Ago(u)ra

32 Amores de um narniano qualquer


Notas iniciais
'As crônicas de Nárnia' pertence à C. S. Lewis.

Viciei em Snow Patrol. Agora faço tudo ouvindo ou 'Run', ou 'Open your eyes' e talvez até 'You could be happy'. Acho que agora não vivo mais sem SP.

Este personagem não existiu, e não, não é o Caspian. É, como diz no título, um rei narniano qualquer.

O ar próximo a Cair Paravel

Faz meus olhos fecharem-se

E logo depois, abrirem-se.

~

Na praia, meus pés queimam

E eu me forço a esquecer disso.

Embora eu queira sentir sua mão

Minha querida

E rever teus azuis olhos

Brilhando sob a luz do Sol.

~

Volte para cá.

Por aquele guarda-roupa, talvez

Ou pelas árvores cruzadas.

Necessito de você mais do que Caspian de Susana

Não se esqueças de voltar.

Estarei aqui.

~

E, quando retornares para mim

Finalmente

Venha comigo para qualquer lugar.

O fim do mundo, quem sabe?

Não resisto vivendo sem ti.

~

Os anos se passam

E eu assentado aqui.

Aguardando o momento.

E é quando um servo penetra no ambiente.

Ele traz a notícia.

~

Corro até a floresta.

E lá está você.

Minha querida Lúcia.

Luz da minha vida.

Sentada na relva

Corro até ti.

E lhe abraço até meus braços queimarem.

~

Acordo.

Nada passou de um mero sonho.

Suspiro.

Venha para mim, Lúcia

Volte para mim, querida.

Notas finais
Retornando ao meu antigo estilo de poematizar. Estive com saudades.