Acquarius

16 A festa - parte 2


Notas iniciais
Oi gente!! Neste capitulo resolvi colocar uma parte mais HOT, de sexo, mas esta parte não irá influenciar em anda a fic, então se você tem menos de 18 ou se importa com cenas desse tipo eu deixei um aviso quando a parte começa, então e só parar ali. (mas vou avisando que a parte não é tãããão assim não rs quis por pouco porque a fic é +16...)

Na pista de dança Ricardo não encontrou nem Barbara e nem Manu, mas não sabia dizer se elas estavam ali ou não, com a multidão de pessoas que dançavam e com a baixa luz do lugar ficava difícil vê-las no meio das outras pessoas.

Vagou os olhos pelo salão, em busca das garotas, mas não as encontrava em lugar algum ali. Saiu da pista de dança e foi para a parte externa da casa onde ficavam as comidas e bebidas e tinha uma grande piscina que tinha uma pequena ponte nela mesma e cheio de agua salgada.

Naquele espaço também não via Barbara e nem Manu, mas não iria desistir de achá-las. Voltou para a parte interna e continuou a procurá-las pela multidão de pessoas juntas ali até que viu Barbara perto da porta de saída, porém quando ia até ela um braço segurou seu pulso.

_Eaí, cara, beleza¿- era Bruno, o falso.

_Tudo, mas...

_Ah que bom! Você viu a Sabrina por aí¿ O Lucas disse que ela estava aqui perto da entrada do lado de fora, mas eu não a encontro em lugar algum.

_Não a vi. Agora me solta, preciso ir! – disse se desvencilhando de Bruno.

Ricardo foi correndo para onde tinha visto Barbara, porém ela não estava mais lá quando ele chegou, e sim Lucas que o segurou pelo pulso, como Bruno havia feito.

_Ah, mais um para me atrapalhar! – resmungou tentando se soltar.

_Podemos conversar¿

_Não, não podemos! Mas você viu a Barbara ou a Manu¿

_Eu vi a Manu agora a pouco, ela veio aqui e falou um monte de coisa sobre “nós dois”. Como se existisse “nós”.

_Mas e depois, ela foi para onde¿

_Eu não vi direito, porque depois de falar um monte de coisas ela me beijou e aí tive que sair correndo para explica para a ...

_Ok, já foi o bastante!

Ricardo se virou e saiu andando em direção a parte externa da casa onde as pessoas pareciam se reunir naquele momento. Lá encontrou Sabrina com um microfone na mão, ela estava na ponte na piscina e falava alguma coisa sobre estar feliz por as pessoas estarem ali e algo sobre parabéns.

Ricardo não se concentrava no que ela falava e sim em procurar onde estava Barbara e Manu, porém não as achava em lugar algum. Já estava ficando preocupado com o que podia estar acontecendo quando Barbara o abraçou por trás.

_Onde você estava¿ — perguntou ele preocupado.

_No banheiro!

_E a Manu, você a viu¿

_Olha ela ali. – Barbara apontou para uma cabeça no meio da multidão, perto da ponte onde Sabrina estava.

_Estava com medo de vocês estarem aprontando alguma!

_Nós duas¿ E porque estaríamos¿

_Não sei, mais o importante é que não estão!

Ricardo se virou e ficou com o rosto próximo ao dela, fitando seus olhos verdes brilhantes e sedutores e roçando o nariz no dela e dando um breve selinho em seus lábios, estava tranquilo naquele momento e poderia beijá-la de tanta alegria, mas queria ouvir o que Sabrina dizia e virou-se novamente para frente.

Porém preferia não tê-lo feito, quando virou-se a primeira coisa que viu foi Manu correndo na direção de Sabrina e jogando-a na piscina, as duas mergulharam juntas e Barbara começou a rir, junto com alguns outros convidados.

Naquele momento Ricardo ficou sem ação enquanto esperava as duas submergirem novamente, enquanto algumas das outras pessoas riam e algumas outras se curvavam na agua e as primas de Sabrina mergulhavam esplendorosamente na agua.

Após algum tempo Sabrina voltou a superfície, em seu rosto uma expressão desesperada, algo misturado com o pânico e o nervosismo. Ricardo se soltou se Barbara e foi correndo para a borda da piscina, mas Lucas já estava lá, com uma toalha e algo que colocou na cabeça de Sabrina. Uma coroa.

Logo após isso ela saiu da agua e passou pela multidão para entrar na parte interna da casa, onde passou a meia hora seguinte e voltou seca e com outra roupa.

Manu já tinha ido embora, o que ela tinha feito assim que voltou a superfície e saiu correndo com uma maquina fotográfica que se pode usar na agua na mão, o que era estranho. Ela passou por Barbara e as duas cochicharam alguma coisa.

_O que vocês estavam sussurrando uma para a outra¿ — perguntou Ricardo.

_Nada!

_Nada¿

_Não!

Ricardo não iria desistir de saber o que Manu tinha dito a ela, mas não seria naquela hora, decidiu deixar de lado, pois Sabrina estava chamando os convidados para cantar parabéns, como se nada tivesse acontecido.

Algumas horas mais tarde a festa acabou, ele tinha dançado bastante com Barbara e estava cansado. Desta vez o trajeto para casa pareceu durar ainda mais do que na ida, e agora para piorar uma chuva começou a cair e o frio começou a ficar ainda mais intenso.

