Notas iniciais
Meus amores imensas desculpas devido a minha demora, estou com alguns problemas pessoas e devido a isso estou escrevendo aos poucos... Aqui está meu cronograma das minhas fanfics (que farei o possivel para cumprir): THE BENNET'S - Terças. Afraid To Love - Quartas ou Quintas. LOVE GAME - Sábados. The Love Competition - Sábados e dependendo as vezes nos domingos. Tenham uma ótima leitura e se encontrarem erros por favor me comuniquem.

Já faziam uma semana que voltara para casa, aproveitou cada parte do dia limpando o massacre de seu vampiro, ela faria de tudo para o fazer voltar a realidade, voltar a ser aquele que ela tanto conhecia e precisava. Não, ela não precisava dele para sua proteção, ela precisava dele para os abraços e carícias que sempre gostava de receber quando estavam no otherhell. Estava agora sentada sobre a ilha da cozinha tentando resolver o resto das cruzadas que sempre lhe deixavam com dor de cabeça enquanto comia uma torrada calmamente.

— Não sabia que tinha se mudado para minha casa — falou o vampiro ao adentrar na cozinha.

— Não sabia que você tinha se tornado um chato — falou ao terminar de mastigar a torrada.

— Bom dia!! — o vampiro mais novo falou entrando na cozinha e depois abraçando a morena sob o olhar irritado do mais velho.

— Que bom que nem todos os Salvatore’s são mal educados — sorriu.

— Brigando de novo? — olhou para ambos.

— Claro que não... Não vou perder meu tempo com o ingrato do seu irmão — disse ao soltar da ilha e seguir em direção a porta.

O vampiro mais velho com sua velocidade segurou o corpo frágil da morena contra a porta antes que a mesma saísse.

— O que? Vai me matar por ter dito a verdade? — o fuzilou com o olhar.

— Não acha que anda abusada demais para o seu tamanho? — seu rosto estava próximo ao dela.

— E você não acha que ta velho demais para ficar nessa depressão psicopata por causa de uma mulher? — o desafiou.

— Não provoca Bon-Bon... Você não sabe do que sou capaz — aproximou seus lábios ao ouvido da morena.

— Vou sair daqui antes que comecem a tirar suas roupas e se atacarem... Só não quebrem nada — resmungou Stefan interrompendo-os e logo saiu.

— Você que não sabe do que sou capaz Damon — lançou o vampiro mais velho contra a parede, arrumou sua roupa e abriu a porta — Agora se me permite, vou ao meu encontro — piscou e em seguida sorriu ao ver o vampiro rosnar.

Assim que a viu fechar a porta quebrou qualquer objeto que estivesse mais próximo de si, sentia fúria e raiva pela sua mudança repentina com a volta da pequena bruxa. Se dependesse de si mesmo viveria em uma solidão profunda pela morte de sua amada, viveria contando os dias para vê-la acordar novamente, mas algo no seu mais profundo interior insistia em querer deixar a sua bruxa viva, sentia que não iria conseguir viver sem sua presença, pois apesar de tudo ela o tornava vivo em meio a terrível escuridão que rondava o seu interior que o tornava o monstro da noite.

— Pelo visto essa bruxinha mexe mesmo com você — a loira disse aproximando-se.

— O que você quer Valerie? — disse pegando sua garrafa de bourbon e bebendo grandes goles do líquido.

— Vim aproveitar que ela saiu para realizar suas necessidades — acariciou o corpo másculo do vampiro que a impediu de continuar segurando sua mão com força — Não vai me dizer que essa bruxinha realmente mudou você? Desistiu de desejar sua morte?

— Acho melhor você me deixar em paz... antes que eu faça o mesmo que fiz com o Kai em sua linda cabeça loira.

— Você está tão insuportável depois que ela resolveu voltar... Eu mesma vou acabar com ela, quero que Mystic Falls volte a ser o mesmo de antes — rosnou e logo sentiu o vampiro segurar seu pescoço com força, via em seu olhar a morte.

— Mystic Falls sempre foi assim, você que é uma mal amada que acha que pode deixar tudo do jeito que quer... E se ousar tocar um fio de cabelo da Bonnie eu juro que vou até o inferno te caçar — apertou mais ainda o pescoço da loira — Você não deveria está com minha querida mãe? Desistiu de ser sua herege?

— Não gosto da forma como sua mãe tenta nos liderar... — soltou-se ao fazer um aneurisma na cabeça do vampiro — E não vou te passar nenhuma informação, se é isso que quer... Mas saiba que querendo ou não, sua bruxinha corre perigo — sorriu vitoriosa e em seguida saiu fechando a porta com força.



Longe dali a morena seguia em direção à delegacia, o lugar que sempre costumava frequentar no intuito de saber o que se passava na pequena cidade onde seus ancestrais foram os primeiros a habitar. Algo a incomodava, não sabia o que, mas sentia que algo perigoso iria acontecer.

