Adopted Children
11 Capítulo 11 - Inviável
Notas iniciais
Londres, 15 de Agosto.
Engraçado, o tempo tinha virado de uma hora para outra. A cidade de Londres agora estava coberta de neve, mas os três garotos que ainda usavam calções de banho não estavam tão preparados assim, tendo um calafrio cada vez que a morena de 15 parava em um sinal vermelho. Estavam sobre as ruas quase congeladas de Londres, dirigindo-se para o orfanato Lua, local ao quais os três "moravam" e também, o possível lugar onde a ASAKA os esperava, mas isso fazia parte de seus planos, ou melhor, da estratégia do rosado.
— E então? — pronunciou fazendo um pequeno movimento para encaixar o jipe em uma vaga. — O calafrio passou? — virou-se para as três pequenas figuras no banco de trás que tremiam e rangiam os dentes.
— N-N-Não. — disse o loiro, abraçando-se com frio. — C-C-Co-mo e-es-pe-pera q-que es-es-te-teja-mos?
— Vivos? — caçoou recebendo olhares odiosos dos três. — Ok, que tal irmos lá para dentro?
— N-Nã-Não a-acha q-que é ób-bvi-vi-vio? — questionou o rosado, embrenhando-se no cachecol.
— Eh... — suspirou. Tirou o cinto e andou devagar até o banco de trás, puxando os três pequenos blocos de gelo.
O prédio do orfanato ainda estava em pé, anterior ao portão negro de ferro, o qual a cor se descascava em pequenas lascas, tendo assim um aspecto precário. O portão rangeu e a morena seguiu seu caminho, carregando os três em pequenos e leves passos, pausando uma ou outra vez para que estes não acabassem queimando os pés de tanto frio. Uma senhora de cabelos grisalhos, corpo esbelto e um belo exemplar de Ravons sobre o nariz empinado, deixou-os entrar logo que reconheceu os três internos.
— Agora, acho que podemos nos comunicar melhor. — prosseguiu, retirando a espessa peça de agasalho sobre seu corpo, deixando apenas sua regata branca. — Algo que queiram dizer agora?
— N-Não. — disse o loiro, apegando-se mais ao cobertor que a responsável do orfanato tinha distribuído. — E-Eu não tenho ideia de o motivo, mas parece que seus neurônios não trabalham.
Uma veia exageradamente grande partiu da testa da morena. Ela fez uma cara feia, cruzou os braços e virou o rosto, evitando qualquer rosto infantil.
— Por quê? — questionou, ocupando-se em fitar qualquer objeto inanimado da sala. — O que há de tão errado em trazê-los para cá?
— Posso explicar? — o rosado interferiu, dando alguns passos para o lado, esperando ver-se o mais perto possível da lareira. Depois de receber um aceno da agente, prosseguiu. — Onee-chan, aqui é um lugar sustentado pelo governo, sendo o alvo da Mizuka-chan, já que a própria é uma assessora do Departamento, tendo como alvos os mais novos Mitsus, que são feitos de órfãos e mandados para cá. No entanto, como assessora do governo "falsa", ela deve se conter em seu disfarce e mandar crianças que, naturalmente, são órfãs e não tem envolvimento algum com seu fim maligno.
— Pode traduzir? — levantou uma sobrancelha, recebendo suspiros dos três em uníssono.
— Onee-chan, você poderia nos poupar um pouco? — resmungou o Endou, cruzando os braços e forçando o cenho.
— Natsu-san quis dizer que ao nos trazer para cá, alem de virarmos alvos fáceis, vamos envolver outros que não tem nada a ver com isso!
— Ok, agora eu entendi o que eu fiz. — emburrou brava com si mesma. — Mas isso só faria sentido se desde o começo eles não estivessem nem sonhando em pegar vocês, como se tudo o que eles quisessem fossem apenas os códigos...
— Códigos...? — murmurou o moreno, batendo levemente o dedo no lábio inferior. — Código! Como a gente não percebeu antes? Isso está claro.
