Adventure Hunter
10 18 anos!
Agora era entregar o dinheiro do Duncan, já era madrugada, eu não sabia mais o que fazer, eu pensava em pegar o dinheiro e ir embora, fugir, esquecer tudo de minha vida, mas sou orgulhoso de mais, eu iria entregar o dinheiro ao Duncan, juntar vinte mil dólares , e devolver aos Aldmand, afinal, mesmo eles usando vinte mil para limpar a bunda, não era certo, quem deveria pagar era eu.
Eu já tinha perdido a paciência com tudo, eu acelerei o carro, estava pouco me fodendo pra sinal vermelho, pouco me fodendo pra quem passava por minha frente, geralmente as poucas pessoas corriam da frente do carro, ou eu desviava tirando alguns finos, demorei a chegar na casa do Duncan já que estava tão estressado que não prestava atenção e não entrava nas ruas que era pra entrar, ou entrava em ruas erradas. Quando finalmente cheguei, o indivíduo estava na frente de casa, fazendo uma ligação, era três e pouco da madrugada, e ele estava fazendo uma ligação. Enfim desci do carro e joguei a mochila pra ele, o que me encarou, ele já sabia o que era.– Tem trinta mil dólares aí dentro, dá pra você consertar seu outro carro ou até comprar um novo, você que decide.– Tyler me faz um favor, não me pede mais nada, nem vem falar comigo, porque eu não vou querer recusar pela história que a gente teve, então por favor, fica longe de mim. Eu preferi não responder nada apenas entrei no carro, e bati a porta com bastante força, e acelerei o carro após ligar, eu tinha aula no mesmo dia, já era meu aniversário, eu não iria pra escola, mas nem fodendo que eu ia pra escola. Eu não voltaria pra casa mas, nessa hora, muito menos pra casa do Jackson ou do Daimon, eu não tinha pra onde ir, eu deveria passar em casa para despreocupar minha mãe . Eu não ia mais dormir, já tinha um tempo que eu não dormia, eu estava eufórico nos últimos dias, sem sono nenhum, e agora me sentia cansado, eu estacionei o carro em algum lugar da cidade que eu estava, que eu não tinha ideia, o travei, fui para o banco do passageiro, o inclinei para trás, e dormi, dormi bastante. Acordei já de manhã, com dois caras batendo no vidro do carro, tomei um susto, estava com medo que fosse polícia ou ladrão, qualquer um dos dois seria mais um problema pra mim. Eram dois bandidos, Daimon e Jackson. Eu desci do carro pra falar com eles, primeiro o aperto de mão de cada um, depois o abraço apertado.– Como que vocês me acharam aqui?!- Estava meio assustado, então me encostei no capô do carro.– Tu esqueceu a localização de seu celular ligada, e eu tenho a senha de seu e-mail, Então né…-Nesse momento eu desliguei a localização do celular.– Onde conseguiu essa beleza de carro?!- Falou o Jackson olhando o Ford Mustang 67, com um olhar de admiração e surpresa.A Bem do Daimon estava estacionado ali perto, mesmo o Jackson e o Daimon não se falando muito, sempre que iam atrás de mim, ou resolver alguma coisa, iam juntos no mesmo carro.– Vocês lembram que a muito tempo atrás, eu tinha dito que eu tinha um carro e vocês me zoaram dizendo que era mentira? Enfim, não era mentira.Os dois pararam por um tempo, não falaram nada, nem eu falei, o clima estava leve.– Enfim o'que vieram fazer aqui?– Seu aniversário, a gente alugou uma casa no lago, vai chamar umas garotas, para fazer uma festinha.– Vamos no carro de quem?– Você vai em casa, fala com sua mãe, toma um banho, e vai com alguém em seu carro.– No meu vai, eu o Jackson e umas três meninas, o restante é umas amigas de fora que eu chamei.– Que horas a gente Vai?– Vai se arrumar logo, quando você tiver pronto você liga e a gente vai. Depois disso fiquei mais eufórico que nunca. Os dois saíram, e Eu? Eu fui pra casa a toda velocidade, só tive que parar para reabastecer, de resto, nada de mais, parei antes mesmo de chegar em casa, preferi evitar de minha mãe ver o carro. Entrei em casa olhando pra cozinha onde todos estavam tomando café, ignorei e subi correndo, entrei no quarto, tranquei e tomei um banho bem demorado . Limpei os piercing’s tirei as lentes de contato para as lavar, escovei bem os dentes, e depois me arrumei. Uma calça preta apertada com um rasgo em cada joelho, uma regata preta, e um tênis também preto, quem me via pensava que eu ia a um enterro. Eu desci as escadas correndo já todo arrumado, e me sentei a mesa para tomar café, antes que eu sentasse a mesa minha mãe me abraçou e falou como estava preocupada comigo, me deu umas broncas, enquanto minha mãe e o senhor Foster apenas observava a cena, o cara que queria se passar por meu pai, esse não falou nada, eu ainda brinquei com minha irmã, então tomei café da manhã. Já estava de saída.– Tyler, antes de sair, no seu quarto tem um presente pra você, não é grande coisa, aquele tênis que você estava louco pra comprar, mas como tinha as contas você não comprou, está lá em cima, parabéns, feliz aniversário.- Minha mãe não era uma mulher festiva, e além disso ela estava Puta comigo, mas já estava acostumada com tudo que eu fazia. Eu subi as escadas e conferi o presente, e sim, eu amava aquele tênis, além de servir pra parkour, era perfeito pra sair, então troquei o tênis preto, pelo branco.
