Adoção , Uma Separação ?
15 Mis ojos ya no pueden ocultar, este misterio.
Começou calmo, ela tentou separar, mas a segurava. Depois foi esquentando, tirei uma mão que segurava a Violetta, pus em sua cintura e a puxei para cima. A deito na cama, estava sobre ela, a mesma entreleçou suas mãos por trás de minha nuca, minhas mãos estavam em sua coxa nua, já que usava apenas um short curto e uma blusa com caveira. Ficamos assim por um tempo, ela me girou e ficou sobre a mim. Suas mãos pousaram sobre meu abdomen em cima da blusa. Num momento incerto ela parou bruscamente, levantou, me olhou, e depois saiu correndo assustada porta á fora. Corro atrás, ela saiu de casa e começou correr pelas ruas, estava correndo em sua cola e tentava para-la. Ela notou que eu a seguia e tentou me despistar.
Por Vilu:
Eu não posso fazer isso, não é certo, corro pelas ruas fugindo de meus sentimentos. Não posso. Todos são iguais! Todos! Por que eu me entreguei assim? Ele só queria se aproveitar de mim.. Ele, o Diego.. Não mudam.. Passos, me viro e Léon corria no meu alcanço. Ai, e agora? Reuno todas as minhas forças e corro em disparada. o máximo que posso. Não sei se ele está me seguindo, mas não vou olhar. Logo duas mãos me puxaram para trás, me viro e vejo Léon. Ele arfava, seus cabelos estavam caídos na testa e a mesma pingando, sua respiração estava descontrolada e sua regata tinha grandes marcas de suor.
– V..ilu, por fa..vor, vol..ta para cas..a.
– Quer um conselho? Comece a frequentar academias. — Me viro e começo a andar novamente. Sua mão pousa em meu ombro.
– Vilu, eu posso te explicar tudo, menos isso. — Girou as mãos apontando para a situação em si.
– Homens são todos iguais. — Volto a andar.
– Para de fugir de mim e me diga o que eu fiz?
– Você e o Diego são iguais, só querem se aproveitar de mim.
– Ei, — Segura meu braço. — isso não é verdade.
– Ah, não? Então quando partiu meu coração transando com aquela menina e me beijou, não tinha intenção de me machucar, neh?
– Não, eu não tinha.
– Você é como todos os outros, sabia?
– Não eu não sou, e sei que tambem sabe disso. E eu confesso que errei, mas eu posso explicar:
Eu estava vendo televisão...
Não, é muito bom...
Bebi um pouco.
– E foi isso que aconteceu... — Eu o abraço com força mesmo estando suado.
– Me sinto tão tola. — Cada vez mais forte.
– Ei, pequena, está tudo bem .. e aquele beijo foi o momento, sabe?
– Me desculpa, tá? — Eu deixo minhas mãos em seu pescoço e ele segura meu rosto com as mãos.
– Está tudo bem, pequena. — E me encaixo perfeitamente em seu peito, num abraço calaroso.
..
– O que você acha de irmos ao StarBucks? — Meus olhos brilham.
Fomos andando de mãos dadas até o StarBucks.
– O que posso servi-los? — Era um garoto de mais ou menos 16 anos, que ficava olhando para meu decote. Léon estremeceu a meu lado, sua mão se fechou em minha e suas veias pulsavam cada vez mais rápidos.
– Dois Frapuccinos de chocolate, por favor. — Falo tentando passar calma a Léon. — E dois muffins.
– De que? — Sorria o garoto descaradamentre.
– De chocolate. — Fria. Dei o dinheiro, mas Léon ensistia em pagar, então deixei-o, mas paguei metade.
Fomos andando a casa, eu não estava com fome e tinha uma mulher jovem parecendo esfoemada deitada na rua.
– Tome, aqui, senhora.. — Dei meu muffin a ela.
– Muito obrigada, senhorita. É muita gentileza sua.
– Por nada. — Continuamos a andar.
– Isso foi muito doce, sabia?
– Obrigada. Então, Léon, o que fez durante esses anos se mim?
– Te esperei.
– Ai, que lindo... — Virei para ele.
– Eu até te escrevi uma canção sobre sua espera.
– Ai, eu quero ouvir..
– Quando chegarmos em casa, eu lhe mostro.
A senhora a quem dei o muffin tocou meu ombro.
– Me desculpa, mas não precisa me agradecer. — Tento me soltar do abraço.
– Não filha, eu sei que não. — E me abraçou.
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