After the Rain

4 Cerejeiras em flor


Notas iniciais
Olá! Tudo bem? Capítulo 4 de After the Rain. Desculpa a demora para postar. Eu estive viajando, fiquei no meio de um terremoto no México, e quando voltei de viajem levei um tempo para me recuperar da viagem. Boa leitura!

20 de Março, Noriko e eu acordamos às 5:00 da manhã —Ela havia me dito ontem que queria ver o festival das cerejeiras e pegar o melhor lugar para observar a flor. — Nós também havíamos comprado previamente algumas coisas para levar no dia do encontro como vinho, alguns bolinhos de arroz, bentôs, etc.

Nos levantamos da cama,espreguiçamos e depois nos cumprimentamos.

“Bom dia!”

“Bom dia!”

Fomos para o banheiro, nos despimos e tomamos banho juntas.

Eu peguei o sabonete e comecei a esfregar o corpo de Noriko. Vez ou outra me pegava olhando fixamente para os seios da mesma. Eu não conseguia resistir.

Então Noriko me chamava.

“Shizuka, o que você está fazendo?”

“Desculpa. Você tem seios muito bonitos...já os meus…”, comentei.”Eu não consigo evitar. Eu sou feia!”

“Você não é feia, Shizuka.”, Noriko me contestou.

“Eu sou, sim.”

“Não, não é!”

Deslizei a minha mão e cheguei na intimidade dela. Comecei a esfregar delicadamente a região pélvica dela e comecei a ouvir os espasmos de Noriko.

Em seguida parei e coloquei o sabonete na saboneteira.

Fazendo conchinha com a mão, esperei a água encher, e então fui jogando a água na espuma que cobria a vulva de Noriko. Repeti isso mais algumas vezes até a espuma toda sair.

Quando vi que a intimidade de Noriko estava bem molhada, comecei a esfregá-la com os meus dedos dentro da cavidade e fui atiçando ela.

Noriko gemia baixinho e seus espasmos eram entrecortados com os meus dedos penetrando-a.

Continuei a friccionar os meus dedos até fazer Noriko explodir no clímax.

Noriko continuou a espasmar e eu fui indo cada vez mais rápido com os dedos e imprimindo mais vigor nos movimentos até minha mão ficar dormente.

Quando finalmente senti que havia atingido o ponto. Parei. Ela estremeceu e começou a ofegar. O corpo dela estava realmente ardente.

Tirei meus dedos de dentro de Noriko e chupei aquele elixir excretado por ela.

“Está bem quente…”, comentei. “Gostoso.”

Noriko ainda estava bastante ofegante. Me aproximei dos seios dela e comecei a chupá-los, um de cada vez.

“Shizuka...nós vamos nos atrasar para o festival das cerejeiras”, ela me lembrou.

No momento eu não queria saber mais do festival. Eu só queria fazer amor com a Noriko. Estar com ela significava tudo para mim.

Continuei a chupar os seios dela e também brinquei um pouco com os mesmos.

“Shizuka…”, ela exclamou.

Então virei ela e a coloquei contra a parede do boxe. Os seios dela foram prensados contra a superfície e então eu me ajoelhei, afastei as nádegas dela e comecei a lamber o meio das pernas da mesma.

Noriko fazia caretas enquanto eu me deliciava com aquele rabo.

Depois de um tempo comecei a introduzir os meus dedos na cavidade dela e a friccioná-los.

“Shizuka!”, Noriko já estava começando a surtar.

Continuei mais um tempo com aquilo e depois fui para o orifício dela. introduzi dois dedos dentro dele e comecei a friccioná-los fazendo um vai e vem gostoso. As paredes internas se prendiam aos meus dedos e depois soltavam.

Noriko só exclamava.

Logo a mesma começou a chorar com todo aquele prazer que estava sentindo e eu apenas apreciava atiçá-la.

[...]

Após algum tempo no banho, saímos do chuveiro, nos enxugamos e então fomos para o quarto por uma roupa.

Vesti um vestidinho rosa, um shorts bege e um tênis branco. Noriko vestiu uma blusinha preta com uma saia jeans e sapato de salto bege.

Fomos para a cozinha e pegamos o vinho na geladeira, os bolinhos de arroz, os bentôs, e colocamos tudo em uma sacola.

