Notas iniciais
Oiii, estava com saudades e sem inspiraçao, nao ta bom, mas senti que os devia.

Ela saiu e minha mãe apareceu:

– Ela está muito brava.

– Sim, está. E a culpa é minha.

– É.

– Obrigada pelo apoio, mãe.

– Mas é, quem mandou você fazer uma festa?

– Mãe, eu não fiz uma festa. Eu sei, havia uma festa, mas eu não dei..

– Então me explica o que aconteceu.

– Bom,..

FLASH BACK

Eu estava vendo televisão quando Diego me ligou:

– E ai, cara?

– Tranquilo?

– Claro, aquela gata que me falou tá ai?

– Não e não a chame assim.

– Como queira.

Desligou, continuei vendo TV, logo a campainha tocou. Abri, era: Diego e muitos mais, invadiram carregando comida bebidas, quando notei já se transformara numa festa, tentei manda-los embora. Até que a Lara chegou e disse:

– Fica calmo e bebe isso. — Me entregou um copo.

– Eu estou bem.

– Ah, vai. — Ela falou bem perto de mim. A afasto com o braço e bebi um pouco. Havia um gosto horrivel.

– O que é isso?

– Ah, é um refrigerante.

– Mas tem gosto de cerveja.

– Não, é muito bom.

Bebi um pouco.

FIM DO FLASH BACK

– E não lembro de nada depois disso.

– Lara?! Eu odeio aquela menina.

– Eu também.

– Se quiser eu posso falar com a Vilu.

– Não, eu preciso fazer isso, mas não sei como.

– Que tal ir falar com ela?

– Ela não escuta.

– Já tentou?

– Já.

– Não desista, tente novamente.

– Ok, vou lá.

Subo e a porta dela estava aberta:

– Estranho. — Sussurro e entro, ela estava no chão agarrando algo apoiada no outro lado da cama onde não podia me ver. Rodeio e sento a seu lado.

– Sai daqui.

– Não. — Ela olhou para mim com raiva, seus olhos estavam vermelhos, seu rosto empapado. — O que está agarrando? — Ela me entregou era uma foto nossa, quando pequenos. Eu estava com ela no jardim do orfanato, a abraçava e sorriamos. A foto fora tirada por Angie. Um lágrima escorreu, depois outra.

A Mel estava gravando tudo, sem eles perceberem.

– Violetta, por favor, deixe-me explicar.

– Não. — Segurei sua mão e a puxei para mim.

– Nunca mais toque em mim. — Rosnou soltando sua mão com força.

– O que eu preciso fazer para que você me escute? — Ela me ignorou e ficou mirando o nada. — Violetta. — Fico cara a cara. — Violetta. — Aproximo nossos rostos, ela olha para mim. Naqueles olhos eu via ódio, mas tambem amor, bem lá no fundo, mas amor. — Violetta. — Aproximo mais ainda, já sentia sua respiração nervosa bater em meus lábios. — Violetta.. ..eu te amo. — A beijo.