After Midnight

9 Capítulo 9


Notas iniciais
Então, eu sei que demorei pra postar esse outro capítulo, mas é que eu tinha desanimado da fanfic mas resolvi continuar... Pois então espero de coração que vocês gostem Boa leitura ♥

Lá pras 5:40 da manha eu acordei como fazia todo dia, amamentei a Lexie e fui pra minha cama que Cristina dividia comigo, ela estava aparentemente dormindo mas tinha um sono muito leve então tomei cuidado pra não acorda-la. Entrei e me deitei e ela se virou pra mim com os olhos entreabertos
–foi mal... –cochichei mas ela não voltou a dormir, se virou completamente pro meu lado e se sentou na cama apoiando as costas na parede
–oque foi? –perguntei fazendo a mesma coisa
–preciso te contar uma coisa –e eu fiquei calada esperando ela continuar e assim ela fez –tem um cara –e olhou pra mim como se estivesse pedindo aprovação
–uhh tem um cara?
–éh, tem um cara...
–e deixa eu adivinhar, ele é cirurgião?
–como sabe?
–cristina nós basicamente só conhecemos pessoas do trabalho –falei meio brincando
–verdade... –ela deu uma risada –ele é um residente
–até que enfim namorando alguém abaixo de você
–pior que é verdade... nunca tinha reparado isso –disse ela me olhando com uma expressão de descoberta -é errado namorar um residente? –ela me olhou com uma cara de duvida e eu ri
–não... você é a dona do hospital, lembra? Você faz as regras e outra, o Derek dormia com uma residente, eles se casaram e tiveram três filhos
–não quero casar, me casei duas vezes. Na primeira ele fugiu, e na segunda além da rixa por causa de filho eu ainda tive me mudar porque o meu ex-noivo tinha me dado um hospital. Isso com certeza quer dizer alguma coisa
–ah por falar no Owen ele ta namorando a Amy
–quem?
–Amélia -falei olhando pra ela e ela me olhou com uma expressão confusa -irmã do Derek
–ah... mentira? ? –a expressão dela estava muito engraçada. Eu ri
–não, estão se pegando a uns meses já
–fico feliz por ele. Comigo ele nunca ia ser totalmente feliz, tem pessoas que nascem pra ser pais e o Owen é uma dessas pessoas –disse ela sorrindo levemente
***
–mãe... acorda! –ouvi um leve zumbido e alguém me mexendo. Me virei na cama e vi a Zola e o Bailey em pé do meu lado
–que foi Zozô?
–mamãe agente ta com fome –disse a menina. Olhei no relógio e eram 8:40. Me sentei na cama e dei uma despertada, não vi a Cristina do meu lado. Me levantei e fui pra cozinha com meus filhos. Maggie estava segurando segurando uma xícara de café e olhando o jornal, Alex estava sentado comendo cereal e Cristina estava estudando e foi ai que me lembrei que hoje seria a cirurgia da minha caçula
–Maggie você não deu comida pros meus filhos não? –perguntei pegando a caixa de cereal e o leite na geladeira
–eles estavam dormindo, deduzi que tinham comido
–Eles não jantaram ontem mas devem ter comido coisas no parque -falei olhando pro Alex e colocando o cereal nas tigelas
–na verdade não... sou pediatra, não gosto de dar porcarias pras crianças –disse Alex
–resumindo, os dois não comeram mais nada além do almoço de ontem... –me abaixei e abracei os dois –desculpa a mamãe ta? amo vocês –dei um beijo na bochecha dos dois e levantei, voltei ao cereal
–Mer não consegue nem cuidar de um peixe, não sei como esses três estão vivos ainda –disse Alex mas dava pra perceber que ele estava debochando
–ela é uma péssima mãe –disse Maggie entrando no deboche do Alex
–vocês são horríveis, sabiam? –falei quase rindo me abaixando e colocando duas tigelas com cereais na mesinha de criança que tinha encostada na parede da cozinha. Os dois começaram a comer e eu me levantei, fui até a Cristina, ela estava vidrada olhando um estudo a fundo de cardiomiopatia. Coloquei a mão no ombro dela e com a outra eu fechei o livro e ela olhou pra mim –vai dar tudo certo –dei um sorriso leve e ela respondeu da mesma forma