— O que deu em você? — perguntou o Dragneel, dando alguns passos para trás, chegando a quase topar com o loiro.
— Lembro-me que o Nii-san do Uzumaki-san disse algo sobre códigos e apontou para aquele livrinho, tendo como palavra final o nome Kaiou.
— Kaiou? — voltou-se para o pequeno intrometido, que acabara de tampar a boca, se amaldiçoando por seu impulso.
— Vampiro-san, o que você sabe sobre Kaiou? — questionou o loiro, pouco se lixando para as caras questionáveis que os colegas exibiam.
— É Sasuke. — corrigiu, franzindo o cenho. — E o que você quer saber sobre Kaiou?
— Tudo. — exibiu um sorriso, fazendo todos caírem (literalmente).
— Kaiou é uma lenda. — iniciou, sentando-se no sofá fofo, perto do Dragneel. — O líder das empresas Uchiha, meu pai, contava uma história antiga, a qual ele ouviu de um bom senhor quando ele passeou pelo parque Norte. A história visava um mundo perfeito, sem humanos, sem democracia, sem qualquer rastro de maldade, corrupção, morte ou frieza. O nome do lugar era Kaiou, o mundo dos anjos, mas em um dia qualquer, um dos anjos se corrompeu, tendo caído em consenso quando foi acusado, acabou banido para o Darker. No entanto, quando jurou vingança, voltou e lançou uma praga, trazendo junto dele milhares de banidos, e assim se iniciou a guerra sangrenta, sem qualquer fim ou resolução. O conto ainda especificava que a guerra se consumia ainda nos dias de hoje.
— Kaiou é um mundo perfeito? — pontos de interrogação surgiram nas mentes dos três, sendo arrastados e interrompidos pela morena.
— É só um conto, hun? — sorriu. — Então, a gente já vai indo.
— Mas isso não faz parte do plano, Onee-chan. — comentou o rosado, sendo carregado pelo braço esquerdo da garota e parando para dar um oi para o loiro, carregado no braço direito. — Você se esqueceu?
— Ei, eu não contei esta história de bom grado por nada. — chamou atenção, cruzando os braços e mostrando um sorriso satisfeito. — Me devem alguma coisa.
— O que você quer Vampiro-san? — murmurou o Uzumaki, puxando a blusa de Heith e fazendo-a descê-lo.
— É Sasuke... Vocês estão jogando um jogo, certo? — calaram-se. — Eu quero participar.
— Mas voc...! — a voz do rosado foi cortada por uma explosão, que levou junto uma parte da parede bem diante de seus olhos. — Nos acharam...
— Onee-chan, fuja! — mandou o Uzumaki, empurrando a garota e o moreno. — Não podemos salvar vocês!
— Ei, você também. — concordou, empurrando o moreno para longe.
O Dragneel bateu palmas e ambos os braços ficaram em chamas, tendo seu núcleo nas palmas esbranquiçadas. Já o Uzumaki, sentou-se no chão, fechou os olhos por um estante e logo estes ficaram vermelhos, seu cabelo se coloriu de um tom vermelho vivo e a pele escureceu alguns minutos, fazendo a atmosfera sucumbir ao chão e uma aura escura se formar diante dele. O corpo frágil se levantou e ao mínimo movimento de um dos dedos fez com que alguns quadros e espelhos se quebrassem, dando um ar gutural ao ser no corpo do Uzumaki, acompanhado de olhares confusos.
— Finalmente. — a voz se mostrou rouca e baixa, dando um ar medonho ao conjunto. — Estava cansado de brincar... — um sorriso sádico tomou o seu rosto.
— Fox? — questionou o Dragneel, tentando identificar a figura.
— Não, seu humano inferior. — rosnou fazendo o rosado recuar. — Eu sou Ox, a verdadeira alma deste corpo...
— Que coisa?! — assustou-se. — E onde está Naruto-chan?
— Em um lugar realmente desnecessário. — o sorriso sádico surgiu mais uma vez.
