Afunde ou Nade
1 Capítulo 1
Notas iniciais
— Que diabos você está pen…
Os pensamentos de Damon ficaram travados e as palavras fugiram completamente quando ele olhou fixamente para a aparição diante dele. Piscando os olhos furiosamente, ele tropeçou para trás e bateu a cabeça na porta atrás dele. Ele tropeçou e acabou com seu traseiro no chão ladrilhado.
Ele fechou seus olhos um momento, certo de que estava dentro de um sonho particularmente erótico. Seu pênis certamente achou. Como se tivesse vida própria empinou-se, endurecendo para a atenção e apontando a cabeça na direção do que ele quis. E realmente tinha vontade própria, especialmente no que dizia respeito a esta mulher em questão.
— Oi, Damon.
Seus olhos estalaram abertos e ele focou nela, tentando aliviar a constrição em sua calça jeans. Ela colocou seus braços na extremidade da banheira e apoiou o queixo em suas mãos.
Pelo menos agora ele não estava distraído pela visão de seu corpo esbelto coberto em nada além de um pedaço de pano e uma corrente de ouro sobre sua cintura.
Sim, certo! Ele tinha memória fotográfica e já tinha gravado a imagem de Elena vestindo uma tanga preta debatendo-se sobre sua banheira. E falando em água…
— Feche a torneira, mulher. Você está alagando meu apartamento.
— Oh merda, eu sinto tanto. Ela descruzou seus braços e começou a se levantar na banheira.
Damon se apavorou.
—Não, não fique aí. Eu fecharei.
Jesus, ele estava agindo como um adolescente, assustado por ver sua primeira mulher nua. Ele era um homem crescido, com sua parte de encontros passados.
A visão de Elena quase nua não devia tê-lo lançado neste tipo de loucura. Não era como se ele não estivesse acostumado a vê-la correndo ao redor em trajes de banho.
Ele tentou se levantar, mas ele não conseguia por causa dos azulejos molhados. Até que ele conseguisse se ajoelhar sua calça jeans estava ensopada, como também sua cueca, o tecido modelava a maior ereção que ele tinha tido em tempos.
A água encheu a banheira até a borda, fluindo e cobrindo o chão.
Aos tropeções por causa da inundação que Elena tinha causado, engatinhando, Damon rastejou pela banheira e desligou a torneira. Agarrando as toalhas ele as lançou sobre o chão ensopado. Então ele fixou sua atenção em Elena.
Oh-ohhh, movimento errado. Damon gemeu. Agachado ao lado da banheira, e com Elena ajoelhada na superfície de porcelana, seus olhos estavam no nível de um magnífico par de seios. Para uma mulher tão esbelta ela tinha grandes peitos. Mamilos rosados, grande aréolas, profundamente bronzeada… com exceção de um triângulo branco perfeito onde seu traje de banho normalmente cobria.
Ele teve um súbito desejo de se debruçar e levar um daqueles mamilos atrevidos em sua boca, ver quanto do arredor mais escuro ele poderia cobrir ao mesmo tempo.
Súbito? Como inferno. Isto era algo com que ele tinha fantasiado pelos últimos oito meses, desde que ele tinha se mudado para o bloco de apartamentos possuídos da mãe de Elena, e agora dela.
O problema é que ela nunca tinha dado sinais de que ele poderia ter qualquer esperança de ser algo além de proprietário/locatário. Ela não está a fim de você seu bobo, então esqueça.
Oh, ela era suficientemente amigável, mas ele quis mais que amizade. Se qualquer coisa, ela o tratou como um irmão mais velho. Merda, ele não quis ser irmão mais velho de ninguém e certamente não de Elena. Se o estado do seu pênis fosse qualquer indicação, ele nunca pensaria nela como irmã.
—Que droga você pensa que está fazendo? -Ele estalou em um esforço para afastar os pensamentos de seu corpo. -Você está tentando me afogar? Se você quiser se livrar de mim, só me peça e eu irei embora. E tire estes óculos de natação estúpidos, eu me sinto como se estivesse conversando com um peixe-dourado com olhos de percevejo.
Ela levantou rapidamente sua mão e tentou tirar os óculos de natação, fazendo careta quando a correia ficou presa em seu cabelo.
—Maldição, eu fiquei presa. Dê-me uma mão aqui, por favor?
Não, não, não!
Ele não quis fazer isto, mas não teve nenhuma razão válida para recusar. Ela não percebeu que isto o colocaria a distância de uma boca… er, de uma mão de seus seios nus?
Com um suspiro torturado, ele se aproximou e agarrou o óculos enroscado. Quando ele passou sua mão por suas ondas de ouro vermelho luxuriante, ela descansou sua cabeça contra seu tórax. Calor o bateu, convergindo por seu corpo e se alojando no apêndice já duro que empurrava em sua calça jeans. Inferno, muito mais e ele explodiria… ou estouraria o fecho de suas calças.