Seguimos para o parque Ueno. Lá, sentamos debaixo de uma árvore de cerejeira, no gramado e começamos a distribuir nossas coisas.

Acho que a essa altura do campeonato as pessoas estavam começando a lotar o parque.

[...]

Com as pessoas instaladas debaixo das árvores de cerejeiras, nós começamos a comer nossa comida.

Eu e Noriko dividimos a garrafa de vinho bebendo direto da boca.

Em um certo ponto, acabamos conhecendo uma estudante de intercâmbio americana que parecia estar há bastante tempo estudando no Japão. Ela tinha cabelo loiro, olhos cinza claros, vestia uma camiseta branca, uma blusa de moletom rosa por cima, calça de ginástica rosa, e um tênis branco com detalhes em rosa. A mesma carregava uma mochila nas costas.

“Olá! Tudo bem?”, ela nos cumprimentou em inglês.

Meu inglês não era lá essas coisas, eu diria que era médio. Mas respondi em um inglês arrastado.

“Vocês são japonesas?”, ela inquiriu em japonês.

Assentimos com a cabeça.

“Ah, desculpa a pergunta idiota. É claro que vocês são japonesas.”, ela falou com ironia e batendo a palma da mão na cabeça.

“Está tudo bem.”, retruquei.

“Sério? Vocês parecem ser tão fofas.”, ela comentou em japonês.

Eu e Noriko gargalhamos. Quem imaginaria que iríamos encontrar uma estrangeira no Hanami?

“Qual é o seu nome?”, perguntei.

“Meu nome é Sarah Patel. Eu sou estudante de intercâmbio e..estou aqui no Japão uns 12 anos, acho...por ai.”, a estrangeira se apresentou em japonês.

Achei que ela estava falando muito bem o japonês para uma estrangeira.

“E vocês?”, Sarah quis saber.

“Meu nome é Shizuka Murakami.”, me apresentei.

“Oh que nome bonito.”, Sarah comentou em inglês.

“Obrigada”, respondi no mesmo idioma.

“Meu nome é Noriko Yui”, Noriko a cumprimentou.

“Muito prazer, Noriko.”, Sarah replicou em japonês.

“Então...eu estou um pouco cansada depois de rodar esse parque todo fotografando, então...eu poderia me juntar a vocês no pique-nique?”, ela inquiriu.

“Por mim tudo bem, o que você acha, Noriko?”, me voltei para Noriko.

“Bem, eu acho que está tudo bem.”, Noriko replicou.

“Mesmo? Olha, eu não quero incomodar vocês…”, Sarah falou de um jeito tão gentil.

“Está tudo bem. Por favor.”, Noriko assentiu.

“Obrigada.”

Sarah então se sentou com nós e cruzou as pernas.

“Então...vocês são amigas…?”, ela ficou curiosa.

“Nós estamos tipo, ficando…”, eu contei para ela.

“Ficando, como...namoradas?”, Sarah rebateu.

“Sim. Mas, nós ainda não assumimos o nosso namoro”, Noriko cortou.

“Entendo. Vocês duas são muito bonitas.”, Sarah declarou.

“Obrigada.”, agradecemos.

“E você, Sarah. Você está namorando ou coisa do tipo?”, interroguei-a.

“Eu? Bem...é complicado. Meu ex me largou, e...eu resolvi “encontrar o meu caminho” na vida, como a maioria dos mochileiros fazem”, a mesma nos contou em japonês.

“Isso é mais ou menos o que aconteceu comigo. Só que o meu ex me trocou por outra e ele nunca terminou comigo até então, ele namorava outras garotas pelas costas. E só depois de tantos anos, ele me mandou uma mensagem de texto confessando que estava com outra garota e que o nosso namoro tinha acabado.”, contei para ela.

“Meu Deus! Que babaca!”, Sarah exclamou.

“E então eu conheci a Noriko.”, voltei o olhar para a minha Noriko.

Noriko voltou o olhar para mim.

Eu e Noriko nos beijamos na frente da Sarah e depois nos afastamos.

“Que fofo vocês duas!”, Sarah balbuciou.

Demos uma risadinha.