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Os olhos opacos foram se abrindo gradativamente, tendo decaídas nas primeiras tentativas. Depois do sufoco, a imagem desfocada se transformou em um lugar bem nítido. A pouca luminosidade, os sons altos de passos, as gotas de um líquido rebatendo e tocando a parede, a grade de ferro bem fixa e o pé posto fora da gaiola gigante, sendo quase todo submerso pela água. Os olhos opacos piscaram, acompanhados de um suspiro longo e irritado, encontrando-se alguns minutos depois com o espaço entre duas barras, tendo o acompanhamento de cabelos loiros e sedosos, estes que caíram para frente, acobertando os olhos.
— Me tira daqui! — o grito do loiro ecoou por todo o local, sendo repetido outras vezes.
Sem qualquer resposta, o loiro fez uma cara emburrada e bateu a cabeça outra vez nas barras da gaiola gigante.
— Porra! Eu já mandei me tirar daqui! — berrou, recebendo o seu eco e o silêncio como resposta. — Me tirem daqui, seus caras idiotas!
— Cale-se! — brandou.
Os olhos se viraram para uma mulher frustrada, que recolhia algumas cartas de baralho e vez ou outra cruzava as pernas debaixo da mesa. O cabelo ruivo de um tom alaranjado se destacou, tendo um par de esmeraldas como acompanhantes do seu desenho. Tocou o cabelo para trás e bufou, notando o quanto o garoto na gaiola berrava.
— Ei moça, eu não tenho nada a ver com isso! — gritou, empurrando a cabeça por entre um dos espaços.
— Cale-se. — o loiro arregalou os olhos quando viu a expressão aterradora da moça.
— Então porque eu estou aqui? — questionou, enfurecendo-se com a expressão insolúvel da mulher. — E cale-se o caramba! Você não manda em mim ó tia!
Uma veia gigantesca e avermelha pulsou na testa da mulher. Esta que se virou, dando alguns passos em direção ao loiro, parando rente ao local de aprisionamento. Soltando um sorriso sádico em sua direção.
— Cale-se!
O grito histérico e espalhafatoso fez o loiro recuar um bom pedaço de caminho até que este cessasse o que se mostrou intenso demais até que um bom tempo passasse. Terminando com a ruiva de boca fechada, dando um pequeno resmungo e saindo de perto ao mesmo tempo em que ajustava o colete marfim sobre o corpo.
— Você tem um fôlego e tanto, oba-san. — chamou-a pejorativamente, mas a ruiva se deu por satisfeita e saiu. — Ei, não me deixa aqui! Pelo menos me solta sua tia!
— Você pode ser realmente problemático, garoto. — comentou, parando no meio do caminho. — Pena que esteja tão absorto na sua própria burrice que não vira o que um dia fora mais cedo.
— Eh? — exaltou, pondo a cabeça entre as duas barras. — O que quis dizer?
— Você realmente não é o meu Naruto. — suspirou, desistindo de vez da sua conversa pouco inteligente com o loiro.
— Ei, Ei tia! — chamou-a, disposto a tentar entender. — O que quis dizer com o meu nome? Escutei-a dizer Naruto. O que quer comigo? Qual o objetivo disto tudo?
— Diga rapaz, quantos anos você tem? — questionou, em um suspiro longo e avassalador.
— 16, tia. — respondeu, como se não bastasse todo o problema que a mulher havia causado.
— Então, não é mesmo o meu Naruto. – murmurou bastante baixo. — Fique aí, acho que logo você sairá.
— Sério? — ouve uma súbita mudança de humor. — Quando?
— Na cerimônia de alguns dias, quando Shan pegar os últimos códigos, restam apenas sete. — disse, recomeçando a sua pequena corrida pelo local. — Até lá, você fica aqui, Naruto 2.
— Eh?! – berrou provavelmente irritado com o que ela havia dito. – Como você me chamou sua velha?
— Deixe está. — resmungou, passando os cabelos ruivos para o lado. — E para sua informação, Oji-san, eu tenho apenas 13 anos. — e deixou o local, com um loiro em meio a pontos de interrogação.
