Notas iniciais
Yo, mais um! E tem hentai... Acho que não saiu muito bom , to meio enferrujada, mas ai está

Aqui vamos nós

Isso dói?

Diga Adeus

Para esse mundo



– Ulquiorra? – a voz tremula murmurou em meio a escuridão do salão – Ulquiorra? – hesitante Orihime se aproximou e ajoelhou-se ao lado dele – O que há com você?



– Afaste-se mulher – ele sibilou e a empurrou contra o chão frio – Como tens a audácia de me tocar? Porque fizeste aquilo a Aizen-sama? És tola?



– Ele mentiu para mim – Orihime sentou-se sobre as próprias pernas e elevou a face, mirando o espada já de pé – Eu fiquei desesperada



– Suas atitudes não possuem fundamento, no final, você é apenas um lixo inútil



– Porque tentou interceder por mim Ulquiorra?



– Do que esta falando mulher? – ele a mirou descrente



– Eu ouvi, mesmo estando distante – ela sorriu faceira – Você questionou a Aizen-sama se era mesmo necessário me matar, foi o que pareceu



– Está errada – ele virou-se de costas – Não foi por você, foi por mim



– O que?



“O amor é o sentimento mais humano existente”



– Ele está errado, não sou como vocês – ele virou-se para a mulher – Eu não sou fraco, não sou um lixo!



– Ulquiorra?



– Eu não queria lhe poupar mulher – ele agarrou o cabo da Zampakutou – Eu apenas não quero manchar minhas mãos com seu sangue imundo



– Eu...



– Não pense que algo mudou mulher, você é minha inimiga – o quarto murmurou – E minha missão é lhe matar, sempre foi desde o inicio.



– Entendo – ela levantou-se – Mas, o que há com você?



– Pare de se preocupar comigo mulher – ele aproximou-se dela – Eu lhe feri, fiz coisas contra a sua vontade e agora vou lhe matar. Porque age assim? Você deveria me odiar!



– Você está errado – os dedos dela enredaram-se nos pulsos dele – Não precisa ser assim!



– Porque mulher? Me diga a razão de tudo isso – os olhos se encontraram – Eu não entendo, não entendo



– Porque você está perdido – ela murmurou, a mão subindo pela face do espada – Porque isso fugiu do seu controle



– Eu não deveria me sentir assim – ele tocou a mão dela – Não deveria



– E porque não? – um sorriso se desenhou na face da ruiva



– Porque eu sou vazio – ele concluiu – Porque eu sou Ulquiorra Schiffer



– E quem determinou que Ulquiorra Schiffer não pode sentir? – ela indagou – Quem disse para ao Ulquiorra Schiffer que ele não pode realizar escolhas? – os dedos puxaram uma das mechas negras – Se você acha que isso é um erro, então erraremos juntos... Porque eu também sinto.



– Mulher, isso é culpa sua – ele concluiu – Você planejou desde o inicio



– Do que está falando Ulquiorra? – a ruiva estava confusa



– Você... É culpa sua o que está acontecendo comigo



– Hunf



– E isso me irrita – ele concluiu perigosamente – E então me apetece cumprir o objetivo de Aizen-sama.



– O que?



– E se eu ver esses sentimentos com esses olhos frios, eu serei capaz de te destruir – ele murmurou para Inoue – E é o que farei mulher, porque diferente de você, eu não sou um lixo



– Você... Eu não te entendo



– Não é para entender – o quarto concluiu



– Ora parece se declarar, me proteger, e depois se convence que deve me matar – a ruiva bradou – Qual é o seu problema?



– Você é o meu problema mulher – Ulquiorra sibilou e colocou-se a caminhar em direção ruiva – Desde o maldito dia que você chegou, desde o maldito segundo que eu te toquei eu não consigo tirar você de minha mente, é como uma doença.



– Isso é...



– Não importa o que é! – pela primeira vez ele exaltou-se – Isso me torna fraco, me torna humano!



– Ulquiorra...



– EU NÃO SOU UM LIXO COMO VOCÊ, NÃO SOU UM LIXO INUTIL COMO AQUELE SHINIGAMI SUBSTITUTO!



– CALE A BOCA! – a ruiva gritou – Você não tem o direito de falar de Kurosaki-kun!



– Você é corajosa mulher, sempre admirei isso em você – ele concluiu e retirou a Zampakutou – Mas a coragem é perigosa, pode te destruir.



– Você é um idiota! Eu pensei que você fosse diferente, você apenas é uma marionete – as lagrimas formavam-se nos olhos da ruiva – Você não é homem o suficiente Ulquiorra, você não escolhe o seu caminho.



– O que disse mulher?!



– Você ouviu seu idiota!



– Repete – ele sibilou e em um solavanco aproximou-se da ruiva, que sentiu o corpo chocar contra as costas do trono de pedra de Aizen – Repete o que disse, Inoue Orihime



– Você é idiota – ela cuspiu as palavras e tremeu ao sentir os orbes verdes tão próximos de si



– O que disse antes – a mão pálida pousou perto da cabeça da mulher



– Você não é homem suficiente – a ruiva concluiu – Satisfeito?



– Quem não é homem o suficiente? – o quarto aproximou-se mais, ela tentou recuar – Quem não é homem o suficiente mulher?!



– VOCÊ!



