After Midnight
2 Inevitável.
Notas iniciais
— O que foi? — Eu perguntei preocupada. Ele suspirou e eu parei para observá-lo. — O jeito que você continua olhando para mim... O que você está procurando?
— Não foi fácil, estava tentando desvendar você. — Disse ele. Eu quase bufei na cara dele com essa observação. Ele tentando me entender? Quero dizer, o que eu tenho passado nos últimos anos? Eu queria dar-lhe um pedaço da minha mente, mas eu também queria esquecer todas essas coisas e, finalmente, fazer alguma coisa!
— Meninas são as mesmas desde o início, mas você... Você é diferente sabe?— Ele disse e eu balancei a cabeça lentamente, impaciente para começar essa conversa enquanto observava sua boca se mover enquanto ele falava, desejando que ele parasse para que eu pudesse beijá-lo novamente. — Então eu li neste livro que eu deveria fazer e dizer certas coisas, a fim de descobrir como...
— Você leu em um livro? — Eu perguntei incrédula e segurei minha mão na minha boca, rindo.
— Li sim... — Ele disse, parecendo completamente envergonhado. — O que eu deveria fazer?
— Você poderia ter me perguntado diretamente.
— Então por que você não disse nada?
Eu hesitei. "Ponto justo", eu disse e então sorri para ele, incapaz de esconder minha curiosidade. — Então, que tipo de livro era esse? Como fazer para torturar aquele que você ama?
Seus olhos se arregalaram e ele apenas olhou para mim, e percebi que tinha acabado de dizer a palavra "A", e tão casualmente.
— Ron, você ... me ama?— Perguntei de uma vez mesmo sabendo que poderia estar à beira de um precipício.
Eu tomei um gigantesco salto de fé fazendo essa pergunta. Eu iria culpar o excedente de endorfinas e o aumento da temperatura, particularmente em torno da cama que estávamos compartilhando atualmente, com meu corpo espalhado por cima dele, suas mãos agora na pele das minhas costas e , apertando meus quadris quando eu mencionei a palavra “amor” pela segunda vez no espaço de um minuto. Mas eu realmente precisava saber.
Ele piscou para mim, chocado e eu disse a mim mesma para esperar, para dar a chance de se preparar antes que eu assumisse o pior. Mas eu estava impaciente naquela noite e não conseguia controlar as palavras que saíam da minha boca.
— Eu te amo, Ron. — Eu disse e respirei fundo, em seguida, segurei, sem nem ao menos piscar.
— Puta merda, você ama?
Eu balancei a cabeça e seu rosto se iluminou tão brilhantemente que eu não precisei de luz para ver como ele estava emocionado. Sua reação à minha confissão disse tudo, mas eu ainda precisava ouvir antes de prosseguirmos. E eu nem fiquei chocada ao perceber que eu realmente queria ir mais longe, muito mesmo.
Em vez disso, Ron de repente me puxou para que eu ficasse agora em sua cintura, minhas pernas em cada lado de seus quadris. Um de seus braços subiu sob a minha camisa nas minhas costas e me empurrou até que nossos lábios se encontraram novamente. E ele me beijou com tanta paixão e amor óbvio que eu senti lágrimas caindo dos meus olhos em suas bochechas antes de perceber que eu estava chorando. Seu outro braço envolveu firmemente minha cintura, então ele levantou seus quadris para os meus. Eu ofeguei alto e ele soltou um gemido baixo que me atingiu tão violentamente que eu estava literalmente tremendo em cima dele.
— Oh, Merlin, eu estou tremendo. — Eu disse e ele se afastou do nosso beijo, mas depois engasgou novamente quando ele chamou minha cabeça para o lado com o nariz no meu queixo e começou a lamber e chupar meu pescoço. Ron manteve meu corpo trêmulo perto do dele quando algo animalesco tomou conta dele. Com a boca ainda presa no meu pescoço, ele de repente nos virou de modo que minhas costas estavam contra o colchão e minha cabeça amassou seu travesseiro. Eu puxei-o debaixo da minha cabeça e joguei-o contra o colchão, arqueando as costas para encontrá-lo enquanto suas mãos deslizavam pelos meu corpo, pegando minha blusa com elas. Eu podia sentir sua excitação contra a parte interna da minha coxa. Ele estava excitado e foi por minha causa. Esse conhecimento me deu uma onda de poder e eu senti que poderia fazer qualquer coisa.
— Eu te amo, Hermione. — Ron praticamente rosnou e depois mordeu o lóbulo de minha orelha. Eu passei minhas unhas por seus braços até as mãos que estavam tocando minha barriga e minhas costas. — Eu pensei que você sabia, que você poderia...