Depois de alguns puxões desajeitados e muito resmungos, ele conseguiu tirar os óculos de natação e os soltou na água. Dividindo seu cabelo ao meio, ele os arrastou por cima de seus ombros. Seu cabelo era tão longo que cobria seus seios totalmente, e ele finalmente era capaz de respirar sem lutar por oxigênio.
— Ah. Agora você parece uma sereia. Uma daquelas que se senta nas pedras e conduz os marinheiros para suas mortes. — Ele sorriu, só para que ela começasse a torcer seu corpo e o fitar com um olhar que ele poderia jurar era de choque. Seus olhos azuis claros arregalados.
Seu rosto tinha empalidecido embaixo do seu bronzeado e suas mãos se agitaram enquanto ela cobria seus seios com o cabelo.
Água escorreu pelo banheiro em seu movimento, cascateando para fora. Ah, droga, neste ritmo, eu terei meu banho antes dela sair da banheira.
Ele suspirou.
— Você pode me dizer o que você estava fazendo?
—Eu estava tentando aprender a nadar, ou pelo menos como flutuar.
— Você o quê? — Ele começou a rir, parando quando percebeu que ela estava séria. — Você não sabe nadar? Mas eu a vejo na praia o tempo todo.
— Sim, mas você nunca me vê na água, não é? — Ela encolheu os ombros e o seu cabelo se separou mostrando um mamilo.
Damon achou seu olhar correndo de volta ao seu seio. Ele tragou e olhou fixamente para seu rosto novamente.
— Eu pensei que você apenas gostava de andar de um lado para o outro da praia com as outras garotas para exibir seu corpo naqueles biquínis atraente que você usa.
Inferno, a maioria das meninas na praia vestiam trajes que se desintegrariam se fossem molhados.
Ela o esmurrou no braço.
— Eu não sou uma garota de praia. Eu sou uma trabalhadora, minha funcionária e eu vestimos aqueles biquínis atraentes como você disse, para anunciar minha mercadoria.
Ele meneou suas sobrancelhas.
—Bem, eles certamente fazem isto.
Seu olhar deslizou pelo seu corpo e então fez todo o sangue descer do seu corpo. Ele tentou ignorar o espasmo de pênis. O sangue em seu pênis estava dizendo outra vez onde queria ir. Jesus
— Certo, deixe-me entender. Você quer aprender a nadar. — Ele levantou sua mão. — Como você não aprendeu antes? Você vive perto do mar. Você deveria saber, pelo menos para sua segurança. A maioria das crianças em Aussie aprende a nadar antes da pré-escola.
— Oh, minha mãe tentou me ensinar, mas ela não conseguiu. Eu era muito pequena para lembrar, mas aparentemente ela me levou ao mar para que eu me familiarizasse com a água e uma onda enorme me levou de seus braços. Ela me disse que se não fosse por um grande elefante marinho preto que me empurrou de volta para a praia, eu teria me afogado.
Riso estourou fora de sua boca antes dele poder contê-lo.
— Hah, eu penso que sua mãe estava contando lorotas. Eu li casos em que um golfinho salvou alguém, mas um elefante marinho? Nunca ouvi falar disto. Não em seu… er, sua natureza. A maioria dos elefantes marinhos estão mais para comer um bebê, pensando que é um filhote de leão marinho. Brutal, eu sei, mas esta é sua natureza.
— Minha mãe não mentiu. Nunca. Ainda que a verdade ferisse. Você deveria saber disto. Ela o repreendeu severamente e frequentemente suficiente antes dela ir embora. — Ela encolheu os ombros. — Estes assuntos não me interessam agora de qualquer maneira. Eu tenho que aprender a nadar e existem alguns problemas. Primeiro, eu tenho medo de água desde criança. A banheira é o máximo que eu consigo lidar.
— Bem, isto certamente complica as coisas. — Ele sorriu. — O que é a segunda coisa?
Em vez de responder, ela tirou suas pernas fora da banheira.
— Antes de aprender a nadar, eu tenho que poder flutuar. Eu acho que meus seios são muito pesados. Eu só afundo. Olhe.
Ela se esticou, endireitando seu corpo. Seus peitos quebraram a superfície da água, indo para cima e para baixo e sacudindo quando ela deslocou outra onda da sua frente. Este era um de seus menores problemas agora mesmo. Ele estava mais preocupado em hiper ventilar por causa da visão excitante.
— Inferno, é mais provável que este par haja como um dispositivo de flutuação. — Ele murmurou e cuidadosamente se levantou, certificando-se que não iria cair no chão molhado.
O traseiro de Elena bateu na parte inferior da banheira quando ela se virou e fitou Damon.
—Você chegou a uma solução sobre o tamanho de meus seios? — Ela correu as mãos pelo seu torso e pegou seus seios em forma de xícara os empurrando juntos para criar um vale.
— Hã..., não por isso. Eu penso que eles são só perfeitos… ah, eles... -Ele clareou sua garganta. – Hã..., a sua cabeça não está suficientemente para trás. Não me surpreende que você esteja tendo dificuldade.
Ela agitou sua cabeça.
—Desculpe? Eu me perdi.