E antes que a ruiva pudesse pronunciar qualquer sentença sentiu os lábios frios contra os seus, a língua violenta e úmida forçando passagem por entre os mesmos. Orihime agarrou os cabelos negros e os puxou com fúria, descontando toda a raiva que sentia no momento.



Uma batalha foi travada entre as línguas sedentas, e o espada colou seu corpo ao da mulher tremula tão próxima, mas a busca por ar fez com que os lábios se separassem.



– Você é um bastardo – ela sibilou extremamente corada



– Cala a boca e me beija mulher – o espada murmurou extasiado e voltou a colar os lábios aos da ruiva, que correspondeu as caricias a altura.



Estavam em um lugar extremamente arriscado, mas Ulquiorra pareceu não se importar e tomou a ruiva em seus braços, suspendendo-a contra a pedra do trono.



– Pare! – ela grunhiu quando sentiu as mãos levantando sua saia até a altura das coxas, exibindo as pernas pálidas e definidas



– Você pediu por isso – Ulquiorra mensurou enquanto desatava a braguilha da parte inferior do hakama que trajava – E eu vou lhe dar o que quer



– Ulquiorra... Você é ridículo – ela concluiu



– E você é um lixo – ele murmurou – Quer calar a boca agora?



– Quem você pensa que é para mandar eu calar a boca? – ela bradou exasperada enquanto o espada fazia um esforço tremendo para suspende-la contra a parede enquanto desatava o próprio hakama



– Sou Ulquiorra – ele concluiu após desatar a roupa inferior – E você é irritante – ele sentenciou e ela grunhiu ao sentir os dedos frios masculinos lhe rasgaram a calcinha de renda branca – Eu sou o seu carrasco mulher



– Aham, você é um arrancar desprezível



– Você não estaria tão excitada se pensasse assim – ele murmurou sombrio e enfiou um dedo na intimidade da ruiva, logo o mesmo estava melado



– Abusado – ela bradou enquanto rebolava sensualmente sobre a mão experiente do espada, que introduzia cada vez mais dedos em seu interior, bombeando os mesmos velozmente



– Irritante – ele concluiu e tomou os lábios a mulher em um beijo fugaz, sorvendo toda a arrogância e fúria daquela criatura que apertava contra a parede gelada.



O ar faltou novamente e ambos separaram-se insatisfeitos



– Porque parou? – Orihime sibilou ao perceber que ele retirou os dedos melecados de seu interior e os sorveu diante dela



– Eu ouvi um ruído e há uma reiatsu – ele concluiu – Devem estar perto – ele a libertou do aperto e a colocou de pé a sua frente, as pernas de Orihime estavam moles



– E daí? – a ruiva concluiu



– O seu precioso Kurosaki está a caminho mulher



– Não quero saber do Kurosaki, termine o que começou arrancar desprezível



– Estamos na sala de Aizen-sama, não posso profanar este local sagrado – ele concluiu indiferente



– Você é mesmo um idiota – ela caminhou diante dele e contornou o trono, sentando-se nele



– Saia daí mulher – Ulquiorra advertiu



– E ainda por cima nem consegue fazer nada direito – ela fechou os olhos e descansou a cabeça sobre a pedra fria – É um fraco



– Quer saber? – Ulquiorra a puxou violentamente do trono – Foda-se o Kurosaki – ele rasgou as mangas do vestido de Inoue – Foda-se Aizen-sama



– Oras, mudou de idéia é? – a ruiva murmurou enquanto o empurrava contra o trono de pedra, fazendo o espada sentar-se sobre o mesmo – Acho que você não é tão idiota assim



– Está me testando mulher



– Só agora percebeu? – ela riu e sentou-se sobre o colo dele, levantando a saia novamente



– Você é corajosa – E antes que pudesse formular qualquer sentença sentiu a intimidade da ruiva engolindo seu falo latejante – Ah, mulher... Você...



– Ulquiorra...



A ruiva passou a se mover no colo do espada, que lançou a cabeça para trás e grunhiu alto em êxtase. Os corpos se moviam desordenadamente em um ritmo insano sob o trono do shinigami traidor.



A ruiva tomou os lábios do espada em um beijo quente e agarrou-se a ele firmemente. As mãos de Ulquiorra estavam cravadas na cintura de Orihime, ajudando-a a se mover no ritmo que ele ditava.



– Ahn... Ulqui... Eu – a ruiva gemeu alto e alcançou o ápice, a expressão de prazer brindando suas faces, ela despencou sobre o espada – Ulquiorra...



– Mova-se mulher, estou quase – o espada ordenou e mesmo sem forças ela passou a se mover velozmente em um vai e vem constante, as intimidades encharcadas se chocando audivelmente – Isso, isso...



Em questão de minutos o espada derramou-se no interior da ruiva, sua essencia escorrendo pelas pernas suadas e leitosas de Inoue, manchando sua longa saia



– Ulquiorra... Você... – os labios se encontraram mais um vez, porem dessa vez em um beijo lento e repleto de ternura



– Você é irritante mulher – ele mirou a face suada e corada devido a sexo, os orbes mais brilhantes do que o usual – É por isso que eu...



– O que está havendo aqui? – uma voz conhecida ecoou pelo salão pouco iluminado, a sombra portava uma gigante Zampakutou.



– Kurosaki-kun?!



Notas finais
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