Ahri – A Raposa de Nove Caudas
1 Capítulo Único
Notas iniciais
Yooo C:
Minha primeira fic sobre league of legends. Espero não ter saído muito da "personalidade" de cada personagem. Eu pesquisei algumas coisas tambem, pois eu jogo desde season 3. Se estiver alguns erros me avisa e boa leitura. :3
Minha primeira fic sobre league of legends. Espero não ter saído muito da "personalidade" de cada personagem. Eu pesquisei algumas coisas tambem, pois eu jogo desde season 3. Se estiver alguns erros me avisa e boa leitura. :3
Ao cair do crepúsculo a pequena raposa sai de sua toca para caçar. Corre depressa com os olhos bem fixos em sua presa e salta com leveza os galhos em sua frente. A lebre também corre depressa, com o seu coração batendo tão forte que dava a impressão de que sairia do corpo em uma súbita explosão. A raposa é impetuosa e determinada, uma perseguidora implacável. Depois de uma intensa e alucinada perseguição pelo bosque, a presa foi abatida. Mas a predadora não gostava de caçar, ela se sentia incompleta, vazia e confusa sobre sua própria existência.
Lar de infindável sabedoria, Ionia tinha cada parte de suas terras cobertas por uma pacífica e agradável energia mágica. Pelos bosques floridos e arejados fluía uma brisa suave que carregava os aromas das mais belas flores. Suas quedas d’água faziam um som harmonioso com o cantar dos pássaros mais extravagantes e coloridos. A grama exalava um agradável cheiro silvestre e o seu verde vivo contrastava de uma forma surreal com o azul celeste. Um lugar exalando vida e energia, onde até mesmo as árvores pareciam cantar alegres.A pequena raposa conseguia sentir a força mágica ao seu redor. A energia mística pairava sobre os bosques de Ionia. Mas ela era a única raposa que conseguia sentir a energia mágica fluir, nenhuma outra conseguia. Ela desejava ser mais do que uma raposa, ela queria ter a chance de sentir essa energia em seu próprio corpo, ela queria ser humana. E assim o seu desejo se tornou um sonho no qual decidiu perseguir assim como perseguia suas presas.Dia após dia crescia o desejo da pequena raposa de se tornar humana. Eis que um dia, a pequena caçadora observava a grandiosidade das montanhas e os mistérios que elas guardavam consigo. Sentiu a necessidade de ultrapassar as áreas que costumava caçar e ir além. E então a raposa rumou em uma pequena jornada para o norte e ficou maravilhada com o fluxo de energia mágica que conseguia sentir no ambiente.A pelugem clara como a neve da raposa refletia os raios de sol fazendo-a brilhar formando um contraste fenomenal com os tons esverdeados das plantas, deixando a pequena predadora sempre em evidência nas paisagens. Os rios que cortavam os bosques falavam em uma língua suave e tranquila, acalmando o espírito de quem conseguia ouvir as suas poesias. Nada era mais perfeito do que a harmonia da natureza presente em abundância na grande ilha.Dois dias se passaram e a raposa encontrou uma aldeia de humanos, e eis que essa aldeia concentrava um alto poder mágico. Naquela hora, a predadora dos bosques invejou o homem não pela última vez.Estava com fome e roubou uma galinha da aldeia para saciar-se. Afastando-se da vila, a raposa foi impedida de continuar caminhando, foi paralisada subitamente quando sentiu um poder mágico colossal como nunca havia sentido antes, não era de nenhum humano presente naquela aldeia. Recuperando-se da paralisia que a surpreendeu, a raposa por instinto seguiu a forte energia para descobrir a sua fonte. Caminhou para a floresta. Dirigiu seu olhar assustado para o alto e ficou admirada com o tamanho das árvores que com suas copas tapavam o sol, deixando apenas alguns centímetros para os vívidos raios solares penetrarem. A energia mágica estava esmagando o espírito da pequena raposa, mesmo assim ela continuou, estava próxima da fonte de tal poder. Deparou-se então com uma pequena clareira e no meio dela estava um homem em meditação profunda sentado de costas em uma larga pedra lisa. A raposa contornou a clareira de modo que pudesse ver a face do homem, e eis que este homem tinha sete olhos e uma grande lâmina em suas mãos.
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