***
Chegamos no hospital e eu deixei a Zola e o Bailey na creche mas eu disse que não ia demorar como fazia todos os dias. Era a cirurgia da irmã deles, eu sei que eles são pequenos mas não são burros, lógico que não vou coloca-los pra assistir a cirurgia nem nada mas queria eles perto de mim. Deixei o carrinho da Lexie na creche, só peguei a bolsa dela porque ficava o aparelho do DAV e fui pra sala da Cristina com ela no colo. Quando cheguei lá ela estava sentada na cadeira que mais parecia uma poltrona passando mais uma vez o plano da cirurgia com a Maggie, suponho eu que o Alex também estaria lá dentro ajudando, já que ele é da parte pediátrica. Deixie a Lexie em um pequeno colchão na que tinha no canto da sala. Abri a porta de um armário e peguei meu uniforme. Os três estavam tao concentrados que eu comecei a trocar de roupa ali mesmo. Tirei minha blusa e coloquei a do uniforme e quando estava trocando a calça perguntei
–que horas é a cirurgia?- e os três olharam pra mim. Terminei com o uniforme e coloquei o jaleco branco por cima e o estetoscópio no pescoço. Voltei a pegar a Lexie
–em uma hora –disse Cristina se levantando da cadeira e vindo até nós, ela pegou a Lexie no colo e colocou a bolsa dela pendurada no ombro –ei amorzinho. Você ta bem? –perguntou Cristina indo até a janela com ela no colo. Lexie se mexeu no colo dela e deu uma resmungada –esse treco te atrapalha né?... a titia promete que vai tirar ele de você hoje ta bom querida? –no fim da frase ela deu um beijinho na testa de Lexie. Cristina não queria filhos mas é muito carinhosa com meus três, eu amo a Cristina que tem por baixo daquela casca dura dela. Eu não imagino a pressão que ela deve estar sentindo, se eu estivesse no lugar dela não seria corajosa o suficiente pra fazer essa cirurgia. Um tempo depois saímos da sala e fomos até a área pediatrica onde tinha umas pessoas.
–chamei nossa melhor equipe. Quatro enfermeiras pro pré e pós operatório, dois anestesistas caso um morra na cirurgia. Nada pessoal –disse ela olhando pros dois e eu dei uma risadinha –e minhas três melhores instrumentadoras
–obrigada gente... –falei sorrindo pras pessoas que a Cristina acabou de apresentar. Maggie deu uma leve cutucada no ombro de Cristina e ela virou pra mim
–ta na hora de preparar a Lexie pra cirurgia –eu balancei a cabeça concordando e olhei pra minha pequena bebezinha no meu colo. Não imagino minha vida sem ela, do mesmo jeito que não imagino sem a Zola e o Bailey. Eles são minha vida. Dei um beijinho na testa dela e sussurrei “vai dar tudo certo, a mamãe esta com você”. A entreguei para a enfermeira juntamente com a bolsa dela, a enfermeira sorriu e disse que tudo ficaria bem e saiu andando com minha bebe no colo.
–vamos nos preparar? –sugeriu Alex quebrando o clima melancólico. Nós quatro chegamos na sala de preparação. Eu tirei o jaleco e coloquei em um suporte junto com o estetoscópio e peguei uma mascara
–espera ai, oque acha que ta fazendo? –disse Cristina terminando de arramar a parte de baixo da mascara
–me preparando. porque?
–você não vai entrar na cirurgia
–eu não vou oque?
–Mer é a mesma situação de quando operei o Derek, com você lá eu não vou conseguir
–mas, é a minha filha
–e é a nossa sobrinha –disse ela gesticulando também pra Maggie. Cristina sempre se referiu aos meus filhos como sobrinhos da mesma forma que eles a chamam de tia. –Meredith eu te amo e amo as suas crianças mas não entra lá não ta? por favor. Juro que dessa vez não vai ter atirador nenhum e... –ela olhou pro Alex que já estava de mascara – o Alex vai ser uma companhia melhor do que a Kepner –ela esboçou um sorriso. O Alex tirou a mascara e veio até eu
–vou ficar aqui com você –disse ele passando o braço pelo meu pescoço
–eu e sua irmãzinha aqui faremos o nosso melhor –disse Cristina
–vem aqui... –falei chamando os três pra mais perto e os abracei.
