After the end
5 Exploração
Notas iniciais
Todos estam sentados a mesa com seu almoço em sua frente quando chega Audrey e se ajunta a eles.
— Owen – Chama Audrey.
Owen apenas olha para ele esperando para saber o que queria dele.
— Jordan lhe passou o relatório da missão? – Owen apenas sinaliza com a cabeça que sim e continua a comer.
— Iai, no que deu aquela tua pesquisa?
— Olha, eu pesquisei sobre o passado dela como eu disse então deu nisso. É o seguinte uma família tinha delatado o sumiço da filha deles a algumas semanas e pelo que eu vi a foto dela é igual a garota – Ele mostra a foto no seu celular – Não parece, Jordan ?
Owen se espanta com a aparência da garota que apareceu na foto.
— Sim... estranhamente sim. O que foi Owen ? – Ele se preocupa após ver a cara de espanto dele.
— Não é nada. Continue Audrey.
— Então os policiais perguntaram para os pais se havia algum lugar que ela gostava de visitar ou para relaxar ou coisa do tipo. Eles disseram que ela gostava de ir para a beirada da cidade. Os policiais foram e encontraram uma trilha que atravessa a floresta e dava em uma aldeia. Quando chegaram eles perguntaram para os habitantes se viram alguma garota passar a alguns dias antes com as características dessa aqui. Eles disseram que sim e apontaram a direção, os policiais seguiram e chegaram a um ponto em que era um campo vasto e extenso. E declararão que não havia como achar lá.
— Ok. E o que você quer dizer com isso tudo? — Fala Owen achando que o apresentado a ele era insuficiente.
— Acontece que a posição geográfica dessa vila é próxima ao monte do qual a nossa raça aprisionou os monstros.
— O que tem? – Ele continua insistido.
—Os monstros também usam magia. Quem sabe ela não caiu lá dentro e alguém deixou sua magia mais forte?
— Isso é muito vago.
—É tudo que temos até agora. Já é alguma coisa.
— ...
— Eu queria saber se poderíamos convocar alguns soldados para irem conosco descer neste buraco e ver o que tem lá em baixo. Se falarmos que estamos em paz talvez queiram falar conosco.
— Ou talvez não tenha nada lá em baixo – Jordan cogita – Uma alma que deseja tanto genocídio talvez não tenha poupado os monstros.
— Talvez. Mas se for assim também saberemos que ela pode ter passado por lá. Ela bateu de frente com você, Jordan. Acho que você tem poder o suficiente para matar um monstro.
— E pela velocidade que Violet disse que ela tem provavelmente ela não ganhou por meios normais.
— Sim. Ela poderia ganhar uma corrida contra carros — A mulher de cabelos lilás fala. Seu nome era Violet.
— Ok. Vou falar com o presidente se podemos levar nosso pessoal. Ou talvez seja melhor levar o pessoal da Violet. O que você me diz? – Fala, Owen.
— Pode ser.
Eles terminam de almoçar e cada um vai para seu canto. Depois de já terem descansado da comida Owen aparece e lhes diz para se preparar para a missão. Violet pega um pequeno numero de soldados e pede para eles se prepararem. Depois de um tempo todos já estavam em helicópteros indo em direção ao buraco. Quando chegam no local o povo da aldeia estranha a movimentação de helicópteros no seu. Eles pousam perto do buraco.
Os soldados estão saindo dos helicópteros e colocando rapeis para poder descer o buraco. Quando todos descem, eles estam em cima de flores amarelas todos saem andando, mas Violet para e pega uma flor. Todos estam armados para caso algum monstro resolva atacar. Eles entram nas ruínas e continuam andando Audrey fica observando a estrutura dela. O lugar estava empoeirado. Depois de andar mais um pouco chegaram em um local com rosas vermelhas o que estava na frente pisou e der repente caiu.
— HUM. O que é isso? — Ele analisa o que tinha abaixo – ME ESPEREM – Ele grita para os outros soldados
Ele volta para cima e testa algo. Ele pisa em cima do campo e não cai.
— Me sigam.
Eles começam a segui-lo e ninguém cai. Mais um bom tempo depois continuando a caminhada eles param em uma floresta com neve. Havia poeira misturada com a neve eles continuam caminhando e dão de cara com uma cidade. Começam a olhar cada centímetro da cidade arrombando toda porta que estava trancada.
— Hum. Parece que quem escreveu essa placa era um pouco analfabeto – Havia uma placa na qual estava escrito “biblioteca”.
