Adolescência Paulistana

2 Caiu na Babilônia


O Beck estava queimado, todos sentindo a brisa daquela noite louca, Max ainda se sentindo sóbrio reclamava de não ter batido a brisa enquanto seus amigos cantavam:
'' quem é que joga a fumaça por alto?
PLANET HEMP! todos gritavam enlouquecidos com aquele momento.
Derrepente só ouviram o voz que todos temiam
— Sai daí mulecada maconheira! fora fora fora!, nem daqui vocês são, vai dar meda se não saírem chamo os 'homens'!
Era um Guarda daquele condominiu, o coração de Max batia a ritimo de punk rock, suas mãos suavam, as pernas só corriam, e em suas mentes lhe vinha as imagens da sua mãe pedindo que não experimentasse drogas! Tava Foda manolo.

Dalí em diante a gurizada do reggae, subiram juntos para voltarem a festinha. Max involuntariamente comentou,'' poxa bagulho nem da brisa'', e tato lhe respondeu dizendo que em instantes estaria vendo gnomos brotarem da terra!e assim foi.
Em instantes, Max começou a rir de tudo, tudo era motivo de graça, o brilho da lua, o cabelo de Marcos, as risadas dos outros, tudo estava ''Pallas''.
Ao chegarem na festa, comprimentaram a todos que ainda não tinham visto, e foram abrir mais uma vodka. Enquanto isso Max viu uma garota, Cabelos pretos e lisos, olhos escuros e com ar de sinceridade, e um sorriso que brilhava mais do que qualquer estrela. Naquele momento Max sabia que devia conversar com a Gúria, pois a intenção de ficar já era presente. Então o primeiro passo foi tomado e max disse.
- Oi tudo bem linda? qual é seu nome?
- Tudo! Meu nome é Letícia- com um sorriso de curiosa se encontrava

- Nome bonito, poxa nem te conhecia estuda aonde?- Garoto interessado rs

- mas eu te conheço! sou do eg, você namora a Flavia!, juízo hoje em? ( risadas)
- Pode deixar, vou pegar algo depois conversamos!

O interesse de Max era evidente a todos, mas o medo da possivel rejeição era grande, pois ela já o conhecia e sabia sobre sua namorada. Depois de tomar umas três doses de vodka com os amigos, Max já estava bebado e de borest, seu estado estava em Danger.
Após alguns minutos, começou a conversar com uma garota, simpatica porém não era bonita. Seu nome era Paloma, tinha 15 anos, ou seja estava Suave. Max não pensava em nada tudo rodava, tudo era pallas naquele lugar, quando menos percebeu estava beijando Paloma e a festa inteira comentava, ''porra ele tem namorada''.
Max naquele momento viu que não estava mais com aquela disposição pra namorar, tudo estava saturado no namoro, e ficar e CAIR NA BABILÔNIA era bem melhor, o sentimento era bom mas o medo de que Flavia descobrisse era enorme, fora de seus pais perceberem o cheiro da manga rosa.
A brisa não passava era amedrontador, a sensação de falta de poder sobre o corpo, mas com vodka tudo se resolve.
A festa se passava, Max um pouco mais sóbrio, conversas fúteis e sem nexo se propagavam no ar, e Max só pensava na Letícia. Um pouco mais tarde Max, foi falar de novo com a Letícia, mostrar a pretenção e ver no que dava, até que Fraga, um brother qualquer, chegou e a levou pro canto. Revoltado Max preferiu ficar de boa e ver se dava pra ficar com outra garota, e foi o que fez, ficou com a melhor amiga de Letícia, a Ne.
A noite passou, o chão do salão estava todo sujo de barro, vómito, cinzas de cigarro, bitucas, latinhas amaçadas, as pessoas já estavam todas do lado de fora sentadas conversando, A brisa passara, o vodka tinha acabado, o cigarro já deixaria o cheiro se fumassem e daria pallas, e a maconha na mente de todos. Era então a hora do perigo, o final da noite o retorno pra casa. Ao entrar no Carro Max e Marcos morrendo de medo dos pais de Max desconfiarem de algo. Mas não houve erro, nem pallas, nem nada. tudo tinha dado certo, e amanhã era um novo dia.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.