After Everything - Part 2
6 " Stay away from me"
Notas iniciais
—Sam? Hey, Sam.
O Winchester escutou seu nome sendo chamado e abriu os olhos lentamente, sentindo uma leve ardencia nas orbitas ate elas se acostumarem com a luz do local.
Assim que Sam percebeu onde estava, seus olhos captaram Lúcifer, que estava parado ao lado da banheira, já de pe.
O arcanjo tinha deixado Sam dormir por um tempo. Lucifer tinha segurado a mão de Sam ate o caçador cair no sono, e logo depois a soltou. Tinha começado a sentir impulsos violentos e percebeu que era seu proprio consciente reagindo a presença de Sam.
Lúcifer não tinha perdoado Sam. Ele queria, descobriu que queria perdoar o Winchester nessa mesma tarde, porem o ato que o garoto fez, foi praticamente imperdoável. Lúcifer sentia que não estava pronto ainda. Ele queria, queria mais que tudo perdoar o garoto, mas simplesmente não conseguia.
—Vamos, a água já esfriou.- Disse Lúcifer da maneira menos grossa que conseguiu. Realmente, seus instintos o estavam prejudicando.
Sam concordou, ainda um pouco atordoado com o sono. Levantou-se sem jeito da banheira e sentiu frio imediato ao sair de dentro da água, pois afinal, ainda estava so de cueca.
Lúcifer observou o garoto se levantar e por um momento paralisou, observando o corpo de Sam, com gotículas de agua escorrendo por todos seus músculos, delineando-os...
—Ah, merda – Sussurou Lúcifer, desviando o olhar e estalando os dedos, fazendo o Winchester ficar completamente seco.
—Ahn, obrigado...- Agradeceu o caçador completamente envergonhado.
Sam levantou a perna, afim de sair da banheira, porém teve um pequeno desequilíbrio. Essa doença já estava irritando o Winchester ao maximo.
Lúcifer esticou o braço, com o intuito de ajudar o garoto, porém Sam recusou, apoiando a mão na borda da banheira e saindo dela, tentando esconder de Lúcifer a tontura que o rodeava.
O arcanjo revirou os olhos observando o caçador tentando sair da banheira e depois andar ate a cama sozinho. Ele claramente estava tonto e iria cair a qualquer momento.
—Você pretende ir se arrastando ate a cama? – Perguntou Lúcifer com sua típica ironia e um pouco de irritação.
—Eu consigo andar até a cama. – Disse Sam entredentes, cansado de ter que receber ajuda até para andar.
—Ok, do chão você não passa. -Disse o loiro fingindo desinteresse, porém andando na cola do mais novo.
Assim que o caçador estava a alguns metros da cama, sua perna esquerda falhou e antes que ele pudesse cair do chão, os braços do arcanjo o envolveram e o ajudaram a permanecer em pe.
Sam sentiu os braços do loiro segurando sua cintura e passando um seu próprio braco esquerdo por cima de seu pescoço angelical. O coração do Winchester perdeu uma batida e ele inspirou profundamente, sentindo o cheiro habitual de menta com hortelã. O cheiro que Sam tanto sentiu falta.
Ao chegar perto da cama, o arcanjo depositou Sam com cuidado forçado- pois seu interior gritava para jogar o caçador com força na cama-.
Lúcifer percebeu que ele tinha que sair de perto de Sam. Agora.
—Bom, daqui a pouco Meg e Ruby vão vir com seu almoço. -Disse Lúcifer apressado, se embolando com as palavras e se afastando da cama em passos lentos.
—Você vai embora? -Perguntou Sam com o semblante triste.
—Embora do Bunker? Não. Do quarto? Sim. – Respondeu Lúcifer, sem encarar Sam.
O Winchester pareceu aliviado, mas ainda sim estava com o semblante triste.
—Você não poderia fic...
Antes que Sam completasse a frase, Lúcifer o interrompeu.
—Não. Não posso. -Disse o arcanjo de uma forma mais brusca do que planejava. Tudo em seu interior gritava para ele berrar com Sam, bater nele, feri-lo do mesmo jeito que o Winchester o feriu.
