Notas iniciais
Boa tarde, meus senhores! Aqui vos trago um novo capitulo da nossa maravilhosa(eu gosto de pensar assim, pelo menos) fanfic! Legenda: Nome em Negrito: Ponto de vista que está sendo focado. Itálico: Pensamentos/Palavras em outra lingua BOA LEITURA! PS: Desculpem a demora, pessoal! Levamos algum tempo para betar o capitulo, dessa vez, de forma que... ç.ç Mas juro que não estamos abandonando a fic. Ela já está toda escrita(a "primeira temporada"), e é só a betagem e correção dos capitulos que demora mais, porque é fim de ano e a beta também tem uma vida, ok? >< Sinto muito, mesmo. PSS: Esse capitulo está sem banner pq eu troquei de pc, e ainda não consegui passar o PSD do Banner pra esse aqui... Meh

Nicholas acordou na manhã seguinte, aliviado. A dor em seu braço tinha diminuído um pouco. Mas ele sabia que demoraria para curar — sempre demorava para ele —, então suspirou. Não tinha vontade de levantar...

— Bom dia! — Alguém abriu as cortinas, exclamando alegremente. Claro que alguém tem que estragar minha manhã...

— Ugh... Pablo... — reclamou Nicholas, enfiando a cabeça embaixo do travesseiro. — Me deixa dormir.

— Ei, a gente vai perder o café! Vamos, dorminhoco!

— Hmmmmm... — choramingou o loiro. — Eu não estou com fome...

— Ei, e o bacon? — Pablo disse balançando os ombros do menino mais novo. — Vamos, Nicholas!

O lobisomem suspirou, tentando ignorar, quando ouviu passos leves na escada. O cheiro familiar vinha nessa direção. Oh, não... A porta se abriu, revelando Vivi. A menina deu um agradável sorriso para eles, mas o nariz de Nicholas queimou com o cheiro da preocupação.

— Me deixem em paz. — O garoto decidiu dizer, antes que ela falasse qualquer coisa. Apertou ainda mais o travesseiro na cabeça.

— N-Nicholas... — Vivi se aproximou dele. — Você tem que ficar melhor.

— Eu quero dormir... — choramingou ele. Por que as pessoas eram tão más?

— E para isso você tem de tomar café da manhã. — Pablo bufou, ignorando a reclamação de Nicholas. — Bom dia, Vivi.

— Bom dia. — Ela sorriu para Pablo, depois encostou no ombro de Nicholas. — Vamos logo, o bacon parece estar deliciosamente bom. — Riu.

Mentirosa, o menino pensou. Você é vegetariana. Não come carne!

— Fiquei sabendo que ia ter porção extra hoje — comentou Pablo. — Ah, bacon, tão bom e gorduroso, com muita carne.

Nicholas, no entanto, tão besta quanto era quanto a bacon, não era idiota. E ele estava com aquele sentimento de novo. Era como se seu estômago borbulhasse dolorosamente, subindo pela sua garganta. Não queria vomitar, então apertou o rosto contra o travesseiro.

— Nicholas... — Vivi sentou-se no chão, perto dele. — Não seja assim, por favor...

— Sono — murmurou ele, abafado.

O menino ouviu um suspiro levemente exasperado e sorriu no travesseiro. Era um pouco divertido irritar Vivi, até naqueles momentos.

— Quero que você fique melhor. — A voz da morena soou um tanto fraca. — Pablo também quer. Então... vamos logo, tudo bem?

Nicholas soltou o travesseiro, empurrando ele para fora do rosto.

— Por que ninguém acredita em mim quando eu digo que está tudo bem? — reclamou ele, colocando o braço em cima dos olhos para impedir a luz, esquecendo completamente das bandagens, de novo.

— Por que você mente — ela disse, séria. — Cuidado com seus machucados. — Bufou.

— Não está doendo — ele mentiu, petulante.

Nicholas sentiu o cheiro de irritação e, logo após isso, uma dor aguda no braço quando Vivi cutucou seu machucado, com mais força do que o necessário.

— Não?

— Ah! — choramingou. — Ow!

— Doeu? — Vivi disse inocentemente.

— Não! — Ele não admitiria isso. Nem morto.

— E parabéns, ganhou prêmio de pior mentiroso do ano. Levanta, vamos. — Pablo falou.

