Adaptation

7 Adaptation


Notas iniciais
Esse capítulo está pronto desde ontem, mas ele tava uma merda, então passei o dia de hoje todo relendo para ver se melhorava... não adiantou muito.
Ele não foi betado, por favor, me avisem sobre os erros nos reviews!
Esse não é o ultimo capítulo.

Imagem que não tem nada a ver com o capítulo (ou não) mas que eu pirei muito ao vê-la (principalmente porque ela passou na minha dash quando o pc tava na sala e minha família também) :

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Cap 7

Pov Key

Afastar-me de JongHyun era mais difícil do que parecia ser e, para mim, parecia ser muito difícil.

Eu só saía do dormitório para ir à aula. Sério, as vezes eu ligava para Onew e pedia pra ele levar meu almoço pro quarto por medo de encontrar com JongHyun.

Porque ele parecia sempre estar presente, ele parecia um fantasma, vivendo a me assombrar. Sempre evidenciando o filho da puta fodido que eu sou.

Um filho da puta que ainda não se decidiu com que cara vai visitar sua irmãzinha hoje.

Então agora Onew era meu companheiro de quarto e, só depois de um tempo eu fui ver a merda que eu fiz.

Ele sabia que eu não sentia nada por ele, mesmo assim, ele insistia que ficássemos juntos, o que eu ainda suspeito de ser por causa daquela maldita aposta dele.

Eu uni o útil ao agradável quando resolvi que viraríamos companheiros de quarto. Porém, mesmo eu querendo me afastar do pamonha do Jong, eu não deveria ter envolvido Onew nisso e mesmo que o presidente do conselho estudantil demonstrasse não se importar, meu coração doía só de pensar que ele pode estar sofrendo em silêncio. Era divertido dormir com ele (deixando as malícias de lado), ele era alguém que eu gostava e me preocupava, um amigo.

Eu não podia negar que sentia atração por ele e que gostava dele como amigo... Juntar o amor de amigo com atração sexual deveria ser amor, não é?

Mas por que eu sinto que não?

A resposta tem três palavras: Kim JongHyun [N/A: Eu não sabia ao certo se eram duas ou três. Maru-unnie me disse que eram três]

Eu voltei a falar com as vadias, Sunny e Jessica, foi assim: Eu estava triste, sozinho e entediado no quarto e, resolvi fazer as pazes com elas. Dirigi-me até o dormitório feminino (que Onew me contou naquela semana que meninos não podiam entrar, eu continuo indo lá, mas na maior poker face)

Subi até o quarto de Sunny e Jessica. Elas tiveram a sorte de dividirem o quarto uma com a outra, não sei como elas conseguiram isso, devem ter...

AI, SANTO SENHOR, PAI AMADO, DEUS DO PÓ COMPACTO, MEU SHISUS CRISTO!

Quando eu abri aquela porta, eu me deparei com a cena que eu menos esperava ver na minha vida!

Sunny e Jessica estavam deitadas na cama, uma sobre a outra. Sunny estava encaixada entre as pernas e Jessica, que estava sem blusa e alisava o corpo da anã. Ambas trocavam saliva descontroladamente, pararam somente ao me ver.

– K-Key! — Sunny se levantou enquanto Jessica punha a blusa.

– POR QUE VOCÊS NUNCA ME CONTARAM QUE ERAM VADIAS LÉSBICAS? EU ME SINTO TRAIDO, ENTÃO, TODO AQUELE JOGO COM O DINO IDIOTA ERA PRA FAZER CIÚMES UMA NA OUTRA? SERA QUE DA PRA VOCES FAZEREM SEXO COM A PORTA FECHADA?

Elas não sabiam o que responder, então apenas riram. Não seria nenhuma coisa nova se eu estivesse certo.

Depois de dar uma bronca nelas por não terem me contado (afinal, acho até legal elas serem lésbicas, sobra mais homem pra mim. Não que elas me causassem concorrência, é claro) eu pedi desculpas por ter deixado elas enquanto elas estavam brigadas e elas me abraçaram pedindo desculpa também. Era estranho a forma como eu e elas fomos nos tornando “amigos” embora não saiba se posso considerá-las isso agora, gostaria muito de fazê-lo no futuro.

Eu menti quando elas perguntaram sobre JongHyun. Disse que estávamos bem, só não éramos mais companheiros de quarto.

E eu agora nem posso mais pedir conselhos pra hoje.

