Agathe
23 Há dezesseis dias que ela morreu
“Já ouviu falar de Mertih, Tethe?”, a voz era doce, a face se fora, deteriorada pelo tempo. O nome ficou: Sybil. Filha de marinheiros, conhecia o mundo pelas palavras dos outros. De lendas a mitos e verdades sombrias.
Fora ela que contou à Agathe que a morte era alguém e que “qualquer pessoa pode ser convencida”.
A atracação do navio faz as memórias desvanecerem. Agathe desembarca para o miasma pungente de Barinak, o fétido traque de cavalos e pessoas. Caminha para uma estalagem: precisa de botas novas e um cavalo.
Havia duas semanas que viajava e seu tempo era curto.
Notas finais
Que caral**** pontudos de palavra é essa meus irmãos? Por sorte estamos falando de uma fic medieval e dá pra enfiar flatulência em qualquer lugar. Não sei se deu para entender, mas esse capítulo está no ponto de vista da Agathe, pela primeira vez. Agora, pergunto a vocês: ela não tem tempo a perder por quê?
ps: consegui me atualizar em todas os acompanhamentos. Não consigo nem falar de tão feliz.
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