Minutos depois elas já haviam se lavado e estavam prontas pra entrar. O Alex não estava ali, ele disse que ia buscar uma coisa e já voltava. Dei uma ultima olhada na Lexie que estava deitada com um tubo saindo da boca
–quer que agente espere o Alex voltar? –perguntou Cristina
–não, não precisa não
–vai ficar tudo bem... ela é forte como a mãe –disse Maggie, não dava pra ver a expressão dela pelo fato de estar com mascara. Cristina olhou pra mim e depois entrou seguida pela Maggie. Não demorou muito e o Alex chegou com o Bailey no colo e de mão dada com a Zozô. Eu sorri ao vê-los. Eu os abracei e os dois falaram que ma amavam e que a Lexie ia ficar bem. Olhei pro Alex desconfiando que aquelas palavras não tenham sido totalmente dos meus filhos
–você precisa de apoio... eu talvez tenha dito pra eles falarem isso –admitiu Alex e eu dei uma risadinha
***
(Cristina)
Eu e Maggie entramos na sala de cirurgia, os enfermeiros colocaram luvas e o capote em nós duas e a primeira coisa que eu disse foi “é um belo dia para se salvar vidas” eu ja ouvi o Derek dizer aquela frase um milhão de vezes, eu tinha que admitir que era bem encorajadora e eu acho que ele acreditava que de algum jeito dava um tipo de sorte e naquele momento eu nao podia desperdiçar nenhuma fonte de sucesso. Me posicionei do lado direito da mesa e Maggie do lado esquerdo
–bisturi lamina 11 por favor –pedi estendendo a mao, me deram e eu fiz a primeira incisao. Minutos depois eu estava olhando o pequeno coração batendo ali na mesa, estava acelerado, mas coração de bebe era assim mesmo. A parede muscular do miocardio estava bem danificada, com no minimo 60% inflamada
–ta pior do que oque a gente imaginou –disse Maggie
–vamos seguir o mesmo plano de cirurgia –eu estava com medo, muito medo. Estava bem pior mas eu não podia recuar, falei que faria e vou cumprir –pinça hemostática –pedi estendendo a mão e a instrumentadora me deu. Maggie também pediu uma e cautelosamente começamos o processo, com a ponta da pinça eu comecei a retirar uma parte da primeira camada da inflamação. Minhas mãos não estavam tremulas mas o resto do meu corpo todinho estava. Retirei uma parte e coloquei uma bandeja e a Maggie começou a tirar a próxima
–devagar e sempre... –dizia Maggie enquanto começava a retirar uma das outras partes, tinha apenas uma camada que ficava bem colada a parede do miocárdio, por isso essa cautela toda. Maggie conseguiu retirar e a colocou na bandeja junto com a outra. Eram partes pequenas. Maggie pinçou a ponta da outra parte, era a penúltima. Essa estava mais colada, mas saiu sem muita dificuldade. E por fim a ultima, eu nem estava acreditando. Pincei e fui tirando da mesma forma que fiz com a primeira. Tudo ia bem mas quando estava no final tinha uma pontinha que estava grudada na parede do miocárdio e eu não consegui ver antes, e aconteceu de fazer uma pequena laceração quase minuscula na parede muscular mas mesmo assim começou a sangrar e o coração começou com taquicardia
–doutora –começou a falar o anestesista porem eu interrompi
–eu já vi... –puxei a ultima parte abrindo um corte um pouco maior -sutura ou enxerto? –perguntei pra mim mesma
–ela não tem tempo para um enxerto... –disse Maggie
–Prolene 4.0 –pedi e comecei a suturar mas o coração da Lexie parou. Tínhamos que começar a massagem cardíaca agora mesmo mas eu ainda estava suturando, ia demorar no máximo um minuto
–preciso começar a massagem cardíaca –informou Maggie –injeta 1 de atropina e o mesmo de adrenalina
–mais uns segundos... –insisti continuando a sutura
–ela não tem uns segundos –disse Maggie alterando o tom de voz – Dra. Yang!! –eu fiquei em silencio –Cristina!!
