Acordo Nupcial
16 Capítulo 16 - Meu presente é Você
Notas iniciais
O temor que eu sentia causava efeitos em todas as partes do meu corpo. Mal conseguia respirar e minhas pernas estavam tão trêmulas que sentia que poderia cair a qualquer momento, mas nem mesmo aquilo me impedia de correr pelos corredores daquele hospital imenso.
Mas a recepcionista barrou minha passagem para a ala médica assim que me viu sair afoita do elevador.
—Você não pode ir entrando assim. – sua voz emitiu a mesma represália que havia em seus olhos.
—Eu vim ver o meu marido. – minha voz falhou enquanto tentava recuperar o fôlego. —E quem você pensa que é para tentar me impedir? – a encarei com as sobrancelhas cerradas assim que percebi sua petulância.
Aquele era um péssimo momento para me contrariar, estava disposta a passar por cima de quem fosse!
—Bella, se acalme! – Alice pediu tocando meu braço quando parou ao meu lado. —Desculpe, ela está um pouco nervosa. – explicou sorrindo amarelo para a recepcionista que me olhava com o queixo arqueado. —Meu irmão sofreu um pequeno acidente de carro, estamos todos muito aflitos!
—Você precisa se identificar antes de entrar. – Emmet proferiu baixo e olhando-o rapidamente, pude ver o resquício de riso em sua face.
Bufei alto e rolei os olhos voltando minha atenção para a mulher que caminhou vagarosamente até o balcão. Como se quisesse levar duas horas para buscar pelo quarto de Edward, e liberar nossa passagem, ela teclou com lerdeza no computador.
Corri a mão pelo cabelo batendo com o salto da bota no piso claro. Aquele era um teste e tanto de paciência!
—Qual a relação de vocês com o paciente? – ergueu os olhos encarando Alice.
—Irmã, amigo e esposa. – respondeu gesticulando com a cabeça para Emmet e eu.
A mulher me olhou rapidamente, seus orbes mais pareceram fuzis. Respirei fundo tentando conter toda aquela irritação, o que eu menos precisava era sair nos tapas com uma funcionária do hospital.
—Certo. – maneou a cabeça e puxou três crachás de identificação entregando-os a Alice. —O paciente está no quarto sete.
—Obrigada. – Alice ainda teve tempo de ser gentil e por breves segundos me perguntei como ela conseguia manter a calma em uma situação tão crítica quanto aquela, mas quando as portas automáticas se abriram para o lado qualquer pensamento que não fosse ligado a Edward fugiu da minha cabeça.
Minha pressa me deixou um pouco desconexa e levei mais tempo do que queria para identificar o sétimo quarto, já que os números estavam dispostos em um zigue-zague confuso.
—Edward! – exclamei em um suspiro aliviado quando abri a porta do quarto e o vi sentado na maca.
Seus olhos verdes saíram do celular e vieram em minha direção. Por um breve momento fiquei estática na entrada, apenas analisando seu corpo e me garantindo que não havia nenhum ferimento grave.
—Você está bem? – perguntei rompendo a distancia que nos separava com passos largos e apressados. Ele sorriu ao concordar com a cabeça e bufei alto enquanto tocava seu rosto.
—Sim, foi só um susto...
—Um susto e tanto, Edward Cullen! – ralhei segurando em seu queixo e virando sua cabeça para os lados, tomando o cuidado de inspecionar cada pedacinho do seu rosto em busca de algum hematoma ou ferimento. —Bateu a cabeça? – minha voz saiu mais baixa quando vi o curativo no alto de sua testa. Era quase imperceptível. Quase.
—Não foi nada demais. – deu de ombros me deixando ainda mais inconformada. —Já fiz exames e está tudo bem!
—É claro que não está tudo bem... Quase morri do coração quando Emmet me disse o que aconteceu. – respire fundo tentando acalmar toda aquela avalanche de sentimento que acontecia dentro de mim. —Eu te disse que era perigoso dirigir nesse tempo.
