Ah, me engana que eu gosto
4 Outro?!
Notas iniciais
Capítulo 4 — Outro?!
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— E então vamos mudar agora mesmo. — Azusa rapidamente se aproximou de mim.
— O que você vai fazer? — Cambaleei para trás, batendo as costas na estante de livros.
— Mudança no termo aposta. — Começou, me prensando contra a estante. — Sobre não ter nenhum tipo a mais de contato físico que não fosse segurar as mãos.
— Ah, essa parte… — Eu tentei falar algo.
— Estou acrescentando algo nisso. — Oh, não. Azusa sorriu para mim e, pelo jeito eu não gostaria muito disso. — A partir de hoje… Beijos são permitidos.
— O que… — Ele não me deu tempo para contestar. Naquele segundo estava eu ali, sendo beijada por ele.
Eu não sabia o que pensar sobre isso, mas de uma coisa eu tinha certeza. Ser beijada por ele assim balançava e muito comigo. Tudo bem, dessa vez ele conseguiu me deixar louca.
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Ele conseguiu…
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— Não! — Eu pulei no lugar.
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Ao abrir os olhos levei um grande susto. Eu não estava na sala do conselho... Muito menos sendo beijada pelo Azusa. Respirei aliviada ao perceber que tudo havia sido apenas um sonho. Não! Um pesadelo. E claro, estava de cara como poderia ter sonhado algo do tipo e ainda por cima com ele.
Me espreguicei ainda sentada. A biblioteca era calma até demais. Um perfeito lugar para cair no sonho. Espera! Eu estou na biblioteca?! Eu cochilei na biblioteca. Eu…gritei na biblioteca. Ok. Isso não era nada bom. Quantas regras eu acabei de infligir nessa brincadeira mesmo!? Muitas pelo jeito. Logo ele estará aqui. Devo contar? 1, 2…
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— Senhorita Wright! — Não chegou nem ao 3, nossa.
— Sim, Elias? — Olhei para ele com a cara mais lavada que tinha.
— Você entende sobre a regra do silêncio daqui... — Oh, sim. Ele vai começar o discurso de toda vez. — Sem falar no seu atraso em entregar os livros científicos. Você realmente abre eles para ler?
— Sim, eu entendi. — Desse jeito vou cair no sono novamente. Socorro, não quero sonhar com o Azusa de novo.
— E também… Espera, você está babando? — Elias se cortou espantado.
— O que? — Espera, ele teve a coragem de perguntar isso a uma garo… Opa, eu estava mesmo.
— Você vai danificar um livro desse jeito! — Ótimo, lá vem a pose de imperador. Esse irmão mais novo do Klaus é uma cópia fiel dele. — Não tenho escolha senão lhe aplicar um castigo.
— Castigo? — Fiquei de pé. Não! Outra tarde do chá com o Klaus eu não aguento. — Eu sinto muito, isso não vai se repetir!
— Hã?! — Elias me olhou assustado. — O que você…
— Eu posso me ajoelhar agora mesmo e implorar. — Ok, qualquer um que passasse ali naquele segundo, ia achar que estou pedindo a mão do Elias.
— S-Senhorita Wright… — Elias dava alguns passos para atrás. — S-Se recomponha!
— Então me livre dessa vez? — Engatinhei até ele. — Sim?
— … — Ele estava chocado. A sua expressão entregava tudo.
“Acho que exagerei…” — Suspirei frustrada.
— Ok. — Ele voltou a si. Ficando sério novamente. — Duas semanas sem entrar na biblioteca então.
— Isso! — Me levantei na hora.
— Silêncio! — Ele cruzou os braços irritados. — Entretanto, deve fazer um trabalho escrito e entregar ao Inspetor Goldstein.
— Inspetor Goldstein? Chama ele de Klaus logo, é o seu irmão mesmo. — Revirei os olhos. — Dentro do colégio ele atua com profissionalismo, devo respeitar. — Já era o esperado do aluno de honra do colégio.
— Tudo bem, eu faço. — A contragosto, mas faço.
— Aqui está o seu tema! — Ele me entregou um livro grosso, mas grosso mesmo. — Entregue em uma semana.
— Uma semana? — Folheei algumas páginas. — Isso aqui está escrito em russo por acaso? — Ao menos poderia ser algo que eu soubesse.
— Boa sorte. — Ele virou as costas para mim, mas parou. — Ah, vê se não baba nesse também.