Lúcifer segurou na maçaneta com força, tentando enterrar esses impulsos.
Sam se encolheu na cama e mordeu o lábio inferior, uma tentativa de segurar as lágrimas que queriam começar a brotar em seus olhos.
—Tenho certeza que Hayley amará ficar aqui com você. – Disse Lúcifer friamente, logo em seguida arregalando os olhos e se perguntando o porquê de ter feito isso. Seus instintos estavam a flor da pele e ele precisava aprender a controla-los antes que fizesse alguma coisa de que se arrependeria.
—Eu...- Sam tomou fôlego e olhou para Lúcifer com os olhos marejados. – Não é a ela que eu amo.
Lúcifer retorceu a boca e tentou, por deus ele tentou apenas sair do quarto, porém não conseguiu controlar a si mesmo quando retrucou:
—Deveria ter pensado em quem você amava antes de ter transado com ela.
Sam se levantou cambaleante da cama, andando com dificuldade ate parar a alguns metros de Lúcifer.
O loiro fechou os olhos brevemente. Sam não sabia que a vontade do arcanjo era sair correndo. Ou quebrar o pescoço do Winchester.
Lucifer sacudiu a cabeça, afastando esses pensamentos e impulsos por hora, e abriu os olhos, encarando o outro. Que estava perto. Perto demais.
Lucifer se afastou um passo, batendo com as costas contra a porta e percebeu que o Winchester o encarava com lágrimas nos olhos.
—Eu... Eu estraguei tudo? – Perguntou Sam em um fiapo de voz, como se tivesse medo da resposta.
Lúcifer levantou os olhos e encarou os olhos verdes lagrimejantes do garoto. O arcanjo queria dizer que não. Pois se afirmasse que o Winchester tinha arruinado tudo, então seria o mesmo que dizer que não o amava mais.
E por Deus, como Lucifer o amava. Porém ele não poderia ficar com o caçador se não confiasse nele. Poderiam dizer que ele estava fazendo “ceninha”, porém Sam o colocou na jaula. Sem seu consentimento. Isso não era algo que pudesse ser perdoado facilmente.
E ainda mais agora, que os instintos de Lúcifer estavam a flor da pele. E seus instintos o diziam para matar, torturar ou fazer qualquer coisa que fosse ruim para Sam. E era muito dificil resistir, por mais que o arcanjo não quisesse machucar o garoto. Não realmente.
Sam estava encarando o arcanjo, já haviam se passado alguns segundos depois de sua pergunta, e a única coisa que o loiro fazia era encara-lo fixamente.
Sam viu isso como uma deixa. Segurou as mãos de Lucifer contra as suas. Ele poderia, na verdade, ele deveria estar com medo do arcanjo, porém a confiança que ele tinha no loiro era cega. Ele nunca o machucaria. Não é?
Lucifer sentiu suas mãos sendo pegas suavemente pelas do Winchester, e então seus olhos azuis se arregalaram. Seu único pensamento consciente foi:”NÃO”.
Então ele só conseguiu assistir enquanto ele mesmo virava as mãos e segurava os pulsos de Sam com força. Era como um filme. Ele apenas via a imagem por seus olhos, porém não podia fazer nada para intervir.
O arcanjo viu quando o moreno arregalou os olhos e olhou para seus próprios pulsos,vendo ambas as mãos de Lúcifer o segurarem com força, comprimindo seus ossos.
—Lúcifer! – Exclamou Sam olhando para ele. O arcanjo escutou a voz do caçador, mas era como se ela estivesse vindo de muito longe. Finalmente o Winchester soltou um gemido alto de dor, quase como um choro, e gemeu o nome do arcanjo, dessa vez mais baixo e com mais dor.
E isso foi como um estalo na mente do loiro. A voz do menino veio alta e clara em sua mente, e então o loiro percebeu que podia controlar seus movimentos novamente, e no mesmo segundo largou os pulsos do caçador, jogando o humano para longe de si, enquanto o ser celestial se grudava a porta, encarando os braços de Sam com os olhos arregalados e com a respiração acelerada.
