Afunde-se na terra devastada por baixo

5 Fique para a noite, eu vou te vender um sonho final


Notas iniciais
Chegamos no penúltimo capítulo dessa fic. O próximo capítulo será o epílogo dessa história. Você pode aceitar esse capítulo sendo o último ser quer um final trágico, ou você pode aceitar o epílogo a seguir como um final feliz. Deixo para a sua escolha, bom leitor(a). Obrigada por chegar até aqui e boa leitura!

“Em nossas vidas, a mudança é inevitável. A perda é inevitável. A felicidade reside na nossa adaptabilidade em sobreviver a tudo de ruim.” Buda

— Então, algum de vocês poderia ser um bom anfitrião e me levar ao seu líder? — Perguntou Dante com ar sedutor.

Não houve conversa no final das contas. Dante aniquilou todos os demônios que estavam em seu alcance e seguiu caçando os que fugiram antes que ele pudesse destruí-los. Correndo no vilarejo abandonado atrás de alguns fugitivos, Dante percebe um cheiro de carnificina não muito longe dele.

Terminando essa caçada rapidamente atirando nos demônios em sua visão periférica com uma experiência devastadora, Dante segue o rastro do cheiro, feliz por pelo menos seu olfato não estava anestesiado como os instintos.

— Vocês, Filhos de Sparda, me surpreenderam por ainda estarem vivos. — Parabenizou uma voz familiar.

— O que posso dizer? Sou um homem subestimado pelos demônios. — Comentou Dante ao virar um beco e chegar na visão de onde veio a voz.

O que ele encontrou foi um terreno enorme aberto lotado de carcaça humanas e demônios em vários níveis de composição. A terra onde estava os corpos parecia um mar terroso vermelho carmesim, com vinhas espinhosas negras sobre eles e sugando o que restou da decomposição.

Acima da montanha de corpos e vinhas, estava a dama de antes que o avisou sobre a caverna na igreja, mas agora a manta que antes branca, estava suja de sangue e terra com vários braços e pernas saindo da criatura e com olhos dourados o olhando com fome e malícia. Um Demônio Colecionador de corpos.

Urgh! Que nojo. Se seu irmão e o garoto vissem essa visão, eles evitariam a todo custo lutar neste lugar para evitar se sujar com essa carcaça toda.

— Bem que eu estava me perguntando onde estava os verdadeiros moradores deste vilarejo. — Disse Dante vendo os corpos em todo lugar.

— Não se preocupe, filho de Sparda, você se juntará a eles em breve. — Disse o Demônio Colecionador levantando uma mão.

Naquele momento, as vinhas que antes estavam no chão criaram vida. Levantaram junto com os corpos ao redor como se os tivesse controlando e jogou todos na direção do Lendário caçador Vermelho.

Dante, sem perder mais tempo, começou a atirar constantemente com Ebony e Ivory nos corpos que tentavam cair em cima dele e ao redor. Vendo que o inimigo o estava tentando cercar, Dante recuou em alguns momentos mas continuou o tiroteio.

— Sabe, Filho de Sparda, meu mestre está muito feliz que o plano deu certo no final. — Revelou o Demônio Colecionador.

— Plano? Além de nos fazer andar por aí que nem pintinhos perdidos? — Zombou Dante ainda concentrado no combate.

— Sim, plano que se originou na ideia de Mundus. — Disse o Demônio enquanto sentava e olhava para o Lendário Caçador vermelho com malícia e escondendo a última cartada. — Quando ele ordenou que meu mestre fosse enviado e plantado no reino humano, não esperávamos que esse plano nos presentearia um poder tão único.

Dante arregalou os olhos na menção de Mundus e olhou afiado para o Demônio Colecionador.

— Mestre...? — Perguntou Dante antes de tirar a espada Rebillion das costas e começar a cortar todos os corpos pela frente.

