Notas iniciais
Oiee Gente, mais um cáp. espero que gostem.

Notas Finais!

Acordei e olhei para o relógio em meu pulso esquerdo que anunciava 03h 50min da madrugada. Senti que minha garganta estava seca e sabia que teria que levantar para tomar água, mas estava com muita preguiça!

Forcei meu corpo a se erguer da cama e quando meus pés encontraram o chão senti a textura felpuda de minha pantufa; as calcei e andei preguiçosamente até a porta de madeira maciça abrindo-a. Passei pelos corredores estreitos onde havia quadros pendurados, desci os dois lances de escadas e fui para a cozinha, abri o armário tirei um copo e o fechei novamente indo em seguida até a pia. Abri a torneira e bebi um copo cheio de água.

Quando voltei ao meu quarto notei que havia algo de diferente: saía fumaça pela fresta de minha porta, fazendo com que eu a abrisse rapidamente e vê-se o que estava acontecendo.

Entrando no quarto, ele estava coberto por um nevoeiro branco. Tateei os móveis até chegar a minha cama e quando ia deitar percebi que o nevoeiro vinha da minha janela que estava aberta; mas pelo que lembro, eu a tinha fechado e assim o fiz novamente e percebi que o nevoeiro começou a diminuir.

Fui até minha cama e me joguei lá. Estava quase adormecendo quando senti um peso extra na cama, ignorei e voltei a me concentrar em dormir virando-me para o lado direito. Quando abri meus olhos dei um grito: havia um homem ensanguentado que olhava diretamente para meus olhos e os seus eram cinzas opacos, mas ele sorria.

Levantei e tentei gritar por ajuda, mas minha voz não saia e minhas pernas pareciam ser de chumbo. Eu olhava inutilmente o homem morrer na minha frente e não conseguia fazer nada.

Então ele sussurrou algo que só conseguir entender lendo seus lábios:

– Te Amo.


Levantei rapidamente e olhei no meu relógio que mostrava 06h 30min e percebi — com o coração disparado – que era só um sonho e que não havia motivo para desespero.

Tirei as cobertas de minhas pernas e fui para o banheiro de meu quarto tomar um banho. Liguei o chuveiro e o deixei esquentar, tirei minhas roupas e entrei em baixo da água quente, molhando meu cabelo e o lavando em seguida. Enxaguei e fiz o mesmo procedimento com o condicionador. Lavei meu corpo e desliguei o chuveiro, abri o box e peguei uma toalha felpuda branca e enrolei-a em meu corpo. Abri meu closet e retirei meu uniforme de dentro, vesti e desci para tomar café.

Quando terminei, notei que eram 07h 15min então pedi uma carona ao meu pai novamente.

Chegando lá, procurei Emili, e a achei conversando com Paulo, notando que estava um pouco corada.

– Bom dia – falei.

– Bom dia, chata – Paulo disse divertido.

– Bom dia, raio de sol – Emili como sempre extravagante – O que houve com você? – ela perguntou preocupada.

– Nada, só um pesadelo.

– Ah ta...

Quando o sinal tocou, eu e Paulo fomos para nossa aula.

– Tudo bem pessoal, hoje temos a entrega dos livros, quem trouxe? – perguntou a professora.

Eu e mais uns 3 ou 4 alunos levantamos as mãos.

– Vamos começar pelo fundo.

Assim que terminou, levantei-me e sai da sala pensado naquele pesadelo. Eu tinha certeza que conhecia aquela pessoa!

Meus pensamentos foram interrompidos quando alguém se chocou contra mim fazendo-me cair no chão. Olhei para cima e encontrei um garoto loiro: Daniel Grigori.

– Me desculpe – dissemos juntos. Dei uma risadinha para aliviar o clima.

– Não foi nada – respondi. Percebi que ele não iria responder então falei: — Er... Tchau.

– Ah, espera – na hora que ele me chamou, meu coração começou a palpitar descontroladamente – Você vai à biblioteca? – perguntou.

Eu apenas concordei com a cabeça.

– Poderia me levar lá? Não sei o caminho – confessou envergonhado.

– Claro – sorri – Vamos!

Fomos o caminho inteiro em silêncio e ao chegar fui diretamente para a mesa da bibliotecária, ela pegou o livro verificando a data.

Terminando isso eu pretendia ir embora, mas uma voz me impediu de sair.

– Obrigado – Daniel disse.

– De nada – disse sorrindo e colocando uma mecha do meu cabelo que estava solta atrás da orelha.

E ainda sorrindo voltei para a sala de aula.

Notas finais
Bem, a fic tem 7 leitores mas apenas 2 ou 3 comentam, vamos lá gente não custa comentar além do mais não é difícil, nem que seja para dizer: Continua postando ou algo parecido. Eu estou ficando desanimada.

Então será possível realizar esse desejo???

Comentem.

Bjocas Alexia Briel - autora desesperada por comentários.
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Ps: Capítulo betado!