Advogada do Diabo

3 Intuição e Razão


Notas iniciais
Olá, meninas trevosas e meninos trevosos! Como vocês estão? Pelo que eu vejo, quanto mais eu digo " vou escrever uma shortfic para não dedicar tanto tempo a um proejto", mais eu demoro para escrever. Eu sei que o capítulo está super atrasado, mas eu não sei o que acontece comigo, Ou é falta de tempo ou bloqueio criativo ou é o teclado que não funciona (escrevi esse capítulo inteirinho pelo celular!) Mas enfim, aqui está mais um capítulo dessa linda fanfic sobre esse polêmico casal. Aliás, descobri que grande parte do fandom brasileiro de Drama Total odeia MUITO a Courtney, Mas também descobri que grande parte que a odeia e também insiste em fazer rivalidade feminina dela com a Gwen é homem, então... Bom, sem comentários. Sem mais enrolação, aqui está o capítulo! Espero que gostem! Boa leitura!

Advogada do Diabo

Capítulo três – "Intuição e Razão"

— Jura? Uau! Eu nem sei o que dizer. Poderia trazer esse material até o final do dia? Muito obrigada! Até! – Courtney desligou o celular com um sorriso enorme em seu rosto. Com cuidado para não tropeçar em seus saltos, ela deu uma pequena corrida até o escritório de Pallet.

Bateu na porta duas vezes e a abriu quando ouviu um “Entra” em tom cansado.

— Com licença, Pallet. Tenho boas notícias sobre o meu caso. – Contou ela. Nas últimas semanas, Courtney e Pallet tinham se tornado bons amigos. Conversavam sobre os casos que estavam trabalhando como também estratégias para atingir determinado ponto em cada caso. Courtney o via como um mentor e sentia que aprendia muito com ele a cada momento. Ela sabia que ele reconhecia o seu esforço e, por isso, era mais aberto a falar com ela. – Consegui as gravações de todos os ângulos da avenida no momento exato onde ocorreu a briga.

— Muito bom, senhorita Delacroix. – Elogiou ele. – O material é o suficiente?

— É mais do que suficiente! As gravações mostram o homem que acusou meu cliente bater por conta própria a cabeça no volante. – Disse ela quase pulando de alegria. – Esse caso é todo meu.

— Excelente, Courtney. Mas lembre-se: não é porque tem o caso ganho que a sorte vai estar sempre ao seu lado. Mantenha-se firme em sua defesa e não deixe nenhuma ponta solta. Todo cuidado é pouco.

Courtney assentiu com a cabeça, pensativa. Assim que Pallet a alertou sobre, um leve arrepio percorreu seu corpo. Courtney não era dada as suas intuições, ela preferia seguir sempre à razão.

— Acho que está tudo amarradinho, mas não custa checar mais uma vez.

— Nunca é demais. – Disse ele dando um gole de seu café. – Se tudo der certo, garanto que muitas portas se abriram pra você.

Os olhos de Courtney arregalaram-se sem que ela tivesse muito controle e então sorriu. “Ele vai me indicar para um escritório!”

— Muito obrigada! Bom, vou analisar mais algumas vezes.

— Qualquer coisa que precisar, estou à disposição. – Disse Pallet antes de ela se despedir e sair pela porta.

Mais uma vez naquele dia, Courtney precisou conter os pulos de alegria. Parecia que finalmente sua vida estava se alinhando de novo. A vontade que ela tinha era de colocar Shiny Happy People do REM tocando no volume máximo para que ela pudesse dançar.

Pegou seu celular e ligou para Duncan.

— Princesa? – Respondeu ele. Courtney revirou os olhos.

— Duncan, quantas vezes eu... Quer saber? Foda-se. Eu sou mesmo uma princesa.

— Wow, não com esse palavreado, mocinha. – Duncan riu do outro lado da linha.

— Essa mocinha aqui vai te livrar de um processo. – Disse elevando seu queixo como se estivesse falando com Duncan a sua frente. – Acabei de conseguir o material que prova sua inocência.

