Adeus - Últimas Chances.
1 Parte 1
Notas iniciais
A capa eu sei que ta uma bela porcaria, mas eu vou fazer outra, RELAX!
Hope u like! ;)
Em...5...4...3...2...
Depois de um longo dia no colégio, Carly, Sam, Freddie e Gibby chegam no apartamentos dos Shay.
“Spencer... quer me dizer o que você está fazendo com uma moto dentro do nosso apartamento?” Perguntou Carly, ao ver o irmão, debruçado sobre uma motocicleta, entre a sala e a cozinha.
“Eu peguei essa motocicleta no ferro velho e pensei em arrumá-la...”
“Que massa!” Disse Sam, correndo até ele.
“Gostou?”
“Com certeza!”
“É sua!” Gritou Spencer, e Sam o olhou sem acreditar.
“O que? Sério?! Obrigada Spencer!” Ela lhe deu um abraço apertado, correu de um lado para o outro e abraçou Carly, Gibby e quando chegou em Freddie, se ligou do que estava fazendo. “Ahh...hã, éh...hum” Gaguejou, desconfortável. Se virou de volta para a motocicleta e fingiu analisá-la. “Chupem! A mamãe aqui tem uma motocicleta! Muaha! Vocês não...!” Zombou.
“Mas eu também quero uma motocicleta!” Resmungou Gibby.
“Venha cá meu querido amigo!” Chamou-o Spencer teatralmente. Gibby foi até ele e Spencer o abraçou. “Tem coisas na vida, Gibby, que nem sempre acontecem como queremos! Agora vai comer um sorvetinho vai!” Ele lhe deu dez dólares e o empurrou para fora do apartamento.
“O que foi isso Spencer?” Perguntou Freddie.
“Eu pensei que comendo um sorvete ele poderia calar a boca.” Os três concordaram. “Só um aviso Sammy... hoje eu fiquei de tomar banho de chuva com o Meião então você vai ter que arrumar a moto sozinha.”
“Como você sabe que vai chover, Spencer?” Perguntou Carly.
“Ora essa, se não chover a gente vai tomar banho de irrigador. Mas é certo que vai, eu vi no canal do tempo!”
“Como se isso importasse alguma coisa!” Murmurou Carly, para si mesma.
Sam pensou por um momento e teve uma ideia -- na cabeça dela -- genial.
“Sem problemas Spencer...” Ela tinha no rosto uma expressão maléfica. “Freddieducation vai me ajudar não é?”
“Ah não Sam! Não me meta em suas histórias!” Resmungou Freddie.
“Pago vinte pratas.”
“Cinquenta!” Rebateu ele.
“Trinta!”
“Quarenta!”
“Trinta e dois!” Ela sorria sapecamente.
“Trinta cinco!” Ele lhe dirigiu o mesmo sorriso.
“Trinta e três e cinquenta e oito centavos. Minha última oferta!” Negociou ela.
“Ok... mas... não existe oito centavos.” Ele levantou uma sobrancelha, á olhando confuso.
“Shhhhh... mamãe dá um jeito.”
“Ok... já que as madames já resolveram a questão da moto acho melhor subirmos para o ensaio...” Interviu Carly.
“Não vai ter ensaio Shay, o Benson ai e eu vamos trabalhar na moto hoje.” Sam falou, ainda encarando o moreno a sua frente.
“Desculpa Sam, mas vai ter que ficar pra mais tarde, eu e o Gibby vamos pra convenção de Guerra nas Galáxias.” Sam revirou os olhos.
“Ok, mas depois quero que você venha direto pra cá!”
...
Toc-Toc
“Espera aí mãe!” gritou uma voz irritada vinda do quarto de Sam. Ela havia ido para casa para buscar seu celular.
Ela abriu a porta com ferocidade.
“Filha eu não posso acreditar!” disse Pam animada, entregando um envelope á filha.
Sam á olhou confusa. Pegou o papel da mão de sua mãe e o abriu.
Estarrecida. Isso definia sua expressão.
...
“Carly... tenho uma coisa importante pra ti contar.” Disse mais tarde, ao entrar no apartamento da amiga.
“Agora não dá Sam, o baile é hoje! Tenho manicure, pedicure, cabeleireira e ainda tenho que comprar o vestido! Oh meu Deus, tinha esquecido do vestido!” Falara tudo muito rápido, não dando uma brecha para a loira opinar. Pegou um casaco e saiu quase que correndo.