— Argh! — Eu odeio todos os Goldstein da face da terra!
— Ei, Elias! — Logo ouvi a voz de Luca pelos corredores.
— O que esse idiota quer aqui!? — Não adianta resmungar, senhor monitor. — Fale baixo quando entrar aqui, Orlem.
“Ótimo, assim larga um pouco do meu pé.” — Melhor eu me mandar daqui, mas vou ficar pensando o que Luca quer num lugar cheio de livros. — “Oh… Será que aquele boato sobre eles é verdade?” — Claro que descobriria isso depois.
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Voltando a minha situação atual, diria que estava aliviada e ferrada. Aliviada por tudo ter sido mesmo um grande pesadelo, ou realmente teria sido o meu fim. De jeito nenhum, que vou perder para aquele idiota do presidente do conselho. E claro, por outro lado teria que aturar um pouquinho mais o Klaus. Se bem que, era só entregar um bonito resumo e estava tudo feito, afinal duvido que ele vá ler mesmo.
As aulas haviam acabado a um bom tempo. Desta vez era certeza que o Azusa havia ido embora. Todavia, caso ele não tivesse ido, era só desviar do corredor perigoso à frente. Preciso apenas pegar a minha querida mochila e dar no pé. Eu… Espera. No corredor agora mesmo é o Azusa conversando com o Luca!? Não, não. Eu acabei de ver ele na biblioteca.
E se eu estiver sonhando de novo?
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“Se for real, desta vez ele não me acha!” — Desta vez não vou me esconderia no outro corredor.
— Senhorita Wright, as aulas já terminaram. — Uma voz rouca, porém sem emoção alguma murmurou atrás de mim. — Deveriam estar em casa já.
— Ah, Professor Schuyler. — Me virei no mesmo segundo.
— O que faz aqui depois do horário? — Ele me analisava com aquela expressão… Espera, que expressão mesmo!?
— Eu… Estava na biblioteca emprestando um livro. — Mostrei a montanha de páginas que Elias havia me dado.
— Oh, não sabia que tinha interesse nesse assunto. — E não tenho!
— Claro, aprender nunca será demais. — Eu posso ser uma atriz melhor que o Azusa se quiser.
— Ótimo. Espero que esteja animada assim para a prova da próxima semana. — Ele realmente conseguiu dar um meio sorriso? Socorro, o mundo vai partir ao meio.
— Sim, Professor Schuyler… Irei me empenhar. — Deusa Amelia, me salve!
— Agora…
— Sadie! — Ah! Não me diga que é o Azusa atrás de mim.
— Senhor Kuze, suas atividades ainda não terminaram? — Ótimo. Foque sua atenção no aluno celebridade do colégio, enquanto eu dou no pé.
— Estamos a poucas semanas do festival cultural. — Azusa respondia calmamente.
— Entendo. — A vida desse cara deve ser um tédio. — Vocês podem ir. — Dizendo isso ele saiu. Ué, não era gente que deveria ir?
— Como quiser, Professor! — Imitando um soldado em posto, daria no pé.
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Eu deveria simplesmente ter dado meia volta e saindo de vez, mas claro que tinha que vir até esse corredor. No fim a culpa pelas metades das confusões eram mesmo minhas. É, Sadie, não adianta mais só culpar o encrenqueiro do Luca… Não, adianta sim!
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— Que namorada atenciosa a minha. — Engula esse seu teatro, amigo.
— Não estou aqui porque quero. — Cruzei os braços em sinal de descaso. — Estava na biblioteca. — Por que raios estou me explicando para ele mesmo?!
— Sei. — Ele me encarou desconfiado. — Vem comigo um instante.
— Por que? — Oh, droga. Não me diga que o pesadelo vai se realizar.
— Sem perguntas. — Sem me dar ouvidos, ele apenas me arrastou em direção à sala do conselho.
— O que faremos aqui? — Eu realmente não quero abrir essa porta agora.
— Preciso entregar alguns papéis. — Ele respondeu simplesmente. — Vamos embora juntos.
— Ah… — O que? Juntos!? — Espera aí.
— Não seja tímida, você pode entrar aqui com a minha autorização. — Ele piscou para mim. Para, isso me dá calafrios.
— Eu prefiro esperar aqui do lado de fora. — Pisei firme no chão. — Vá lá e se resolva.
— Você é muito teimosa. — Dizendo isso, Azusa me arrastou para dentro. Já chega de me arrastar por aí, falou.
