Admito Que Te Amo
43 Capítulo 14
Notas iniciais
Olá minhas queridas flores ^^ A autora mais enrrolada do Nyah voltou!!
Sumi pelos mesmos motivos de sempre u.u E também porque esse final de ano está sendo mais corrido do que eu esperava... My God!! Deste jeito não termino essa fic esse ano ainda...
Ok, então vamos correr meu povo!!
Mas primeiro, tenho que agradecer a Myle por ter me deixado uma liiinda mais que linda recomendação a minha fic!! Muito obrigada florzinha *-*
Espero que gostem do capítulo e desculpem os erros!!
Boa leitura!!
Passou a manhã inteira lembrando-se hora e outra do que quase havia acontecido entre Vitor e ela. E se repreendia toda vez em que isso lhe acontecia, toda vez que pensava nele, o que vinha acontecendo com certe frequência ultimamente. Tentou logo de arrumar o que fazer, algo para ocupar sua mente.
Naquela quinta-feira seria feriado e na sexta, ponto facultativo. Instituições de ensino e órgãos públicos não estariam abertos ou em funcionamento. Amanda aproveitou aquela manhã de folga para ir ao mercado com a tia....Na mansão...–Kimberli, onde está todo mundo dessa casa?–A mamãe está no quarto, ao telefone. O papai e o Vinícius saíram para almoçar e ainda não voltaram. — informou prontamente, enquanto seu irmão do meio se aproximava e a observava.–O que está fazendo?Na cozinha, pequena retirava alguns utensílios do armário e ingredientes da geladeira.–Preparando uma batida de biscoito com leite pra mim. Você quer que eu faça pra você também?–E onde foi que você aprendeu a fazer? — sentou-se numa das cadeiras de frente para o balcão.–Ué, você sempre me disse para ser independente. Então, eu sempre observei enquanto as empregadas preparavam pra mim. Aprendi, e agora não preciso mais pedir.–Sei. — observou a habilidade da pequena. — Muito bem!–Eu aprendo bem rápido e não é tão difícil assim. — a loirinha se gabou orgulhosa de si.–Vai lá então, faz e me mostra se você sabe mesmo.–Claro que sim.A loirinha sorriu vangloriando-se e mostrou toda sua destreza durante o preparo da bebida. Ao terminar, encheu um copo para si e outro para o irmão que não se demorou para experimentar.–Então, o que você achou? — perguntou esperançosa.–Tenho que admitir, está muito bom! — disse pegando a jarra e enchendo o copo novamente. –Ei! — tomou a jarra das mãos do irmão. — Assim você vai acabar com tudo.–Você é que é gulosa, ainda tem muito mais do que um copo aí.–A gente divide depois.Sentaram-se à pequena mesa da cozinha para tomarem a bebida. A menina contou do recital que participaria na escola. Eles conversaram mais um pouco até que.–Vitor, posso te perguntar uma coisa?Ele assentiu.–Eu notei que a Emily não voltou pra casa desde ontem e o Vinícius está estranho. Aconteceu alguma coisa? Ela, não vai mais voltar?–Kimberli isso é assunto pra adultos.–Mas eu não quero isso. Quero que ela volte.–Foi preciso que ela fosse.–Você não pode fazer nada pra ajudá-los?–É um assunto que só a Emily e o Vinícius podem resolver. Mas todos estamos torcendo para que eles voltem a ficar juntos.–Vai ficar tudo bem, não vai?–Sim, vai sim. Eu, o papai e a mamãe vamos ajudá-los no que eles precisarem.–Eu também. — sorriu docemente.A rápida conversa que teve com a irmã menor o fez lembrar-se das únicas palavras que Amanda trocou com ela na noite anterior, antes de deixá-la em casa. Amanda tinha incentivado Vitor a falar com Vinícius, a morena havia pedido que ele conversasse o quanto antes com seu irmão e que não deixasse para depois como ele havia decidido....Afonso chamou o filho para saírem e almoçarem juntos para que pudessem conversar. Vinícius aceitou, já que o pai fora o único a preocupar-se realmente com seu problema desde que tudo aconteceu.–Filho, acho que o que você deveria fazer agora é mostrar para Emily que mudou e que está mesmo arrependido?