—Eu sei, amor. – encolheu os ombros. —Mas já está tudo bem. – ergueu a mão para tocar meu rosto e seu polegar afagou minha bochecha. —Pode ficar tranquila, eu estou bem.
Olhando dentro dos seus olhos me garanti que ele estava falando a verdade, felizmente nada grave havia acontecido, diante todas as hipóteses catastróficas que passaram pela minha cabeça a realidade era muito confortante.
Edward passou os braços por meus ombros e me abraçou. Recostei a cabeça em seu peito e fechei os olhos ao respirar fundo, agarrando-o com força. Nada me assustava mais do que a ideia de perde-lo.
Ele beijou o alto da minha cabeça e meus lábios quando ergui o rosto. Tomei fôlego pela boca tentando retribuir ao sorriso que estampou sua boca rosada, mas ainda estava atordoada demais para relaxar.
—Edward e sua mania de tentar nos matar do coração. – a voz grave de Emmet ecoou dentro da sala, e ainda dentro do abraço de Edward me virei para vê-lo seguir Alice para dentro do cômodo.
—Como você está? – ela perguntou se aproximando alguns passos do irmão.
—Estou bem, não foi nada grave. – Edward respondeu com a voz mansa. —Foi só um susto.
—Um susto e tanto... A mamãe vai surtar quando souber. – Alice o avisou, e com as costas pressionadas contra seu peito, o senti respirar fundo. —Se prepare para o sermão.
—O importante é que não aconteceu nada grave. – Emmet respirou aliviado infiltrando as mãos nos bolsos da calça. —Já está liberado para ir embora?
—Sim, estava esperando vocês.
Me afastei para que ele pudesse descer da maca, e vestir o casaco escuro, o que o deixava com cara de vilão de novela. Edward segurou minha mão e beijou meus dedos depois de entrelaça-los aos seus.
—E Garret? E Tanya? – Alice perguntou enquanto seguíamos para fora da sala, me surpreendi ao ver o quão comprido era o corredor que havia percorrido minutos antes.
—Já foram liberados. Nenhum se machucou gravemente.
Alice aceitou a resposta do irmão e nós fizemos o percurso até o carro em silêncio. Não deixei de reparar nos olhares irritados que a recepcionista me lançou quando passamos pela recepção, contudo, não me importei. A única coisa que preenchia minha cabeça naquele momento era a vontade de chegar em casa.
—O que aconteceu exatamente? Garret sempre dirigiu tão bem. – Emmet perguntou enquanto nos instalávamos dentro de seu confortável carro.
—Um servo atravessou a pista, ele freou e o carro derrapou por causa da neve. – engoli a seco diante a narrativa. —Felizmente não havia outro veículo na pista, e colidimos contra um pinheiro novo.
Um calafrio de temor correu minha espinha e apertei sua mão entre as minhas tentando me garantir que estava tudo bem, e que nada demais tinha acontecido.
Edward pareceu notar minha aflição, passou o braço por meus ombros e me puxou para mais perto, beijando mais uma vez o alto da minha cabeça.
—Que perigo, meu Deus! – Alice exclamou verdadeiramente horrorizada. —Não quero nem pensar no que poderia ter acontecido... – sua voz sumiu assim que seu telefone começou a tocar. —É a mamãe. – se virou no banco do passageiro para olhar para Edward.
O vi fazer uma careta como se fosse um menino prevendo a bronca.
—Você já contou para ela?
—Eu não. – Alice negou. —Contei para o papai, e ele disse a mamãe. – explicou com um sorriso. —Atenda.
Alice estendeu o celular em direção a Edward que bufou alto antes de segurá-lo.
—Alô. – atendeu com receio, encarando-o o vi pressionar os lábios. Conseguia ouvir a voz alterada de Esme, só não dava para entender o que ela dizia. —Mamãe, se acalme, eu estou bem... Eu sei. Eu sei. – fez uma pausa para respirar fundo. —Não precisa se preocupar, não me machuquei nem nada.... – voltou a ficar em silêncio, mordendo o lábio inferior enquanto ouvia o discurso da mãe. —Tudo bem, vou passar aí. Certo, até mais.
