Adopted Children

7 Capítulo 7 - ASAKA


Notas iniciais
Yo! Desculpe-me por não postar sábado, tive problemas com Física e tudo mais, acabei tendo de estudar sábado. Pra compensar, o próximo capítulo terá alguns acontecimentos explosivos, animem-se!

Londres, 01 de Agosto.


Avenida Louver, dois quilômetros e meio até o Orfanato Lua, palco do espetáculo de todo outono, com excelentes atores e grupos de teatro, um belo movimento artístico que merece compreensão íntuita e limitada. — o loiro explicava para os amigos de dentro da van que os levava para o teatro Clear, especialmente para ver a peça de outono.


– E porque esta nos levando lá? — reclamou o rosado. — Eu não entendi pacas do que você falou.


– Seu selvagem. — xingou batendo em Natsu. — Ganhamos do vampiro, então se sinta feliz.


– Eu preferia um vale almoço. — murmurava o Endou que se acomodava no banco.


– Ele tá certo. — concordou o rosado. — Era melhor um almoço de primeira.


– Parem de perturbar, eu sou o mais velho e eu que decido as coisas.


– Isso ta começando a ficar chato...


– Vocês pelo menos sabem que algumas peças viram filmes? — questionou ainda que em uma pequena tentativa de animar um pouco o passeio. Por mais que gostasse, ainda sim era um modo chato de se passar o dia.


– Que tipo de filmes? Os de luta? — animou-se o Dragneel quase como soltando fogo.


– Pode-se dizer. — murmurou um pouco vermelho por estar praticamente mentindo.


– Yey! Se for assim eu também quero assistir! — pulou começando a pugilar o ar.


– E você vai. — resmungou cruzando os braços. — E enquanto a você, Endou-kun?


– Eu? — ressonou levantando do banco com alguma baba. — Acho que não vou fazer nada lá.


– Vê-se. — disseram os dois garotos abismados.


– Hey, não impliquem comigo! — reclamou limpando a baba do canto da boca. — Ontem foi realmente cansativo.


– Diz quem só teve de jogar xadrez e mal. — brincou o loiro que agora se esparramava na caminhonete.


– Cansa a mente e eu não perdi, aquele cara roubou!


– Como? — indagou o rosado fazendo uma cara cética.


– Ele deu cheque-mate antes de mim. — comentou e uma gota de suor escorreu na parte traseira das cabeças do Dragneel e do Uzumaki.


– Nós acreditamos... — murmuraram em coro, fazendo com que uma pequena veia saltasse da testa do Endou.


– Um Endou nunca mente! — declarou batendo na lataria da van.


– Apenas destorce os fatos, certo? — zombou o Uzumaki, fazendo o moreno cruzar os braços e fazer bico.


– Hey, porque não descem logo? Eu não irei ficar segurando esta porta para sempre, sabiam? — reclamou e os três se viraram para o motorista que até agora esperava pacientemente pela descida dos três.


– Desculpe. — cantarolou o loiro saindo da van ao pulos, totalmente animado pelo progama.


– Sim, gomem. — concordou o rosado que saia com uma animação extrema. O loiro quase se arrependeu de ter mentido para o amigo, afinal, iria ser difícil ver a cara de desapontamento dele.


– Des... — murmurou de um modo enfadonho e saiu deixando o motorista com algumas perguntas.


– Bem, a ordem que tenho é de deixá-los em paz e voltar depois de algum tempo, divirtam-se. — acenou já no volante e deixou-os lá, no pé da porta do teatro.


– Irresponsavel... — disseram os dois cabeças quentes enquanto o moreno apenas murmurou um "Irres...", sem terminar a palavra.


– Ele tem alguma doença, eu tenho certeza disso. — comentou coçando a face levemente.


– E então Naruto-chan? — chamou o rosado. — Onde estão as exibições de luta?


– São tantos...! — adimirou olhando para todos os lados da avenida ao qual várias peças eram encenadas, sendo elas amadoras ou profissionais.


