Capitulo 1 – Sick.

NCIS.

Sexta-feira. 18H43Min.

A equipe se preparava para curtir um final de semana sem casos quando Gibbs apareceu na agência.

— Chefe. Sabe que é fim de semana. – Disse Tony. – É pedir demais um sem corpos e com uma praia?

— É sim Dinozzo. – Disse Gibbs. – E por falar nisso temos um corpo.

McGee que estava pronto para guardar o distintivo na gaveta para pegar só na segunda feira. Ziva largou a bolsa de praia com biquínis dentro. Tony guardou sua revista indecente na gaveta.

— Lá se vai meu final de semana. – Disse Tony.

— A morte não tira férias, Tony. – Disse Gibbs.

A equipe seguiu o líder até o elevador. Gibbs apertou o botão e as portas do elevador se fecharam.

Abby chegou ao seu laboratório alguns minutos depois que a equipe saiu. Ela estava cansada. A semana foi longa e cansativa. Ela colocou a música bem mais baixa do que costumava ouvir. Pegou um café e mandou ver. Ligou os equipamentos do laboratório e se sentou. Esperava as amostras e evidências do caso atual.

Gibbs chegou com a equipe a cena de crime. Ducky e Palmer chegaram em seguida. Como sempre discutindo.

— Senhor Palmer. – Disse Ducky. – Estou pensando seriamente em aprender a dirigir a van.

— Porque? – Perguntou Palmer.

— Seu senso de direção é péssimo. – Ducky sempre se estressava. – Eu vou lhe dar um GPS de presente. Quem sabe assim você consegue se guiar.

Ducky pegou a maca e Palmer foi ajudar.

— Então McGee. – Começou Gibbs. – Quem é o nosso falecido?

McGee passou a digital no scanner portátil e a informação surgiu.

— Marinheiro Derrick Ressela. 45 anos. Estava baseado em Pax River. – Disse McGee.

— O que ele faz aqui nesse bosque? – Perguntou Gibbs.

— Não sei. – Disse McGee. – Ele mora perto da base. É casado e tinha uma filha que morreu em um acidente de carro há quatro anos.

— Colha sangue, pele em grande quantidade e mande para Abby. – Disse Gibbs. – Aquela base lá exige um auto nível de segurança. – Completou Gibbs.

McGee tirou uma parte considerável de pele e tirou bastante sangue. Colocou tudo em embalagens lacradas.

— Vamos voltar. – Disse Gibbs. – Parece que vai chover.

A equipe embalou tudo que pode da cena do crime. Fotos e até vídeos para melhor perícia.

McGee levou as amostras de pele para Abby no laboratório. Ela parecia estar tirando um cochilo quando ele chegou então deixou as amostras e um bilhetinho carinhoso para ela.

Abby acordou e começou a examinar o tecido. Quando terminou ela só queria sentar. Sentou na sua cadeira e fechou os olhos.

Gibbs foi até a autopsia ver Ducky.

— Não sei do que ele morreu Jethro. – Disse Ducky.

— As amostras que eu dei para Abby? – Perguntou Gibbs.

— Devem ser o suficiente para determinar a causa da morte. – Disse Ducky.

— Ok – Disse Gibbs. – Espero que isso seja verdade. – Disse Gibbs.

Gibbs apertou o botão para subir até o laboratório.

Ele saiu do elevador e se dirigiu ao laboratório.

— Abs? — Gibbs entrou no laboratório e parou perto de Abby.

Abby estava sentada no computador com a cabeça entre as mãos e os cotovelos na mesa. Ela não olhou para o lado enquanto Gibbs entrava.

— Abby? — Ele disse de novo enquanto caminhava para o lado dela e viu que seus olhos estavam fechados. Gibbs estava preocupado. Ela raramente dormia no trabalho no meio do dia por causa de toda a cafeína que ela consumia, e ela estava muito mais pálida do que costumava ser.

— Abs. – Gibbs a chamou enquanto colocava calmamente a mão nas costas dela.

Ela não acordou.

— Abby, acorde. – Gibbs disse um pouco mais alto sacudindo o ombro dela gentilmente.

— Ah, ah! Desculpe, Gibbs, não queria ... ah! — Ela começou a falar e se desculpar, mas, quando se levantou para trabalhar, começou a balançar e depois caiu em Gibbs, que a pegou sem pensar.

— Abs! Você está bem? – Disse Gibbs pegando Abby.

— Hum, sim, Gibbs, eu estou bem. Eu apenas — fiquei um pouco tonta quando me levantei tão rápido. – Disse Abby.

