Addicted To You - Klaroline
22 Capítulo 22 - Dog days are over
Notas iniciais
Sei que demorei, mas dessa vez tenho uma explicação muito triste; como eu disse em outra fic minha, eu passei por alguns probleminhas em casa. Minha mãe estava grávida de trigêmeas, e semana passada ela perdeu as bebes, então aqui em casa tava tudo muito deprê. Eu não consegui fazer a história pq fiquei alguns dias com minha mãe no hospital.
Por favor, desculpem-me pelo capítulo pequeno, prometo que o próximo será maior.
Heeeey, antes que eu esqueça, quero agradecer a cold blooded e Juliana Souliê pelas recomendações. Ahhhhhh jamais deixaria de agradecer a Mari, não apenas pela recomendação e sim tbm pela linda capa que me fizeste!!! Eu amei, minha flor!! Capítulo especial para essas minhas três divas e tbm pelas minhas divas que comentaram.
O que mais falta...? Ah! Boa leitura!
- Caroline! — eu senti um enorme peso saindo de minhas costas quando ouvi tal voz. Era como se tudo dependesse de apenas o som da voz dela — Oh, meu Deus, Caroline! Onde você está?
- Vickie, por favor, eu tenho que ser rápida, entendeu? — disse segurando com força aquele aparelho em minha orelha.
Olhei novamente para April, que de segundos em segundos deixava de olhar para fora e olhar para mim. Engoli em seco já ouvindo a voz desesperada de minha melhor amiga:
- Onde você está? Foi o Chad não foi?
- Sim, foi ele...
- Oh droga! Mason! Caroline! Mason está vindo! — April sussurrou desesperadamente assustada.
- Droga...! Vickie, eu estou em Rockford... Mulberry Street... — disse tudo de uma vez apressada — Me ajude, por favor!
Rapidamente desliguei o aparelho e entreguei a April, que o escondeu em seu bolso de imediato. A porta se abriu fortemente, trazendo um Mason irritado.
- April, já lhe disse para não ficar aqui! — Mason berrou com a garota.
- Pare de gritar com ela! — exaltei-me nervosa, April assustou-se e Mason olhou-me em furia — Ela está aqui apenas me fazendo compania, se você não percebeu estou trancafiada neste lugar imundo sozinha! — disse o enfrentando, sabendo do risco de levar uma bofetada.
- Sinta-se feliz por ainda estar viva. — Mason disse rudemente — April! — olhou nervoso para April, que em seguida saiu daqui as pressas.
PDV KLAUS
- Klaus, olhe só o que encontrei! — Elijah disse entrando na sala de meu apartamento. Vickie estava de pé, andando de um lado para o outro, desesperada após ter recebido uma ligação de Caroline, ela já implorava para chamarmos a polícia.
- Espero que seja algo util, Elijah. — respondo de mal humor e ele entrega-me seu notebook, aberto num mapa de Rockford.
- Mulberry Street não? — ele olhou-me em duvida e concordei — Há uma boate no fim dessa rua. — ele olhou-me sério e senti meu corpo extremecer levemente — Não acha muita coinscidência, irmão?
Olhei no relógio em meu pulso e constei ser quase nove da noite. Levantei-me de imediato e peguei minhas chaves sobre a mesa.
- O que você fará? — Vickie perguntou confusa.
- Salvar Caroline. — digo de maneira óbvia.
- Klaus, não. É melhor chamarmos a policia, eles saberão o que fazer. — Vickie disse preocupada.
- Claro, chamem a policia, mas antes, Chad e eu teremos uma conversa.
- Klaus, não faça nenhuma besteira! — meu irmão alertou-me quando eu já saia de meu apartamento.
Elijah tinha gastado tempo e saliva para me dizer aquilo. Aquele desgraçado está com Caroline, eu sou capaz de matá-lo apenas de imaginar aquele infeliz tocando nela. Seja lá o que ele esteja fazendo com ela, ele se arrependerá muito.
Rockford era um pouco distante, cerca de uma hora e meia dirigindo. Foram os minutos mais demorados de minha vida. Eu dirigia muito rápido e por sorte não tinha nenhum transito. Quando uma placa anunciou Mulberry Street, senti uma grande furia me atingindo. Eu faria tudo para salva-la.
PDV CAROLINE
Novamente eu acariciava minha barriga, e novamente eu não sentia nada. Estava assustada, meu bebe não se mexia há quase 24 horas. Eu não sabia o que fazer a não ser me desesperar mentalmente. Implorava em mente que Vickie chamasse a policia, e que hoje mesmo eu ficasse a salva para logo ir atrás de Klaus. Eu iria contar a ele. Contar tudo, tudo sobre nosso filho. E eu só implorava que Niklaus não quisesse tomá-lo de mim, este era meu maior medo.
Eu estava com uma péssima sensação. Não sabia o porquê. Só tinha as esperanças de que meu bebe estivesse bem.
Sai de meus pensamentos quando escutei a porta se destrancando, fiquei de pé rapidamente e vi Mason sorrindo de lado para mim.
- Está tristinha, Line? — ele sorriu e um forte embrulho subiu em meu estomago.
- Caroline para você. — disse amarga e ele riu rolando os olhos.
- Venha, Chad quer te ver. — ele disse abrindo melhor a porta.
- Ele não tem pernas? Mande ele vir aqui. — falo sarcástica e caminho para fora do quarto.