— Sim, meu mestre, que atualmente conseguiu produzir as Rosas do Caos, que possuem poder do espaço e tempo que vocês encontraram mais cedo na caverna. O qual eu, você, seu gêmeo e prole estiveram andando em cima. — Disse o Demônio Colecionador abrindo os braços e apresentando ao redor. — Nosso plano final era fazer o resto da linhagem de Sparda pisar neste lugar e ser comidos lentamente pelas minhas bebês. — Disse acariciando as vinhas espinhosas.

— Que plano original. — Respondeu Dante secamente.

— Certamente. Infelizmente meu mestre não pode absorver as rosas até que estejam desabrochadas. Peguei uma das rosas azuis que desabrochou primeiro e a comi, assim abrindo rachaduras em vários lugares no mundo para testar o poder dela como meu mestre ordenou. — Disse o Demônio Colecionador se levantando e descendo da pilha de corpos. — Devo dizer que o poder dessas rosas são incríveis, mas nada supera o sangue de um demônio poderoso. Então, imagina como meu mestre seria poderoso com todo o sangue da linhagem Sparda junto com essas rosas? As vinhas espinhosas do meu mestre cobrirá esse planeta todo e comerá tudo!

— E você achou mesmo que esse plano iria dar certo? — Respondeu Dante, terminando de cortar os últimos corpos e vinhas.

— É claro, afinal, ele terminou de se alimentar de um de vocês agora. — Disse o Demônio Colecionador olhando para a igreja com um sorriso cruel e insano.

Antes que essas palavras fossem digeridas completamente pelo Lendário Caçador vermelho, um barulho alto e ensurdecedor foi ouvido no ambiente. Dante virou e seguiu a visão ao topo da montanha, onde viu destroços voando ao redor enquanto enormes vinhas cobria todo o terreno onde uma vez estava a igreja.

O lugar onde Dante deixou um Nero doente e um Vergil preocupado para a sorte.

— Não... — Sussurrou Dante quando finalmente o que o demônio disse anteriormente foi digerido em meio ao choque e horror.

— Sim... — Disse o demônio satisfeito. — E parece que seu irmão será o próximo. — Disse o demônio rindo cruelmente.

— Eu vou acabar com a sua raça. — Rosnou Dante ativando o gatilho Devil Trigger. — E de seu maldito mestre.

— Faça o que quiser, Filho de Sparda. Meu propósito de vida já está concretizado. — Disse o demônio se preparando para a luta a seguir. — Nada mais pode deter o meu mestre! Ele já está cobrindo o continente todo por agora! — Concretizou dando uma risada final.

Dante não pensou duas vezes antes de pular no demônio a sua frente e rasga-lo em pedaços.

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Após a luta que não foi tão intensa como ele achava que seria, Dante voltou para o terreno onde uma vez tinha uma igreja onde deixou Vergil e Nero. Dante nunca foi de acreditar em um Deus ou um ser superior por aí, mas neste momento ele não pôde deixar de rezar pra qualquer divindade para que sua família estivesse bem.

Chegando lá, Dante encontra as grossas vinhas espinhosas que estavam cobrindo o lugar antes, agora destruídas com um fogo azul saindo de algumas que estavam pegando fogo ao redor.

— VERGIL! NERO! — Gritou Dante no caos, enquanto olhava em volta desesperado.

Vamos caras! Me deem algum sinal que vocês estão bem!

Com um aperto no peito e segurando as lágrimas, Dante continuou chamando ao redor do terreno, chutando os destroços do caminho e procurando. Eles não podem ter... Não! Eles são os híbridos mais poderosos andando na terra! Não poderíamos perecer por conta de uma maldita vinha, certo?!

— Pelo amor de Deus, alguém me responde! — Berrou Dante pela floresta enquanto corria histérico.

Não, não, não! Isso não pode está acontecendo! Maldito momento para os instintos estarem fora!