–terminei –falei desencostando a mão do coração da bebe e Maggie assumiu a massagem cardíaca –desfibrilador! –pedi
–a sutura vai aguentar o desfibrilador? –perguntou ela enquanto massageava o coração
–vamos descobrir agora... –me deram o aparelho e eu coloquei as duas paletas nas extremidades do coração –carrega 5
–carregado doutora... –informou a enfermeira
–afasta! –falei e Maggie parou a massagem e foi feita a primeira descarga elétrica mas nada do coração voltar –carrega em 7 –o aparelho carregou e mais uma vez pedi que se afastassem e dei mais uma descarga elétrica. Olhei pro aparelho e nada do coração voltar, quando pedi pra carregarem mais uma vez eu ouvi os batimentos no aparelho
–ritmo sinusal –disse o anestesista
–ela esta bem... –falei aliviada devolvendo as paletas do desfibrilador. Maggie sorriu aliviada. Eu estava sentindo uma alegria tao grande que eu nem sabia como descrever. Meu Deus a cirurgia deu certo, a Lexie não vai mais precisar do aparelho. Foi um sucesso. Eu e Maggie fechamos o tórax da pequena e falamos pras enfermeiras levarem ela pro pós operatório. Nos afastamos da mesa tirando mascara, luvas e o capote. Eu e Maggie sorrimos uma pra outra e saímos da sala. Mer estava sentada no chão do lado do Alex, Bailey estava dormindo sentado no meio das pernas da mãe e com a cabeça apoiada no abdômen dela. Já Zola estava acordada brincando de adoleta com o Alex. Por mais rápido que tenha parecido ser a cirurgia levou umas três horas. Quando eles nos viu logo levantaram porem Mer com mais cuidado colocando o Bailey deitado no chão, ela enrolou seu jaleco e colocou de baixo da cabeça dele.
***

(Meredith)
Eu estava extremamente apreensiva, não sei oque vou ouvir das duas. Minha pequena tem que estar bem. As duas estavam sérias. E foi ali que o medo me tomou por completa. Não sei oque faria sem minha caçulinha. Maggie e Cristina se olharam por um instante e logo depois pra gente de novo. Eu não conseguia falar nada
–eai, como foi? –perguntou o Alex afoito
–a Lexie esta bem!! –disse Cristina por fim. Eu a abracei derramando algumas lagrimas, agradeci a ela e logo depois abracei a Maggie a agradecendo grandemente. Minha filha estava bem

*** (2 ANOS DEPOIS)

–Zola, acorda... –falei mexendo ela na cama –Zola...