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Dentro da sala eu percebi algumas coisas interessantes. Primeiro o lugar era totalmente diferente do meu sonho, quer dizer, pesadelo. Uma onda de alívio tomou conta de mim, novamente. Segundo, não estávamos sozinhos no lugar. O pesadelo era apenas um pesadelo, pela glória da Deusa Amelia. Dando graças a isso, poderia me sentir à vontade ali.
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— Sadie, quero te apresentar o vice-presidente. — Azusa apontou para o tal ali. — Não se engane com a cara de inteligente dele, é idiota mesmo.
— Ei! — Oh, outro oprimido pelo Azusa… — Não fale essas coisas em voz alta. — Beleza, esqueça o que eu disse.
— Eu me esqueço fácil dessas coisas. — Azusa deu ombros.
— Prazer, Sadie. — Ele se recompôs e sorriu para mim. — Sou Randy, o vice-presidente.
— Err, prazer. — Sorri sem jeito. — “Esse cabelo é mesmo natural? Rosa?”
— É natural sim! — Espera ele está me encarando. Ah, ele lê pensamentos agora? — Sua expressão entregou isso.
— De qualquer maneira, não dê bola para ele. — Azusa interveio em nossa ‘interessante’ conversa.
— Malvado! — Randy voltou a sentar. Encostou sua cabeça na mesa… Deprimido.
— Ah!
— Vamos logo. — Azusa me puxou novamente.
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Ei, ei. Pode já parar com esse negócio de ficar me arrastar para todo lado. Bem, parece que hoje eu realmente iria para casa com ele. Fazer o que né, meus amigos. Entretanto, mesmo depois de sair do colégio fiquei com uma estranha sensação de ser observada por alguém. Oh, não, mais problemas à vista.
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No outro dia
Ao contrário do que estava pensando, consegui dormir bem a noite passada. Nenhum pesadelo ou sonho estranho. Azusa e eu caminhamos apenas até a metade do caminho, desde que morávamos em direções opostas. A sorte estava do meu lado afinal. Porém, o que me deixou desconfiada foi aquela sensação que sentia desde que saíra do colégio, isto é, após me separar de Azusa, a sensação sumiu. Por fim, fiquei pensando qual de nós dois estava mesmo sendo observado.
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— Muito estranho… — Suspirei. — Justo hoje tinha que começar com a aula dele. — Professor Schuyler era temido por todo o colégio. Perto dele o ‘Inspetor Goldstein’ era um amor.
— Hm, sua cara parece um verdadeiro enterro. — Luca chegou do meu lado, abrindo seu armário. — Quem morreu?
— Eu mesma. — Peguei meus livros. — Esqueceu qual é a primeira aula de hoje?
— Ah. — Luca riu. — Bem, hoje não tem nada de interessante lá. Vou matar aula.
— De novo? — Depois reclamava dos castigos.
— Ei, faz tempo que não faço isso! — Ele protestou, sentindo-se injustiçado.
— Semana passada não é muito tempo para mim. — Ele realmente usa a cara de pau que têm.
— Você deveria estar se preocupando com seu namorado, sabia. — Aquele olhar debochado dele…
— Oh, que má namorada que eu sou, certo? — Forcei um riso. — Ele sabe se cuidar muito bem, apesar da cara de…
— Ele parece querer sua atenção, na verdade. — Luca encarou algo atrás de mim.
— Ah… — Oh droga!
— Minha linda namorada falando de mim já cedo?! — Azusa chegou ao meu lado. — Não sabia que sentia tanto assim a minha falta. — Ele segurou a minha mão.
— Que lindinhos! — Luca segurava o riso debochado.
— Você não imagina o quanto, querido. — Apertei a mão dele o mais forte que pude.
— Vocês devem querer um tempo sozinho para matar as saudades, certo? — Luca sorriu malicioso. — Porém, não sejam tímidos. Podem se beijar à vontade na minha frente. — Ele realmente quer que fizemos isso aqui? Morra esperando!
“Vai continuar nos encarando, huh?” — Respirei fundo. — “Hm? Aquele…” — Estiquei o meu pescoço acima do ombro de Luca, que estava à minha frente. — Oh, bom dia, Elias!
— Não grite no corredor, Wright! — Elias gritou de volta. Ué?!
— Droga! — Apesar de baixo, consegui ouvir Luca resmungar.
— Luca? — Elias chamou ao vê-lo. — Por que a sua pesquisa estava em branco?
