Ago(u)ra

112 Inní mér syngur vitleysingur


Notas iniciais
Dentro de mim um lunático canta

Espaçamentos e vozes sob o Sol
Eu vejo os campos se distinguindo e me chamando
Sussurrando
Vem
Vem que o dia é uma descoberta
Pra quem o encontra
Vivo...

Vem, que a dança da noite se
Escorre por entre as almas
Dos que amam
Nas noites amam
As palmas batem
O sangue ferve nas artérias...

O fogo passa por nós
Amigo
Sem ser revés
Conosco dança na manhã
O sonho que acorda os
Aventureiros...

Os aloprados riem dos sábios
E nós cantamos
E saldamos
E clamamos
E dançamos
E dançamos
E dançamos
E rimos
E gritamos
E berramos
E libertamos
E choramos
E sabemos
E caímos.

Martelamos o assoalho
O pó se sobressalta
As páginas correm
O cabelo louro
E o olho azul
Íslenska
Vonlenska
Um disparate dos tampões
Algazarra de tamborins.
O piano se torna quatro
Diante dos olhos
Dos viventes
Dos espectadores
Um rugido
A multidão se exaspera,
finalmente.

Paralelismo
Bissetrizes
Quadriláteros
Relatividade
Informação
nada mais importa
depois que o trombone soa
E a voz entoa
E eu te amo.

Da vida
nós acordamos.

! ! ! !

Notas finais
I think I am dying, guys.