Notas iniciais
Bem, queridos leitores, me desculpem mais uma vez pela demora. Por conta disso vou diminuir a frequência de postagem. Desse modo não descumpro com meus compromissos aqui no site. Passarei a postar todos os sábados, no entanto nada me impede de postar mais de um por semana... Esse, por exemplo, é curto, mas estou certa de que postarei mais uma parte antes de sábado. Mas foi só para vcs terem esse capítulo ainda hoje. Boa Leitura!

Abriu a tenda meio apreensiva e antes que pudesse sequer anunciar sua presença ouviu a voz da namorada dele.

Não sabia o que fazer: se entrava e corria o risco de Piper a reconhecer, o que era quase impossível já que ela estava com sua armadura completa, inclusive capacete, ou esperava até que ela fosse embora, o que provavelmente demoraria.

Optou pela primeira opção e prendeu a respiração ao entrar.

— Com licença, general. O senhor exigiu minha presença depois do jantar.

— Ah, sim. — Ele pigarreou. — Piper, Pode nos dar licença um minuto?

— Claro. Te vejo mais tarde então. Depois continuamos essa conversa...

— Não há nada para continuar. Eu não vou discutir com você por causa da garota mimada do Imperador.

— Você quer dizer a filha dele? Ela tem um nome.

A última frase foi ouvida como se fosse um eco, pois a garota já tinha se retirado.

— Eu não me importo com o nome dela. — Ele diz para si mesmo, como se Piper ainda estivesse ali.

Reyna ficou parada. Como se nada ouvisse. Ela admitia estar um pouco cansada de ouvir o general da Primeira Legião falar mal dela, mesmo que ele não soubesse que ela estava ali.

Ele agaixou-se a procura de algo, enquanto falava:

— Suponho que possa confiar em você, para não falar por ai o que eu acabo de conversar.

— O senhor se refere aos comentários sobre a princesa? — Jason assentiu de leve, final me se levantando e colocando na mesa entre eles duas taças e uma garrafa de vinho. — É... Claro.

— Obrigado. Não são grandes coisas, porém são opiniões pessoais, e eu na gostaria que saíssem comentando por aí esse tipo de coisa. São opiniões que eu só compartilho com amigos.

Só lançou-a um sorriso discreto. Ela limpou a garganta.

— Claro, senhor.

— Não me chame assim. Somos amigos, não?

— Eu não... Quer dizer, o que te...?

— Que somos amigos? Bem, Eu me fiz a mesma pergunta. Amigos são pessoas em que confiamos. Acredito que ganhei sua confiança no momento que você declarou empate. — Ele colocou um pouco de vinho nas taças e ofereceu uma a Reyna, a qual aceitou, mas de nada bebeu. Ela não bebia. Jason prosseguiu, num tom mais áspero, no entanto amigável. — Eu confio em você, Rômulo. Está na hora de você confiar em mim.

O coração de Reyna falhou uma batida.

— E-Eu não... Eu não estou entendendo...

— Ah, vamos lá. Coopere comigo. Eu sei que você esconde algo. — Ele se aproximou dela, contornando a mesa que estava entre eles. — E sabe o que mais? Eu sei o que é.

Notas finais
Espero que entendam e comentem!! Agradeço a todos os que comentaram e espero vê-los de novo! Se tudo der errado... Até sábado que vem!