— Isso geralmente não acontece, Abby? – Gibbs perguntou enquanto ela estava de costas. — Você tem certeza de que está bem, você não parece estar realmente bem hoje. – Disse Gibbs.

— Bem, claro, eu estou bem Gibbs. – Começou Abby -. Eu não mudei muito desde ontem, além de ser um dia mais velha e você sabe que todos os dias você perde toneladas de células mortas da pele e.... – Abby não consegui concluir.

— Abby! — Gibbs viu a tentativa desesperada de Abby de mudar o assunto. — Você sabe o que quero dizer. Você parece estar doente. Venha aqui. — Gibbs estendeu a mão para tocar sua testa, mas ela se afastou dele.

— Não, Gibbs, realmente estou bem. – Disse Abby se afastando de Gibbs. — Eu, hum, estava apenas tendo um daqueles sonhos, você sabe, quando você sente que está prestes a cair e então você pula de volta acordado quando você trava e então eu apenas estava tonta de ser empurrada para fora do meu sonho tão rápido e ...

— Abby. – Gibbs deu um passo em direção a ela, tentando levá-la ao seu alcance sem que ela percebesse.

— Gibbs? – Abby se distanciou dele e fingiu que não o viu se movendo em direção a ela. Ela procurou por algo para desviar sua atenção para que ele a esquecesse.

— Eu sei o que você está tentando fazer, e você não pode me enganar assim. Eu também conheço você, Abs. E também sei que você geralmente não adormece no meio de um caso, especialmente porque você já tomou três cafés hoje. – Gibbs falou isso apontando para três copos de café no balcão do laboratório. — Então você precisa me dizer se você está doente e vou mandar você ver Ducky e ele vai te examinar e se precisar ele vai mandar você para casa. – Disse Gibbs.

Enquanto Gibbs falava enquanto dava passos lentos em direção a ela, tentando pegá-la com a guarda baixa, mesmo sabendo que Abby estava deliberadamente afastando-se dele.

— Giiiibbbssss. — Abby gemeu. — Estou bem, realmente. Não preciso ir para casa ou ver Ducky. – Disse Abby. Ela parecia ainda mais doente.

— Se você está bem, por que você não vai vê-lo para me divertir? – Gibbs tentava convencer Abby a ir.

— Porque, Gibbs, já perdi muito tempo e .... Ah! Gibbs! – Abby não queria parecer fraca na frente de Gibbs.

Gibbs esperou até que ela voltasse para ele e então ele deu três passos rápidos para acabar com o espaço entre eles, ela se assustou quando se virou. Ele agarrou sua mão antes que ela pudesse se afastar, e ele colocou a outra em sua testa. Ele segurou-a por meio segundo antes de ela afastá-lo e quase gritou para ela.

— Abigail Sciuto! Você está queimando! – Gibbs estava assustado. — E você sabe disso! Por que você está aqui? Você deveria ter me chamado e falado que estava doente! Você deveria estar em casa e na cama! – Gibbs colocou uma mão nas costas e começou a leva-la para a autopsia.

— Gibbs! Onde você está me levando? E você acabou de me chamar de Abigail? Você é o Ducky? – Perguntou Abby.

Gibbs tirou a mão de suas costas para apertar o botão do elevador e virou-se para encará-la.

— Não! Eu estou realmente bravo com você, então usei seu nome. – Gibbs estava bravo por causa da falta de preocupação de Abby com a própria saúde. — Você está se pondo em perigo trabalhando quando você não sabe o quanto você está doente. – Disse Gibbs.

Eles entraram no elevador e Gibbs pressionou o botão para ir para a Autopsia.

— Ah, Gibbs, eu não estou doente. Eu me sinto absolutamente bem. – Abby se recostou na parede e descansou a cabeça enquanto falava.

— Abby, você não sabe que posso dizer quando está mentindo? – Falou Gibbs para Abby.

— Gibbs! Eu sabia que você não poderia ficar com raiva de mim! — Ela afastou-se da parede para ficar de pé novamente, mas ficou tonta de novo e caiu em Gibbs, que novamente a pegou.

— O que? Abs! Você está bem? E pare de tentar mudar o assunto! — Gibbs ficou ainda mais nervoso com tudo aquilo.

— Ei Sim, Gibbs, bem. E você não me chamou de Abigail outra vez. Então você já não está tão bravo comigo, então eu posso voltar ao trabalho? — O elevador parou. Eles saíram e entraram na sala da Autopsia.