Edward respirou fundo antes de devolver o celular para Alice.
—Você não deveria ter contado para o papai. Sabe que ele é péssimo para dar notícias ruins. – Edward proferiu se arrumando no banco.
—Queria que eu fizesse o que? Eles não estavam em casa, e é claro que iriam ficar sabendo por alguém.
—Ela está surtando... – Edward suspirou prendendo o lábio inferior entre os dentes.
—Eu te disse que ela iria. – Alice deu de ombros e se virou no banco do passageiro.
—Isso estaria acontecendo se você tivesse me ouvido. – cruzei os braço me sentindo verdadeiramente incomodada, aquilo poderia ter sido evitado.
—Bella...
—Não me venha com “Bella”. – usei os dedos para desenhar aspas no ar. —Você é muito teimoso, Edward Cullen. – ralhei e em resposta ele encolheu os ombros sorrindo amarelo.
—Você não deveria estar brigando comigo. – curvou os lábios em um biquinho e se moveu no banco até que conseguisse deitar a cabeça em meu ombro. —Você deveria estar cuidando de mim. – sussurrou no pé do meu ouvido antes de beijar meu pescoço duas vezes.
—Você não presta, Edward Cullen! – minha voz deixou claro o quanto aquele simples gesto me deixara afetada. Ele soltou um risinho rouco satisfeito do meu estremecer.
Respirei fundo agradecendo mentalmente pelo livramento. Não sabia o que faria se algo ruim tivesse acontecido com ele.
A noite estava mais fria e escura que as anteriores quando chegamos a casa dos Cullen’s, e como esperado, Esme estava a beira de um colapso nervoso. Ela fez questão de verificar cada pedacinho de Edward garantindo que não havia nenhum ferimento grave, depois o abraçou apertado e disse o quanto tinha temido pela vida dele, por fim fez u longo discurso repreendo-o pelo o ocorrido.
—Quando o clima está assim é melhor evitar viagens, filho. – Carlisle aconselhou em tom calmo.
—É, eu sei... Não deveria ter arriscado, mas não dava para adiar a reunião.
—Ah, por favor! Se algo grave tivesse acontecido você teria de adiar várias reuniões. – Esme rolou os olhos ainda inconformada. —Da próxima vez, Bella, prenda-o em casa.
—Vou prender, com toda certeza. – maneei a cabeça em consentimento. Nunca mais o deixaria cometer aquela loucura novamente.
—O importante agora é que Edward está bem. – Alice apoiou as mãos nos ombros da mãe, tentando deixa-la mais calma. —E acho que nós podemos aproveitar essa inesperada reunião familiar para planejar nossa noite de natal. – vi seus olhos claros brilharem.
Natal.
Tinha me esquecido que faltava pouco mais de uma semana para o natal. A verdade é que aquela nunca fora minha época favorita do ano, a celebração com meus pais não passava de um café da manhã rápido, e últimos anos eram dignos de esquecimento.
Mas agora era diferente. Agora, além de fazer parte de uma família de verdade, ainda estava com o homem que amava e aquilo deixava qualquer data especial.
—Faremos o jantar, como em todos os anos. – Carlisle sorriu animado.
—Sim, amanhã vou preparar a lista e ir às compras. Não gosto de deixar tudo para a última hora. – Esme maneou a cabeça se mostrando um pouco mais relaxada. —Seus pais virão, Emmet?
—Acredito que sim, Esme. – ele sorriu ao concordar. —Mas vou pedir para a minha mãe confirmar com você.
—Certo. – ela retribuiu o sorriso e então se virou para mim. —O que acha de convidarmos seus pais, Bella?
A tensão que dominou meu corpo cobriu toda a sala. Com a postura endurecida, respirei fundo e me vi sem saber o que responder.
—Ah.... Não sei. – pigarreei completamente sem jeito. —Acho melhor não... Eles não... Não são de comemorar o natal. – tirei o cabelo do rosto tentando me concentrar em qualquer coisa que não fosse os pares de olhos curiosos que se voltaram para mim.