— Grande coisa. – Bufou ele. Courtney franziu a testa e quando ia começar argumentar. – Brincadeira, Princesa. Relaxa. Então o caso está ganho?

— Dependendo da minha defesa, com certeza.

— Isso é incrível, Courtney. – Duncan sorriu. – Ei, que tal comemorarmos?

Courtney sentiu outro arrepio em sua espinha, mas aquele era diferente. Não era de insegurança ou medo; era de excitação, vontade de aceitar todas as oportunidades que lhe viessem à cabeça. Mesmo assim, sua parte racional ainda prevalecia, então ela disse:

— Vamos com calma. O caso está ganho, mas ainda faltam dois dias para a defesa e…

— Mas é você que vai fazer a minha defesa. E você é a melhor.

Courtney olhou para cima como se pedisse a Deus para que houvesse uma intervenção divina ali.

— Vamos comemorar, Court. — Pediu ele. — Você já trabalha demais, tenta relaxar um pouco.

Ela trabalhava mesmo. Só naquela semana tinha entrado em contato com todas as fontes de investigação possíveis. Tudo para fechar a defesa da forma mais correta, livre de qualquer ambiguidade. Ela se considerava digna de um descanso, mas fazer isso com Duncan?

— O que tem em mente?

— Vem até o estúdio hoje à noite. — Disse ele num tom de voz que ela sempre soube muito bem identificar. Sentiu seu coração acelerar.

— Tudo bem. Mas não posso ficar muito. Ainda trabalho sábado.

— Ok. Te vejo às sete.

Courtney desligou o celular. Tentou não expressar nenhum sorriso.

***

Estava se olhando no espelho há mais de meia hora e não tinha ideia do que estava fazendo. Aquilo não era um encontro! Duncan e ela trabalhavam juntos nesse caso e nada deveria acontecer. Aquilo era um erro.

Bufou irritada e então tirou o batom marrom da boca, colocando apenas um gloss rosa quase que invisível que era o que ela normalmente usava no dia-a-dia.

Olhou em seu guarda-roupa e acabou escolhendo uma calça jeans preta, uma blusa branca de corte arredondado e — como o clima havia esfriado — colocou uma jaqueta de couro. Pegou um sapato de salto alto com tiras e os colocou com pressa ao ver que eram 18:30.

Ao entrar em seu carro, o cheiro de seu perfume espalhou e só então ela percebeu o quanto estava cheirosa. Merda. Ela não queria que ele pensasse que estava indo com alguma intenção. Porém, considerou que ela normalmente se cuidava bem, então não tinha problema.

Suspirou, disse a si mesma para ficar algumas vezes e ligou o som do carro para ter algo para se distrair sem pensar em nada que a fizesse parar o carro e voltar para casa. O som de IDFC da banda Blackbear começou a tocar. Courtney revirou os olhos e deu a partida.

***

Apertou a campainha do estúdio exatamente às sete horas. O nervosismo passara durante o caminho até voltar como uma avalanche assim que viu Duncan.

Os piercings continuavam no mesmo lugar, porém, usava uma camisa social preta com um botão aberto.

— Boa noite, princesa. — Disse ele num tom sedutor. Courtney se recompôs após ficar alguns segundos babando. — Você está linda.

— Quando não estou? — Disse ela colocando uma parte do cabelo para trás.

— Vamos entrar, vai. — Abriu espaço para que ela entrasse. — Comprei uma coisa pra comemorarmos.

Courtney franziu a testa e virou para trás para olhá-lo. Duncan foi até o mini frigobar do estúdio e pegou uma garrafa de vinho. Courtney arqueou as duas sobrancelhas.

— Vinho?

— Envelhecido. — Disse ele abrindo a rolha da garrafa e logo depois pegando duas taças. Aproximou-se dela e começou a encher as duas taças. — Quanto mais tempo, fica melhor, não é?

— Talvez. — Disse pegando a taça e brincando com ele. Os dois beberam o primeiro gole sem tirar os olhos um do outro. — Nesse caso, com certeza.