–Pra ter falado assim e ter me chamado até aqui, é por que já pensou em alguma coisa, não foi Doutor Afonso?!–Sim. Eu quero que você venha para a empresa comigo Vinícius.–Ah pai,... — apoiou os cotovelos por sobre a mesa. — Pensei que esse assunto já estivesse encerrado...Afonso imaginava que talvez assim conseguisse manter o filho longe dos cassinos e jogos, além de tê-lo cuidando dos negócios consigo como sempre sonhou, ao contrário de sua esposa que sempre o obrigou.–Veja como uma boa oportunidade para você também Vinícius.–Aquilo não é pra mim. — ele insistiu.–Você não vai saber se não tentar meu filho. — insistiu também, com toda sua habitual paciência.Vinícius ignorou as palavras do pai. Afonso suspeitava do porque da atitude de seu primogênito.–Filho, eu sei que a sua mãe sempre achou que o Vitor era quem devia tomar a frente dos negócios depois de mim, entretanto...–Sim, a Dona Marta nunca escondeu a preferencia dela. — o rapaz cruzou os braços incomodado.–Na verdade, ela e eu sempre preferimos você, até por ser o mais velho, o problema foi que você desistiu de tudo. E eu nunca quis obrigar vocês a nada. Nem eu e nem ela. — tentou amenizar a situação.–Tem certeza?–Eu sei, sua mãe exagera mas, vamos concordar também que se ela não tivesse agido com pulso firme, seu irmão e você estariam ainda piores.–Também não é assim pai.–Você sabe que o que estou falando é verdade meu filho. O que também comprova isso é a conversa que você e sua esposa tiveram antes de tudo acontecer e de vocês brigarem. Se você tivesse cumprido suas promessas, talvez isso nunca teria acontecido.
–Sim, já reconheci isso, que ela tinha razão. E queria muito poder dizer a Emily mas, ela não quer nem olhar na minha cara. — afirmou desanimado. — Pai, eu amo ela, eu, mereço uma chance, não é?!–Sim meu filho. Só dê a ela mais um tempo, e a você também. Depois vocês conversam mais uma vez e tenho certeza que vão se acertar.–Obrigado pai! É bom saber que ainda tenho o seu apoio.–Sempre que precisar meu filho. — afirmou carinhosamente.Pai e filho levantaram-se e se abraçaram.–E não esqueça, — iniciou Afonso ao se afastarem. — temos que estar na empresa às oito. Não se atrase.–Sim senhor....Vitor estava em casa quando viu o pai e o irmão chegarem. Logo procurou por Vinícius para saber do irmão mais velho como estavam as coisas entre ele e Emily, assim como sua namorada o aconselhou e pediu.O fato de não serem lá muito ligados atrapalhou para que aquela conversa entre eles começasse, mas Vitor insistiu e aquela atitude surpreendeu Vinícius.Os irmãos conversaram por um bom tempo, o que nunca havia acontecido antes. Vinícius contou para o irmão sobre a ideia que havia aceitado do pai, de começar a acompanhá-lo na empresa, o que surpreendeu a Vitor. E a Vinícius também. Mesmo com tudo que lhe aconteceu, Vitor estava lhe dando bastante apoio e Vinícius começou a se sentir um pouco culpado com toda essa atenção do irmão.–Posso te contar uma coisa? — ele sentou-se e o irmão mais novo fez o mesmo. — Você nunca soube mas, eu sempre tive inveja da maneira como a mãe tratou você.–O que? Ficou maluco ou sempre foi Vinícius? Ela sempre foi uma carrasca, principalmente comigo. — relembrou um tanto indignado.–Ela te dava atenção Vitor.–Jeito estranho de uma mãe fazer isso não?–Ela preferia você a mim?–Qual é Vinícius, p... — parou ao ver o semblante triste do irmão.–Nós dois sempre soubemos que aquela empresa é tudo pra ela e sempre soubemos também do interesse dela em ter um dos filhos tomando conta de tudo. — Vitor apenas concordou com a cabeça.Nada daquilo era novidade para nenhum dos dois então, porque levantar esse assunto agora? Ele apenas esperou atento enquanto Vinícius continuou.