Adeus Velha Vida, Bom Dia Vida Nova

10 Um Colo, Um Nome, Uma Lágrima e Um Beijo


Notas iniciais
Oiii gente, esse capítulo foi o que mais me deu dor de cabeça. O título é bem sugestivo, kkk. Espero que gostem.

Os Pensamentos de Ódio Pelo Bass

Por Blair Waldorf

Eu já esta já exausta daquela maldita viajem, da ranger rover fui até o heliponto e peguei um jatinho particular do Chuck, depois fui de limo até um iate e do iate cheguei uma mansão.

Era um lugar lindo, nunca havia visto nada parecido, era uma mansão rústica rodeada por árvores e cheia de pássaros voando ao seu redor.

Estava encantada pela beleza daquele casa, era cercada por um rio de águas cristalinas, além da mansão havia uma pequena casinha de canto que eu não conseguia identificar o que havia dentro.

Uma placa logo na entrada continha duas palavras F.B , logo pensei ser o nome da propriedade.

Estava encantada com tudo aquilo, a casa tinha um ar de calma e sossego.

Me sentia completamente em casa, nunca me senti tão bem assim. Eu tinha um pressentimento de que um dia sera muito feliz ali.

Olhei de relance para Otávio e notei que ele estava conversando com uma pessoa no whats, achei ter visto a foto de Dorota, mas assim que ele percebeu saiu da página e bloqueou o celular.

Disfarcei e voltei a olhar a mansão.

Estávamos nos aproximando da casa, quando o iate parou Otávio foi o primeiro a se levantar e sair.

Ele estava com um pouco de dificuldade em sair da embarcação, pensei em ajuda-lo, mas a cena estava divertida demais pra isso.

Depois de várias tentativas ele finalmente saiu, passou a mão no terno e a ergueu para mim, fiz o mesmo e sai do iate dignamente.

Ele fez um gesto com as mãos apontando em direção a um caminho de pedras, entendi o recado, ele provavelmente não podia avançar muito, retribui o gesto e segui o caminho de pedras.

Parecia que tinha andado por horas e ainda não havia chegado estava desgastante e minhas pernas estavam doendo.

Parei um pouco, fechei os olhos e respirei fundo.

—Cansada?

Levei um susto e pulei pra trás, abri os olhos e lá estava ele.

—Bom você deveria colocar uma esteira que levasse até a porta. Agora eu entendo porque você é tão musculoso assim.

Arregalei os olhos assimilando o que eu tinha acabado de falar, ele me encarou e sorriu.

—Ainda não compreI aqueles carrinhos de idosos e obé só, então você tem duas opções usar essés seus pezinhos ou vir no meu colo, porque como você mesma disse sou bem musculoso pra isso.

Ele deu um sorriso malicioso e eu cruzei os braços.

—Bom como não tenho outra alternativa, me pegue!!!

Abri os braços e fechei os olhos. Ele passou os braços na minha cintura e me engueu, apesar de nervosa minhas pernas sabiam exatamente o que fazer, foram de encontro a sua cintura e a apertaram com força.

Sentia meu coração bater forte, um nervosismo tomou conta de mim, minha mãos tremiam e minha respiração era ofegante, não sabia que ele ia me pegar assim, havia imaginado em minha mente que eu iria ser carregada que nem uma noiva é pelo seu noivo quando sai da igreja.

Meu coração estava disparado, senti suas mãos descerem até minha bunda.

—Bom eu acho que suas mãos estão tocando minha bunda, apesar de estarmos numa posição de intimidade, quero deixar claro que não temos intimidade nenhuma, por tanto suba essa mão.

—Quem está te carregando sou eu, vou te dar opções ou você vai andando com seus delicados pezinhos ou você ficá quietinha enquanto eu te carrego.

—Olha eu não tenho outra saída então não pense que vai poder se aproveitar de mim quando eu estiver no chão. Sou uma dama e mereço respeito.

Nessa hora ele apertou minhas nádegas com força e eu senti meus pelos se arrepiarem e minha calcinha se encharcar, revirei os olhos e mordi o canto inferior da minha boca.

—Charles me respeita.

—Você que tá no meu colo, fica quietinha porque tô me segurando pra não te jogar nesse mato e transar com você aqui mesmo.

—OOOOOH.

Ele não me respondeu apenas sorriu, apesar de não querer retribuir meus coração falou mais alto.

Eu estava me sentindo completamente diferente, me sentia desejada, com o Chuck era diferente ele me fazia querer ir pra cama com ele, apertei meus olhos com força, isso não podia acontecer.

Visões de Charles completamente nu vieram em minha mesmo, nossos corações batiam no mesmo ritmo e eu estava amando aqui.

Percebi que iria precisar tocar de calcinha depois, aquela que estava usando estava completamente encharcada.

—Chegamos.

Abri os olhos assustada e saltei do colo dele, arrumei minha calça jeans e minha blusa.

—Que bom já estava ficando entediada.

Acordei do trânsi que estava e observei a casa agora de perto, estava maravilhada com aquilo.

—Chuck posso fazer uma pergunta?

—Sim é minha, foi uma herança da minha mãe. Assim como o iate, heliponto e jatinho, meus carros e o Victrola.

Mordi os lábios, ele conseguiu decifrar os meus pensamentos.

—Uall o Nate nunca tinha me contado isso!!!

—Até porque ele nunca veio aqui!!!

Eu o encarrei, estava completamente vermelho e de cabeça baixa. Sorri e levei minha mão até seu rosto e o ergui, ele agradeceu sorrindo de volta.

—Vamos?

—Primeiro as damas!!!

Ele abriu a porta e se afastou para que eu conseguisse passar.