— Bonnie... achei que não iria mais aparecer — se levantou abraçando-a.

— Eu sempre apareço Matt...

— Para a nossa tristeza — resmungou Mariana enquanto passava pelo os dois.

— Acho que a Miss Coronel Megera está com ciúmes de alguém — brincou.

— E eu acho que você está ficando louca depois que começou a viver na mansão Salvatore.

— Não tinha outro lugar para ficar Matt, você sabe muito bem disso — suspirou — ainda mais que Care resolveu visitar New Orleans logo quando voltei.

— Você acha que poderá rolar algo entre ela e Klaus? — perguntou arrumando seu distintivo.

— Não sei o que esperar dos dois...

— E com quem será o seu encontro hoje?

— Na verdade... será com o mesmo da semana passada — sorriu.

— Não deixe o Damon saber disso, ele pode querer arrancar a cabeça do coitado — gargalhou.

— Damon não tem o direito de se meter na minha vida... Agora deixe-me ir, antes que Malcolm pense que eu o esqueci...

— Então esse é o nome do sortudo?

— Nem pense em investiga-lo — disse fazendo careta.

— Pode deixar que vou pensar no seu caso — riu.

Olhou para o relógio em seu pulso, ao ver que estava atrasada apressou-se imediatamente em direção ao Mystic Grill. De repente ela viu-se em um lugar completamente diferente de segundos atrás, estava em uma floresta banhada pela a escuridão da noite, sendo iluminada somente pela a luz lunar. Olhou ao seu redor sem saber para onde correr ou o que estava acontecendo, ouvia vozes de todos os cantos da floresta não conseguia entender nada o que diziam, só sentia um frio crescer em sua espinha. Alguém de longe chamava seu nome, a voz se tornava cada vez mais próxima.

— Bonnie!! — chamou a voz forte fazendo-a despertar de suas alucinações.

— Han? — sacudiu a cabeça e logo percebeu que estava em frente à porta do Mystic Grill.

— Você está bem?

— S-sim.

— Não parece, fiquei te chamando por bastante tempo — acariciou o rosto da morena — Se quiser eu te levo para sua casa.

— Não! — respirou fundo — Não precisa... Vamos entrar?

Sem contestar seguiu Bonnie até uma das mesas centrais do lugar, era visível que ela estava nervosa, mas não iria perguntar o porquê.

— Não tinha percebido...

— O que?

— O quanto você é linda — sorriu.

— Então estamos quites — retribuiu o sorriso, mas logo o desfez ao ver seu vampiro adentrar no local com sua famosa jaqueta de couro.

— Tem certeza de que está bem? Parece que viu um fantasma.

— Er...

— Bonnie! Não sabia que estava em uma espécie de encontro — sorriu cinicamente — se importam de eu me sentar com vocês?

— Como você disse Damon, estamos em um encontro...

— Não se preocupe, tenho companhia... Que por coincidência acabara de chegar — sorriu de lado.

Bonnie imediatamente olhou na direção da porta vendo uma ruiva com um vestido extremamente curto e seios fartos entrar e em seguida aproxima-se sorridente do Damon depositando em seus lábios um selinho demorado, fazendo a morena revirar os olhos ao ver a cena.

— Essa aqui é a... — fez uma expressão confusa.

— Louise — sorriu fraco e logo sentou-se ao lado da morena ficando de frente para o vampiro.

— Damon... Posso falar com você? Em particular de preferência — falou seriamente e em seguida levantou-se — Já volto Malcolm — selou os lábios do loiro e seguiu com Damon para o lugar mais escondido que encontrara — O que você pensa que está fazendo?

— Eu? Não fiz nada demais... Pior é vice que fica se gabando beijando esse humano estúpido — resmungou.

— Damon, Eu já disse que não é para ficar se metendo na minha vida!

— E eu já disse que não vou ficar deixando você sair com qualquer um!

Ambas as vozes estavam alteradas, se não fosse pela a música que tocava no local todos conseguiram.ouví-los, estavam parados um fuzilado o outro com o olhar.

— E desde quando você acha que pode escolher com quem eu saio ou deixo de sair?

— Desde quando eu escolhi você ao invés da Elena!

— E você vai ficar esfregando isso o tempo todo na minha cara?

— Vou! Enquanto você ficar perdendo tempo com esses humanos estúpidos...

— Olhando assim até parece que se importa mesmo comigo, nem parece aquele que quando voltei disseram-me que estava contando os dias para a minha morte — ironizou, mas era possível ver tristeza em sua voz.

— E parece que você não me conhece né? Eu faço e digo coisas estúpidas Bonnie, eu sou um desastre em pessoa é você sabe muito bem disso — falou raivoso.