– Isso eu sei! — brigou apertando os olhos em um encaro engraçado. — Qual tem exibição de luta?


– E eu vou saber? — fez cara feia e o rosado se indignou.


– Você sabe de tudo, logicamente saberia disso, não? — cruzou os braços em um gesto triunfante.


– Vejamos... — murmurou tirando do bolso interno do casaco azul um pequeno livro. — No meu guia diz que talvez possa ter algo realmente interessante no teatro central. Já ouviu falar da "Watashi No Mijikaito Amai Sakura No Hana"?


O rosado fez cara de paisagem sem entender uma unica palavra, enquanto o moreno tentava interligar uma palavra à outra.


– Sério? — a animação do Endou fez os dois cabeças quentes se interrogarem mentalmente. — Digo, essa é a melhor peça de todos os tempos! Já viu a parte em que Hankei salva Sakura da espada de Kurai? Adorei quando eles lutaram pela fama de King! Sakura quase preferiu Kurai, mas voltou para Hankei assim que Kurai morreu pela espada de Inu e Hankei matou-o. Sinceramente, eu achei que ela era mó legal no primeiro ato, mas no fim ela era só uma interesseira...


– Já acabou de dar todo o spoiler da peça? — questionou o loiro com uma cara bizonha.


– Hehe... Acho que falei de mais... — comentou coçando a cabeça. — Vamos ver a peça agora?


– Me fugiu toda a vontade... — murmurou com os olhos totalmente brancos. — Natsu-san?


– Também...


_____________________________________________________________________________


Os bailarinos dançavam de forma bela e ritimada, o que causava alguns "Awns" da plateia. O homem de corpo moreno e olhos verdes cruzava os braços com desgosto e tédio. O colete vermelho se amarrotou quando ele cruzou os braços mais forte, não estava gostando da peça. A cara de paisagem que fazia a cada frase cantada dos atores revelava muito bem esta característica.


– Claus. — a voz da mulher não o fez mexer um unico músculo ou desfazer o cruzado de pés que estavam em cima do peitoril da área vip. — Porque assiste à essas peças idiotas?


– Mizuka. — disse em um tom franco. — Se eu realmente não as adimirasse, acha que estaria as assistindo?


– Engraçado... — resmungou acendendo um de seus cigarros. — Vejo você fazer cara de paisagem toda vez que estes idiotas de colan abrem a boca.


Os olhos do homem se arregalaram causando medo de imediato na falsa acessora e causando ainda mais tensão quando aproximou-se dela, fazendo-a abrir a boca pronta para gritar e soltar o cigarro aceso no chão. Para a surpresa dela, ele apenas olhou para o chão, pisou no cigarro estraçalhando-o e voltou-se para ela.


– É proibido fumar aqui dentro. — disse voltando para trás e desparecendo na curva. Deixando uma Mizuka atordoada e suando frio.


– Claus... Aquele idiota inútil. — resmungou puxando a cartela de cigarros e acendendo um outro.


_____________________________________________________________________________


– Naruto-chan... Como consegue ver algo tão chato? — disse o Dragneel enquanto mastigava algumas balas que conseguira comprar em uma aposta.


– Se não está se divertindo, tome outra peça para ver. — resmungou um pouco mais alto pela irritação com a ladainha do rosado que não estava se divertindo.


– Isso é chato. — apontou para os dois caras do outro lado do pequeno palco. — São apenas dois bobocas com meias de olhos e bocas que eles fazem falar sem mecher a própria boca de algum modo.


– O que você queria? — questionou irritando-se. — É a unica peça a qual temos idade o suficiente para frequentar!


– Eu já entendi, já entendi... — murmurou massageando os ouvidos sem nenhum motivo aparente.


– Então Sora? — perguntou a meia azul. — Você viu o senhor Tochi?