Duncan sorriu ao notar a ambiguidade na frase dela.

— Pensei que não viesse.

— Falei que vinha, não? Além disso, estou feliz com o trabalho. Pallet conversou comigo hoje e ele deu a entender que vai me indicar para um escritório.

— Parabéns, Courtney. Você merece. — Disse ele dando mais um gole de vinho. Pareceu então lembrar de alguma coisa. — Eu pedi o nosso jantar de uma casa de massas. Lembro que Mesa Luna era o seu prato preferido quando...

Courtney arqueou as duas sobrancelhas claramente surpresa por ele ter lembrado a sua comida favorita. Duncan comprimiu os lábios.

— Enfim, é esse?

— Sim, sim. — Courtney saiu do transe. — É esse mesmo. Não sabia que se lembrava.

— Que bom. Vamos comer então.

***

Os dois já tinham acabado de comer e tinham acabado com quase todo o vinho. Encontravam-se sentados confortavelmente no sofá do estúdio. Quem os visse, nunca iria dizer que eram ex-namorados. Courtney riu quando Duncan contou sobre a expressão do policial assim que ele o insultou.

— Esse pode entrar facilmente para a minha lista de erros. — Comentou ele e deu mais um gole em seu vinho.

— Como se chamaria essa lista? — Perguntou ela.

— Não sei. Acho que poderiam ter fotos para ilustrar cada momento e ser apelidada como “Momentos antes da merda acontecer”.

Courtney precisou se segurar para não cuspir o vinho no rosto de Duncan. Ele deu risada também, no entanto, parou um momento e a observou. O rosto dela estava menos carrancudo do que as últimas vezes em que se encontraram. Total efeito da bebida, mas ele lembrava-se daquela mesma expressão do começo do namoro dos dois.

— Senti falta da sua risada. — Disse ele. Courtney olhou para ele ainda rindo e então percebeu o tom sério, apesar do sorriso e olhar transmitindo uma espécie de nostalgia. O que ele tinha a perder? Estava claramente bêbado e aquelas eram palavras que ele tinha em mente desde quando a viu. Courtney colocou uma das mechas que caía sobre o seu cabelo atrás da orelha e tentou recobrar a razão. Porém, pela bebida, ela não conseguia esconder que tinha ficado feliz em ouvir aquilo. Então, ela sorriu de maneira nervosa. — Courtney, eu…

— Duncan. É melhor parar por aí. — Disse ela colocando a taça em cima da mesa de centro. — A noite está realmente legal e eu estou me divertindo bastante. Não estraga isso.

— Por que você acha que eu sempre vou estragar tudo? — Perguntou ele. Courtney desviou o olhar e riu. — Ok, eu sei que eu errei, mas…

— Mas o que, Duncan? — Perguntou ela num tom mais sério. — Foi difícil pra você sair daquela merda de programa com a sua imagem destruída?

— Não queria te lembrar, mas eu fui preso.

— Foi preso porque foi um idiota! — Exclamou ela. — Aposto o que for com você que ninguém tirou sarro de você por ser corno em rede nacional!

Duncan franziu a testa e olhou para baixo.

— Sabe o porquê de eu ter mudado de sobrenome? Do porquê de Santiago ir para Delacroix? Foi porque eu não conseguia ter paz! — Exclamou ela. — Todo o lugar que eu ia as pessoas ditavam como eu deveria ter agido no relacionamento pra não te perder. Ou faziam comparações minhas com a Gwen. Falando que ela era mais gostosa, mais inteligente, menos mandona! E que com o meu comportamento era óbvio que eu iria te perder!

Os olhos de Courtney começaram a marejar.

— Eu sei que não fui a pessoa perfeita. A namorada perfeita. Mas eu era muito nova. O mais irônico disso tudo é que eu sempre segui as regras. Sempre. Eu seguia as regras pra não me foder e me garantir em qualquer coisa. Mas olha onde eu fui parar. — Levantou as mãos para o alto então as despencou no colo. — Minha carreira de advogada já poderia ser brilhante nesse exato momento! Mas assim que saí da faculdade e voltei para o Canadá, todos os escritórios que eu ia não se importavam com o meu currículo brilhante ou com tudo o que eu já fiz durante a universidade. Tudo o que me perguntavam era: Como foi para você ser corna em rede nacional?