— Então, vou dar espaço para vocês se amarem à vontade. — Que desespero, meu amigo.
— Luca! — Elias voltou a gritar.
— Fui. — Luca praticamente saiu correndo pelo corredor.
— Não corra pelo corredor! — Elias passava por nós irritado.
— Ei, Elias. — Chamei sua atenção por alguns segundos. — Não pode gritar aqui. — Sussurrei, mas alto o suficiente para ele ouvir.
— Ugh! — Seu rosto ficou vermelho na hora. — Desculpe. — Ele simplesmente saiu para o outro lado.
— Que encantador o nosso estudando de honra, certo? — Ri disfarçadamente, cutucando Azusa com o cotovelo.
— Não fale de outros garotos perto de mim. — Azusa soltou a minha mão e foi sem dizer mais nada. Espera, o que?!
— Hã?! Isso é atuação ou ciúmes mesmo?! — Agora estou aqui parada no meio do corredor sozinha… Chocada!
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E novamente aquela estranha sensação voltou… Quem é, ein?!
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As aulas estavam sendo mais lentas do que eu poderia imaginar e, ainda era a hora do intervalo. Após comer meu almoço junto de Amelia, sai para caminhar pelos corredores. A conversa sobre a moda atual das meninas não me chamava muito atenção. Se bem que eu gostava de me vestir bem também, mas não quando era para impressionar algum garoto. Oh, não, passo longe disso. Me visto para mim mesma!
Como estava proibida de ir à biblioteca por algum tempo, não me restou muitas alternativas senão achar outro lugar para matar o tempo. Infelizmente a única sala destrancada naquele momento era a de música, apesar de ser boa para passar o tempo, não gostava muito da sensação que a mesma dava… Ok, diziam que ela era amaldiçoada.
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— Certo. eu não acredito nisso. — Mentir para si mesma também dava um pouco de coragem, beleza.
Abri a porta devagar e entrei. Trancando a porta atrás de mim, encarei o local escuro, apesar de um pouco de claridade entrar pela fresta da cortina. Assim como pensei, a sala estava totalmente vazia e silenciosa.
— Silenciosa até demais. — Suspirei, caminhando até o meio da sala. — Aqui estamos você e eu, amado mangá.
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De repente ouvi uma nota vir do piano. Ah cara, esse lugar era realmente amaldiçoado, assim como os rumores diziam. Todavia, eu não podia apenas me deixar levar, afinal o piano também não era lá muito novo e… De novo, outra nota foi tocada.
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— Eek! — Pulei ao ouvir a terceira nota.
— Você não é muito corajosa, Sadie Wright! — Ahh… T-Tem alguém aqui!, é?!
— Quem é você? — Permaneci firme. — Onde está se escondendo?
— Estou aqui! — O som da voz veio de detrás de mim.
— Aqui onde? — Olhei ao redor com mais calma.
— Aqui! — E a voz irritada veio na direção do piano.
— Hã?! O piano fala? — Ok, eu estava de cara com essa.
— É claro que não fala! — A voz irritada ficou de pé, digo, o ser. — Como pode ser tão idiota assim?
— Ah… — Ok, eu não tinha como simplesmente retrucar sobre isso.
— Fracamente… — Ele resmungou.
— Espera, como sabe o meu nome? — Cheguei mais perto, observando-o. — Hm, você é mais novo que eu, certo?
— E daí?! — Ele me olhou. — Vai me destratar por isso?
— É claro que não. — Dei de ombros. — É que não lembro de vê-lo pelo colégio. — Na verdade eu mal conhecia a minha turma.
— Era de se imaginar. — Ele revirou os olhos. — Muito bem, Sadie Wright. Eu irei lhe avaliar.
— Me avaliar? — O que esse pirralho está planejando?!
— Vou descobrir se você é apta ou para estar ao lado dele! — Por fim, ele caminhou até a janela, abrindo as longas cortinas.
— Espera aí! — Andei até ele. — Apta para quem?
— Para o Azusa, é claro. — Ele se virou para mim. Espera?!
— Huh?! — Esse cara é…
— Prazer, sou Tsukasa Kuze… Irmão mais novo do Azusa! — Ele sorriu um tanto determinado.
— Huh… — Isso não vai prestar!
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Então é isso mesmo. Me livrei do Luca para enfrentar algo ainda pior. Deveria simplesmente chamá-lo de pseudo cunhado então?!
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