–oque? –perguntou ela abrindo um olho
–escola filha –falei e ela se virou pro canto mas em seguida se levantou. Fui até a outra cama que ficava do lado oposto do quarto –Bailey... Bailey, amor! Acorda –ele se mexeu na cama –acorda pra você ir pra escola –falei e ele logo abriu os olhos.Era o primeiro dia de aula dele e ele estava muito ansioso–os dois pro banho enquanto eu preparo o café da manha de vocês –falei e desci. Fui pra cozinha e fiz umas panquecas com calda de caramelo em cima. Não era sempre que eu fazia algo assim, mas hoje acordei de bom humor. Subi e o Bailey estava terminando de colocar o uniforme porem ele estava todo desarrumado e Zola estava mexendo nos materiais dela. Fui até o Bailey e ajeitei a gola da camisa dele, peguei um pente em cima do armário do quarto e penteei os cabelos lisos e loiros dele. Peguei os tênis e coloquei nele. Fui em direção a Zola pra arrumar ela, penteei seus cabelos encaracolados e escuros. Deixei ele solto e fiz cachos
–vamos! Os dois pra baixo... –falei e olhei pra eles. Bailey colocou sua pequena mochila com desenhos de dinossauros nas costas e Zola veio puxando a sua já que era de rodinhas. Chegamos na cozinha e Alex e Cristina estavam lá
–Que lindos!! Meus bebes indo pra escola –disse Cristina –olha que gata... –disse ela pegando a mão da Zola e fazendo ela girar
–Bailey vai fazer sucesso com as gatinhas. Não é garanhão? –disse Alex esticando a mão fechada em direção ao garotinho e ele fez o mesmo. Eu ri pegando o prato com panquecas e colocando na mesa, Bailey e Zola se sentaram e comeram
–vou mais cedo pro hospital hoje...Tenho uma cirurgia em meia hora –disse Alex saindo da cozinha
–vê se não vai matar ninguém na cirurgia eim –gritou Cristina
–pode deixar –gritou Alex de volta
–vou deixar as crianças na escola e vou pro hospital –falei
–então vou pegar carona com você, já que meu carro esta na oficina e... –a interrompi
–espera ai... –falei e depois deixando um silencio, ouvi bem de leve um choro –já venho –subi e entrei no quarto ja dando de cara com a Lexie chorando em pé segurando nas grades do berço –ei gostosa de mãe! –falei pegando ela e a pequena parou de chorar. Desci com ela no colo –olha quem acordou...-
–Lexie! –disse Cristina passando por mim e pegando ela no colo e indo pra sala. Bailey e Zola já tinham acabado de comer
–Bora pro carro que eu já vou... –as crianças saíram da cozinha correndo, estavam animadas. Subi e peguei minha bolsa e a bolsa da Lexie, desci e Cristina estava colocando as crianças pra dentro do carro ainda com a bebe no colo. Passei por ela e peguei a Lexie, dei a volta no carro e a coloquei presa na cadeirinha. Cristina fechou a outra porta e entramos, ela no carona e eu no motorista.
–meu Deus eu tenho muitos filhos... –falei encostando a cabeça no volante brincando
–por isso eu e Alex estamos aqui. Agora liga esse carro e acelera porque não quero chegar atrasada no meu proprio hospital –leguei o carro e em minutos estávamos seguindo pelas ruas que estavam sem transito. Levou mais uns 5 minutos e chegamos na porta da escola e Bailey ja se animou pra sair do carro.
–Deem um beijo na sua irma e a tia de vocês –os dois deram um beijinho no rosto da Lexie e sairam, deram um beijo na Cristina e passara pro outro lado do carro parando em frente a janela do banco do motorista.
–Zola, nao vou ter tempo de entrar com vocês, pois então mostra a escola pro seu irmão pra ele não ficar perdido, ah e... –falei deixando a frase morrer enquanto eu pegava minha bolsa. Tirei 10 dólares e entreguei a Zola –compra alguma coisa pro Bailey também
–ta bom mãe... –disse Zola
–tchal amores –falei dando um beijo na bochecha dos dois –as 15:00 eu venho buscar. Amos vocês!! –falei enquanto os dois estavam se distanciando do carro e entrando na escola –pronto! Agora, hospital!! –falei acelerando o carro. Cristina estava observando os pais chegando com as crianças e as deixando na escola quando disse afoitamente
–esperai, para o carro –e eu freei bruscamente, a sorte é que só tinha o meu carro na pista
–oque foi? Parece que viu um fantasma –perguntei sem entender
–e acho que vi mesmo... aquela ali não é a Izzie? –disse ela apontando. Eu olhei imediatamente pro lado e vi uma mulher loira entregando um garotinho que parecia ter a idade do Bailey. Ela parecia muito mas estava de costas. Quando ela se virou é que tive certeza
–meu Deus... Izzie!

Notas finais
Gostaram? Então, as pessoas que estão querendo me matar por causa dessa coisa da Izzie não me matem kkkkk Ela não vai ficar na historia por muito tempo kkkk Ah essa cirurgia ai que a Cristina e a Maggie fizeram, não existe kkkk. Só pra constar, eu a inventei kkkk até pq não sou formada em medicina nem nada, mas pretendo kkkk Obrigado por lerem