Flash do passado entrava na visão de Dante nessa corrida desesperada, lembrando os últimos momentos com sua mãe antes dela morrer quando os servos de Mundus os encontraram na infância. Lembrando da dor da perda e luto daqueles momentos finais. Isso não pode está acontecendo de novo. Não agora que finalmente encontrou sua família!

No desespero, Dante não percebeu que chegou naquela caverna onde Nero saiu doente.

— Vergil! Nero! — Gritou Dante.

— Dante...? — Sussurrou algo dentro da caverna.

Sem pensar duas vezes, Dante entrou rapidamente dentro da caverna, ignorando as malditas vinhas o ferindo com os espinhos.

— Vergil? Vergil! — Dante gritou ao sentir o cheiro do irmão, mas sentiu o pavor subir ao sentir o cheiro de doença e morte.

Chegando a câmera onde ficava as rosas, Dante percebe primeiro que todo o lugar estava queimado. As vinhas espinhosas negra que antes cobriam o lugar estavam todas mortas no chão. A segunda coisa que ele viu foi as duas rosas azul e vermelha desabrochadas fora do caule queimado delas, caídas num canto. E a última coisa que Dante encontrou e o que vai assombra-lo pelo resto da vida, é a visão do seu irmão transformado no gatilho Devil Trigger azul acariciando algo nos braços.

— Nero...?

Dante, chegando lentamente ao lado do irmão, olhou em choque e desamparo para o corpo que seu irmão segurava de forma preciosa.

Nero que antes tinha uma cor mais viva na pele, agora parecia branco como o cabelo característico na família Sparda, com as veias pretas estragando aquela pele que uma vez tinha tanta vida. Olhando mais profundamente parecia que o garoto estava dormindo profundamente, mas como visto antes, não estava mais respirando. Vergil continuou acariciando o cabelo de Nero com uma garra enquanto a outra estava ocupada. Olhando para a mão que Vergil ainda segurava, é perceptivo que um pó cinza está saindo delas, indicando que o corpo começou a desvanecer.

O garoto estava morto.

Dante se ajoelhou ao lado do irmão, de frente para o corpo embalado pelo pai e começou a chorar toda a perda e luto com o irmão. Ativando se gatilho Devil Trigger, Dante abraçou o garoto do outro lado, tentando passar calor e conforto. Ainda tentando acreditar que o garoto pode acordar a qualquer minuto e chutar a bunda dos dois pelo momento sentimental que perdeu.

Só que não estava acontecendo.

O corpo ainda continuou imóvel, com Vergil o segurando como um pai enlutado e acariciando os fios do cabelo curto de seu filho perdido.

— Vergil, eu sinto muito. — Disse Dante com uma voz distorcida pelo Devil Trigger.

— Eu tentei queimar a maior parte das vinhas. — Confessou Vergil com a voz distorcida e ainda acariciando o cabelo do filho. — Mas acabou sendo inútil. Depois que essa praga comeu a vida fora de Nero, ela ficou mais forte do que antes.

— Precisamos destruí-la de um jeito ou de outro. — Disse Dante com um brilho de fúria nos olhos escarlate.

— Liguei para Nico mais cedo e perguntei a ela se tinha algo nos meus livros que falava como acabar com essa coisa. — Disse Vergil.

— O que ela disse?

— Que a única forma de matar essa criatura é matando o demônio que o servem e não permitir que ela consuma nenhum ser vivo por três dias seguidos. Ela morreria de fome. — Comentou Vergil com um desgosto, pensando que tudo isso poderia ter sido evitado facilmente.

Então, era só isso? A nossa falta de cautela que nos levou a esse final trágico?! Tudo poderia ter sido evitado se nós tivéssemos só matado aquele Demônio Colecionador de corpos e corrido daqui?

Teria sido mais fácil já que os demônios e humanos evitam lugares esquecidos por Deus como esse.

— Então... E agora? — Perguntou Dante sem esperança.