—A razão por que você se mantém afundando. Não é o tamanho de seu… — Quando ele acenou uma mão para seus seios nus. -…Seu tórax. É sua cabeça. Você precisa posicioná-la mais atrás e pelo amor de Deus, você não conseguirá aprender em uma banheira. Não há espaço suficiente.
—Bem, eu tenho que fazer algo. Eu tenho que aprender a nadar o mais rápido possível, caso contrário eu estarei perdida.
—Então por que o inferno você não veio me pedir isto antes?
Elena tentou ficar em pé, usando o lado da banheira para se apoiar. Ela quase conseguiu, antes de perder o equilíbrio. Um suspiro escapou de seus lábios quando seus pés começaram a deslizar. Ela lançou suas mãos para tentar agarrar algo em que segurar, mas o toalheiro estava muito longe.
Ah droga, se ela caísse agora, o dano seria sério.
Ela clamou e Damon de repente se debruçou na borda da banheira para agarrá-la. Ele a abraçou e segurou em pé. Um gemido deslizou de seus lábios quando os seios nus golpearam seu tórax. Fogo percorreu suas veias, aqueceu seu sangue e ameaçou a tirar o ar de seus pulmões.
Soltando uma rápida respiração, ela empurrou seus seios mais altos.
— Ohh, que bom que você tem reflexos rápidos. -Ela sorriu e enrolou seus braços sobre seu pescoço.
— Você quer me dizer por que você está agindo desta maneira estúpida? — Ele censurou. -O que aconteceu com aquela voz de menina pequena? Você acabou de me dizer que você é uma mulher de negócios. Agora, você está aqui continuando a agir como uma pateta.
Elena fez careta. Era demais. Isto não iria funcionar, embora o estado da protuberância em sua calça, mostrasse seu interesse. Talvez ainda houvesse esperança.
— Ajude-me a sair daqui e eu direi a você. Eu não posso andar corretamente com minhas pernas amarradas.
Ela tinha percebido que Damon obviamente tinha sido enfocado em seus seios nus e não tinha se preocupado em verificar suas pernas. Agora ele fez, correndo um olhar sobre seu corpo. Elena prendeu em uma respiração afiada quando o olhar dele a queimou. Um calafrio a percorreu de cima até embaixo de sua espinha, como se ele tivesse arrastado a ponta de um dedo em cima de cada vértebra. Seu braço inesperadamente se arrepiou, apesar da atmosfera vaporosa do banheiro. Seus seios apertaram e os mamilos duros pulsaram.
E ele podia fazer aquilo com só um olhar? Inferno santo!
—Eu estou quase com medo de perguntar, mas por que você teria amarrado seus tornozelos com esta correia? -Ele agitou sua cabeça. -No que diz respeito a esse assunto, por que malditamente você correu para aprender a nadar afinal?
Ela deu um suspiro cheio de tensão. Neste ritmo, ela seria uma tola, antes que ela chegasse ao ponto de dizer a Damon o que ela precisava dele. Mantenha o plano em mente, Elena. -Tire-me daqui, primeiro. -disse ela levantando as mãos e esperando.
Ele deslizou seus braços ao redor dela, e apertou seu traseiro desnudo e tomou seu peso, balançando ela em cima da banheira. Quando ele a abaixou para os azulejos na frente dele, ela debruçou seu corpo contra ele, roçando seus seios em sua camisa molhada.
Então, só para testar sua reação, ela meneou sua pélvis contra sua dura ereção. Um gemido estrondou em seu tórax. Seu rosto esvaziou e ele começou a arquejar, como se estivesse com dificuldade de respirar. E ela poderia jurar que seu pênis estava mais duro. Oh sim, talvez isto funcionasse afinal.
—Ah, Elena, eu não acho que nós deveríamos estar fazendo isto. -ele murmurou. -Você é, afinal, minha locatária, por Deus.
—Que diferença faz? Ainda assim eu sou uma mulher.
—Senhora, você não dizendo qualquer coisa que eu já não saiba. -Ele arrastou em uma trêmula respiração. -Muito mais e eu terei que rastejar fora de seu apartamento. No que diz respeito a esse assunto, eu sou malditamente certo de que talvez eu devesse saltar por cima da sacada.
—Ohh, eu não quereria que você se machucasse. Eu estou certa que eu posso… aliviar a situação um pouco para você.
—Suficiente! Você está agindo como uma pessoa estúpida novamente. Eu perderei minha sanidade neste ritmo.
Afastando suas mãos de seu pescoço, e os colocou diante dela para manter a distância entre eles.
—Um agora poderia ser um bom tempo para você me dizer por que é muito importante que você aprenda a nadar.
Elena lhe deu um sorriso, sacudindo a ponta de sua língua junto do seu lábio inferior.
—É simples, realmente eu tenho que aprender com meus pés amarrados juntos.
—Huh?
—Em qualquer momento eu vou comemorar meu aniversário de vinte e cinco anos, vou me transformar em uma sereia e vamos ter que enfrentar isto, uma sereia que não só tem medo de água, mas que não sabe nadar, vai ser uma piada para todo aqueles tritões lá fora, não vai?
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