Não ir visitar meu anjo está fora de questão e eu tenho certeza de que ele estará lá e, bom, sua mãe também. E ela falará comigo e o que eu falarei pra ela? O que eu falarei se ele falar comigo? Eu tinha menos de uma hora pra me decidir.


POV JONG


Era torturante ter que ver Key todo dia e não poder falar com ele. Eu estava enloquecendo de ciúmes de qualquer um para qual ele sorria. Porém, eu estava confuso demais para tomar uma atitude e falar com ele agora. Ora tenho certeza que gosto dele, ora não. E o medo de ser rejeitado também é grande, já que, anteriormente, ele se recusava até de falar comigo.

Mas com o passar da semana eu sorri ao lembrar do ponto fraco de Key: Kim Seun Hee.

Na clínica da minha mãe ele não teria para onde se esconder.

Segunda-feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira e, finalmente, hoje.

Os dias passavam aumentando minha ansiedade ainda mais. Deixei para sair 10h do colégio, pois só saí quando Onew me enviou um sms confirmando que ele já tinha ido.

Eu passei pelos portões da clínica da minha mãe como se passasse pelos portões do paraíso. Cada passo que eu dava, multiplicava minha ansiedade em dez. Adentrei a ultima porta, com um sorriso bobo no rosto. Key estava lá, conversando com a secretária, provavelmente para pedir o cartão de visitante e sorrindo pra Seun Hee que o esperava do outro lado da porta. Não podia ver seu rosto mas podia reconhece-lo. Seu corpo, sua voz, seu perfume. Mesmo estando há uma certa distância dele poderia saber que é ele.

Ele estava lá, sorrindo diante de sua felicidade pessoal, sua irmã. Meu coração batia tão forte que parecia que iria pular do meu peito a qualquer momento. Ele não tinha para onde fugir. Era só eu e ele, como deveria ser, como eu queria que fosse.

Eu podia sentir seu perfume no cômodo em que nós estávamos, embora ele ainda não tivesse percebido a minha presença, e o seu cheiro me trazia emoções como confusão e nervosismo, numa proporção que me dava ânsias. Tudo que eu pensei e dizer, tudo, pareciam frases ridículas agora. E como eu poderia fazê-lo com a certeza de que assim que visse-o minhas pernas falhariam e eu começaria a chorar.

Ser humilhado, mais uma vez, na frente de todos? Diante dele? Era assim que eu achava que o conseguiria de volta? Eu achava que dizer que a semana que passei longe dele, foi o suficiente para eu começar a sustentar uma suspeita de que eu estava apaixonado por ele e ele assim largaria tudo e cairia aos meus braços? Ninguém faria isso!

Então eu fugi.

Andei por aquelas portas contornando a clínica, aflito, meu coração pesava. Adentrei na casa pela entrada de funcionários e fiz meus serviços – varri os quartos, limpei as mesas, ajudei no almoço...- ainda inseguro se conseguiria ou não falar com o Key até o fim do dia. Sentei-me em uma das mesas da lanchonete vazia após o almoço.

Senti meus olhos queimarem e estava ficando cada vez mais difícil respirar. Apoiei minha testa em meu joelho e esperei as lágrimas caírem, mas uma voz foi mais rápida.
– Oppa? — ela perguntou
– Olá, Seun Hee — sorri, mesmo triste — seu irmão não está com você?
– Key-oppa foi comprar comida enquanto achava que eu dormia! Babbo. — ela falou enquanto gesticulava, ri de quão fofo isso era — oppa, por que você está triste? É por que você não está com Key-oppa?
Suspirei, ela era mesmo irmã dele.
– Sim — confessei — tenho medo de ter começado a gostar dele tarde demais, acho que ele não gosta mais de mim... — disse enquanto meu sorriso ia lentamente embora
Seun Hee riu.
– Homens são mesmo uns idiotas que nem oppa diz. — ela disse — eu nunca o vi sorrindo tanto quanto quando ele está com você, quem gosta de verdade uma vez, gosta pra sempre.
– M-mas ele não quer mais me ver
– Er-ra-do — ela disse — omma diz que Seun Hee é amada por ela como sempre foi, mas eu estou aqui porque omma quer ver Seun Hee feliz.
Abracei-a.
– Key tem razão, você é um anjo.
Ela correspondeu ao abraço.
E as lágrimas desceram.

