POV Adérito.
Uhm, céu azul e nuvens aconchegantes, poderia ficar aqui por horas e...
—Adérito! Levante-se — AF que grande estraga prazer, tinha que ser o Alarico Olhei para atrás com minha bela cara de deboche.- O chefe esta o chamando, parece que apareceu alguns trabalhos para voce.
Sorriso falso no rosto e vualá ele tinha saído dali, gracas a Deus, homem chato da pega. Eu sei, devemos ser gentil e blá blá blá, mas é isso. Uhm, sera que o trabalho vai ser difícil? Faz algum tempo que não recebo algum, parece que as pessoas já não dão prioridade para o amor, sim, isso é demasiado estranho, mas eu ate entendo, humanos são estranhos.
—Fala, Chefe. — Digo chegando a porta da sua sala, e batendo continência, gostava de tirar com ele,mesmo que talvez isso custa-se a minha vida.
—Abaixa a Bola, Adérito.- disse, levantou-se de sua mesa e Bam, estavamos em outra nuvem, uma que quase tocava na terra, devia ser aques de neblina, finas demais.- Esta vendo aquele moço ali? Ele é o Vicente, 19 anos, ajuda o pai na frabrica de sapatos. — Disse apontando para um jovem meio alto, olhos e cabelos negros, não é camponês com certeza, seus trajes estão mais para a nobreza, mas como tem uma fabrica, é burguês.-Eu acabei de encontrar o par perfeito para ele, Ana- e então estavamos em outra e ele apontou pra uma menina, loira olhos escuros, um pouco estranha confesso, mas combinaria com ele- Trabalha na feira com os pais, tem 19 anos. E é isso, preciso que junte eles. Entao ele desapareceu e me deixou. Vamos então.
1 mês depois:
Foi ate fácil de junta-los, Vicente era galanteador demais, Ana jogada demais, se conheceram na fabrica de sapatos do pai de Vicente, Ana precisava de uma sapatilha e essa foi a ideia perfeita, um mês depois e estavam de casamento pra hoje. Não via a hora de vê-los.
—Adérito, ja esta tudo certo, deixe-os.
NAO!
—Por que, Alarico? Não encha-me!-Bufei, irritado, virei-me para trás deixando transparecer minha raiva.
—Ordens do chefe, ande. Voce já fez o seu trabalho e ele não é ficar bisbilhotando casamentos.
Estralei os dedos e voltei, altamente irritado e bravo, mas voltei.
— Diga Chefe.- Fui rude, poxa sera que eu não podia simplesmente ficar la?
—Parece bravo. — Ah, não me diga. Sera que preciso deixar mais claro para que não simplesmente parece, mas esteja evidente?
— Diga o próximo trabalho, por favor. — Ele mostrou, era um casal incrivelmente fascinante, dois camponeses de alma pura e plena, repletos de amor para dar e receber, foi incrível junta-los. Foi em um campo, ela recolhia maçãs e eles limões. Se olharam quando os dois estavam trepados em uma árvore, almas aventureras que se reconheceram, um no outro. E o melhor, EU FUI NO CASAMENTO!_ foi simples, mas ah tudo o que um cupido merece.
Isso tudo tinha sido há uma semana mais ou menos, e fazia esse tempo que eu não tinha nenhum casal a vista, talvez umas férias fossem boas e tals.
1 semana e meia depois:
—Adérito preciso de uma conversa seria contigo.- OK, isso realmente era coisa seria, já que ele não se daria o trabalho de vir ate aqui, ao invés de mandar Alarico, por uma coisa qualquer. Caminhei atrás dele e me sentei na cadeira a qual ele me indicou.
— É o seguinte, como você sabe as almas tem que se encontrar, para dar o destino e elas precisam de nós para isso, mass existem duas almas, elas não deram certas juntas apesar de que tinham que dar, as famílias sempre são contra, mae ou pai, tio não interessa, elas não deram certos, tentamos as juntar com outros mas ai 4 almas deram erradas. E preciso que você tente junta-las. Ate porque seu nome é Adérito, o invencível.- Isso seria uma grande responsabilidade, mas quer saber? Por que eu não aceitaria? O que me impede de tentar?.
Notas finais
Espero que tenham gostado do primeiro capítulo e se gostaram não se esqueçam de comentar, vai me ajudar a continuar, ou não, a história, bjs e ate mais.
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