— Rin, como foi com aquele garoto? — questionou quando a mulher chegou perto dele, com os sapatos pingando.
— Nada de mais Ran-sama. — comentou, empunhando um copo de água do freezer. — Tem certeza de que ele vai fazer alguma diferença no livro de Coller-sama? Ele apenas não se enganou?
— Não minha cara. — exibiu um sorriso peculiar. — Os efeitos de sua ajuda estão indo bem até agora.
— Explique nii-san. — pediu, sentando-se a mesa de madeira e fitando Ran com interesse. — Aquele garoto irritante mais velho me dá nos nervos! Ele não é aquele garotinho kawaii!
— Hun? — retirou o dedo mindinho do ouvido, com pouco interesse. — Você sabe... O pirralho... Não é aquele... É muito complicado para se dizer! Se quiser saber, pergunte ao Simon.
— Você tem preguiça de pensar, nii-san. — comentou, tomando o último gole de água. — Por falar nisso, quando eu vou me juntar a ASAKA?
— Breve, se eu estiver de acordo.
— Eh... Desde quando você manda em mim? — fez uma careta, nada feliz com a resposta. — Você é irritante.
— Estou de pernas para o ar. Ninguém me mandou qualquer missão que não fosse essa. — resmungou, cruzando os braços sob um tipo de marca na blusa branca. — Você sabe... Você é minha escrava, faça o que eu mandar.
— Keh... Irritante. — levantou-se, batendo o copo vazio na mesa de madeira. — Prefiro ficar com o loiro idiota à com você, seu maldito. — e saiu porta a fora.
— Diga Katsu, o que acha da minha imouto...? — perguntou, com um sorriso sibilando na face.
Ouve silêncio. Apenas o garoto de cabelos alaranjados pareceu ouvir a resposta, a resposta de um ser imaginário, ou talvez de um ser calado. No entanto, a espada pareceu dar uma leve mexida ou poderia ter sido só o balanço do corpo de Ran que agora exibia um sorriso sádico, mórbido, grotesco, consequência da possível resposta que a "espada" havia dado.
— Garotinha, você voltou! — comemorou, balançando os braços e as pernas nos espaços da grade de ferro. — Sabia que não me deixaria aqui! — e começou a chorar, pondo o braço esquerdo de instante em instante para secar as lágrimas.
— Não chore por tudo. — reclamou, soltando um resmungo. — Você me entendeu mal, estou aqui porque o traste me irritou. E entre você e ele, prefiro você. Apenas não me faça me arrepender de tê-lo escolhido.
— Ok! — sorriu, voltando para a jaula e parando de derramar lágrimas.
O silêncio foi mantido entre os dois. Rin continuou sua tarefa de ocupação na mesa do lugar encharcado, puxou as cartas de missões e organizou-as em data e nome, sem qualquer motivo aparente. O loiro continuou sentado no "chão" da gaiola, encostado na parede (que por mais estranho que seja não estava úmida), batendo o punho da mão esquerda em um ritmo simples, nada muito elaborado, mas que com toda a certeza ecoava no lugar, causando uma irritação na ruiva.
— Quer parar? — virou-se com uma veia saltando da testa.
— Isso é chato, fale algo! — berrou, piscando os olhos e limpando alguma baba no canto inferior da boca.
— O que quer saber? — resmungou, não vendo mal algum naquilo.
— Para quê vocês me querem?
— Bem direto, não? — refletiu, causando um pequeno rubor no loiro. — Se eu lhe contar, o que ganho em troca?
— Em troca...? — tocou os lábios, tentando pensar em algo. — O que quer?
— Esqueça... — suspirou, massageando um nervo da testa. — Shan-sama manda no Ran, Ran manda em mim e eu apenas obedeço a ordens. O porquê de ele lhe querer? Simples, você é um humano de um mundo alternativo, você não existe, pelo menos não agora. Uzumaki-san existe, ele sim é o nosso alvo, precisamos do seu DNA para matá-lo de uma vez ou utilizar em um dos experimentos do doutor Cherry.