Quando Sam sentiu a dor excrucitante de ter seus ossos praticamente quebrados com um aperto se esvair, ele rapidamente foi jogado para trás, se desequilibrando e encarando os pulsos que estavam altamente inchados e vermelhos.
Em seguida seu olhar seguiu para o arcanjo em si, que estava escorado a porta, claramente assustado com sua própria atitude. Sam impulsivamente chamou o nome do loiro.
—Lúcifer? – Disse o garoto quase em um sussurro.
Assim que escutou seu nome ser proferido, o arcanjo levantou os olhos dos pulsos de Sam, para os olhos do caçador, que o encarava com duvida, ansiedade e outra coisa que o loiro não conseguiu distinguir.
Sem pensar muito, Lúcifer deu um passo para frente, na direção do caçador. Ele não saberia ao certo dizer oque pretendia fazer, porém no segundo que seus pés avançaram para frente, Sam cambaleou para tras.
Então Lúcifer parou. Agora ele conseguia distinguir oque mais havia preso no olhar do outro. Medo.
Ele o encarava do mesmo jeito que antes, na jaula. E isso foi a pior coisa que Lúcifer poderia ter ganhado naquele dia. Ele conseguira machucar seu garoto, e ainda fazer ele ter medo de si.
No mesmo momento, o arcanjo estalou os dedos e os pulsos de Sam estavam curados. Então um pedido de desculpas sussurrado pela parte do loiro foi dito e este recuou mais uma vez,para finalmente sair ddo quarto.
—Não! Espere! – Sam percebeu a burrada que tinha feito. Por que diabos ele recuou? Ele não tinha medo do outro. Não realmente, foi apenas um reflexo do momento.
—Fique onde esta. – Disse o arcanjo, conseguindo achar alguma voz. – Não é seguro você perto de mim... Apenas... Fique ai.
Essas palavras congelaram o moreno no lugar. Como assim “Não era seguro?”
Antes que pudesse perguntar isso, ou fazer alguma coisa, o loiro já tinha saído pela porta e Sam se encontrou sozinho no quarto.
Ruby olhou em volta. É... ela tinha feito uma bela sujeira. Os corpos estavam jogados no sofá, porém o sangue deles escorria por suas gargantas e manchava todo chão.
A morena mordeu o lábio e suspirou, olhando para suas próprias mãos, qie estavam manchadas de sangue, e uma delas segurava a faca que tinha matado a mulher e seu filho de dezoito anos.
Ruby largou a faca e caiu de joelhos no chão. Ela não era assim. Não mais. Isso não podia estar acontecendo. Não agora que ela estava finalmente feliz.
Isso começou depois da batalha contra Amara. Era algum tipo de necessidade, ela não sabia ao certo, porem com o passar do tempo foi piorando, e algumas vezes ia embora. Em alguns momentos, como quando ela estava com Gabriel e Meg.
Pensar nos dois a fez se sentir mal. Mais mal que já estava se sentindo. Era errado esconder isso deles, e talvez Gabriel pudesse saber de algo para ajuda-la.
E o fato de seu subconsciente insistir em não contar, apenas fazia o medo de Ruby aumentar. O medo de que ela de fato não quisesse parar.
—Ok, relaxe. – Disse a demônio para si mesma, tentando se controlar. No mesmo momento ela se levantou do chão e puxou os dois corpos do sofá, colocando-os em ambos seus ombros e levando-os para o jardim que existia atrás da casa.
Depois de apenas 15 minutos, Ruby cavou um buraco grande o suficiente para os dois caberem e fundo o suficiente para que ninguém achasse os corpos por acidente.
Após enterrar os corpos e limpar a sala de qualquer provas que pudessem sair nos jornais e chamar a atenção dos Winchesters, Ruby subiu as escadas da casa à procura de alguma roupa da mulher que pudesse servir para trocar a que ela estava usando.