— Por quê? Eu não estou com fome. — Isso era verdade.

Vivi fez uma cara brava (Nicholas teve que se impedir de pensar em como ela estava bonita com o rosto vermelho de raiva), depois levantou-se e tirou o cobertor de cima dele.

— Em pé, agora.

Nicholas se levantou, com um pouco de medo de Vivi.

— Ok. Estou fora da cama. Agora posso voltar a dormir?

A garota cruzou os braços, com um leve sorriso no rosto.

— Agora você vai se arrumar — ela disse, com uma voz um tanto dura. Nicholas podia dizer que ela estava surpresa com a facilidade que tomou controle da situação... E ele também estava. A menina o assustou como o inferno, agora.

O loiro resmungou, então lançou um olhar malicioso para Vivi.

— Então, vocês podem sair das minhas cortinas? A menos que estejam querendo me ver sem camisa...

Vivi corou rapidamente, como se fosse explodir. Depois, a passos pequenos e rápidos, saiu do espaço dele e ficou de costas. Pablo a seguiu, com um olhar de zombaria.

Nicholas riu enquanto fechava as cortinas atrás deles. Momentaneamente pensou em voltar a dormir, mas acabou por decidir obedecer a Vivi antes que as coisas ficassem piores para o lado dele.

O garoto rapidamente trocou de roupa, garantindo ter colocado roupas escuras que não demonstrariam se ele começasse a sangrar novamente, assim como um par de calças jeans velhas de doação e seus tênis gastos — ele ainda não tinha saído para comprar roupas trouxas afinal — e abriu as cortinas.

— Feliz, agora?

Ela deu um leve sorriso, até um pouco doce.

— Muito. — Riu. — Certo, então, vamos?

— Você está assustadora hoje — Nicholas declarou. — Ok então, madame.

— Eu não estou assustadora. — Ela fez uma careta. — Você que está difícil.

— Eu sou difícil. Ainda não percebeu isso, milady? — Ele sorriu ironicamente.

— Ei, venham logo! — Pablo reclamou, já lá de baixo. Quando ele tinha descido? Nicholas nem tinha percebido.

— Sim, senhor. — Usou o mesmo tom que usava quando brincava com Vivi.

— Sim, já estamos indo... — Vivi enrolou, um pouco avermelhada.

— Café da manhã, então..?

.............................

O cheiro de comida no Salão Principal fez Nicholas doente. A dor no estômago ficava mais forte só de senti-lo. Mesmo o bacon o fazia mal.

— Eu preciso mesmo? — murmurou ele, olhando enjoado.

Vivi suspirou.

— Quer ir na enfermaria, primeiro? — A voz dela estava rouca, demonstrando preocupação.

Nicholas franziu a testa. Ele não queria sequer pisar na enfermaria. Então balançou a cabeça negativamente.

— Bem, um pouco de comida e depois, enfermaria — Pablo falou sentando na mesa

Nicholas suspirou e cutucou o bacon com o garfo.

— Certo — murmurou ele, enfiando alguns pedaços do bacon goela a baixo. Seu estômago revirou dolorosamente e ele se esforçou para manter a cara calma.

Após alguns momentos de tortura, Nicholas sentiu que tinha chegado no limite. Tossiu. Pablo olhou para ele, preocupado, e abriu a boca para falar alguma coisa, mas antes que qualquer um pudesse reagir, o loiro se levantou meio verde e correu para fora do Salão Principal.

Ele ouviu o assovio alto de Pablo, quando a porta se fechava, mas não deu atenção. Passos rápidos, rápido demais, soaram. Ele tentou se debruçar na janela, sem dar atenção, mas foi pego pelos braços. A pessoa o trancou pelos ombros com punho de ferro e o afastou da janela.

Não! Uma armadura começou a tremer ali, quando seu medo afetou sua magia. Mas, fraco, nada aconteceu.

— O-o que... — Vivi preocupou-se em passos apressados.

— Hoje não, niño — uma voz feminina falou e Nicholas reconheceu como a pessoa que o segurava.

Pablo apareceu, rindo um pouco alegre. Nicholas mordeu o lábio, com um pouco de raiva do amigo, agora. Ele desviou o olhar para o chão, se concentrando para manter o que quer que fosse em seu estômago. O gosto desagradável em sua boca era simplesmente horrível.

— Há! Sabia que ela ia ser útil!

