em algum lugar ver a causa de tudo isso. Já pensou que pode ser grave? — Ela falava, preocupada. Eu a abracei, com um sorriso.
– Não se preocupe tanto comigo, baixinha. — Eu me levanto, e ela também. Me troquei, ela foi para baixo.
Ao eu chegar lá em baixo, ela não está lá, a procuro por todos os lados. Onde a minha baixinha se meteu em?
– Hinata-chaaaan! — Chamei, não escutei nada. Fui até a mesa, começando a ficar preocupado com ela. — Hinata!! — Apenas o silêncio me respondeu. Vi na mesa uma carta, aquela caligrafia não era dela.
"O governo japonês teme que as crianças menores de 18 anos peguem a doença Lucy. Ela está matando várias crianças, e todas elas estão sendo levadas para a quarentena a partir de hoje. Não tome atitudes para trazer sua criança de volta. Sinto muito, mas se ela estiver com a doença, será morta."
Bati a mão na mesa de raiva.
– Maldita Guerra! — Exclamei, saí correndo para fora da mansão. E vi um carro andando pela rua, foi quando vi no porta malas, o rosto de Hinata, com uma bandana tampando sua boca e lágrimas caindo de seus olhos. Corri atrás do carro, com certeza não ia adiantar, estava muito rápido.
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