- Não reclame, Line. — murmurou segurando forte em meu braço.
- Eu não vou fugir. — disse com raiva e ele sorriu sem se importar.
No andar de baixo, Chad já me esperaava em sua sala, em pé ao lado da mesa, enquanto conversava com uma bela mulher ruiva. A mesma quando me viu, olhou-me de cima a baixo e depois revirou seus olhos incrédula.
- Care, que bom que chegou. — Chad disse e Mason saiu deixando-nos aqui.
- O que você quer. — perguntei com raiva e ele sorriu.
- Pode ir, Kely. — ele disse a ruiva. A mesma concordou e saiu sem dizer nem uma palavra sequer — O que você acha de voltar a trabalhar, Care? — Chad olhou-me sombrio. Engoli em seco e minhas mãos tremiam.
- Eu digo que está ficando louco, pois eu nunca mais voltarei a trabalhar para você, eu mesma me mato antes. — disse com amargura e ele semicerrou seus olhos.
Quando Chad estava preste a dizer-me algo, escutamos ao mesmo tempo a porta se abrir rapidamente, e um homem entrando apressado.
- O que você quer, Marcus? — Chad perguntou irritado.
- Chad, tem alguém querendo falar com você. — o tal Marcus disse com uma expressão tensa.
Que seja polícia. Implorei em mente. Chad olhou cofuso para o cara e antes de mais alguém dizer alguma coisa, um homem adentrou no lugar com uma expressão fria. Meus olhos quase saltaram quando finalmente reconheci o dono da fria expressão.
- Olá, Chad.
Niklaus disse com uma expressão séria.
- Klaus... — minha voz saiu em desespero. No mesmo momento, Klaus virou seu rosto para mim e vi um certo brilho em seus olhos, tive uma enorme vontade de correr até ele e me jogar em seus braços, porém Chad ficou a minha frente rapidamente.
- Como você entrou aqui? — Chad disse furioso.
- Bom... Eu tenho meus truques. — Klaus sorriu sem se importar. Chad olhou para o tal Marcos, que estava com a cabeça baixa, e, sentindo o olhar do chefe, olhou para Chad logo dizendo:
- Ele trouxe alguns homens. — Marcos disse um pouco mais tenso que antes. Chad olhou para Klaus, que sorria sarcástico, depois voltou a olhar para Marcos, lhe fazendo um sinal para que Marcos fosse embora daqui.
Sem hesitar ou dizer algo, Marcos saiu imediatamente, deixando nós três aqui.
- E então? Terei que estourar seus miolos agora, ou você irá deixá-la? — Klaus disse sério à Chad.
- Desde o inicio eu sabia que você viria atrás dela. — Chad disse colocando uma de suas mãos na cintura, só então percebi que alí ond estava sua mão, tinha sua arma escondida. Engoli em seco, sentindo o medo percorrendo em meu corpo. Dei um passo para trás lentamente, vendo aquele vaso esticado no canto da sala.
- E esse era seu plano. — Klaus sorriu de lado — Quer se vingar pelo que eu fiz com você. Ousado de sua parte, amigo. — continuou ainda com descaso.
- Te matar na frente de Caroline, parece divertido. — Chad disse dando de ombros.
- Vamos respeitá-la, ela é uma dama. Porque não discutimos isso como dois homens de verdade? — Klaus disse sarcástico.
- Quer saber? — percebi Chaad começar a tirar sua arma lentamente — Por que não acabamos logo com isso...
Chad caiu ao chão quando quebrei o vazo em sua cabeça. Imediatamente corri até Klaus, que recebeu-me de braços abertos.
- Eu não acredito que isso seja real. — minha voz saiu abafada por meu rosto estar colado no peito de Klaus. Ele me apertou beijando meus cabelos.
- Ficará tudo bem agora. — ele murmurou atencioso.
- Que cena linda!
Virei meu rosto imediamente quando ouvi Chad exclamar enquanto se levantava apontando a arma em nossa direção. Klaus imediatamente colocou-me atrás dele e lhe segurei no braço com força.
- Seria uma pena se eu atirasse nos dois. — Chad sorriu de lado, meio tonto, provavelmente pela pancada que lhe dei segundos atrás.
- Chad, chega com isso... — tentei lhe impedir de cometer alguma barbaridade — Nos deixe em paz, por favor. — implorei e ele sorriu engatilhando a arma. Naquele momento, ouvimos sirenes de polícia. Chad olhou confuso para a janela e começou uma algazarra lá em baixo.
Perecebendo a pequena distração de Chad, Klaus agiu rapidamente e lhe meteu um soco fazendo Chad quase cair no chão. Não consegui mover minhas pernas, nem muito menos o resto de meu corpo. Niklaus novamente golpeou Chad em furia e tentou lhe tirar a arma de sua mão.
Houve poucos segundos de silencio até o barulho da bala sendo disparada.
- NÃO!
Notas finais
Não sei quando voltarei, não posso prometer que será rápido, mas posso prometer que farei o possível para voltar essa semana.
Enquanto isso, espero que vocês comentem para eu saber se vocês gostaram ou não.
Se comentarem eu prometo que o próximo capítulo será bem maior. mas por favor comentem!
Desculpem-me novamente pelo atraso, espero que vocês tenham me compreendido. Nos vemos nos comentários?
Até lá!!!!! :3
XOXO
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