Nicholas choramingou. Pablo, seu idiota.

— Não... não, me dá um minuto. Pelo amor de Merlin — pediu, fracamente. Seus braços estavam doendo de verdade agora e o loiro precisava sair dali. Imediatamente. De jeito nenhum que ele ia vomitar na frente de todo mundo. Isso era nojento e vergonhoso o suficiente quando estava sozinho!

Vivi abaixou-se até onde ele estava, vendo que ele estava angustiado.

— Acho que pode soltar ele. Nicholas está passando mal — ela disse para a garota. — P-por favor?

— Só se a gente acompanhar. — Ela olhou para Nicholas, observando enquanto ele parava de se remexer, tentando passar o máximo de submissão possível. Ele ia cooperar. Foi recompensado alguns segundos depois, quando a menina o soltou lentamente.

Nicholas cambaleou até a janela, dependurando o corpo para tossir e vomitar o que tinha no estômago, que era basicamente água e sangue.

Pablo olhou Nicholas, culpado, e depois para a garota maior que se afastou com uma risada. O lobisomem vagamente se perguntou quem ela era, mais concentrado agora que não se sentia tão mal. Apenas fraco.

Vivi olhou um pouco chateada para Pablo, depois se aproximou de Nicholas, batendo levemente nas costas dele.

— Desculpe.

— Hm... Você não parece exatamente ter comido bem, mas... — Pablo murmurou. — Desculpe. — Coçou atrás da cabeça, envergonhado.

Nicholas resmungou, tossindo e limpando a boca com a mão, para impedi-los de ver o sangue.

— Eu não ia tentar fugir. Eu acho — sussurrou, alto o suficiente para ser ouvido. — Se eu fosse fazer isso, não seria mais fácil num lugar com pouca gente? — apontou, um pouco chateado por não terem confiado nele.

Mas você não merece confiança, realmente. Não depois de tudo sobre o que você mentiu, a voz irritante de sua cabeça disse.

— Desculpa, acho que eu estava meio iludido pela ideia de que você não iria cooperar de jeito nenhum. — Pablo riu, mas o cheiro de culpa que emanava dele foi o suficiente para Nicholas se acalmar.

— Foi culpa minha... — Vivi suspirou.

Não foi.

— Acho que eu não ajudei nisso tudo, também. — O loiro limpou a mão na calça preta, com um suspiro. — Acho que foi um mal-entendido. — Seus joelhos tremiam.

— Desculpa pelo aperto, niño. — a garota mais velha falou entregando um lenço a ele.

Nicholas sorriu, como de costume, aceitando com uma pequena curvatura.

— Acho que já ouvi essa palavra — ele comentou, tentando mudar de assunto.

— E acho que você precisa ir na... enfermaria. — Vivi murmurou.

— É um costume. — A garota mais velha deu de ombros ao responder ao comentário de Nicholas, olhando-os atentamente, enquanto Pablo começou a puxar todos timidamente para a enfermaria.

Nicholas resmungou, os passos meio fracos e cambaleantes. Seus joelhos pareciam manteiga, como se ele tivesse corrido uma maratona. Era estranho. Ele não se sentia assim há um tempo.

Vivi, que estava ao seu lado, percebeu que ele estava fraco. Então, apoiou o braço dele sobre um dos ombros dela, para o ajudar a andar melhor. O garoto se retesou, então suspirou, aceitando a ajuda. Ele sabia melhor do que discutir quando parecia que ia cair.

— Hm.... Acho devia ter apresentado antes. Essa é a... — Pablo foi interrompido pela garota maior.

— Eu sei me apresentar, Pablito — ela falou num sorriso, com uma piscadela para o menino. — É um prazer. Meu nome é Jasmine Collins, mas podem me chamar de Jazz.

— Prazer, senhora. — Nicholas disse, automaticamente. — Nicholas Sanders a seu serviço.

— Não me chame de senhora, niño. Não gosto de me sentir tão velha assim. — Jazz disse, num tom ofendido, mas um pouco brincalhão.

— É um costume, senhora — ele repetiu o que ela mesma tinha dito, com um sorriso irritante.

— Não se desconcentre, ou vai cair — Vivi disse calmamente para Nicholas.

— Eu não vou cair — negou. Sabia que não ia. E era leve o suficiente para ela aguentá-lo, mesmo se ele tropeçasse.

