Adventure Time- Before darkness must have light

7 Especial dia das bruxas: Finnceline!!!


Notas iniciais
Olá meus leitores favoritos, estou me adiantando no dia das bruxas aki e postando junto u pouco de Finnceline, mas o cap está na história principal e não o que seria um "filler" pro mangá mangá, a história ainda terá mutos fillers ;)

4 dias se passaram desde que Okumura estava na casa de Finn, e o loiro ainda não havia falado com Marceline, por quê? Porque além de ter um cérebro burro era um completo covarde nessa "área". Era véspera de Halloween, Marceline estava fazendo biscoitos de bruxas na cozinha enquanto Okumura estava roncando feito louco na sala com a Crisálida esmurrando a cabeça na parede como se estivesse agonizando com aquele som horroroso e Finn estava fazendo compras do que Marceline havia pedido para que comprasse.

Finn: Hey, Marcy! Você vem sempre aqui? Não não não é claro que ela fica ela ta morando na sua casa! Aff como você é burro vamos de novo... Hey Marcy! Como vai você?...vo nem falar nada, vai que é doença, dessa vez eu consigo...Hey Marcy! Então eu queria te perguntar uma coisa, nossa você passou um perfume novo ta cheirando bem! a eu admito que isso foi esquisito até mesmo pra mim.

Enquanto Finn esperava na fila uma mulher doce veio falar com Finn.

Mulher doce: Senhor, se tiver um tempo vago vá nesse local.

Finn: Tudo bem.

No papel que a mulher doce entregou dizia "loucos, bipolares e ppessoas que falam sozinhas anônimas.

Finn: Tá achando que agora virou alcoólatras anônimos é? Cada gente louca, vai vamo de novo...Hey Marcy!...

***

Finn estava acabado quando voltou para sua casa, estava com fome sono frio e se sentia louco e covarde por causa do papel que a mulher doce havia lhe entregado e por não falar com a Marceline direito e ficar tendo que treinar o que iria falar. Ele deixou as coisas na cozinha e foi para a sala falar com Okumura.

Finn: Okumura... Okumura...Acorda velho desgraçado!

Okumura: Hãn que onde?

Finn: Okumura eu to com problema pra falarcom a Marcy, como você fez com a vó?

Okumura: Bom, no dia fazia muito frio, e no dia anterior do dia anterior (anteontem daquele dia) daquele dia tinha feito também, aí eu cantei uma música improvisada: Anteontem fez frioo, anteontem fez frioooo, anteontem fez tanto tanto tanto frio que eu quase não dormiiii, anteontem fez frio. E dois anos depois tivemos seu pai.

O herói fazia uma cara de medo e dó, medo de como sua avó gostou dele, e dó de sua avó por ter ficado com ele e dele ser tão idiota.

Finn: Bom, acho que eu prefiro ir pro lucar do papel que a moça me entregou do que fazer o que você falou.

Okumura: É brincadeira, eu só fui eu mesmo, é tudo que uma garota gosta porque ela gosta de quem a pessoa é de verdade.

Finn: Bom, acho que você não é tão idiota quanto eu pensei.

Okumura fez uma cara de bravo, mas não conseguiu e riu logo em seguida.

Marcy: Pessoal os biscoitos estão prontos.

Finn: Crisálida vem, ta na hora de comer.

Crisálida: Ta, já to indo Finn.

Finn: Quê!? Que que você falou crisálida?

Crisálida: Que eu já to indo, pera você ta me entendendo?

Finn: Tô! Pessoal vocês também né?

Os dois fizeram que não e Okumura olhou para Marceline tentando entender o que acontecia, Marceline só fez um gesto de desentendida em troca e voltou para cozinha.