Sua voz estava rouca e eu percebi que era por todos os beijos, então quando eu agarrei seu rosto em minhas mãos e o forcei a olhar para mim, fiquei chocada ao ver que ele estava chorando.
— Ron? — Meu lábio tremeu e as palavras que eu queria dizer para ele não conseguiram passar pela minha garganta. Não depois de ver como seus olhos estavam vermelhos e molhados, e todos os sentimentos que ele tinha por mim foram desmascarados e escritos em todo o seu rosto. — Você... Me ama tanto assim?— Eu consegui sussurrar.
Uma lágrima caiu de seus olhos antes que ele os fechou e enterrou a cabeça no meu pescoço, molhando minha pele com suas lágrimas, mas sem emitir nenhum som. Ele acenou com a cabeça enquanto ambos os braços envolviam meu corpo, suas mãos presas entre as minhas costas e sua cama. Foi esmagador, para dizer no mínimo, como eu não tinha idéia do quanto ele sentia por mim. Eu sabia o que sentia por ele, mas vê-lo e senti-lo assim. Foi demais para mim. Nos agarramos um ao outro; minhas pernas ao redor de sua cintura, e minhas mãos em sua parte inferior das costas o puxaram o mais perto que pude quando choramos suavemente juntos.
Eu beijei sua orelha e depois seu ombro, em qualquer lugar que eu pudesse alcançar até senti-lo fazendo o mesmo. Lentamente fizemos o caminho de volta para os lábios um do outro e nos beijamos profunda e deliberadamente. Nossas mãos começaram a mover-se novamente e eu gemi, mordendo o lábio, quando a palma da sua mão, tão quente e grande, cobriu meu seio nu, e nem sei dizer ao certo como isso aconteceu. Ele apertou experimentalmente e eu assenti, não querendo romper o contato com os lábios novamente, a menos que fosse absolutamente necessário. Então ele continuou a apertar e depois tocar meu mamilo entre os dedos. Eu empurrei meus quadris e ele empurrou também aumentando o contato entre a gente, indo mais duro de acordo com meus gemidos. O material fino do nosso pijama deixou pouco para a imaginação e também pouca interferência; Eu podia sentir todo ele, excitado e longo pressionando em mim tão deliciosamente que eu tive que trabalhar para me concentrar tanto no que estava acontecendo com nossas bocas quanto com nossos corpos.
— Devemos ... parar? — Ron murmurou, contradizendo sua declaração, levando a língua na minha boca e, em seguida, movendo a outra mão para o meu peito esquerdo. Minhas mãos se arrastaram por baixo de sua camisa e coçaram suas costas, fazendo seu impulso em mim ainda mais forte.
— Eu não quero que você pare. — Eu disse e não estava em condições nem de dizer meu nome se fosse preciso e o beijei de volta. Eu me senti perdendo ainda mais o controle e não me importando, não enquanto estava com Ron. Ele me fez sentir segura, e eu sabia que ele iria cuidar de mim. Eu não tinha que ver a razão, e nem queria.
— Você está falando sério.— Ele respirou e seu rosto se abriu em um sorriso largo.
— Só se você estiver. — Eu disse e me parabenizava por devolver a ele, o flerte e o gracejo vindo naturalmente, mesmo em tal estado.
Então ele estava fora de mim tão rapidamente, ajoelhando-se sobre mim e tirando a camisa. Cobri o rosto e ri porque não estava incrivelmente nervosa, mas feliz, e me senti muito estranha em fazer algo assim, em um momento como esses...
Eu o ouvi rir de mim e quando ele se mexeu novamente, percebi que ele estava tirando outra coisa. Eu não queria que ele ficasse na minha frente, então me sentei e notei ele sentado do outro lado da cama apenas de cueca, olhando para mim ansiosamente, suas mãos em punhos na cama em ambos os lados dele. Eu agarrei o fundo da minha camiseta e tirei rapidamente, jogando-a no chão. Seus olhos voltaram para os meus seios que até então estavam escondidos debaixo da minha blusa e sob suas mãos. Eu virei para tirar minhas calças e hesitei quando ele começou a se aproximar.
Ron se aproximou ficando sobre mim e olhou para o meu corpo, tentando ver tudo o que ele podia naquele quarto escuro. Agarrei seus lençóis, enrolando-os em meus punhos quando vi a mão dele estender a mão sobre a minha barriga. Eu respirei fundo e segurei quando ele se aproximou entre as minhas pernas, separando-as. Eu o ouvi engolir enquanto ele olhava para baixo entre as minhas pernas e eu lutei contra o desejo fecha-lás.
"Ron", eu sussurrei, meu corpo tremendo novamente. Eu quase pulei de excitação quando ele colocou a outra mão no meu quadril e segurou minha calcinha puxando para baixo. "Ron", eu sussurrei e comecei a ofegar pela antecipação e nervosismo.