–Mãe, volto amanhã de manhã! -Falei em direção a cozinha. – Aonde Vai?- O senhor Foster falou, mas ignorei saindo pela porta. Ele veio atrás de mim, só que quando ele chegou já era tarde demais, eu já estava dentro do carro.– Se quiser vir atrás de mim, a gente pega um racha. — Antes mesmo de terminar de falar, eu arrastei o carro. Eu tinha decidido, eu ia levar a Sheila comigo, só precisava convencer ela a tal façanha, então lembrei que tinha pego o numero dela, e decidi ligar.Ligação on–Tyler, você é um pau no cú, eu te liguei várias vezes, estava preocupada com você, e você só vem me ligar agora!– Quer sair comigo agora Sheila?– Você acha que é assim? Você não me liga, não atende minha ligação, e do nada me liga me chamando pra sair.– To chegando perto de tua casa tô te esperando na esquina.Ligação off Eu não entendia nada de mulher, mas com ela era diferente, parecia que eu sabia sempre o que falar, que eu sabia o que ela queria, e o'que eu falei no telefone, funcionou, já que quase uma hora depois, ela vinha se aproximando do carro, ela entrou sem me falar nada, bateu a porta com muita força e raiva, estava linda, toda arrumada, um short preto curto, e uma blusa grande que cobria até o short.– Pra onde vamos?- Eu demorei a entender o que ela falou já que sua beleza tirava minha atenção. – Vamos, vamos, para uma festa, meu aniversário de dezoito anos.- Gaguejei e me perdi um pouco na fala.– É seu aniversário e você não me fala nada?! Você é um babaca mesmo.- E graças a isso recebo um beijo no rosto.-Então mais tarde te dou um presente.– Não precisa! Não precisa de presente não.– Eu não te perguntei! Eu disse que eu ia te dar um presente. Ela era diferente, ela parecia tímida as vezes, mas quando não era, meu Deus, tinha atitude, era direta, não aceitava não, era imperativa.– Tudo bem então!- Eu liguei o carro e fomos em direção a saída da cidade. O meu telefone estava chamando, e antes que eu pudesse atender a Sheila o tomou a mão, e atendeu pondo no viva-voz, o Jackson estava me ligando.Ligação on– Tyler tá pronto já? A gente já tá tudo arrumado, e tem que avisar pro resto do povo de lá. Tu ta aonde?-Após alguns segundos sem respostas a Sheila fez questão de responder.– Oi, Jackson né? Eu sou a Sheila, e to aqui com o Tyler, a gente tá na saída, da cidade, podia dizer onde é o lugar pra gente poder ir na frente?– Saída a Leste ou a Norte?– A Leste! – Pois, estão no caminho, espere aí que daqui a pouco chegamos.Ligação off Eu conhecia o Jackson, ele não confiava em mim, não para dizer o caminho, com chances de estragar tudo, e Sheila estava muito Puta do meu lado, após Jack desligar o celular na cara dela e não ter dito o caminho, essa que fechou a cara e não falou mais nada. A gente esperou ali por quase meia hora, que foi quando eu avistei a BMW do Daimon que fez sinal, a gente seguiu, até entrar em uma estrada de terra.–Aqui é só seguir a estrada, vamos vê se seu carro pega o meu.-Falou o Daimon com a cabeça fora do carro.– Vamos vê!-Gritei em resposta. Eu não tinha chances, a estrada era favorável para o carro dele, já que era um carro alto, traçado nas quatro rodas, e ele já conhecia o caminho, eu só tinha vantagem em questão de motor, tinha problemas quanto ao carro beber bastante, mas eu já tinha enchido o tanque e tinha uns quatro galões de gasolina no porta-malas do carro. Passamos o caminho todo com o carro do Daimon na frente, e enfim, nós não passamos. Chegamos até o local onde seria a festa, era uma casa grande pra caramba, muito grande mesmo, e o lado em frente a ela era uma maravilha. O Daimon e as garotas foram logo tomar banho no lago, o Jack ficou resolvendo as coisas da festa a noite pelo celular. Eu entrei pra dentro de casa com Sheila.– Tyler… você lembra que eu disse que ia te dar um presente?-Ela estava corada, e olhava pra baixo enquanto segurava o pano de minha camisa.– Claro que lembro.– Você não quer me mostrar o quarto?– Claro que eu quero. Eu segurei uma de suas mãos e fomos quase correndo, para as escadas, já no segundo andar o primeiro quarto que vi entrei, após ela entrar, tranquei a porta. Ela não esperou conversa, foi logo me beijando e não fez cerimônias a tirar minha camisa, eu também não fiz cerimônias pra tirar a dela, a gente já estava na cama de casal, ela em cima de mim e a gente se pegando. E aconteceu uma coisa estranha quebra clima do caralho, a gente parou de se pegar, eu fui para um canto da cama tirei o tênis e a calça, e ela o short que estava usando, agora sim os dois apenas de roupa íntima, a gente voltava a se pegar nesse mesmo momento, e aos poucos os restos das roupas foram sendo tiradas. ◇•••••••••••◇ Eu acabei dormindo um pouco, acordei com o barulho da música, quando olhei pro lado Sheila já tinha saído, então vesti minha roupa e desci as escadas, procurei ela e a vi na cozinha com um grupo de meninas, eu iria lá, se não visse Daimon e Jackson na porta de uma sala me chamando, quando eu entrei eles trancaram a porta.– Absinto puro! -Jackson apontou pra mesa.– Hoje você pode beber a vontade!- Daimon pegou três copos e colocou na mesa junto a garrafa.- Só saímos dessa sala quando terminarmos a garrafa.– Mais que maravilha, onde arrumaram o néctar dos Deuses?– Tenho contatos!- Falou o Daimon, enchendo os copos. Eu contaria tudo que aconteceu naquela noite, mas eu não me recordo de nada depois do terceiro copo.
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