– Não Mizu. — respondeu a meia verde. — Pra que quer achar ele? É por causa do pote de mel desaparecido? Eu que o comi ontem de noite.


– Tem razão, isso vai acabar me deixando em estado vegetativo. — murmurou olhando para as crianças da frente que batiam palmas de um jeito patético.


– Hun? — murmurou o moreno. — Já vamos? Eu estou adorando. Não podemos ir outra hora?


Ambos esquentadinhos caíram no chão com a pergunta do fanático por futebol.


– Ele esta gostando, Natsu-san. — murmurou, rindo com um tique nervoso no rosto.


– Eu sei. — disse rindo também. — Acho que ele já está em estado vegetativo.


– Você acha?


Ambos olharam o parceiro bater palmas alegremente e balançaram a cabeça, concordando terminantemente com a teoria.


– Precisamos tirá-lo de lá agora. — disse o loiro aproximando-se juntamente com o rosado de fininho e puxando o moreno, dando o pé dali.


_____________________________________________________________________________


– E então an-chan, vai querer mais alguma coisa? — a garçonete exibiu um sorriso de contentamento ao ver o homem levantar-se da mesa e deixar a quantia necessária mais alguns trocados.


– Obrigado pelo capuccino, estava realmente ótimo. — comentou deixando-a com um aceno de despedida e voltando para o centro de exibições que a Avenida Louver é.


– Destroçando corações, Claus? — desta vez a ruiva apareceu sentada na pequena fonte do ponto central da praça com um livro na mão. — Devo dizer que seu dia tenha sido tão chato a ponto de me fazer abrir um livro, aos quais jurei que nunca abriria depois de formada.


– Oh, Mizuka. — disse em um tom despreocupado e tirando uma das mãos morenas do bolso. — Ler é sempre bom. Fico feliz de tê-la feito fazer isso, mas, qual o motivo de estar me seguindo? Eu odeio escoras, sabe?


– Guarde essa sua droga de felicidade para você. — resmungou fechando o livro que soltou um pouco de poeira. — Estou tentando achar mais algum, você sabe, para o mestre Shan.


– E o que a faz pensar que vai achá-los aqui? — cruzou os braços fitando a ruiva envocada.


– Diga Claus, eles sempre estão por perto quando você em questão é mencionado. Você realmente nunca pensou nesta estranha conhecidência?


– Você me pegou de jeito. — sorriu coçando a cabeça. — Apenas não me siga em lugares inapropriados, certo? Eu sou um membro da ASAKA, mas não sou um poster da revista G.


– Convencido... — murmurou balançando a perna.


_____________________________________________________________________________


– É isso! — comentou abrindo um sorriso que mal lhe cabia na cara.


– O que há, Naruto-chan? — perguntou o Dragneel enquanto carregava o Endou nas costas, o garoto havia capotado outra vez.


– Tem um lugar onde há banhos termais logo ali, qua tal dermos uma olhada? — sugeriu e o mais novo soltou o moreno com os olhos brilhantes. Já o moreno, depois que se chocou contra o chão soltou um grito de dor.


– Não podia ter mais gentileza? — runhiu para o rosado que acabou dando de ombros.


– Então senhor soneca, quer ir com a gente para as fontes termais aqui perto? Diz no meu guia que são extremamente naturais, ou seja, nada de coias exóticas. — disse o loiro, revelando o livro azul com um símbolo verde e vermelho no meio.


– Fontes termas? — disse batendo levemente com o dedo indicador nos lábios. — Acho que tudo bem.


– Então Naruto-chan, pra onde ficam as termas? — questionou com uma disposição sem igual.


– O guia diz que é mais para frente... — murmurou olhando algumas indicações. — Acho que é ali.


Os outros dois seguiram o dedo do garoto e encontraram um pequeno chalé mais afastado. Era realmente movimentado, homens e mulheres saíam e entravam a qualquer hora, o que reforçava a hipótese do palpite do loiro estar certo. Então demonstraram sorrisos e correram para lá, pena que o moreno tropeçou em algo e deu de cara com as costas de uma pessoa.