— Você é linda.— Ele disse maravilhado. — Seu corpo é pequeno e delicado.
— Pequeno?— Perguntei insegura minha mão subiu para sentir meus seios e ele balançou a cabeça.
— Não, quer dizer, todos vocês são pequenos, comparados a mim com minhas mãos e pés gigantescos. Ele empurrou minha mão para longe do meu peito. — Você é perfeita.
Eu levei minhas mãos trêmulas ao seu peito e deixei meus dedos traçarem em torno de seus mamilos e barriga até chegar à borda de suas calças, fazendo-o rir roucamente, sua barriga lisa e tonificado tremendo de nervosíssimo.
— Eu amo o quão alto você é, mãos grandes, pés e tudo. — Eu disse.
Ambas as mãos de Ron estavam nos meus quadris e ele estava circulando seus polegares, fazendo menção de um toque mais íntimo, Eu gemi e me contorci, tentando dar a ele a mensagem de que estava tudo bem em continuar. Finalmente seus dedos tocaram entre as minhas pernas, e pressionando delicadamente aquela região eu perdi os sentidos, ele parecia saber tocar cada ponto sensível.
Eu gemi e coloquei minha mão sobre a dele, empurrando para baixo para sentir ainda mais pressão. Eu gemi mais ainda, então soltei sua mão quando ele girou seu pulso e seus dedos estavam agora na minha entrada, três deles esfregando para cima e para baixo e eu percebi o quão molhada eu estava.
"Caramba", Ron murmurou, em seguida, mudou, a mão ainda no lugar. Eu fechei meus olhos e quando senti um de seus dedos entrar em mim, metade do meu corpo se elevou e depois um segundo entrou e eu gritei tão alto que eu tinha certeza de que o feitiço silenciador que Ron colocaria no quarto não seria capaz de segurar. Ele praguejou novamente enquanto se movia sobre mim, seus dedos entrando e saindo devagar e fazendo um som molhado e úmido que parecia ecoar nas paredes.
— Você está tão molhada, Hermione. — Ron disse, sua voz estava mais perto e quando eu abri meus olhos ele estava no meu peito, sua cabeça estava abaixada e eu testemunhei ele levar meu mamilo em sua boca.
Foi demais, as sensações passando por mim, faíscas vindo de mais de uma direção; a mão entre as minhas pernas, a outra tocando meu peito enquanto seus lábios se fechavam sobre o outro.
— Por favor... Mais— Eu empurrei sua mão quando senti as batidas dentro da minha pélvis se tornarem mais e mais rápidas quanto mais ele movimentava seus dedos. Os choques de eletricidade dele sugando meu peito só aumentaram a pressão e eu não queria ter orgasmo dessa maneira. Desesperadamente, tentei recuperar algum autocontrole e comunicar a Ron o que eu queria.
No entanto, isso foi desnecessário; Rony deu uma olhada no meu rosto e lambeu os lábios, de repente, muito nervoso, pois sabia que o que eu queria era que ele estivesse dentro de mim, para fazermos isso juntos.
"Tudo bem", ele sussurrou e acenou para si mesmo quando ele puxou as mãos longe do meu corpo e se apoiou de lado para empurrar as calças para baixo. “ Tudo bem.”ele murmurou para si mesmo enquanto puxava a calça sobre seu traseiro, depois sua ereção e finalmente tirou tudo jogando ela pra longe da cama.
Minha curiosidade e minha mão imediatamente me fizeram segurar sua ereção, sentindo o peso dela. Eu deslizei meu polegar sobre a ponta, sentindo a umidade pegajosa e deslizei para baixo, fazendo-o assobiar. Eu olhei para Ron e ele estava olhando para a minha mão com a boca aberta e inclinando-se para o lado para não cair.
“Você é lindo, Ron. E... Grande ", eu disse, porque era verdade e também porque eu tinha um pressentimento que aumentaria sua confiança e ego, mas também tentando passar uma mensagem implícita de que ele fosse devagar. Eu estava certa porque ele sorriu para mim e encolheu os ombros como se não fosse grande coisa que ele fosse tão impressionante.
Eu mantive minha mão sobre ele quando eu peguei sua varinha e disse o encanto anticoncepcional necessário que havia lido diversas vezes em um livro antes. Então ele se inclinou pegou sua varinha de volta e a colocou na mesa. Ele ficou assim por cima de mim e se estabeleceu entre as minhas pernas. Eu continuei a acaricia-lo apreciando a reação que eu estava recebendo dele.
—Hermione, se você não parar ...