— Ali está a enfermaria... Nicholas. — Seu nome soou estranho saindo da boca de Jazz, por causa do pesado sotaque espanhol. A menina mais velha entrou na enfermaria primeiro, seguida pelos mais novos. — MADAME POMFREY! — Ela olhou em volta. — ALÔ, ALGUÉM EM CASA?

A Madame Pomfrey apareceu, vermelha.

— Srta. Collins, por favor. Aqui é uma enfermaria, não uma quadra de quadribol.

Jazz coçou atrás da cabeça, corada e rindo um pouco.

— Perdão, Madame Pomfrey. Temos alguém precisando de uma mãozinha sua. — O tom dela se tornou gradualmente mais sério.

— O Nicholas precisa de ajuda. — disse Vivi, com uma voz vacilante.

— Eu estou bem — reclamou o menino, por força de hábito.

— Diz o cara que vomitou pela janela... — Pablo murmurou.

Vivi suspirou.

— Não foi bem normal, sabe — ela disse, com um pouco de medo em seu aroma. — Não é normal, aliás, nem sei se pode curar isso com magia. — Ela estremeceu. — Acho que ele precisa conversar com você, Madame Pomfrey...

Ela falava de um jeito levemente autoritário. Madame Pomfrey encarou seu paciente problemático e que fitou o chão. Se o loiro não estivesse doentiamente pálido teria ficado vermelho.

— Sr. Sanders, sente-se na maca.

— Eu já disse que estou bem — reclamou o Nicholas, novamente, mas obedeceu.

— Bem, vou deixar vocês por aqui, tenho que resolver umas coisas — Jazz falou arrepiando os cabelos de Pablo com os dedos antes de sair. — Madame Pomfrey, não vá matar o niño.

— O que significa ni... aquela coisa que ela disse? — Nicholas disparou enquanto Madame Pomfrey foi buscar sua varinha.

— Ah, significa criança em espanhol. — Pablo explicou.

— Eh! Eu não sou criança! — Nicholas deixou escapar, revoltado.

Vivi deu uma risadinha.

— Acho que é.

— Com certeza é — o sul-americano provocou rindo baixo.

Madame Pomfrey voltou segurando uma pasta vermelha e colocou na mesa ao lado da casa.

— Sr. Sanders, vou precisar que você tire a camisa... — Ela olhou para os outros calouros. — Talvez fosse melhor se vocês ficassem atrás da cortina.

Nicholas estava resmungando para si mesmo sobre como amigos eram maus, para a exasperação dos outros dois. Pablo deu uns passos para trás saindo e esperando fora das cortinas, com Vivi o seguindo com um bufo.

— Tire a camisa, Sr. Sanders.

Nicholas obedeceu.

— Sr. Sanders, você não...

— Eu não preciso de ajuda. — A voz de Nicholas era baixa. — Eu não sou louco.

— Sr. Sanders, isso é perigoso para a sua saúde.

— Eu sempre fiquei muito bem por mim mesmo, obrigado. Eu não preciso que cuidem de mim.

— Sr. Sanders, eu não posso te obrigar a passar pelos tratamentos, a menos que você seja considerado um perigo para si próprio, mas do jeito que está indo, mesmo isso não deve demorar. Não posso nem ao menos te curar com magia, porque seu corpo não aguentaria!

Nicholas não respondeu, por um minuto inteiro.

— Eu não preciso de ajuda — ele repetiu, baixinho.

— Mas, se ele não comeu nada, por que vomitou? — Pablo perguntou, confuso.

— Você está vomitando sem comer, Sr. Sanders? — A voz de Madame Pomfrey se tornou bastante perigosa.

— Eh... talvez? — Nicholas respondeu, vagamente, um pouco apavorado. Eu comi um pouco! Mais ou menos...

— Ele está sim, Madame Pomfrey.

— Sr. Sanders, a partir desse momento, você está oficialmente revogado do direito de escolher ou não ser meu paciente. — Madame Pomfrey declarou, segurando a pasta dele e carimbando. — Você vai receber o tratamento, quer você queira ou não, e vai me visitar toda semana. E aqueles ali são novos cortes? Você esteve aqui ontem!

O rosto de Nicholas se tornou vermelho como um tomate e ele abaixou a cabeça.

