Notas iniciais
Oi, mais um capítulo pra vocês! —Boa leitura.

Na casa dos Dupain Cheng, Marinette chorava em seu quarto, por seu marido ter sido banido de Paris, por ter matado seu primo e por ter que se casar com aquele ruivo estupido.

Se lamentava só, até que se ouve uma batida na porta, era Tikki que dizia:

—Marinette, seus pais te esperam na sala de jantar, devo lhe avisar, Conde Nathanael está juto a eles.

—Obrigada, Tikki.

—Sei que sofre, minha senhora, mas tenho certeza que arrumaremos um jeito de você reencontrar Adrien.

—Assim creio, Tikki.

Marinette saí em seu quarto, tentando limpar as lágrimas que de seus olhos saiam, atravessou mais de cinco corredores até chegar em seu destino, ela conhecia aquela casa como a palma de sua mão, mas parecia diferente quando colocaram os panos pretos em cima dos quadros em que Luka estava pintado, inclusive um quadro no qual havia Marinette e Luka ainda crianças.

A garota analisava cada corredor no qual passava, haviam mudado até a cor do tapete, colocando um preto feito de veludo.

Demorou alguns minutos, mas chegou a sala de jantar, os olhos ainda estavam avermelhados pelo choro, ela vai e se senta na sua cadeira de sempre:

—Minha filha, por que está com os olhos vermelhos?

—Chorava por causa da morte de Luka. – Dizia a verdade, mas ao mesmo tempo mentia, se sua mãe ou seu pai descobrissem que era apaixonada e casada com um Agreste, seria morta.

—Sinto muito pelo ocorrido, Marinette, mas vamos superar juntos.- Diz Nathanael colocando uma de suas mãos nas da garota, que logo retira a sua de baixo da do rapaz.- Que tal irmos em um passeio, fiquei sabendo que há vistas muito belas pelo rio Sena.

—Sim, filha, vá com ele, assim se conhecem melhor. – Diz Sabine alegre.

—Eu aceito o convite, mas deixe-me almoçar e me trocar, não estou com vestes apropriadas para um passeio.

—Não tenha pressa.

Logo chegam alguns criados com bandejas na mão e colocam na frente dos que estavam a mesa. Eles tiram a tampa da bandeja, revelando o prato do dia:

—Ratatouille? – Pergunta Nathanael. – Por que servem uma comida de camponês?

—Antes meus pais eram camponeses com uma vida simples, mas lutaram e enriqueceram, o ratatouille era a comida que comiam quando se conheceram em um jantar da família Dupain e da família Cheng, temos respeito por esse prato, conde Nathanael.- Fala Marinette, ela já havia percebido que Nathanael era um garoto totalmente mimado.

—Perdão, pensei que comiam outras comidas, o erro foi meu.

—Sem problemas, todos cometem erros.- Fala Tom.

Eles almoçam tranquilos e quietos, exceto por Marinette, que se perguntava se seu Chat, Adrien, estava bem ou mal.

Após terminarem o almoço, Marinette vai até seu quarto e se troca para o passeio, ela coloca um vestido curto rosa claro (vestido: https://st2.depositphotos.com/3994509/11636/i/950/depositphotos_116369170-stock-photo-lady-in-light-pink-dress.jpg) , ela faz um coque no cabelo, com a ajuda de Tikki.

Finalmente, a azulada fica pronta, estava muito bonita. Nathanael bate na porta do quarto para chamar a sua futura noiva e se surpreende quando a jovem abre a porta, ele pensa “Serei o homem mais feliz do mundo com essa mulher ao meu lado” (Relembrando: A Marinette tem uns 14/15 anos na história de Miraculous e nessa história também).

Eles saem da casa e vão para as margens do rio Sena:

—Marinette, gosta da vista?

—Acho bonita, fazia tempo que não vinha aqui.

—Ainda bem, pois assim posso te trazer aqui mais vezes depois do casamento.

—É, pode ser...

—Você parece estar triste, o que houve?

—Nathanael, você é uma pessoa muito boa, mas não estou feliz com este casamento.

—Sei de algo que lhe fará mudar de ideia.

—O quê?

Nathanael puxa Marinette para perto dele:

—O que está fazendo?

—Você verá!

O ruivo pegou o queixo de Marinette e quando estavas prestes a beija-lá, a garota reage, dando um tapa na cara do conde:

—Como se atreve, senhor?

—Me desculpe.

—Se acha que isso iria mudar minha opinião sobre o casamento está muito enganado, passar bem. – Disse a azulada saindo do local furiosa.

Ela chegou chorando em casa, não acreditava que um nobre como Nathanael pudesse achar que um beijo iria mudar a opinião da garota sobre o casamento.

Seus pais viram a garota chorando, quando a mesma entrou, então a seguirão até o quarto da garota:

—Marinette! O que houve? – Perguntava Sabine desesperada ao ver a menina chorando daquela maneira.

—Mamãe, o conde Nathanael é um rude, tentou me beijar.

—Mas filha, é normal isso.

—Eu sei, mas ele tentou mesmo depois de eu dizer que estou infeliz com este casamento.

—Você está infeliz com isso? – Pergunta Tom.

—Sim, papai, preferia não casar com ele.

—Agora é tarde, filha, já está tudo pronto, não desmancharemos o casamento. – Disse Tom com a voz seca.

—Pai, tente entender, eu preferia casar com o Adrien Agreste.

—Não fale isso, preferia casar com o assassino de seu primo do que o conde Nathanael que é justo?

—Sim!

—Você está sendo infiel a sua família, sua ingrata, infeliz.

—Calma, Tom.

—Calma nada, Sabine, ela está desrespeitando a nossa família.

—Mas é porque ela não quer esse casamento, será que não entende?

—Entendo, que você está do lado dela, quer saber, você vai se casar com ele e pronto.

Tom sai do quarto batendo a porta forte e Marinette chora ainda mais e sai correndo de dentro da casa.

Notas finais
Oou, ta chegando a parte ruim, hein. Obrigada por ler! —Beijinhos de cereja!