A casa era grande, provavelmente suas vitimas eram ricas. Piso de madeira brilhante e paredes brancas era só oque se via da casa. Após quase derrubar uma moldura, Ruby finalmente achou o quarto da mulher.
Por fim a morena optou por uma blusa de couro tomara que caia preta e uma calça jeans rasgada, usou também uma bota de salto preta que encontrou no quarto.
No momento que estava prestes a sair da casa, o telefone da casa começou a tocar, coisa que fez a mulher pular de medo.
Ruby olhou para o aparelho por alguns instantes e logo depois que ele parou de tocar, uma mensagem se iniciou, a pessoa tinha deixado uma mensagem.
—Hey amor, desculpe atrapalhar, sei que a essa hora você deve estar fazendo o almoço, so queria dizer que consegui a permissão para sair do trabalho mais cedo e nós vamos poder sair para celebrar sua nova gravidez! Avise ao Mike para se arrumar para celebrar seu irmãozinho ou irmãzinha chegando! Beijos, eu amo você.
No momento que a mensagem acabou, Ruby soltou um soluço e colocou a mão em seu abdômen e a outra em seu coração.
Era a primeira maldita vez que sentia isso: Remorso. E por Deus, era horrivel.
Ela tinha acabado de matar uma mulher gravida. E quando seu marido chegasse e não encontrasse-a? E seu outro filho?
A dor do remorso era forte. Agora que ela tinha sentimentos, ela poderia ser capaz de sentir amor, porém não vinha só isso. O pacote era completo, e dentro dele também havia o remorso; a culpa.
E aquilo era pior do que ela poderia sequer imaginar. A morena fechou os olhos com força e no segundo seguinte ela estava em seu quarto no Bunker.
Olhou em volta e percebeu que Gabriel estava de costas para ela, prestes a sair do quarto, aparentemente não havia notado sua chegada.
—Ga... Gabriel... – Chamou Ruby em meio a um soluço.
No mesmo segundo, Gabriel virou-se para a voz que o chamava e viu a morena parada a alguns metros dele, com os ombros sacudindo por conta dos soluços e os olhos lacrimejando. O arcanjo viu a dor nos olhos dela e assim que percebeu isso, seu coração se comprimiu.
No mesmo segundo Ruby correu para o arcanjo, se jogando nos braços desajeitadamente estendidos dele. A morena agarrou a gola do casaco do mais alto e o arcanjo envolveu-a com seus braços, dando um aperto forte nela.
—...Meg? – Perguntou Gabriel com a voz fraca. Para Ruby estar daquele jeito, algo muito ruim deveria ter acontecido e Gabriel não conseguia nem ao menos pensar na possibilidade de Meg ter...
—Não... -Disse Ruby rapidamente, afastando apenas o rosto do peito do outro para poder encara-lo. – Gabe sou eu. E-Eu estou perdendo o controle.
—Adam pelo amor de meu pai nós temos que chegar no Bunker um dia antes dele ou vamos arruinar a festa surpresa e é bem provável que Kristy mate a gente.
—Ok apressado, mas são apenas onze horas da manhã, quem vai te matar aqui sou eu por ter me acordado a essa hora.
Michael riu, agarrando a cintura do garoto que estava sem camisa e trazendo-o para mais perto.
—Se você tivesse isso dormir mais cedo... – Sugeriu Michael dando um selinho no mais novo, que agora ostentava uma expressão indignada.
—Seu canalha. Você que quis três rodadas seguidas ontem, e depois eu ainda tive que dormir com dor.
Michael soltou uma gargalhada e beijou a testa do Winchester que tentava em vão se livrar dele.
—Eu ofereci ajuda, poderia te-lo curado ontem.
Adam levantou as sobrancelhas e encarou o mais velho com um olhar divertido.
—Amor, eu já tive que engolir seu leite condensado, pensou mesmo que eu iria engolir meu orgulho também?
—“Leite condensado” – Repetiu Michael rindo, finalmente largando o loiro para este vestir sua camiseta. – Cada dia me surpreende mais, Adam.