Vivi suspirou, aliviada. É claro, queria que ele tivesse o direito dele, mas ele não se cuidava! Acho que isso é o melhor, mamãe dizia que pessoas que não se importavam com a saúde morrem muito, muito cedo.

— Sr. Sanders, vou prescrever suas poções. Todo dia, após o café, almoço e jantar você deverá tomar uma poção antienjoo, para segurar a comida no estômago. Seu corpo já está no limite, e você sabe disso. Além disso, tem que tomar as poções de nutrientes que vão aparecer na sua mesa de cabeceira todas as manhãs. Eu quero você aqui todos os domingos, após o café. Sem exceções, e você está totalmente proibido de chegar perto de tesouras, facas ou vidro quebrado. — Madame Pomfrey pontuou suas palavras muito bem. — Eu fui clara?

— Sim... Senhora. — Nicholas respondeu humildemente. Embora, ele pensou sarcasticamente, só porque você quer não quer dizer que eu vou obedecer, bruxa velha.

— Além disso... — Madame Pomfrey acenou com a varinha para ele, colocando sua camisa de volta. Então, abriu as cortinas, para Pablo e Vivi entrarem. — Eu não posso ficar o tempo todo de olho nele, então eu preciso que algum de vocês me ajude. Não deixem ele chegar perto de coisas cortantes, ou pelo menos não ficar sozinho com elas... E ele precisa tomar as poções. O corpo dele já está beirando o colapso... Sr. Sanders ignorou isso por tanto tempo que provavelmente nem percebe. — ela explicou, calmamente. — Além do mais, ele tem uma alta tolerância a dor, então, quando o estresse bate e, bem, eu suponho que vocês sabem, ele não tem muito cuidado. Ele poderia acabar se matando, do jeito que é cabeça-dura.

Ei, reclamou Nicholas em pensamentos, isso foi ofensivo.

Vivi estremeceu com as palavras de Madame Pomfrey.

— Certo, vou ficar grudada nele para que ele não faça nada. — prometeu.

Nicholas ficou vermelho e abaixou a cabeça. O que há com tantas pessoas querendo cuidar de mim?

— Então... — Ela olhou para Nicholas. — Você vai colaborar, não vai?

— Eu verifico a poção de manhã — Pablo acrescentou um pouco receoso com o que ele ouviu.

Nicholas não respondeu. Ele simplesmente não sabia o que responder.

— Pelo menos um pouco de cooperação ajudaria — Pablo murmurou, tímido, mas ainda determinado.

Vivi suspirou.

— Então eu e o Pablo ficamos com você direto — ela falou com um sorrisinho um pouco assustador. — Direto — repetiu a palavra.

As mãos de Nicholas foram para sua cabeça e ele suspirou, penteando o cabelo para trás.

— Eu não gosto disso — falou, sinceramente.

A morena aproximando-se um pouco.

— Eu não quero que você morra cedo — ela sussurrou.

Uma pergunta subiu na cabeça de Nicholas, mas ele se recusou a fazê-la. Não iria falar algo irresponsável daquele jeito. Ele não ia dizer... “E se eu quiser morrer? ”

Idiota, idiota. Nicholas se xingou, mentalmente.

— Eu não acho que quero morrer, tampouco — disse, com um sorriso. Pare de ser um idiota, Nicholas. — Eu acho que... Okay — ele suspirou.

Você sabe que está errado. Pare de ser um pirralho e seja bom, sim?

— Ok... — repetiu.

Estava tudo bem. Qual era o problema de... de ser cuidado um pouquinho?

Notas finais
Se o senhor ou a senhora gostou... Deixe seu comentário! Adoramos ouvir suas opiniões! Se não gostou, coloque sua critica! É sempre bom saber como melhorar, não acham, senhores? Oh, e senhores, eu estou escrevendo outra fanfic(sem betagem), chamada "Little Big Brother", em que Harry volta no tempo como o irmão mais novo de Severus Snape. Parece meio estranho, mas lhes ofereço meu juramento solene de cavaleiro Sanders que é uma odeia interessante. Outra coisa: O que acham de ter a história dos Cobbens e Sanders de presente de natal? Um capitulo grande que vai contar porque os Cobbens e os Sanders não se dão bem? É apenas uma ideia, o capitulo provavelmente não teria betagem, porque não daria tempo entre a escrita e a postagem, então... O que acham?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.