— E-E-EEEEEEEhhhh? — berrou, ecoando o grito por todo o local.
— E o que eu ganho em troca agora?
O loiro se abobou com a pergunta. Quer dizer, não é todo dia que você descobre ser uma existência paralela e que estão tentando te usar para um projeto de um doutor maluco. Mas a garota estava insatisfeita, ela tinha seu preço e ele precisava pagar o quanto antes.
— Seu loiro de farmácia, me dê logo alguma coisa. — resmungou, aborrecendo-se e suspirando chateada.
— Uh... Que tal isso? — mostrou-lhe um colar azul, de uma pedra brilhante em forma de prisma. — Eu não sei se você o quer.
— Você acha que sou burra? Essa porcaria de colar mata qualquer um, me dê algo concreto.
— O que você quer?
— Que tal a sua alma? — sorriu, fazendo o loiro recuar e assustar-se com a tamanha naturalidade dela. — Não me perguntou o que eu queria? Então é isso.
— Você está brincando, não está?
— Neh... Loiros são burros... Eu deveria ter imaginado. — suspirou, levando ao loiro uma veia na testa.
— Burros uma vírgula! — berrou, soltando uma quantidade pequena de fumaça pelas narinas. — Se você não explica como espera que os outros entendam??
— Então, explicarei para que qualquer criança de TRÊS anos entenda. — sobressaltou a faixa etária. — Você me deve sua vida agora. Depois que ficou sabendo, não poderá sair vivo daqui. Que tal me dá-la agora?
— Espere, se eu sou uma existência inútil-
— Ou até que útil. — interrompeu-o.
— Continuando. Se eu não sou "exatamente" preciso, porque ainda não pegaram o dna e mataram o outro?
— Shan-sama não quer que você saia. Saindo, irá prensar um dos bonecos da Verônica e todo mundo sabe como ela fica quando um dos bonecos dela é destruído.
— Verônica? Bonecos?
— Você é bem lerdo. — resmungou. Outra veia pulsou na testa do loiro. — Agora, um dos bonecos amaldiçoados da Verônica está tomando o corpo do Uzumaki-san, se você fugir, ele irá sumir e acabará com o plano.
— Isso está me dando nos nervos... — murmurou, segurando a cabeça e arregalando os olhos.
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— Vamos brincar, pequeno Nt...
Um sorriso doentio surgiu dos lábios de uma mulher de cabelos pretos, lábios cobertos por um batom enegrecido, olhos alaranjados e algumas olheiras rodeando os olhos. Esta que segurava um boneco de pano com cabelo amarelo e shorts negros, os olhos de lantejoula azul. Ela pegou dos lábios um pequeno percevejo e escreveu no ar, depois jogou o percevejo longe, vendo de relance ele cair no chão, perto de uma parede cheia de palavras escritas em vermelho.
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Ficha técnica:
Nome: Verônica Steel
Idade: 20 anos
Habilidade: Doll (marionetes)
Colocação: Assassina.
Gosta: Nada em particular.
Não Gosta: Fogo e idiotas.
Histórico: Não há muito para saber sobre ela, apenas que Verônica é uma especialista em assassinatos cautelosos. Inclusive, ela é a principal suspeita de um crime realizado há alguns anos, tendo como números de mortos mais de vinte. Além de realizar trabalhos "patéticos" para a instituição ASAKA, usa seus bonecos para "prender" almas de certas pessoas, levando-os como seus escravos.
Nome: Rin
Idade: 13 anos
Habilidade: Surrupiar (tipo normal)
Colocação: "Escrava" de Ran.
Gosta: Filmes de terror.
Não Gosta: Pessoas burras.
Histórico: Rin é uma garota com o porte físico pequeno, tendo como "trabalho" ser escravizada por Ran, um dos assassinos da ASAKA. Apesar da coloração avermelhada do cabelo, pode-se dizer que não tem pavio curto. Sendo uma "coringa", a garota aproveita a sua grande quantidade de informação e em troca de dá-las, acaba ganhando as "almas" dos prisioneiros que Ran coloca na Blood Cage.
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