Duncan ficou em silêncio. Não sabia o que dizer diante daquilo. Ele tinha grande parte da culpa daquilo, mas não tinha como voltar no tempo. Se ele pudesse, ele voltaria.

— Eu odeio aquela merda de programa. — Disse após um suspiro. — Nem cheguei perto de ganhar e me fodi por isso.

— Você não é nada daquilo que falam de você. — Duncan disse. Courtney o olhou como quem dissesse "sério mesmo?". — Eles não te conhecem como eu conheço.

— Vamos nos poupar das mentiras. Você odiava meu jeito na época. — Disse ela e bebeu um grande gole de vinho.

— Eu amava o seu jeito. — Rebateu ele. — Confesso que fiquei muito puto quando você disse que queria mudar tudo em mim, porque eu te amava do jeitinho que você era.

— Não, não amava.

— Amava.

— Não amava.

— Eu amava.

— VOCÊ NÃO AMAVA.

— AMAVA SIM. — Duncan disse irritado. Courtney se calou o olhando com revolta. — Porra! — Duncan passou as mãos em seu rosto e depois olhou para ela. — Esse é o seu problema, sabia? Você era irritante. Muito irritante. Caralho, como você continua sendo irritante.

— Você não é o que se possa chamar de cavalheiro também, sabia? — interrompeu ela, mas Duncan continuou falando. Ela deu mais gole de seu vinho.

— Deus, como você consegue ser tão insuportável?

— Acho que já entendi essa parte, idiota!

— E sabe qual é a pior parte disso?

— Deixe-me adivinhar: você vai me dizer. — Courtney disse e Duncan trancou o maxilar enquanto sorria ironicamente e Courtney retribuiu o mesmo sorriso e tomou mais um gole. Ela acabaria com a garrafa logo.

— Além de insuportável, você sempre foi espertinha. Tinha sempre as melhores respostas e me deixava LOUCO.

— POR QUE NÃO PROCURA UMA OUTRA ADVOGADA QUE VOCÊ POSSA BEIJAR? TALVEZ UMA GÓTICA. VOCÊ É BOM NISSO, NÃO?

— EU NÃO QUERO OUTRA PESSOA. EU QUERO VOCÊ. EU SEMPRE QUIS VOCÊ PORQUE EU AMEI VOCÊ E CONTINUO AMANDO.

Courtney então virou o rosto para encará-lo. Duncan não tinha nem uma sombra de deboche em sua expressão.

Os dois ficaram se olhando por alguns segundos. Duncan não conseguia evitar de olhar para a boca dela e quando viu já estava se aproximando. Courtney fechou os olhos e então pulou em cima do colo dele, beijando-o ferozmente e passando seus dedos pelo cabelo dele. Ele, por sua vez, puxava a sua cintura com firmeza e logo depois desciam suas mãos apertando sua bunda.

Duncan parou de beijá-la para dar atenção ao pescoço dela que estava completamente exposto pelo cair da blusa dela. Enquanto era beijada por cada parte de seu pescoço, Courtney segurava alguns suspiros mais altos e tentava não jogar sua cabeça para trás.

Na tentativa de se manter reta, Courtney olhou o espelho em sua frente. Ao ver seu rosto completamente entregue ao prazer e a situação onde se encontrava, Courtney saiu do colo dele rapidamente colocando as mãos na cabeça.

— Não, não, não. — Disse andando de um lado para o outro. — Onde que eu tô com a cabeça? Isso tá errado!

— Não, não tá! — Duncan levantou do sofá e segurou os braços dela se forma delicada até subir com as mãos em seu rosto. — Courtney, me escuta. Nós dois somos certos. A gente tá certo. Eu sinto muito por ter errado antes. Eu sei que fiz merda, mas a gente nunca deixou de se gostar.