"Oh, desculpe", eu disse e peguei minha mão. Quando deixo ir, sinto-o vir entre as minhas pernas. Nós gememos e nos olhamos ao mesmo tempo, ambos rindo. Eu podia senti-lo pulsando contra mim e eu sabia que ele podia sentir o mesmo vindo de mim. Ele me beijou e eu não pude evitar me contorcer e me contorci quando alisei minhas mãos sobre suas costas e tronco.
— Nós realmente vamos fazer isso. — Eu perguntei estupidamente precisando ouvir em voz alta. — Nós vamos realmente fazer amor agora?
— Está tudo bem para você? Eu poderia deixar mais romântico ou algo assim. Eu tenho algumas velas ...— Ele disse meio nervoso preocupado que eu não estivesse relaxada o suficiente.
Eu balancei a cabeça e empurrei contra ele com meus quadris. “Faça agora, Ron. Por favor."
E assim, sem mais hesitação, ele estava dentro de mim, e eu quase perdi o fôlego, tentando pegá-lo quando ele me abriu, espalhando-me amplamente. Doeu muito. Eu não queria que ele soubesse, mas era inevitável desde que ele já estava esperando por isso. E então ele foi devagar, me perguntando se eu estava bem mais umas dez vezes até que finalmente bati em seu peito e pedi para ele se mexer. Eu me encolhi com a dor inicial, mas eu estava tão molhada e nós dois estávamos tão quentes e suados que foi o suficiente para nós definirmos um ritmo, nossos corpos deslizando um contra o outro. Foi estranho no começo porque nós dois não sabíamos exatamente o que estávamos fazendo, mas era lindo e amoroso e eu sabia que tinha tomado a decisão certa de não esperar.
Ron beijou minhas bochechas e olhos e boca rapidamente e sem concentração enquanto se movia mais rápido e mais forte. Eu agarrei seus ombros e engasguei com cada puxão, gemi com cada beijo e gritei toda vez que ele empurrava para dentro de mim. Descobri que gostava muito quando ele se esforçava tanto, metendo com força que a cama começou a bater na parede em rápida sucessão, apenas nos estimulando ainda mais.
Ron estava ofegante e grunhindo tão alto, e quando finalmente senti algo estourar dentro de mim, soube que era ele e gritei quando senti meu próprio orgasmo me atingir como uma tonelada de tijolos. Nunca antes senti algo assim em minha vida, nem mesmo quando tentei saciar os hormônios que insistiam em fazer da minha vida um inferno. Mas agora esses mesmos hormônios estavam soltos e eu senti algo que eu imediatamente soube no primeiro ataque do meu centro para o meu peito iria mudar minha vida para sempre.
Rony caiu em cima de mim, exausto e engolindo em seco, e eu dei as boas-vindas ao peso de seu corpo alto e magro em cima do meu, ainda dentro de mim. Então ele rolou de costas e eu o segui, curvando-me para o lado porque eu não suportava perder contato com a pele depois do que acabamos de compartilhar.
— Inferno sangrento, isso foi fantástico.— Ron engoliu em seco por mais fôlego e riu. Ele passou a mão pelo cabelo suado e depois acariciou meu braço que estava em seu peito. Eu apertei seu ombro e ri baixinho, acenando com a cabeça.
—Sim, foi. — Eu disse e beijei o lado de seu peito, saboreando o salgado de seu suor. Ele passou o outro braço pelas minhas costas e tirou meu cabelo do meu rosto e pescoço. — É isso aí, não é? Estamos juntos agora.
— Eu acho que sim, sim.— Disse ele. — A menos que você estivesse apenas me usando para sexo.— Rony falou brincalhão.
— E se eu estivesse?
— Não, você não está. — Disse ele com um bocejo e balançou a cabeça.
— Eu gostaria? — Eu perguntei, tentando parecer indiferente porque eu sabia que estávamos apenas brincando, mas uma parte de mim ainda estava um pouco preocupada porque éramos adolescente e essas coisas acontecem, não é?
— Você está de brincadeira? — Você arrancaria meus testiculos se eu te tratasse desse jeito. Pelo menos Harry arrancaria... E mamãe e papai...
— Tudo bem, eu entendi. — Eu disse e o abracei mais apertado, sorrindo contra o seu pescoço.
Depois de mais alguns minutos abraçada a ele, limpei-me com sua varinha e recolhi nossas roupas do chão para que pudéssemos nos vestir. O fato de que eu estava mesmo exausta para dormir com ele sem nos preocuparmos que alguém pudesse aparecer enquanto nós dois estávamos deitados, pensando em como explicar por que ele demorou tanto para responder à porta trancada e silenciosa. Mas eu ainda me recusei a sair ou deixá-lo dormir no chão, então nós deslizamos sob sua colcha e Ron me segurou por trás, sua mão na minha e seu joelho entre as minhas pernas. E assim nós finalmente dormimos.
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