— Sim eu sei — respirou fundo — Por que você acha que resolvi viver na mansão? Porque eu me preocupo com você Damon... E-Eu quero o melhor para você...

— Eu sei... Eu sei e mesmo assim eu não consigo deixar de ser egoísta com você — fixou seus olhos azuis aos olhos verdes da bruxa — Sabe... Eu não consigo parar de pensar naquele nosso momento no otherhell...

— Não quero falar disso... Você só está pensando nisso porquê está carente e sentindo falta do seu grande amor — o interrompeu desviando o olhar — Acho melhor eu ir embora.

Sem demora deixou o vampiro sozinho naquele pequeno espaço, despediu-se rapidamente de Malcolm e em seguida saiu as pressas do Mystic Grill. O inevitável estava acontecendo, acabou deixando seus pensamentos vagarem para aquele dia que com sacrifício o conseguiu enterrar em um baú de memórias, mas como a vida gostava de brincar com a bruxa, lá estava ele de novo deixando sua marca dolorosa.



Otherhell 1994.

Era mais um dia a qual haviam brigado, o que era comum quando ficavam por muito tempo juntos. Ela estava sentada no sofá lendo pela vigésima vez no dia a mesma notícia, enquanto o vampiro dava goladas em seu bourbon, impaciente ele levantou-se e tirou o jornal a mão da bruxa recebendo em troca um olhar furioso.

— Até quando vai me dá gelo? — perguntou impaciente.

— Até você aprender a ser menos rude com as pessoas — murmurou levantando-se.

— Ah Bon-Bon... Já deveria ter se acostumado com esse meu lado.

— Eu já me acostumei Damon, só não sou obrigada a ter que aceitar isso — disse saindo da sala, sendo logo impedida pelo vampiro que parou a sua frente, fazendo-a bufar — Dá para sair da minha frente?

— Nop... Estamos sozinhos nesse inferno e não quero a minha única companhia, chata, mas única me dando gelo — deu ênfase no chata.

— Pois essa chata, como você diz vai continuar lhe dando o gelo que você merece — contornou o vampiro e depois subiu as escadas.

Damon a pegou jogando seu corpo contra seu ombro e com sua velocidade vampiresca entrou no quarto a jogando na cama, trancou a porta e segurou a chave.

— Por causa da sua malcriação vamos passar o resto do dia preso neste quarto.

— Você só pode está brincando, certo? — Perguntou esperando uma resposta, ele fingiu não ouvir tirando sua camisa e jogando-se na cama — Damon, me dá essa chave agora.

— Nop...

Ela pulou em cima dele, colocando suas pernas em volta de sua cintura, tentou tirar a chave da mão do vampiro que sorridente a colocou para cima de sua cabeça fazendo a pequena bruxa deitar seu corpo sobre o dele. Seus corpos estavam colados e seus rostos estavam.próximos, um calor enorme cresceu em ambos os corpos, ela apoiou uma de suas mãos sobre o tórax gélido do vampiro e fixou seus olhos aos dele que prontamente fez o mesmo, o coração da bruxa batia aceleradamente o que fez o vampiro desviar o olhar de seus olhos e fixá-los em seus lábios carnudos.

Como de imediato ele atacou seus lábios carnudos começando um intenso beijo feroz, suas mãos uma hora apertava suas coxas e outra hora sua cintura, não sabia onde mantê-la. Como resposta ela acariciou desde o tórax ao abdômen do vampiro com suas unhas fazendo-o se arrepiar e soltar um leve gemido de seus lábios. Ao ouvir o som emitido pelo vampiro rebolou sobre a cintura do mesmo, que logo girou seu corpo ficando sobre o da bruxa.

Levantou lentamente a blusa da mesma apertando seu corpo por onde passava. O beijo estava tão feroz que sem perceber o vampiro havia cortado levemente o lábio inferior da morena, mas logo o mesmo o sugou.

A vontade de ter um ao outro estava enorme, mas o lado racional da bruxa falou mais rápido o que a fez empurrá-lo no minuto seguinte.

— Não Damon.... Não podemos fazer isso — disse ofegante.

— O por quê não?

— Elena

Dito isso, pegou a chave que até então havia caído no chão sem que percebessem, saiu do quarto e ficaram sem se falar por quase um semana.



Dias atuais.

— Tem certeza que ela não desconfia de nada?

— Sim..

— Assim espero, temos que tê-la ao nosso lado, mas caso não funcione só o seu sangue já será de bom uso — deu mais um de seus sorrisos psicopatas.

— E o vampiro?

— Deixe que o Kai cuide dele... Afinal eles tem um assunto pendente — pausou — Nós nos preocuparmos somente com a nossa jovem Bennett.

— E qual será o próximo passo?

— Ganhar a confiança da jovem bruxa.

Notas finais
Então love, o que achou? Xoxo, até logo