“Então...o que acham de sermos amigas?”, Sarah quis saber.

“Ok.”, eu repliquei.

“Eu topo”, Noriko replicou.

“Que ótimo!”, Sarah já foi pegando a sua mochila e a abrindo.

De um bolso da mochila, ela tirou o celular dela, e nos entregou.

“Aqui, marquem o número de vocês.”

Nós pegamos o celular dela e primeiro eu coloquei o número do meu celular com o meu nome. Depois passei para Noriko e a mesma fez o mesmo.

Quando terminamos, nós devolvemos o celular para Sarah.

“Obrigada. Eu entrarei em contato com vocês.”

Sarah guardou o celular na mochila e fechou o zíper.


“Então, o que vocês vão fazer hoje à noite?”, Sarah quis saber.

“Acho que nada de especial…”, analisei.

“É, acho que não vamos fazer nada.”, Noriko comentou.

“Legal. Nós podemos sair juntas ou algo assim. O que acham?”

“Parece interessante…”

“Eu não sei, eu acho que não me sinto disposta…”, murmurei.

“Olha, não tem problema nenhum. Nós podemos marcar outro dia, não precisa ser hoje…”, Sarah falou compreensiva.

“Tudo bem.”, Noriko consentiu.

“Olha, eu achei muito legal te conhecer, Sarah. Foi interessante falar com você também.”, eu falei para ela.

“Sério? Eu também gostei de falar com vocês duas. E eu desejo muita sorte no namoro de vocês duas. Sejam felizes!”, Sarah declarou.

“Obrigada”, agradecemos.

[...]

O tempo passou, e quando vimos já deviam ser seis da noite, mas ainda estava sol.

“Olha, a conversa estava muito boa, mas...eu preciso ir, pessoal.”, Sarah se despediu.

“Tudo bem. Até mais!”, me despedi dela.

“Até mais!”, Noriko se despediu.

Sarah se levantou do chão e se retirou com a mochila nas costas e um aceno para nós.

Nós acenamos de volta.

Eu e Noriko ficamos a sós.

“Ela se foi. Você não achou essa tal de Sarah um pouco invasiva?”, Noriko me questionou.

“Né? Ela é legal, mas essa coisa de já marcar um encontro com a gente…”, comentei.

“Totalmente. Americanos!”, Noriko exclamou.

Então fomos embora do parque e voltamos para o apartamento.

Chegando lá, colocamos as coisas na cozinha. A bebida na geladeira junto com o que restou da comida.

Depois disso, seguimos para o quarto. Lá, tiramos as nossas roupas e nos deitamos peladas na cama.

Ficamos olhando para o teto, pensando no nosso encontro com Sarah, a garota estrangeira.

“Você acha que ela vai ligar para nós, Noriko?”, sussurrei.

“Provavelmente.”, ela replicou.

“Mas, porque você está tocando nisso agora?”

“Não sei. A maneira que ela nos abordou no parque…”, comentei.

“Esquece isso. Hoje é o nosso dia.”, Noriko me aconselhou.

“Umm”, consenti.

Rolei para onde Noriko estava e fiquei sobre ela. Apoiei as minhas mãos nos espaços ao lado da cabeça dela e então a fitei.

Logo senti ela envolver as mãos dela na minha cintura.

“Shizuka!”, ela disse sorrindo.

“Noriko!”, devolvi.

Fui aproximando lentamente o meu rosto do dela e então beijei a boca dela. Em seguida, movimentei minha língua colocando-a entre os lábios da mesma e esperei para que a língua da mesma viesse e se encontrasse com a minha. A língua de Noriko empurrou a minha e então nossas línguas se entrelaçaram em um beijo repleto de desejo. Continuamos a nos beijar intensamente.

Então me distanciei e parti para o pescoço dela. Comecei a beijá-lo da base até a parte debaixo da orelha, depois o lambi como um gatinho e Noriko começou a arfar.

Em seguida dei leves mordidas no lóbulo da orelha esquerda dela, levando-a a loucura.

Recuei e então me dirigi aos seios dela comecei a chupá-los delicadamente.

Me perdi nas dunas do peito de Noriko e o tempo foi passando.

Notas finais
Espero que tenham gostado^^ Até o próximo!