Agradeci e entrei, por dentro era muito mais lindo, era tudo mundo moderno e rústico apesar de tudo.

—Nossa sua mãe tinha um ótimo bom gosto.

—É ela tinha, bom você não veio aqui pra falar dos gostos da minha mãe ou veio?

—Nossa grosso, tô com fome e não não vim!!!

Ele me encarou levantando as sombrancelhas.

—Além de esfomeada quer mandar em tudo que é meu vê se pode. Me siga eu já tinha preparado algumas coisas.

—Tá, tem cookie?

—Tem.

—Tem brigadeiro?

—Tem, agora fica quieta e só me segue.

—Tá bom então.

A cozinha era linda como o resto da casa, luxuosa, moderna e imponente.

—Ah deixa eu te pergunta e dessa vez você não vai adivinhar, eu tava olhando o celular do Otávio e achei ter visto uma foto que parecia a...

—Dorota?

—Oh, aí esquece, você sabe se ele tem um..

—Caso? SeI algumas coisas, mas não posso te contar.

—Por favor Chuckzinho, faço tudo que você quiser.

Senti que iria me arrepender daquilo, mas a Dorota valia o esforço.

—Qualquer coisa?

Ele se virou e me encarou.

—Sim, mas se a sua idéia for me levar pra cama usando uma roupa de enfermeira ou diabinha, saiba que tenho uma faca e não ligaria em cortar seu coleguinha fora.

Ele riu.

—Eu deixo você escolher a fantasia,qual você quer escolher?

—Escolho uma fantasia que me leve pra bem longe de você, palhaço.

Nos rimos e ele voltou a mexer no que estava preparando.

—Vai Chuck por favor.

—Tá mas isso vai te custar caro. Eles tem um rolinho, se gostam deis do ano passado. Só que nunca ficaram mesmo eu falando pra ele transar com ela logo. E eles ficam nessa paquera sem fim.

Revirei os olhos, mil planos estavam passando na minha cabeça.

—Chuck eu...

—Você precisa de mim pra juntar os dois.

—Como você faz isso?

—Seila você é meio previsível pra mim.

Ele sorriu e eu o retribui.

—Tá eu pensei...

—Seguinte não vou segurar vela e tenho que ganhar alguma coisa com isso.

Levantei a sombrancelha e o encarei.

—Qual é o seu plano?

—Bom faremos alguns encontros eu....

—Adorei eu levo ela e você leva ele aí....

—Qual a parte que eu quero ganhar alguma coisa com isso você não entendeu presta atenção, seremos um casal e faremos vários encontros e eles seram o outro casal que vai acompanhar a gente.

—VOCÊ ESQUECEU QUE EU NAMORO O SE MELHOR AMIGO?

—Aha verdade.

Ele pegou o celular que estava nas minhas mãos desbloqueou e digitou algo que não consegui decifrar.

—Pronto agora você é uma mulher solteira!!!

—VOCÊ NÃO TINHA O DIREITO DE FAZER ISSO.

—Tudo por eles, esqueceu? E depois que eles ficarem juntos, você conta pro Nate e fica tudo certo.

Ele deu um sorriso vitorioso.

—Tá terminou de fazer a comida?

—Yes Baby, panquecas, brigadeiro, cookies, torrada e Nutella, chocolate quente, Cappuccino, cereais, leite e salada de frutas. A massa da pizza eu faço mais tarde.

—E quem disse que eu vou dormir aqui?

—Temos que ser realistas e você vai embora como, dispensei o Otávio faz tempo. Eles precisam achar que estamos transando.

—Só pensando mesmo, porque isso nunca vai acontecer.

—Levante esse bumbumzinho que eu adorei apertar daí e me ajuda a arrumar a mesa.

Ri baixinho pra ele não escutar.

—O.k chefe!!!

Fiz sinal de reverência.

—A B eu tenho um compromisso sábado (amanhã) no Victrola quer ir?

—Tá.

—Tá sim ou tá não.

—Tá sim.

Ele sorriu e eu retribui.

Assim que colocamos a mesa, nos sentamos e comecei a comer.

—Tá agora fala!!

—Falar o que?

—Jenny Humphrey.

Engasguei, sentir meu estômago borbulhar. Ele a conhecia.

—C-como você?

—Aquela Vadia? Fui eu que despachei ela pra Espanha.

Senti lágrimas escorrerem pelo meu rosto, um ódio tomou conta do meu corpo, levantei da mesa com toda força, eu a odiava por tudo que ela tinha feito pra mim, nem os meu EX AMIGOS e minha família tinha escapado da garra dela. Tudo por que eu era rica, popular, tinha um namorado lindo e pais carinhosos.

Senti minha respiração ficar ofegante, senti oo braço de Chuck em volta de mim, seu braço direito que estava livre veio de encontro ao meu pescoço, minhas mãos foram subindo até os seus cabelos a esquerda seguiu em direção ao seu rosto.

Meus olhos se abriram e os dele também, ficamos nos encarando como se nossos corações soubessem exatamente o que estava por fim, podia sentir a guerra entre a razão e o sentimento que a essa altura já era inevitável.

Ainda o olhava fixamente como se esperava-se uma resposta, uma confirmação de que tudo o que eu estava sentindo era real e recíproco.

Naquele momento não existia nada nem ninguém que nós evitasse de fazer aquilo, mesmo sabendo que era errado e proibido, era somente eu e ele, ele e eu, Blair e Chuck, Chuck e Blair.

Notas finais
Será que rolou beijo? No próximo capítulo teremos planos, farinha voadora, pizza preta e guerra pelo melhor quarto. Não esqueçam de deixar sugestões e opiniões, vocês são sempre bem vindos. Até o próximo episódio!!! XOXO.