Ago(u)ra
109 O que importa é o que te faz içar as velas
Notas iniciais
Já é de manhã.
O derradeiro destino do universo
Em desencanto e desencontrosVejo a vida permear meu encalçoDe soslaio sou decifrado facilmenteQuando olhas-me nos olhos, nada vês.Teu vestido de renda me derrubou e eu não pude levantarTentei me erguer com os olhos fixados em meus dedosEncarei entorpecido os olhos teusE estes desencanaram dos meus.Eu berro com a canção,mas de dentro do meu quarto, não escutas.Eu caminho e me embolo pelo "g" do meu domingo enlatado/raladoe tu continuas a sorrir, e se encaminha para novas venturas,as reinações da Franjinha.Eu me assento no banco do seiscentos e vinte e ume no balanceio dessa voz boa, eu me deixo ir até as quadras antes de casa.E pra ti eu olho antes de partirEsperando que algo pudesses sentirOu que comigo pudesses vir.Mas tu ficaste.Y me fui por la nocheconvencido a intentar mañana.
Notas finais
O derradeiro destino do universo é ela.
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