– Desculpe. — disse depois de se dar conta de que o garoto soltando lágrimas havia esbarrado em si. — Ei, não chore, tá? Eu estava distraído...


– Ei, o que está fazendo com o Endou-kun? — gritou o loiro que a pouco percebera a falta do moreno.


– Cara, você ta muito errado se pensa que pode fazer o Mamoru chorar e sair de fininho. — alertou apontando sem vergonha alguma para o homem.


– E-Eu não fiz nada! — acenou as mãos tentando desfazer o mal entendido.


– Senhor, de algum modo está incomodando estas crianças? — A voz do moreno de olhos esverdeados deu uma espessa sensação de medo no outro.


– N-Não. — guaguejou virando-se e dando de cara com o homem. — E-Eu não fiz nada...!


– Claro, então peça desculpas ao pequeno. — tentou sorrir, mas o resultado não foi o esperado. Logo o homem que havia esbarrado no garoto pedia desculpas aceleradamente e se mandava.


– Obrigado senhor. — sorriu Natsu que agora apresentava a mão para o estranho. — Eu me chamo Natsu, e você?


– Claus. — apertou a mão pequena do garoto. — Sou Claus Sparker.


– Então... — começou o loiro apanhando a mão dos dois amigos. — Nos vemos depois, senhor Sparker.


– Estão indo para as termas? — alcançou-os em uma pequena marcha. — Estamos indo para o mesmo local, deixe-me os guiar.


Os três se olharam e balançaram a cabeça.


– Ok, Claus-san. — disse o pequeno Mamoru que seguiu os amigos e Claus para o chalé.


Normalmente aquele chalé estaria vazio — como disse a senhora da recepção, Angie — mas as poucas pessoas que passavam pelo canto afastado vinham conferir aquilo, apenas como uma fonte de calmaria depois de desfrutar de tantas peças. Após ouvirem a descrição da mulher de cabelos azuis claros amarrados em marias-chiquinhas, adentraram a ala a qual um pequeno kanji demostrava na tapeçaria azul, que era aquela a qual procuravam.


– Porque não vão na frente? — sugeriu apanhando uma cesta de uma das seleções.


– Então tá. — o loiro deu de ombros. Não precisava de sugestões nem de ordens vindas daquele cara.


– Nunca vi tamanha idiotice. — resmungou a voz venenosa e Claus se deparou com sua seguidora no alto da estante de seleções.


– Pensei ter deixado claro que não poderia me seguir em lugares inapropriados. — disse em um som um pouco casual, enquanto cruzava os braços deixando os músculos retorcidos.


– E eu pensei que você fosse mais inteligente. — restrucou com descaso enquanto balançava o livro pra lá e pra cá.


– O que a megane-chan sabe que eu propositalmente não sei? — aquele tratamento causou uma veia na ruiva. Não era exatamente escolha dela usar óculos, o disfarce exigia.


– Só por isso vai ficar fora da próxima operação. — declarou rígida e pulando de frente ao moreno. — Parece que você não se toca. — resmungou pondo uma mecha do cabelo vermelho para trás.


– O que? — murmurou olhando a ruiva com os olhos esverdeados. — Eu sei o que você quer, não vai funcio-


– Claus-san, você não vem? — a voz do moreno chamou a atenção do homem que apenas sorriu.


– Estou indo. — comentou e depois dele ir, virou-se para o outro lado percebendo que a ruiva já havia dado no pé. — Aquela ruiva aguada.


No entanto, a ruiva observava o chalé de longe, mais-ou-menos em um pedestral de mármore que se situava perto do teatro. Suspirou retirando os óculos de hastes azuis e fechando o livro outra vez. Talvez Shan estivesse errado e Claus realmente não fizesse parte de um mundo colossal onde ele é um ímã de presas, ou talvez... As presas gostassem de brincar de pega-pega, então a caçada iria ser bastante interessante.


