Notas iniciais
A continuação da conversa deles venceu. Aqui está! Capítulo curto, leitores. Mas vim dar o ar da minha graça e avisar que não postei antes, porque estava viajando!

“ — Da Família do Imperador.”

Reyna estava estática e permaneceu desse modo por alguns segundos. O general, Jason Grace, abençoado por Jupíter, relaxou assim que soltou a frase impactante, como se tirasse um peso de seus ombros. Ele sentou-se em algumas almofadas dispostas ali na tenda e tomou alguns goles de seu vinho. O general já tomava sua terceira taça, o que, com sorte, já teria mexido com seu senso de concentração e até mesmo de conversas sérias. Desse modo, Reyna poderia levá-lo na conversa (que não era um de seus talentos mais hábeis) e confundi-lo. Ela pensava em alguma justificativa relevante, quando Jason a interrompeu, esvaziando a taça e colocando-a sobre a mesa com força:

— Para ser mais exato, a filha do Imperador. A filha mais nova. A princesa mimada.

— Eu não tinha ideia disso. Uma coincidência. Grande coincidência. Belona que escolhe seus abençoados. Espere. O que? É por isso que você tem raiva dela? Porque ela tem uma benção?

— Whoa. É claro que não é por isso. — Reyna rezava a todos os deuses naquele instante. Ele deixara o assunto que a preocupava de lado. — Mas, eu possa imaginá-la pedindo ao pai para que sua “grande benção” não seja revelada. Como se ela se sentisse especial e superior demais em relação aos outros, que não precisasse nem mesmo exibir a droga de sua benção! — O tom de sua voz já estava elevado naquele ponto. — Com certeza ela nem mesmo sabe pedir ou guardar bem um segredo. Já que eu sei disso.

— Espere um pouco. Você acha que isso é culpa dela? Você só consegue imaginar uma garotinha mimada contando vantagens sobre os outros. Mas então, porque ela esconderia a sua benção? Isso não seria mais uma vantagem para contar?

— Isso não importa. Eu arranjei mais um para defender a princesa? Ah não! — Ele diz jogando as mão para o alto. — Isso só pode ser uma praga!

— Talvez um dia você mude de opinião. Não serei eu a fazê-la. Se me der licença agora, general… — Sentiu-se vitoriosa e desafiadora ao chamá-lo desse modo, contrariando o que o guerreiro havia dito. — Tenho que descansar, amanhã será um longo dia.

Ela permaneceu parada, em postura. Como um soldado em sentido. Esperando a dispensa dele.

Demorou algum tempo para que Jason percebesse o que Rômulo desejava, em que nesse meio tempo eles permaneceram se encarando. Até que ele faz um gesto cortando o ar.

— Dispensado.

Na primeira vez em que fora convocada para a tenda do general, Reyna saiu pisando duro e bufando.

Notas finais
Espero que tenham gostado! Alguém ai achou que ele havia descoberto? O que querem para o próximo capítulo: A) Capítulo 20 B) Capítulo Bônus Estou dando a chance de escolherem! Lembrando: Ainda virão muitas surpresas nessa história. Acompanhem!