####



Olhava de soslaio enquanto Key observava Seun Hee brincar, ela estava completamente entretida com o brinde do McDonald's que o irmão mais velho a trouxe.

Respirei fundo, tentando acalmar as batidas fortes do meu coração e adentrei no quarto. Senti o olhar de Key cair sobre mim, naquela expressão angelical que fazia quando esperava algo a se acontecer.

Mordi o lábio, concentrando todo o meu nervosismo naquele ato, parei quando percebi o pouco que faltava para sangrar.

Aproximei-me, puxei uma cadeira para ficar ao seu lado e sorri. Sua expressão não mudou, o que não era um mau sinal, ele pelo menos não me ignorou.

– Eu... – Senti saudades? Queria que voltássemos a ser, no mínimo, amigos? Acho que estou apaixonado por você? Tantas coisas poderiam completar aquela frase, e eu pretendia dizer todas, mas eu sabia que agora não era a hora certa pra nenhuma. – Desculpa se estou sendo egoísta, o que eu sei que estou sendo, mas... Eu só queria que você não me ignorasse, pelo menos não hoje, eu não estava preparado para perdê-lo tão rápido. Por favor... eu sinto saudades.

Key corou com a última frase e me encarou. Encarei-o também, nossos lábios formaram um sorriso ao mesmo momento, me perguntei se nossos corações estavam sincronizados como nossos atos. Se bem que eu acho que qualquer outro já teria morrido de taquicardia se tivesse o coração sincronizado ao meu.

Ri, sem motivo, e ele riu junto. Apoiou os braços em meus ombros e eu pude me derreter com o seu calor. Todas as sensações boas que eu tinha antes com o Key tinham explicação agora. Tudo se encaixa, peça por peça.

– Eu também senti saudades. – Key sussurrou próximo a minha pele.

Como um cheiro tão refrescante como o de seu hálito pode combinar com o cheiro doce de seu perfume? Droga, isso não faz sentido.

Agimos como se nada nunca tivesse acontecido. Brincamos com a irmã dele o dia inteiro e, no final dele, Key foi para a minha casa dormir. Ele não estava planejando ficar na minha casa durante a noite, logo eu tive que emprestá-lo as minhas roupas, como fizemos na primeira vez.

– Posso tomar um banho primeiro? Estou cansado – Disse assim que chegamos em casa

– Pode sim,hyung. – ele respondeu – Desculpa por não ter te ajudado hoje. Vou preparar a cama.

Assenti e fui direto pro banho.

Estava radiante por estar com o Key que nem me importava se era só por um dia ou não. Mas, não podia negar que meu coração vai doer segunda-feira, quando ele voltar a me ignorar.

Poderia pensar nisso até como um ponto positivo, se partisse do princípio que, enquanto gostar de mim, vai me evitar, mas isso, ao mesmo tempo me preocupava um pouco. Será que Onew o fez se esquecer de mim, por isso aceitou tão facilmente o que eu o impus hoje? A indecisão me dominava seriamente, eu queria tê-lo. Mesmo ele gostando de mim e eu dele, aquilo tudo não era fácil como parecia. Eu sempre fui um covarde que fugia mesmo dos pequenos problemas, logo, a ânsia de fugir de encarar tudo aquilo sobre Key, era grande. Mas ficar com ele parecia valer tanto a pena.

Fechei o chuveiro e ouvir alguém bater na porta.

– O que foi? – perguntei, ainda dentro do box

– Você esqueceu a toalha, estou trazendo-a pra você – ouvi a voz de Key de fora do banheiro

– Tudo bem – disse de dentro do banheiro, um pouco desconfortável

O box do banheiro da minha casa, ficava logo atrás da porta, escondido. Mas, bem na frente da porta, tinha um espelho, pelo qual eu pude ver o reflexo do rosto de Key, corado, enquanto deixava a toalha em qualquer lugar. Sorri, com ao encarar o rosto dele, um pouco envergonhado com a dúvida se ele podia me ver ou não.

Enchuguei-me e me vesti, depois fui pro quarto. Key voltou depois de uns minutos já com o seu pijama.

– Não tem nada a ver com o Bob Esponja, mas o seu pijama é confortável. – Ele comentou

Eu ri.

– Por que você gosta tanto do Bob Esponja, Key?

– É fofo, só isso. Você não gosta?

– Não é isso... é que... eu só queria saber. Eu também assisto.