– Mizuka. — o grito chamou a atenção da falsa acessora e ela pode ver um homem sentado no pedestral do outro lado.


A ruiva virou-se para o homem de cabelos azuis âmbar e pele branca, usando uma jaqueta de couro e uma calça justa da cor preta acompanhada de seus tênis verdes. O rosto era em um formato retangular onde os olhos eram rodeados por uma tinta preta e as bochechas tinham estranhos símbolos em uma língua perdida, além das mechas ficarem coladas ao rosto e sob a parte de cima dos olhos azul cobalto. Ela olhou-o e soltou um riso sarcástico.


– West, o que faz fora do seu círculo de caçada?


– Eu não posso ficar igual a um zumbi ensinando a tropa todo o tempo, existem alvos mais deliciosos. — reclamou passando a língua sobre os lábios superiores, um mal hábito que mantinha sempre que falava frases muito elaboradas.


– Porque não troca comigo? — sugeriu arfando em meio ao tédio. — Espionar o Claus a procura de alvos não está sendo muito interessante...


– Sério? — perguntou caindo na gargalhada. — É tão fácil! Procure ao redor de Claus, ele é um sensor humano! Está pronto para ser usado e descartado como uma peça qualquer! — berrou em meio aos seus risos avassaladores.


– Ao redor? — pronunciou no mínimo pensativa. Ao redor... Claro! Como poderia ter passado sem ser percebido?


– O que há, Mizuka? — arrastou a voz depois de vê-la se remexer distraidamente.


– Até que você presta, West. — comentou abotoando a camisa azul social bastante justa e pulando para o chão. West a seguiu.


– O que quis dizer? — seguiu-a enquanto ela olhava centralmente para o chalé.


– Quem diria! — disse em um tom zombador. — O gênio que não entende as próprias hipótes! Você realmente existe, West?


O homem jovem fez uma careta e repetiu o mal hábito, desta vez coçando a cabeça enquanto seguia a ruiva.


– West...? — chamou vendo o garoto subir a cabeça. — Vamos caçar e, bem, não podemos ter pessoas por aqui, certo?


Não bastou a ruiva explicar mais, um sorriso sádico subiu à face do garoto enquanto ele dividia o tempo entre ligar para alguém e planejar algum tipo de peripércia.


– Apenas me tire disso. — avisou e ouve um pequeno murmúrio da parte do moreno de olhos azuis cobalto.


_____________________________________________________________________________

– Como desejar, mestre West. — ouviu-se da sala escura onde milhares de telas pequenas formavam duas paredes inteiras.


– Com quem está falando Sarah? — o homem ao lado perguntou enquanto rodava na cadeira e brincava com as mãos de um modo impaciente.


– Com o mestre West, mestre Coller. — falou recolocando o aparelho negro no guincho. — Parece que Mizuka-sama achou os alvos. Shan-dono estava certo em mandá-la espionar Claus-sama. West-sama mandou-me preparar a arma.


– Pessoas novamente? — disse pousando os pés entre as endrenagens da cadeira. — Acho que posso cuidar disso. Distraia o idiota do Ran e o matenha longe do Simon. Estou contando com você, Sarah.


– Entendido mestre Coller. — acentiu curvando-se.


Logo um homem de roupa preta apareceu nas sombras, Coller sorriu passando a mãos nos cabelos louros mostarda e acenou para a serva. Em instantes, uma poça de algo parecido com piche apareceu no chão e os engoliu, deixando Sarah sozinha na sala de monitoramento.


– Então, acho que não terei outro caso... — suspirou desprendendo os cabelos lisos de uma cor muito preta e religando o aparelho negro. — Iniciar plano Delta.


Notas finais
E então? Surpresos? Curiosos? Que tipo de plano será o Delta? E pra que fins malucos a ASAKA existe? Fique bem ligadinho. Próximo capítulo só sábado que vem~ Sweet!