Ago(u)ra

77 Fuga Nº 5


Notas iniciais
E que seja Cícero a curar esse sofrer.

Cai, levanta, desce, cai

Sobe descendo vai ao pai.

O esquete ri, e tu repete

O estepe eu vi, tá do lado da manete.

O cachorro correu e o peixe caiu junto

Cadê o baixo? Tá com o peixe, lá nos fundo.

Rezei pra Ave Maria que não voava

Rezei pro santo que no copo pulava,

E as irmãs do meu tio casava,

Que não me dirigiam sequer uma palavra

Se eu fosse essas madeira, eu parava.

Tá na hora de cair de boca na mata

E por os carrapichos na perna, mamata

Correndo pra alcançar a velha fragata,

Agora cai de novo, em seu próprio sangue, prata.

Olá moça, hoje você está muito gata,

Eu até lhe beijaria, mas eu estou doente

E contigo, tenho muitos sorrisos pela frente

Eu não preciso apressar esse coração há tempos já carente.