– Você assiste? Virgem. – Key disse

– Ahn? M-Mas você também não assiste? – Perguntei

– JongHyun, eu sei que não nos falamos há uma semanas, mas eu vou ter que repetir sobre eu ser inteligente, lindo e rico de novo? – revirou os olhos, eu ri.


######


– Eu acho que nós deveríamos dormir agora. – Key disse, indo para a cama de baixo.

– Mas só temos um dia como amigos, não quero perder nenhum segundo. – Fiz biquinho – Olhe para o relógio.

Ele olhou para o relógio de seu celular e riu.

– 23:50 – Sorriu – Como quer passar os ultimos dez minutos de nosso dia de melhores amigos?

– Assim – Me inclinei para beijar seus lábios, sentindo o gosto que senti saudades por uma longa semana.

Key, surpreso, não se moveu, o que me deixou apreensivo, mas quando minha língua pediu passagem, ele concedeu.

Beijei-o até onde minha respiração pôde deixar. Fiz nossas líguas dançarem, acariciando uma a outra enquanto sentia a textura de cada linha dos seus lábios perfeitos. Senti sua mão em meu ombro e separei o beijo, caindo sobre ele na cama debaixo.

Me encaixei entre as suas pernas e segurei em sua cintura, rocei nossos lábios enquanto acariciava seu cabelo.

– Meia noite e um. – sussurrei

Ele me beijou. Havia certa urgência de seus movimentos e nos meus também. Seus dedos se fecharam na minha camisa, arranhando minhas costas, o que me fez cair totalmente sobre ele, colando nossos corpos.

O calor do seu corpo em contato com o meu era tanto, que fazia cada parte que era tocada por ele queimar. Deixei minhas mãos passearem pelo seu corpo, em minha cabeça, passava as imagens de cada traço de Key que minhas mãos contornavam, para que eu pudesse aperfeiçoar cada um deles na minha mente.

Podia sentir toda a paixão, empatia, todo o sentimento que eu tinha por Key percorrerem pelas minhas veias, anestesiando toda a dor que eu senti essa semana. Toda a preocupação que eu já senti.

– Jjongie – key falou, separando-nos – eu acho que deveríamos parar.

Ver o seu rosto corado e os seus lábios vermelhos fazia-me querê-lo de uma maneira que mesmo que eu quisesse, não conseguiria parar.

Beijei-o mais uma vez, como se não tivesse ouvido nada.

Key correspondeu ao beijo e senti a ponta de saeus dedos em contato direto com a minha pele. Ele acariciou as minhas costas por baixo da minha blusa e foi um impulso inconsciente aprofundar o beijo ao sentir todos os pelos do meu corpo se arrepiarem.

Parei o beijo para tirar a minha blusa e ele sentou-se para fazer o mesmo. Eu já tinha uma ideia de onde aquilo tudo iria acabar, mas eu não me importava nem um pouco com isso. Estava extasiado demais pra me preocupar.

Comecei a descer meus beijos para seu pescoço, mordendo e chupando a região e ele gemeu. Poderia ter sido um gemido baixo e abafado, mas foi de longe o som mais sexy que eu já ouvi.

Segurei sua coxa e puxei-o, fazendo nossos membros entrarem em contato, ele gemeu de novo e eu comecei a movimentar os meus quadris, fazendo nossos membros colidirem e arrancando mais gemidos dele.

Key acariciou mem membro por cima da calça e foi minha vez de gemer. Comecei a mexer meus quadris, friccionando o meu baixo ventre com o dele. Ele agarrou a minha bunda, apertando-a e depois começou a acariciar o meu membro por cima da calça do pijama.

Eu fechei os meus olhos, aproveitando pouco a pouco daquelas sensações e comecei a gemer baixinho perto de seu ouvido. Key estava certo, ele conseguia me excitar, meu membro estava duro feito uma pedra e pulsava na mão dele.

As mãos dele entraram na minha calça e eu senti um prazer que jamais pensaria que poderia sentir quando elas tocaram o meu membro. Me afastei dele, ajudando-o a tirar minha calça, fazendo o meu membro pular.

Ele ordenou que eu sentasse na cama, e eu o fiz. Acompanhei cada um de seus movimentos, desde seu olhar sobre o meu membro, até quando o segurou, acariciando-o.

Sua mão envolveu meu membro, fazendo movimentos de sobe-e-desce com ele, apertando a glande. Gemi alto. Ele acelerou os movimentos, aquilo me enlouquecia aos poucos.