Quando ele entra haviam vários livros em algumas estantes eles estão separados por cores. Quando pega alguns para ler vê que falava da historia dos monstros. Um deles entra em uma casa com dois quartos. Ele entra em um dos quartos e estava tudo organizado em pelo que aparentava seus devidos lugares no outro a uma grande bagunça e um tornado de lixo.
— Porque esse lixo está flutuando?
Outro soldado encontra uma porta nos fundos da mesma casa e a arromba. Ele encontra algumas placas com coisas ilegíveis escritas e na frente das placas havia algo grande e coberto. Ele puxa o pano. Era uma maquina porem estava quebrada ele chama Audrey para analisar-la. Depois de mais muita caminhada eles chegam a um pântano. Eles chegam a um local no qual existiam duas casas em formato de peixe. Eles entraram, mas não acharam nada de interessante todo o local também estava empoeirado. Continuando o caminho eles chegam a um campo de flores azuis.
— Corram.
— Hum?
— Ela esta vindo. Corram.
— Quem que está falando isso? – Pergunta Violet.
— Eu não sei. Acho que não é ninguém entre nós – As vozes continuam aparecendo e se repetindo, se repetindo e se repetindo.
— Acho que são as flores – Diz um soldado.
— Que idiotice. Flores não falam.
— Nós estamos no subterrâneo aqui é a prisão dos monstros. Eles eram mais dependentes de magia do que nós humanos. Talvez eles tenham uma planta que possua magia.
Eles continuam andando e quanto mais se afastam do campo mais baixa ficam as vozes.
— Aparentemente eram as flores mesmo — Audrey volta e pega uma flor para levar para estudo.
Eles continuam em frente e acham chegam a um local com lava.
—Que calor... – O soldado reclama – A algum tempo estávamos pisando em neve agora estamos com lava. Como isso é possível?
— O pântano a pouco tempo atrás era a zona de transição entre um e outro. Isso explica a estabilidade de um e de outro.
O local também tinha poeira. Agora eles estam em um local que aparenta ser um prédio. Um prédio grande. Nele há uma placa escrita “MTT”. Era brilhante. Logo a frente encontram peças de um robô desmontado que aparentava estar desligado.
— Levem isso talvez consiga fazer algumas armas boas com isso e acredito que o nosso estudioso aqui também queira. Isso aqui é uma tecnologia boa – Audrey, concorda. Soldados chegam e juntam as peças. Mais para frente chegam a uma cidade grande. Aparentava ser o centro do subterrâneo. Com mais caminhada eles chegam a um corretor. Era amarelo. Tinha um baú no qual não fazia o menor sentido ele estar ali no final do corretor tinha um montinho de poeira. Eles chegam à sala do trono.
— Aparentemente eles eram liderados por um rei. Esse aqui é o trono dele. Aquele deve ser o trono da rainha – Ele aponta para um objeto coberto – Aqui tem mais daquelas flores lá do inicio. Talvez o rei gostasse delas.
Após caminhar mais um pouco chegaram a uma grande barreira branca feita de magia.
— Aqui está a barreira que prende os monstros no subterrâneo. Essa barreira foi feita por nossos antepassados – Fala, Audrey.
— E aqui esta nosso guia turístico pelo subterrâneo – Violet fala em tom brincalhão abraçada a ele – Nós já sabíamos disso. Não se preocupe todos daquela instalação precisamos saber disso. Por isso nós sabemos que aqui é o fim do nosso caminho. Agora o que nos resta é dar meia volta e subir novamente. Mas só eu achei que isso aqui está muito empoeirado?
— Sim... tem poeira para todo lado e os monstros não estam aqui – Diz, Owen – Mas porque a piada agora ?
— Desculpa. Eu queria agitar um pouco. Ficamos sérios por muito tempo. Já estamos no final do caminho e como não tem risco achei que estava tudo bem.
— HU-HUM – Todos olham para Audrey – Pelo que nos é mostrado acho que Jordan estava certo. Todos estam mortos. Caso vocês não lembrem os monstros viram pó quando morrer.
— Isso quer dizer que ela matou a todos? – Violet diz com um pouco de medo.
— Pelo que me aparenta sim. Apesar de serem muitos ela conseguiu matar todos e sobreviver...
Todos passam por um momento de medo e logo em seguida voltam à realidade. Eles dão meia-volta e depois de uma longa e cansativa caminhada eles chegam a entrada para o subsolo e sobem as cordas que haviam deixado. Quando chegam ao topo entram nos helicópteros e partem para voltar à base.
Fale com o autor