Jacinto, único jovem cujo rosto seguia marcado entre as lembranças de Apolo, era lindo. Não por sua pele pálida, ou por seus traços fortes, nem mesmo seu sorriso radiante era o que fazia dele inspiração para o deus das artes.

Ele era deslumbrante. Feliz, esperançoso, leve. Era tudo o que, há muito tempo, Apolo se sentia incapaz de ser. E então um dia ele lhe conseguira a atenção, e todos os dias após isso foram dele, os dias em que a vida de um imortal se renovara.

Suspirou baixo, tocando sua lira para a flor que a seu amado dedicara.

—Ai de mim, Jacinto.

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