O loiro deu de ombros, ajeitando o cabelo do moreno, após colocar a blusa.
— É um de meus muitos talentos.
—Esta pronto? – Perguntou Michael mudando de assunto.
—Aham. – Confirmou Adam olhando em volta. – Vou sentir falta de Paris.
— Você disse a mesma coisa sobre Roma, Canada e França.
—Oque dizer? Sou sentimental. – Disse o loiro rindo e segurando a mão de Michael, entrelaçando seus dedos com os de Michael. – Vamos.
No outro segundo, o casal apareceu na sala do Bunker, onde uma morena de cabelos encaracolados já os esperava.
— Da próxima vez que me fizerem esperar, eu vou puxa-los pelos testículos de Paris ate aqui. – Disse Kristy enfurecida encarando os dois
Adam arregalou os olhos, porém Michael apenas riu e fez algo assemelhado a uma referencia.
—Okay mamãe.
Kristy semicerrou os olhos.
—Namorar deus agora me faz ser a mãe de três arcanjos e uma cambada de anjos irritadiços no ceu?
—Tecnicamente. -Disse Dean entrando na sala junto de Meg e Castiel, todos tinham varias sacolas nas mãos. – Isso te faz mãe do mundo inteiro. 7 bilhões de pessoas.
—Ah, merda. – Resmungou a baixinha. – Eu deveria ter usado camisinha.
Isso causou uma onda de risos por toda a sala, menos pela parte de Castiel, que provavelmente não sabia oque era uma camisinha.
—Onde esta Chuck? – Questionou Dean. – A festa é amanhã e oque ele esta fazendo enquanto isso?
Kristy revirou os olhos.
—Provavelmente em algum hotel de luxo, escrevendo em seu patético blog de gatinhos. Eu mandei ele fazer alguma coisa durante um dia, pois tinha coisas para resolver.
—Michael! – Chamou uma voz na porta da sala, indo em direção a Michael e o abraçando.
—Lúcifer! Como você esta? – Perguntou Michael retribuindo o abraço do irmão mais novo.
—Melhor impossível. – Respondeu o loiro sorrindo. – Winchester. -Lúcifer acenou com a cabeça para Adam e em seguida olhou para Kristy. – Mamãe – Disse o arcanjo com uma voz zombeiteira.
—Eu juro que o próximo que me chamar assim vai voar para Marte. – Disse a morena ao som das risadas de geral.
—Bom, vamos começar isso. – Disse Meg animada. – Vou chamar Gabriel e ver se Ruby já chegou, nós vamos cuidar dos doces e do bolo.
—Eu e Cass podemos fazer os salgados. – Sugeriu Dean.
—Ok. -Concordou Kristy se virando para Michael, Lúcifer e Adam. Antes que começasse a falar, ela se virou para Dean e Castiel novamente e revirou os olhos.
—Oque vocês ainda estão fazendo aqui?
—Ah sim. -Dean puxou Castiel em direção a cozinha.
—Você vem comigo ver o doentinho da casa- Disse Kristy apontando para Adam. -Os dois irmãozinhos... Vocês ficam com a decoração. Vou voltar para ajudar depois. Quero ver a situação da rapunzel primeiro.
Adam concordou e quando Kristy e o loiro começaram a andar, Lúcifer gritou para eles.
— Ah, ele esta...hum... No meu quarto.
Kristy levantou as sobrancelhas e encarou o arcanjo com seus olhos negros.
— Já se acertaram?
—Não. – Disse o arcanjo rapidamente. – Fui obrigado a leva-lo para la.
—Pelo visto vocês definitivamente não se acertaram. Que pena. Eu shippava.
—Shippa... Oque? – Disseram Michael e Lúcifer ao mesmo tempo.
Adam revirou os olhos e puxou Kristy pelo braço.
—Ignore esses dois. Totalmente desatualizados. -E em seguida sussurrou apenas para Kristy. – Eu também shippava.
Ambos já estavam no corredor, Kristy sorriu para o mais novo e disse:
—Então vamos tratar de colocar esses dois juntos novamente.
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