— Não, Duncan. — Fechou os olhos. — Não podemos. Olha a merda que deu na primeira vez! Imagina só o que pode dar nessa vez!.

— Somos adultos. Não temos mais a mesma maturidade que antes. Você mudou, eu mudei. A gente vai fazer dar certo!

Ela respirou fundo. Intercalou o olhar entre os dois olhos dele e sentiu o polegar dele acariciar o rosto dela levemente.

— Me dá uma chance. — Sussurrou ele. — Vai dar certo.

Courtney olhou para baixo e se desvencilhou dele.

— No momento, não dá pra pensar em nada que não seja no seu caso. Minha carreira continua sendo a coisa mais importante da minha vida. Não quero ter que focar mais em nada do que isso.

— Tudo bem. E depois que o caso acabar?

— Depois do caso, eu vou pensar em tudo o que você me disse. — Respondeu ela. Na verdade, você vai ter que me dizer todas essas coisas quando ambos estivermos sóbrios para eu acreditar cem por cento no que você está falando.

— Eu não tô delirando.

— Muito menos eu.

— Tudo bem. — Duncan se deu por vencido. — Eu espero o tempo que for.

Courtney olhou para ele por alguns segundos com aquela frase em mente e seu coração passou a bater mais rápido. Ela desviou o olhar.

— Você tem certeza de que quer ir embora? — perguntou ele e Courtney semicerrou os olhos desconfiada. — Não é isso o que você tá pensando, Princesa. É que você bebeu e, bom, a senhorita não pode dirigir porque — ele sorriu — que exemplo você estaria dando como representante do Direito se dirigisse bêbada?

Courtney abriu a boca então a fechou novamente. Merda, ele tem razão! Ela cruzou os braços.

— E, além do mais, eu não quero que você se machuque — Duncan disse e vendo a expressão confusa que tomou o rosto dela, ele tratou de consertar. — Afinal, quem é que vai me defender nesse processo, não é?

— É — Courtney sorriu. — Então, qual é a sua ideia?

— Bom, minha casa é no andar de cima. Você pode ficar na minha cama. Eu durmo no sofá.

— Obrigada, Duncan. — agradeceu ela.

***

No dia seguinte, após deixar um recado agradecendo mais uma vez a Duncan, ela passou em casa para tomar um banho e trocar suas roupas. Courtney fora trabalhar logo depois com algumas pontadas de dor na cabeça. Estas que ela logo resolveu com um comprimido o qual tinha guardado em sua bolsa para ocasiões como aquela.

Apesar das palavras de Duncan não terem saído de sua cabeça, o foco dela era total em seu trabalho e na montagem dos argumentos para sua defesa ser impecável. Ela tinha passado a manhã inteira analisando os vídeos que tinha recebido da avenida onde ocorrera o acidente e escolhendo pontos cruciais para serem apresentados. Até mesmo circulou alguns dos momentos com caneta vermelha para dar ênfase ao que se passava em cada parte.

Satisfeita com seu trabalho e atenta ao horário do almoço, Courtney pegou sua bolsa em sua sala emprestada e foi em direção à saída da delegacia.

Pallet estava perto do hall de entrada. Courtney estranhou pelo movimentar da parte de secretaria da delegacia que tinha algo de errado. Algumas pessoas gritavam e outras faziam grupinhos enormes. Estava realmente uma loucura.

Courtney se aproximou de Pallet e então perguntou:

— O que está acontecendo aqui? Prenderam um novo Ted Bundy?

Assim que Pallet escutou a voz dela, virou-se bruscamente com um olhar de "puta merda" o qual Courtney não entendeu em um primeiro momento. A partir dali tudo pareceu passar em câmera lenta.

Courtney só começou a entender assim que Chris McLean apareceu a abraçando de lado e a secretária da delegacia gritando:

— EU SABIA! É A COURTNEY DO DRAMA TOTAL!

Notas finais
Parece que as coisas ficaram bem quentes nesse capítulo. O que acharam? Comentem aí pra gente conversar!