Vergil parou de acariciar os cabelos de Nero e abaixou a cabeça do filho sobre seu colo antes de virar e responder seu irmão.

— Você ouviu falar sobre o poder dessas rosas? — Perguntou Vergil se virando para onde elas foram jogadas por ele.

— Sim, o último demônio que matei me disse que a azul tinha o poder de espaço e consegue criar rachaduras do inferno para o plano humano. Isso explica por que está aparecendo tantos portais e demônios ultimamente. — Disse Dante desativando seu gatilho Devil Trigger enquanto olhava para as rosas com desânimo e luto.

— Certamente. Diferente da azul, a vermelha possui o poder do tempo. Não se sabe até onde vai o poder dela, então preciso que você faça um último favor para mim. — Comentou Vergil finalmente desligando seu Devil Trigger.

A visão que se apresentou a Dante de seu irmão fez seu coração afundar de mais dor e desamparo.

Vergil estava tão pálido como Nero estava quando Dante o encontrou nos braços de Vergil mais cedo. Não, está mais pálido como uma estátua de porcelana com suas veias inflamadas aparecendo escuras como vinhas sobre a pele frágil. Olhando para o rosto, seu olhos estavam injetados de vermelho sangue e inchados pelas lágrimas que molham suas maçãs afiada do rosto como trilhas. Seus lábios que uma vez possuía uma cor mais viva, agora estavam com um roxo escuro preocupante.

— V-Vergil... — Sussurrou Dante tentando processar o que está acontecendo com o irmão.

— Eu sei. — Disse Vergil exausto. — Essas malditas vinhas me infectaram com seu veneno quando tirei Nero daqui.

Tentando recuperar o fôlego e ignorando a dor e o frio que sentia, Vergil continuou.

— Achei que poderia aguentar por mais tempo por ser meio demônio, já que Nero possuía apenas um quarto de sangue demoníaco herdado por mim. — Disse Vergil tentando evitar fazer uma careta de dor. — Mas também esqueci que meu filho era teimoso e lutador, ele deve ter lutado com tudo que tinha até sucumbir.

— Assim como o pai. — Sussurrou Dante sentido as lágrimas voltar aos olhos.

— No meio desde caos e dor, eu lembrei. — Continuou Vergil com dificuldade. — Lembrei que não foi o nosso lado demoníaco que nos fez lutar contra esse veneno. Foi o nosso lado humano. Teríamos... Teríamos sucumbidos ao veneno se fossemos demônios completos.

— Sim, deve ter vários demônios poderosos que tiveram suas vidas terminadas por parasitas assim no inferno. — Disse Dante sentando perto do irmão.

Vendo que Vergil começou a tremer e perder o equilíbrio do corpo, Dante o segurou pelo ombro enquanto só podia olhar e ouvi-lo com desamparo.

Vergil virou a cabeça na direção das rosas caídas.

— Preciso que você coma a rosa Vermelha, Dante. — Disse Vergil tentando pegar fôlego. — Talvez... Talvez você consiga voltar no tempo com o poder... Poder dela.

Dante olhando para o irmão, colocou a mão em cima das mãos entrelaçadas de Vergil e Nero. Talvez dê certo. Precisa dar certo. É a única chance que eles possuem agora.

É a única chance de Dante não perder sua família pela última.

E se não der certo e ele morrer, que se dane, pelo menos ele estará com sua família na morte.

— Eu vou fazer, irmão. — Prometeu Dante com os olhos brilhando com determinação.

— Muito bem, então. — Sussurrou Vergil. — Ah. — Exclamou Vergil lembrando de algo.

— O que é isso? — Perguntou Dante vendo os olhos de Vergil se encherem de lágrimas não derramada de novo.

— Antes... Antes de Nero... Ele disse que nos amava. — Respondeu Vergil tentando engolir o caroço na garganta enquanto segurava as lágrimas.