—Você vai preparar o pudim de pão, não vai, papai? – Alice rompeu o silencio incomodo que pairou na sala, mudando de assunto e me fazendo respirar mais aliviada.
Falar sobre meus pais sempre causava algum tipo de constrangimento, principalmente quando estava perto da família de Edward. A vontade que eu tinha era de romper laços e passar a me assumir como órfã, mas não iria fazer aquilo.
Não antes de ter uma longa e esclarecedora conversa com o senhor e a senhora Swan.
Sabia que havia uma grande, para não dizer imensa, possibilidade de sair ainda mais machucada daquela conversa, mas precisava dela. Precisava ter minhas respostas para poder seguir em frente.
Tomei fôlego pela boca e maneei a cabeça me livrando daqueles pensamentos. O dia já havia sido tenso o suficiente, era melhor deixar para lidar com aquilo no momento certo.
Me encarei no espelho do banheiro decidida a focar no que importava no momento enquanto passava o hidratante em meu rosto. Depois de todos os acontecimentos da última hora o que eu mais queria era me esconder dentro do abraço de Edward e fingir que não existia mundo do lado de fora do apartamento.
Soltei meu cabelo e caminhei pelo banheiro vaporizado pelo banho recente, passando pelo closet para vestir a camisola e seguir finalmente até o quarto. Sorri ao vê-lo sentado na cama, estava sem camisa, usava apenas uma calça de moletom cinza e o cabelo bagunçado lhe dava um charme a mais.
Tão lindo!
Meu suspiro de fascínio tirou sua atenção do macbook para que pudesse focar em mim, um pouco assustado, ele fechou o computador e o deixou de lado.
—O que estava vendo? – indaguei caminhando lentamente até a cama, minha camisola branca de renda se movia junto com meu corpo. Era tão linda e confortável!
—Nada. – deu de ombros correndo os olhos por meu corpo. —Você está linda. – me elogiou tentando mudar de assunto.
Rolei os olhos subindo na cama e com cuidado me sentei sobre suas coxas grossas.
—Não tente mudar de assunto, senhor Cullen. – apoiei as mãos em seus ombros para me arrumar em seu colo. —O que estava vendo nesse computador? Era vídeo pornô por acaso?
Edward riu alto com minha pergunta e me deliciei com o som de sua rizada enquanto admirava toda aquela beleza que ele possuía. Foi impossível não me perguntar se nosso filho seria parecido com ele.
Será que teria os mesmos olhos esverdeados? O cabelo seria ruivo? E os lábios seriam desenhados iguais aos do pai?
—Claro que não. – negou me fazendo cerrar os olhos e levei alguns segundos para assimilar sua resposta a minha pergunta anterior. —Estava comprando seu presente de natal.
—Não quero um presente. – respirei fundo embrenhando meus dedos em seu cabelo macio que ainda estava um pouco húmido. —Você é o meu presente. – me inclinei para beijar seu queixo. Sua barba pinicava meus lábios de um modo delicioso.
Firmando os joelhos na cama, movi o quadril no colo de Edward e já pude sentir toda a sua excitação. Sorri contra sua pele sentindo-o pegar com firmeza em minha bunda. Seus olhos se encontraram com os meus por breves segundos quando a ergui a cabeça e vi o desejo que eu sentia reluzir em seus orbes claros, no mesmo instante o clima do quarto mudou, ficando mais intimo e envolvente.
Minha boca procurou a sua e seus lábios foram extremamente receptivos. Sua língua se esfregava na minha no mesmo ritmo em que esfregava a boceta no pau duro dele.
A fricção de meu clitóris no pano da calça que ele vestia causava ondinhas de prazer que corriam todo meu corpo.
Segurando na minha cintura, Edward separou os lábios dos meus, para poder cair de boca em meus seios. Sugou o bico e o rodeou com a língua, não consegui pressionando ainda mais o quadril contra seu pau.
Ele lamuriou contra a pele do meu mamilo e o chupou com mais vontade, mordiscando a pontinha do jeito que eu tanto gostava.