Sam riu do jeito da amiga: um pijama azul com um casacão por cima, cabelos bagunçados e pantufas nos pés. Sentiria falta de tudo isso.
Pegou um refrigerante na geladeira e subiu para o estúdio do iCarly. Precisava se despedir.
Chegando no segundo andar, ela olhou cada canto do estúdio, queria guardar na memória cada momento, cada detalhe.
Depois de um tempo andando de um lado para o outro, pegou seu celular e ligou para alguém.
“Preciso falar uma coisa muito importante com você.” Disse, ainda andando de um lado para o outro.
“O que? Você quer voltar a namorar?” Ele perguntou rapidamente.
“O que?” Sam se chocou com as palavras de Freddie. Mil e uma perguntas em sua mente. “VOCÊ, por acaso quer?” Respondeu com outra pergunta.
“Éh.. hum.. hã... Aaahh...” Gaguejou o moreno. “O que você ia falar?” tento enrolar. Sam decidiu esquecer o que Freddie acabara de dizer, deveria ter escutado errado.
“Tem que ser pessoalmente... Me encontra aqui no estúdio do iCarly dentro de uma hora.” Ela não perguntou, ordenou.
“Mas eu não posso deixar o Gibby sozinho aqui, os... os meus amigos vão acabar com ele. Eles não suportam gente burra.”
“Você quis dizer os nerdies...” Sam revirou os olhos. Freddie teimara em levar Gibby para a convenção de ‘nerdies’ de Seattle. E agora o garoto sofria com a pressão por ser estranho. “Mas Freddieisten, é muito importante...”
“Fala por telefone então! Não posso sair daqui, não posso deixar o Gibby só!” Ele aumentou o tom de voz.
“Então traga o Gibby!” Ela aumentou ainda mais o tom de voz, ficando mais auto que o dele.
“MAS O GIBBY NÃO QUER IR EMBORA, ELE ACHA DIVERTIDO SER PERSEGUIDO!”
“TRAGA ELE PELA ORELHA SE PRECISO!”
“NÃO ENTENDO POR QUE VOCÊ NÃO FALA POR TELEFONE?!”
“SE É ISSO QUE VOCÊ QUER, OK! EU VOU EMBORA! VOU FAZER FACULDADE EM OUTRA CIDADE! NUNCA MAIS VAMOS PODER NOS REVER! NUNCA MAIS VAI HAVER iCARLY!” Ela gritou tudo, desligando o celular logo após.
...
Do outro lado da linha um garoto permanecia estarrecido. Sam ia para outra cidade, nunca mais reveria ela. Era agora ou nunca.
“Gibby!” Chamou-o, mas o amigo saiu correndo, fugindo do grupo maluco que corria atrás dele.
...
“Ah... finalmente chegou!” Sam decidiu fingir que eles não haviam tido aquela conversa no telefone. “Vamos arrumar de uma vez essa moto! Já estou farta!”
“Mas e...”
“Não quero falar nesse assunto agora. Agora vamos apenas cuidar da moto.”
Depois de muita dificuldade, os dois finalmente conseguiram levar a moto para o estacionamento, onde iriam trabalhar.
O silêncio reinava entre os dois, o que fez Sam começar a cantarolar, em busca de uma discussão ou atenção.
“Dá pra parar?”
“Não! Larararaara...”
“Ah, qual é Sam... eu já to te ajudando! Por que você tanto implica comigo?”
“Porque eu te amo seu boboca!” Respondeu em pensamento.
“Porque é a melhor coisa do mundo implicar com meu ex-namorado.” Ela sorriu, ele levantou uma sobrancelha.
“Acho que já podemos testar a motocicleta...”
“Demoro!” Ela subiu na motocicleta e Freddie foi até a esquina, caso algo desse errado, ele estaria perto para ajudar.
Sam colocou o capacete e os óculos e acelerou, só que errou a marcha o que fez ela tombar para o lado enquanto a moto andava sem rumo, até bater na parede pichada de um muro.
“Sam!” Freddie correu até ela e segurou seu braço, a ajudando a se levantar. “Oh, meu Deus, Sam! Seu braço está sangrando!” Ele entrou em desespero.
“Não é nada Freddie, pegou de raspão.” Ela sorriu ao ver a preocupação do moreno, encarou suas orbes achocolatadas, enquanto ele a ajudava a se levantar.
