Admirador Secreto

2 Capítulo 2 - O Admirador Secreto


Notas iniciais
Oláaaaaaaaa pessoas! Depois de muito tempo sem postar, aqui estou eu! Ah! esqueci de dizer que essa fic é inspirada na música Favo de Mel de Bruno e Marrone.
Bem, boa leitura!! Enjoy! :)

Ele ainda se encontrava em seu escritório. Ainda precisava preencher alguns relatórios. Sara já havia ido embora.
_ Sara... – sussurrou o nome da amada.
Eles já namoravam há alguns meses. O relacionamento era segredo. Ninguém no laboratório sabia. Somente os dois eram portadores de um segredo que os levava a felicidade. Incrível como só haviam se separado há alguns instantes e já sentia a falta dela.
Suspirou e recostou-se um pouco mais em sua poltrona. Amava tanto aquela mulher... Ainda não conseguia entender porque fora tão tolo para deixar-se levar por seus receios e temores, se não fosse a obstinação de Sara, o empenho dela em fazê-lo ver que era burrice não atender aos pedidos do seu coração, provavelmente estaria sozinho e infeliz até hoje. Mas ainda bem que Sara não desistiu dele. Seria grato a ela por isso e muito mais.

Pegou o aparelho celular que estava em seu bolso. Já sentia saudade de Sara. Deveria ligar para ela? Provavelmente a essa hora ela estaria dormindo, o turno fora desgastante para todos. Olhou mais uma vez para o aparelho. Um sorriso brincou em seus lábios. Sabia que o que iria fazer era injusto com Sara, no entanto, teve vontade de testar o amor de Sara por ele. Fez algumas modificações nas configurações: modificou o número para restrito, habilitou a camuflagem de voz para que ela não reconhecesse a sua e discou o número. Chamou algumas vezes. Ela desligou.
Grissom sabia do costume de Sara de não atender a números restritos. Tentou mais uma vez. Ouviu a linda voz dela do outro lado da linha
_ Sidle – ela respondeu
_ Sara Sidle? – ele perguntou com o coração aos pulos. Sentia-se como um adolescente passando algum trote.
_ Sim, sou eu. Quem está falando? –ela perguntou com uma voz estranha, provavelmente porque não reconheceu quem estava falando.

Cada vez mais seu coração batia mais acelerado. Teve vontade acabar com tudo aquilo, mas como já havia começado, terminaria.
_ Sou um admirador seu. Meu nome agora não interessa.
_ Eu não falo com desconhecidos.
Ela desligou novamente. Agora ele já se divertia com a brincadeira. Porém sabia que quando Sara descobrisse ele teria de arcar com as conseqüências. Ligou novamente. Tocou inúmeras vezes antes de ela atender. Chegou a pensar que Sara ignoraria a ligação. Quando ela atendeu, ela disse:
_ O que você quer? –ela estava com raiva, disso ele tinha certeza.
_ Eu preciso te dizer algumas coisas.
_ Eu não estou a fim de ouvir – ela disse ríspida.
_ Mas é algo muito importante.

_ O que é?
_ Eu te amo. Você é a pessoa mais encantadora que conheci... é linda, sensível...
_ Olha, eu estou muito cansada para ter que aturar brincadeiras desse tipo.
_ Mas não é brincadeira. O que eu estou falando é verdade. Eu amo você. É difícil para mim explicar como é grande o meu amor por você.
_ Você me conhece? – ela perguntou desconfiada.
_ Conheço sim e muito bem. Conheço a ponto de ter me apaixonado por você.
_ E eu te conheço?
_ Talvez. Eu tenho muitas coisas para falar para você, mas não quero falar por telefone. Que tal marcarmos um encontro?

_ Um encontro?
_ Sim. Assim você poderá me ver pessoalmente e poderei falar abertamente da minha paixão por você.
Ele prendeu a respiração. Será que ela toparia se encontrar com um desconhecido? Ela teria coragem de trair-lhe? Ele suava frio enquanto esperava a resposta. Ela por fim respondeu:
_ Olha, eu me sinto lisonjeada, mas não posso!
_Não pode ou não quer?
_ As duas coisas.
Ele ainda insistiu para ver até onde ela iria.
_ Se você aceitar, você poderá me conhecer e quem sabe eu não conquiste você!
_ Acho difícil. Sou apaixonada por um homem. E tenho por ele o maior amor do mundo. Ele é o dono dos meus pensamentos e dos meus sonhos.
_ Ele é um homem de sorte.

_ Talvez seja. Olhe, mesmo que eu me encontrasse com você, não posso dar a outra pessoa o que já não me pertence: o meu coração.
_ Gostaria de saber quem é esse sortudo.
_ Você não o conhece.

_ Mesmo assim gostaria de saber o nome dele.

_ Gilbert Grissom. Ele é o dono do meu coração e da minha vida. Sem ele eu nada sou.

Ele não precisava de mais nada. Isso era tudo o que ele queria ouvir. Desligou o aparelho e tratou de rumar para a casa de Sara. Precisava conversar com ela cara a cara.

Notas finais
Reviews? Não custa nada e não cai o dedinho... e alegra e inspira a autora!!
Bjinhos e até o próximo capítulo!!