Com a respiração descompassada, cessei um pouco os movimento que meu corpo fazia e desci uma das mãos até a calça de moletom que em algumas partes que estavam molhadas com meu lubrificante natural, e a puxei para baixo, sendo prestigiada com a visão do pau de Edward “pulando” para fora.
Eu era uma mulher de sorte e tinha plena consciência disso. Edward além de ser absurdamente lindo, tinha um pau que fazia jus a todo o corpo grande e malhado. Ele era grande e bem grosso. A cabeça rosada lembrava um cogumelo. Mas nada era mais sexy para mim do que as veias que se esticavam por todo o cumprimento do membro.
Respirei fundo tentando conter um pouco da excitação que sentia, não queria gozar rápido. Firmei os joelhos na cama para erguer o corpo e contei com a ajuda de Edward, que colocou o pau na entrada de minha boceta. Não usar calcinha era a melhor decisão que havia tomado depois que me casei.
Nós nos entreolhamos e soltamos um gemido baixo em uníssono, resultado daquele contato tão prazeroso. Voltei a beijá-lo enquanto forçava o quadril para baixo, encaixando o pau de Edward dentro da minha boceta molhada.
Uma onda de calor varreu todo o meu corpo deixando-me arrepiada. Grudei os dedos no cabelo de Edward e o puxei para mais perto, meus seios ficaram colados no peitoral dele enquanto subia e descia com o quadril em um ritmo extremamente gostoso.
Edward realocou as mãos na minha bunda e começou a ajudar no movimento de vai e vem, a velocidade aumentada, nos fez grunhir de prazer. Ele aceitava os arranhões que eu deixava por seus ombros e costas com satisfação, e sugando meus lábios, estocou um pouco mais fundo.
Soltei um gritinho involuntário, o qual fora abafado pela língua de Edward. Nada mais preenchia minha mente a não ser o prazer inebriante que sentia e a vontade gigante de gozar.
—Ah, meu Deus, Edward! – exclamei alto, reclinando a cabeça para trás enquanto quicava no pau grosso. —Eu vou gozar.
O aviso foi o que ele precisava para poder soltar seu gozo junto com o meu. Nossos gemidos altos se misturaram pelo quarto, nossos corpos convulsionaram e juntos, chegamos ao ápice do prazer. Senti-me desmanchar no pau de Edward, enquanto ele a preenchia com sua porra.
Suados e ofegantes, aproveitamos cada segundo daquele prazer intenso.
Com a cabeça deitada no ombro de Edward, mantive os olhos fechados, aceitando o carinho gostoso que ele deixava nas minhas costas. O coração batia depressa e mesmo ainda estando sentada em Edward, podia sentir minhas pernas tremerem.
—Eu te amo. – falei baixinho e sorri quando os braços fortes me fecharam em um abraço apertado.
—Eu também te amo, princesa. – Edward deixou um beijo no alto de minha cabeça. —Casa comigo?
Soltei um riso leve diante ao pedido. Ergui a cabeça e encarei os lindos olhos verdes dele.
Como pode ser tão lindo?
—Nós já somos casados. – murmurei sentindo todo meu corpo tremer. —Se esqueceu?
Edward sorriu com o canto dos lábios e colocou meu cabelo atrás da orelha antes de beijar a ponta do meu nariz.
—Quero me casar de verdade. Pelos motivos certos. – sua voz saiu suave. —Quero me casar porque eu te amo, quero te ver vestida de noiva, com véu e todas aquelas coisas que as noivas usam... – seus olhos brilharam quando ele idealizou o que queria. —Quero ir viajar na lua de mel... Fazer tudo direitinho.
Suas palavras foram tão doces quanto chocolate e me fizeram abrir um sorriso largo.
—Ou você não quer? – perguntou com certa insegurança, o que me deixou ainda mais encantada.
—É claro que eu quero me casar com você. – aquilo era tão óbvio. —De véu e grinalda. – lhe lancei uma piscadela e vi os sorriso crescer em sua boca.
Fale com o autor