***

Depois de Finn explicar que crisálida conseguia se comunicar com Finn em seu pensamento e comerem os biscoitos, Okumura falou que iria dar uma volta com crisálida, que aprendera a voar a pouco tempo e soltava faíscas pela boca, crisálida já tinha tamanho de um cachorro de porte grande, mas ainda tinha só alguns meses de vida, os livros diziam que quando ela completasse 1 ano iria ter o tamanho ideal para Finn montar nela e cuspir fogo. Os dois estavam em respectivos quartos, Finn pensava como fez uma casa relativamente grande, o primeiro andar era baseado em uma extensa sala, com uma cozinha média, sala de jantar, um armário para deixar comida e um banheiro, já o segundo andar tinha dois banheiros, 6 quartos com uma janela em cada e dois armários para deixar objetos de limpeza e o sótão. Finn pensava que aquela era a hora perfeita de falar com Marcy, o quarto dos dois ficava lado a lado e Finn não tinha o que perder, saiu do seu quarto e estava indo para o dela.

Finn: Marcy, eu queria conversar com você, podemo-

Finn havia acabado de notar que não tinha batido na porta antes de entrar e por isso pegou Marceline se trocando para colocar seu pijama, só de calcinha e sem o sutiã, ela então corou na mesma hora, Finn então se sentiu tonto e sentiu seu rosto ficar mais e mais vermelho.

Finn: Eu acho que é melhor eu ir saindo até-

Marcy: F-fala logo, fala ou você vai ter que tomar sopa todo dia porque não vai ter seus dentes.

Finn: E-eu, cof cof, er queria falar sobre, er como eu posso dizer sabe, re...lacionamento?

Marcy: Continua.

Finn: E eu queria saber se tipo, aquela noite foi só aquilo mesmo ou teve um sentido amais?

Marcy: Finn, se você ainda está aqui e não em um hospital, o que você acha que significa?

Finn então fez um sorriso de orelha a orelha.

Finn: S-sério?

Marcy: o que você acha disso?

Marceline então o agarra e lhe dá um beijo profundo, os dois estavam expondo seus sentimentos naquele único beijo, mas a falta de ar fez com que tivessem que parar.

Finn: Então isso quer dizer um "Finn, seu dlç quer ser meu namorado?"

Marcy: Não se gabe tanto, tirando a parte do "dlç" sim, é isso mesmo.

E então eles continuaram o beijo e ficaram nauilo por muito tempo.

***

Finn acordara na cama de Marceline com raios de sol mas ambos com roupa, dessa vez não havia acontecido nada a mais entre os dois. Finn saiu sem fazer barulho para acordá-la, o loiro olhou no relógio: 9:00.

Okumura: Aproveitou a noite?

Finn levou susto pois Okumura falou logo atrás do loiro e ele nem havia notado sua presença.

Finn: C-cala a boca, não aconteceu nada.

Okumura: Mas aposto que um dia sim.

Finn: Eu ainda te mato seu velho desgraçado!!

Okumura: Hahahahaha, você!?, mais fácil sua namorada me matar do que você!

Finn: Falando nisso, eu queria lhe pedir um favor, fique mais um tempo fora da guerra treinando a Marcy, ela é do bem, eu sei muito bem disso e ela aprende rápido, por favor Okumura, ela pode ajudar muito e é melhor ela saber atacar do que morrer sem eu nem saber, ela irá se tornar forte, por favor aceite!

Okumura: Hummm, não sei não...

Finn: Okumura!

Okumura: Tá bem tá bem era brincadeirinha, é claro que eu vou te ajudá-la, mas saiba: se ela não aguentar o treinamento não é minha culpa.

Okumura dessa vez fez uma expressão séria, o loiro sabia que podia demorar e ocumura só podia ficar fora da guerra 3 meses como explicou para Finn uma vez, o que daria o total de seis meses para Marceline aprender, era uma corrida no tempo para determinar se Marceline sairia vitoriosa.

Notas finais
Até mais pessoal, fiquem ligados e depois terá mais Finnceline, tenha um ótimo final de semana!!!