–Lembro que, no início ela queria que eu cuidasse de tudo mas, nunca levei jeito pra isso, até tentei mas, não deu. E ela ficou um tanto decepcionada por seu primogênito ter fracassado. Ele também... — expirou devagar. — E daí veio você.O rapaz sorriu para o irmão mais novo com carinho.–Você Vitor, era tudo o que a Dona Marta sempre esperou de mim. Determinado, corajoso, audacioso... E, por muito tempo eu tentei ser como você, tirar boas notas, ser responsável, me dar bem nos esportes mas, enfim, não deu. — ele jogou os ombros frustrado. — Você podia ser mais novo mas estava sempre um, dois passos à minha frente em tudo. E quando eu vi que não conseguiria ser igual a você, me... — Vinícius desviou o olhar para poder continuar seu desabafo. — Me deixei levar pela inveja e o sentimento de rejeição e, tentei fazer você ficar igual a mim. — não se orgulhava do que fez, estava contando por estar arrependido. — Por isso eu te levava as boates comigo mesmo você sendo menor.Na época Vitor tinha seus dezesseis anos e desde já frequentava academia. Nunca foi difícil se passar por de maior, aparentava já ter dezoito anos completos.Os dois saíam juntos mas era curioso pensar e ver que tinham grupos de amigos cada um o seu. A princípio, podia se dizer que fosse pela diferença de idade ou de personalidade mas, na verdade era por que Vinícius não queria se aproximar do irmão que tanto invejava.–Eu fiu um tolo Vitor, reconheço. Me sinto péssimo por ter feito o que fiz com você. Me perdoe, eu...–Esquece isso irmão. — Vitor o interrompeu e em seguida o abraçou.O momento foi sério digamos, sem jeito, mas sem deixarem de serem emotivos do jeito deles.Vitor abraçou o irmão com força, sabia que ele precisava de alguém para lhe dar apoio com tudo o que estava passando. Vinícius, ao se ver emocionado com a atitude do irmão, tratou de encerrar o contato. Porém, bastante aliviado por ter sido perdoado.–Caramba. — ele fungou e se recompôs. — Não sabia que você seria tão compreensivo. Parece que a Amanda está fazendo progresso. — sorriu.–É... — Vitor só pode sorrir de volta. — Talvez.–Avisa que ela está fazendo um bom trabalho.Os irmãos riram e conversaram por mais algum tempo.–Escuta Vinícius, com tudo que aconteceu eu acabei me esquecendo de te perguntar uma coisa.–O que?Vitor fitou o irmão antes de continuar.–É mais um pedido.–Ué?! Pode falar.–Não quero que você volte a jogar. Nunca mais.–Não entendi irmãozinho.–Quero que você me prometa que não vai voltar naquele lugar.Vinícius se viu surpreso com o pedido do irmão mais novo, mas o compreendeu. Já estava na hora de parar de fazer burradas. E faria tudo o que fosse preciso para ter sua amada de volta.–Ok, prometo então. — ele sorriu no final.Depois, cada um foi para o seu quarto e Vitor se pegou pensando no que o irmão lhe havia contado. Estava feliz por que mesmo no meio de toda essa confusão ocorrendo, o irmão e ele tinha conseguido se aproximarem com nunca havia acontecido antes. E isso talvez graças a ela. Se não fosse por Amanda eles talvez nunca tivessem tido essa conversa. Talvez fosse mesmo um pouco verdade e talvez Amanda tivesse mesmo conseguido mudar algo nele. Se pegou sorrindo. Era engraçado pensar assim, por que o fez sem perceber. Mas tinha que reconhecer, tinha mesmo mudado. Mesmo que só um pouco.
Notas finais
Tenho que lhes contar que, eu realmente me esqueci e só depoois de ter terminado o capítulo que vem a seguir, me dei conta de que ainda não havia postado esse... u.û Espelho espelho meu, existe alguém mais atrapalhado do que eu??? Acho que essa resposta é (sem dúvidas) NÃO.
Só eu mesma ¬¬ Me envolvi escrevendo o próximo, coisas aconteceram e me fizerem esquecer deste... ai, ai...
Pois bem, irei revisar tudo pra garantir que está tu-do certinho e posto ainda hoje se der, ok?!
Esperem com carinho e beijos para todas!!!
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