Ele se aproximou do meu membro e começou a chupar a glande, sugando-a, enquanto continuava a me masturbar e apertava a minhas coxas. Observei-o abocanhar o meu membro, centímetro por centímetro, sem desviar os olhos da cena uma única vez. Ele também tinha os olhos fixos nos meus enquanto fazia aquilo. Key começou a mover sua cabeça, lambendo o meu membro e fazendo pressão. Eu não poderia imaginar imagem mais sexy do que aqueles lábios vermelhos em volta do meu membro. Interlacei meus dedos em seu cabelo, empurrando-o, implorando por mais.

Eu já estava até sentindo o pré-gozo se formar quando ele parou. Pulando em cima de mim na cama, eu retirei as suas calças de uma vez e o beijei mais uma vez.

Rolamos na cama, me deixando por cima. Os gemidos que paravam os beijo eram incessantes. Separei suas pernas, pensando no que poderia usar como lubrificante, não queria machucar Key.

Mas antes que eu pudesse pensar em algo, Key levou dois dedos em sua boca, chupando-os e deixando-os bem molhados. Encarei o seu rosto, esperando pelo que ele iria fazer.

Ele fechou os olhos e enfiou o primeiro dedo em si e arqueou as costas, soltando um gemido baixo.

Key esperou alguns segundos para se adaptar e mordeu o lábio, logo enfiando o segundo, outro gemido escapou e começou a mover seus dígitos dentro de si. Aquela imagem me deixava ainda mais excitado. Poderia me aliviar apenas vendo-a, mas Key tirou seus dedos e segurou o meu pênis, o posicionando em sua entrada apertada. Me aproximei e ajudei-o a pô-lo, gemendo ao longo que meu pênis entrava em Key. Permaneci parado por alguns segundos, não querendo machucar Key e quando julguei estar bom, comecei a me mover.

O quarto começou a ser preenchido por gemidos a medida que meu membro começou a sair e adentrar a entrada de Key com mais força e velocidade.

Tirei totalmente meu pênis de dentro de Key e comecei a penetrá-lo sob diferentes ângulos, logo na primeira, ele gemeu alto de prazer e eu soube que aquele era o ponto que eu procurava. Key segurou o cabelo gemendo palavras sem sentido e pedindo por mais, mais rápido e mais forte. Eu o obedeci, atingindo aquele ponto, com cada vez mais força. Ouvi Key gemer meu nome e eu senti meu clímax chegando.

Dei algumas estocadas a mais e soltei um gemido longo, liberando o meu liquido dentro de Key, continuei estocando-o, apesar de ter menos força até ele gozar também.

Deitei ao seu lado na cama, ofegante, e beijei-o.

Não me lembro ao certo quando adormeci. Só sei que devo ter adormecido com o maior sorriso que poderia caber no meu rosto.



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POV KEY


JongHyun parecia apreensivo na noite posterior a noite em que nós fizemos sexo. Vira e mexe, estava pensando em alguma coisa, relacionada a maneira que eu o tratava.

Sim, eu sei que eu sei que eu disse que não, mas eu continuei tratando-o da mesma forma. Sabe aquele lance de “ruim com ele, pior sem ele?” era assim a minha relação com JongHyun

Além do mais, era a minha vez de sofrer em silêncio.

No dia depois que aquilo aconteceu (eu não me atrevo nem a dizer o nome), eu acordei primeiro, sentindo uma leve dor na parte de trás do meu corpo, mas tal dor, não se comparava com a confusão que eu sentia.

Ele me beijara, por vontade própria, sem apelação, sem querer nada, sem eu pedir. Ele me beijou porque quis, isso eu sabia, mas por que ele quis isso?

Por mais que houvesse uma esperança, eu tentaria esmagar essa idiota até eu ter uma confirmação dele de que ele me beijou porque está... apaixonado por mim.

Notas finais
Eu mudei o url do meu tumblr, agora é explosion-nucleaire, sigam!
Eu me sinto uma péssima autora quando eu tenho que perguntar pra rakblack qual é o dia da postagem; quando eu tenho que ver o link da fanfic pra ver em qual capítulo eu estou; quando eu perco a conta de qual casal está ganhando para ser o tema do especial (estou pensando em fazer OnJongKey E OnTae, fuck the mundo); quando eu atraso a postagem
DESCULPEM!!!
espero reviews!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.