“Você está bem?” Ele tirou o capacete e os óculos dela, a fim de ver se não havia machucado sua cabeça. Passou de leve seus dedos sobre a bochecha da loira, que fechou os olhos e mexeu a cabeça.
“E-Estou... ótima!” Murmurou Sam, ainda de olhos fechados.
“Graças aos céus, Sam! Mas ainda preciso cuidar do seu braço.” Ele puxou seu braço machucado e ela soltou um gemido de dor.
“Tá tudo bem Freddesespero! Vamos voltar a concertar a moto!” Ela se soltou dos braços fortes de Freddie e foi em direção a motocicleta, caída no chão. Ele correu atrás dela. “Que burrice a minha! Dei a marcha errada!” Sam se reprendeu ao chegar á moto, batendo com o punho na cabeça.
“É a sua primeira vez... é normal.”
“Mas eu tenho carteira, cabeçudo. Foi burrice mesmo.”
Ela tentou levantar a moto mas gemeu quando sentiu uma dor aguda em seu braço.
“Sammy!” Ele segurou seu pulso e ela se virou assustada, encararam-se por alguns segundos até Freddie se aproximar mais e Sam passar seus dedos pelo pescoço deste.
As respirações já estavam aceleradas, os corações batendo forte. Freddie lentamente passou suas mãos pelos braços nus de Sam, provocando arrepios na loira, desceu um pouco mais até chegar na cintura desta.
Os dois ainda se encaravam e Freddie ousou puxá-la para ainda mais perto, fazendo os dois se encostarem, os braços dela estavam agora em seu peito, tentando afastá-lo, para sua própria sensatez.
Mas de nada adiantou tentar se soltar, Freddie colocou um dos cabelos da loira para trás de sua orelha e rapidamente grudou seus lábios nos dela, o que teria sido um longo beijo apaixonado acabou sendo um simples selinho, pois Sam o empurrou com força, fazendo-o cair no chão. Agora, uma chuva forte começava a cair.
“Sam!” Ele á repreendeu.
“O que você pensa que está fazendo?” Os olhos da loira já estavam marejados e suas sobrancelhas franzidas.
“Desculpa... eu achei... achei que você também quisesse...”
“Não faz ideia o quanto eu queria...” Pensou ela.
“Freddie... só me diz uma coisa... você tem pena de mim?”
“Acho que não... por que teria?”
“Deve ser porque você só me ilude... me fazendo pensar que você me ama! Por que você não faz isso que você faz comigo, com a Carly? Afinal de contas, é ela que você ama!” Ela metralhou tudo, deixando o moreno tonto com suas palavras.
Freddie se levantou e ficou frente á frente com ela.
“Quem disse que eu não te amo?”
“Eu... eu... COMO?” Ela arregalou os olhos com a testa franzida.
“Sam... eu não amo a Carly! Quer dizer... eu me sinto mais como antes em relação á ela.” A chuva ficava cada vez mais forte, e os dois já estavam encharcados.
“Mas... mas você perguntou pra ela s...”
“Eu perguntei pra ela sim, se ‘é muito tarde para você me amar’. Mas... Aquele era um momento de fraqueza. Depois que eu vi que não tinha chances com você, decidi partir para outra, e coloquei na minha cabeça uma nova queda pela Carly... Mas eu não á amo.”
“Freddie, isso...” Ela tinha uma expressão confusa.
“Olha Sam, eu não consigo decifrar meus sentimentos, mas eu sinto... eu... não tem como explicar. Parece que eu te amo.”
“Desculpa, mas eu tenho vários motivos pra acreditar o contrário. Você está confuso, acho melhor pensar com mais calma.”
“Ok... eu vou pensar. E você deveria entrar, pode pegar um resfriado.” Ele virou ás costas e subiu para seu apartamento; deixando uma loirinha zonza com seus pensamentos.
...
“Como estou?” Disse a morena descendo as escadas. Ela vestia um vestido rosa com detalhes em preto, um lindo salto e os cabelos soltos.
“Woou! Tenho que dizer que se eu fosse um menino...” Sam respondeu.
As duas gargalharam.
“Carly! Atchim!” Chamou Spencer do seu quarto.
Ele apareceu na sala com uma aparência nada boa, cabelos bagunçados, pijama amarrotado, pantufas e uma cara de poucos amigos.
“Você está bem, Spencer?” Perguntou Sam.
“Não, acho que peguei um resfriado por ter ficado na chuva com o Meião... desculpa Carly. Mas eu não vou poder ser seu acompanhante. Atchim!”