Quando finalmente estava em casa a chuva já caía fortemente sob eles, do trajeto da parada até suas casa eles se molharam bastante e chegaram encharcados. Ricardo se despediu correndo e entrou em casa.

_Mãe, cheguei! — gritou ao entrar.

Já estava no quarto preparando-se para ir banhar quando percebeu que estava com a bolsa de Barbara na mão, saiu correndo para ir entregar a ela. A chuva caía ainda mais forte naquele momento, e ele só queria embrulhar-se em um cobertor, enquanto batia na porta do quartinho de Barbara esse era o seu maior desejo.

A ruiva logo atendeu a porta e ele entrou correndo.

_Obrigada, mas poderia ter me entregue amanhã!

_Quis vir entregar logo!

_mas agradeço por ter vindo, assim pode me ajudar a fechar aquela janela que deixei aberta e molhou todas as minhas roupas!

Ele correu até a janela por onde entrava agua e tentou fechá-la, mas estava mesmo emperrada, demorou alguns minutos até que ele conseguisse que ela se fechasse e a agua parasse de entrar no quarto.

_Obrigada!

_Não foi nada, até amanhã!

Ele saiu correndo na chuva e foi entrar em casa, porém a porta estava fechada. Droga, pensou, alguém deve ter trancado! Começou a bater na porta e achar sua mãe, mas com o barulho que a chuva fazia ninguém veio atendê-lo nos cinco minutos que ficou gritando incessantemente. Seus ais deveriam estar dormindo e no andar de cima ficava ainda mais difícil de ouvirem-no.

Voltou correndo para o quartinho de Barbara para tentar ligar em sua casa, porém o celular dela estava sem sinal de cobertura, com toda aquela chuva era de se imaginar.

_E agora¿ Estou encharcado!

_Não vejo outra saída a não ser dormir aqui.

_Mas e minha roupa¿ Está toda molhada.

_Tenho um short que uso para correr, ele é solto, servirá em você, e tem algumas camisetas que uso para dormir às vezes.

_É o jeito...

_Vou buscá-los.

Ela trouxe o short e uma camiseta, que também não estavam muito secos devido a chuva que molhou o quarto dela, mas estavam melhor do que a roupa dele. Ricardo foi tomar banho e o vestiu.

Quando voltou no quarto Barbara já estava vestida com uma camisola, deitada na cama com os olhos fechados. Por um momento ele achou que ela estivesse dormindo, mas logo ela abriu os olhos e sentou-se na cama.

_Tem um cobertor pra você no chão.

_No chão¿

_Você acha que vai dormir aonde¿

_Bem, a cama nos cabe juntos!

Ela não disse nada.

_O chão está frio! – argumentou ele.

_Tudo bem! Mas vire-se para a porta!

Ele deitou-se na cama e ela se virou para o outro lado depois de apagar as luzes, porém nenhum dos dois estava com sono no momento. Os minutos foram passando e Ricardo já estava inquieto de ficar na mesma posição por tanto tempo, virou-se para o outro lado e deu de cara com ela.

_Eu disse para o outro lado! – sussurrou ela.

Ele não respondeu, apenas olhava para os olhos dela que era a única coisa que conseguia ver naquele breu.

_Para de me olhar assim!

Ele parou. Fechou os olhos e aproximou-se mais do rosto dela, até que seus lábios se tocaram. No começo foi um beijo devagar, mas logo estavam se beijando intensamente, vorazmente, como se precisassem um do outro cada vez mais.

Os lábios dele grudados no dela estavam quentes e esquentava seus corpos, que naquele momento irradiavam calor. Ela se curvou para cima dele e continuaram a se beijar, incessantemente.

Logo as mãos dele estavam dentro da camisola dela, abrindo o sutiã e tirando-o de dentro da veste, jogando-o longe da cama. Ela deitou-se e ajudou-o a tirar a vestimenta, logo após ele foi descendo com os beijos. Começou no seu pescoço, desceu para os seios, onde ele acariciou-os com os lábios, e foi até a altura da cintura onde com boca foi tirando a calcinha que ela usava.

_o que estamos fazendo¿ — sussurrou ela.

_Não sei, mas também não quero saber. – sussurrou ele de volta, antes de beijar sua região mais intima.

Ela retorcia-se, segurava no lençol e emitia ruídos de prazer, que naquele momento sobrepunha ao barulho da chuva, pelo menos para eles que se beijavam e acariciavam-se insaciavelmente.

Ricardo continuou acariciando o corpo da garota, tirou sua camiseta e curvou-se novamente sobre ela para beijá-la. Barbara por sua vez tirou o short de Ricardo com os pés e ajudou-o com a cueca, deixando-o todo despido, como ela.

Seu membro era rígido com uma pedra e ela acariciou-o com as mãos, dando ao garoto mais prazer do que já sentia e preparando-o para penetrá-la, ela o segurou por um momento e prendeu os lábios nos dele.

Ricardo continuou a beijá-la e novamente foi descendo com os beijos, ao chegar a cintura abriu o caminho entre as pernas da garota e então seus corpos eram apenas um, choques de prazer passavam de um para o outro enquanto ele a penetrava, primeiro devagar e aumentando a rapidez, até chegarem ao clímax juntos.

Ela deitou sobre o seu peito e dormiram até o outro dia.

Notas finais
Eaí gente o que acharam do capitulo?
Para vocês que leram a parte +18,(que nem é tão assim, mas...) o que acharam desta?