Dante já não teve tanto escrúpulos, já deixando a ribanceira de emoções transbordar pelos olhos. Seu pior pesadelo estava acontecendo bem diante do seus olhos sem poder fazer nada. Ele sempre esperou morrer primeiro, afinal, ele era o mais inconsequente da família, sempre na linha de frente na luta. Ele só não esperava ter que presenciar seu amado sobrinho e irmão morrerem primeiro que ele.

— Se não der certo... Você acha que poderei ser um pai melhor aonde quer que Nero esteja? — Sussurrou Vergil fechando os olhos.

— Você já se tornou o melhor de si todos os dias desde que conheceu oficialmente seu filho, irmão. — Disse Dante com a voz embargada.

— Eu acho que sim. — Sussurrou Vergil mais devagar.

— É agora que você me diz que me ama e fala que sou o melhor irmão do mundo? — perguntou Dante com um sorriso que não seguiu seus olhos.

Vergil respirando mais devagar, abriu devagar os olhos e focou fracamente no irmão com um sorriso orgulhoso.

— Nem nos seus sonhos, irmão mais novo.

Aquela resposta atrevida o fez saltar uma risada engasgada mas em seguida o fez desabar em choro e dor, percebendo que Vergil parou de respirar.

Limpando os olhos o melhor que podia com a manga do braço, Dante moveu o corpo do irmão para ficar numa posição mais tranquila sentada no canto junto com Nero deitado com a cabeça em seu colo. Pai e filho parecendo que estão num sonho tranquilo e eterno.

Evitando o desejo de se juntar a eles, Dante se virou e andou até onde as Rosas do Caos estavam pousadas desabrochadas — abertas — em plena exibição.

Dante estendeu a mão direita e pegou as duas. Ele tinha o pensamento de comer só a vermelha para testar a teoria de Vergil, mas, talvez, se não der certo e acontecer nada, pelo menos comer a azul junta talvez o mate no processo.

Será a aposto de sua vida, o tudo ou nada. E pela primeira vez desde que chegou nesse buraco que tirou toda a família que o restou, Dante estava em paz. Pois o que resta agora é a esperança de tudo dar certo.

Antes que Dante pudesse comer as duas rosas, ele ouve um grito animalesco e feral vindo de todos os lados.

Com o sangue e vitalidade de Vergil e Nero circulando nas vinhas espinhosas que antes negras, agora escarlate — a criatura faminta pelo último da linhagem de Sparda ainda vivo — começou desesperadamente a entrar com várias vinhas grossas rapidamente pela abertura da caverna e se espalhando ao redor da câmera com o objetivo final de parar o Lendário Caçador Vermelho.

— Parece que você não esperava isso nos seus planos, hein? — Disse Dante para o parasita demoníaco que se tornou o Vilarejo. — Se eu voltar, não deixarei você tirar minha família de novo de mim. Você se arrependerá amargamente por isso. — Prometeu Dante.

Dante não perdeu tempo e enfiou as duas rosas na boca, engolindo-as no processo. Para uma rosa com aparência bonitas, elas possuíam gosto de carne em decomposição. Pensou Dante amargamente, tentando evitar o reflexo de vômito.

Não demorou muito para sua visão começar a clarear com força e um barulho insuportável preencher os ouvidos. Sentindo dores nos olhos e ouvidos, Dante se agachou esperando que tudo acabasse logo. Não ajudava que as vinhas ao redor o pegou e se enrolou ao seu redor, sentindo várias e spantadas e cortes pelo corpo. Mordendo os lábios até tirar sangue, Dante aguentou toda a dor que era infligido em seu corpo já maltratado.

Dante ficou feliz quando a escuridão finalmente o abraçou.

Notas finais
Resumo do próximo capítulo: Epílogo “A família é o lugar onde aqueles que caíram podem se levantar. É o cenário onde o perdão triunfa sobre a mágoa e a reconciliação prevalece sobre a hostilidade.” Anônimo