“Como?” Carly estava perplexa. “Mas eu planejei isso a tanto tempo...Não, isso não pode estar acontecendo!” Carly se sentou, ainda sem acreditar que não teria seu irmão em seu último baile.
Sam e Spencer se entreolharam, tristes pela amiga.
“Eu... eu já volto!” Sam saiu correndo da sala, foi para o corredor e pegou seu celular.
“Freddie... preciso da sua ajuda. Você e o Gibby precisam se arrumar pro baile, imediatamente. Venham aqui pro apartamento da Carly já arrumados, dentro de meia hora. Spencer está doente, ela precisa de apoio.” Disse rapidamente.
“O-Ok! Já estamos indo. Vou alugar dois ternos aqui perto...”
...
Toc-Toc
“Já vai!” Sam atendeu a porta, já imaginando quem seria, a abriu e se deparou com dois de seus amigos, irreconhecíveis. Eles usavam ternos chiques, cabelos muito bem lavados e arrumados e sapatos lustrados. “Meninos!” Disse com um ar galanteador.
“Olá, Princesa Puckett!” Freddie respondeu com o mesmo tom galanteador, levantando as sobrancelhas de um jeito sexy. Sam corou. “Ouvi falar que precisa-se de um acompanhante...” Ele e Gibby se direcionaram agora para Carly, oferecendo seus braços.
“A senhorita Shay gostaria de nos acompanhar?!” Disse Gibby, flertante.
Carly soltou uma risada.
“Só vocês dois mesmo... como souberam que Spencer está doente?”
“Um par de olhos azuis, brilhantes nos contou.” Respondeu Freddie.
“Sam!” A morena olhou agora para a amiga, com um sorriso no rosto.
“Yeah babe, a mamãe aqui arrumou dois gatões pra você.” Ela piscou para Gibby e Freddie; que foram ao lado de Sam, para poderem ver melhor Carly.
“Obrigada, a todos vocês, mas eu não posso ir com vocês.” Ela baixou a cabeça. “Preciso de meu irmão ao meu lado, já que não posso ter meu pai.”
Os três sorriram.
“Se não, eu não danço com ninguém...” Ela limpou uma lágrima que escorria, com um lenço.
“Nem comigo?” Perguntou uma voz que fez Carly gelar. Se virou, com um sorriso nos lábios e saiu correndo em direção a porta.
“Pai!” Ela abraçou-o com carinho.
“Então Spencer não é o pai dela?” Perguntou Gibby.
Todos olharam para ele.
“Esse garoto é estranho...” comentou Coronel Shay.
“ÉÉÉ” disseram Sam e Freddie juntos.
“Pai! Atchim”
“Quanto tempo Spencer... como anda a faculdade de direito?” Spencer arregalou os olhos.
“Ah você sabe...”
“Ele desistiu no terceiro dia.” Responderam todos em coral.
“Então... acho melhor a gente ir indo para o baile.” Falou Carly, sorridente. “Tem comida na geladeira, Sam. Ah, e não bagunce minha casa!” Carly ditou as regras da casa para a amiga, já que sabia que está não iria no baile de forma alguma.
“Espera... Sam não vai ao baile?” Perguntou Freddie, interessado.
“Está vendo algum vestido FreddieHead?”
“Não, mas...”
“Bem... nós já vamos indo, Sammy.”
“Eu não vou agora.” Respondeu o moreno, ainda encarando a loira a sua frente. “Nos encontramos lá, Carly.” Disse, notando que a conversa seria comprida.
A porta se fechou com uma leve batida.
“Ah... vou pro meu quarto, atchim, terminar de morrer.” Disse Spencer, arrastando seus pés em direção ao seu quarto.
Sam e Freddie continuavam se encarando.
“O que você quer FreddieBag? Nada que você diga vai me fazer mudar de ideia em relação ao baile.”
“A menos que você faça meu pai aparecer magicamente. Ou quem sabe, me convide, seu cabeça de nabo.” Acrescentou em pensamento.
“Sam...” Ele se aproximou, e ela achou a distância perigosa para sua própria sensatez. Sam
Notas finais
O próximo será postado se as almas aparecerem! ;)
OBS: provavelmente sexta pela manhã ou quinta(amanhã) pela noite. :* love u guys.
REVIEWS SE GOSTAREM.
REVIEWS SE ODIAREM.
REVIEWS SE AMARE.
REVIEWS... PELAS CRIANÇAS! ;)
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