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2 II - Boa Noite Londres


Notas iniciais
VOLTEI CAMBADA, percebi que tinha potencial e esse rascunho a mais de um ano, então BORA CARAMBA, DESSA VEZ ATUALIZADO, SHAZAM! BTW, ela foi escrita por dois "Joels" o de 2k16 S4dB0y que não admite e não sabia que era S4d e tentava vencer e o de 2k17 S4dB0y que aceitou a miserável existência que está condenado a viver graças a RICARDO E MORIELSON (ou Rick and Morty) E Que aprendeu as arte dos mene,isso aê #pas.

São sete e meia, precisamos ir logo, ou nos atrasaremos pro jantar, vamos ser narcisistas de novo, terno, colete, relógio de bolso porque eu quis, cabelo para trás, perfume que ganhei do Sam, meu melhor amigo que no momento está na Noruega, assumindo sua identidade Nórdica, bem, acho que está tudo okay, acho que teremos que pegar um Taxi, ou um Uber por que eu estou aqui faz só um dia, e bem, acho que não dá pra ter um carro, ou vamos a pé mesmo, quem liga? Ninguém Liga, parece que tudo é perto em Londres, ou não, elas já devem estar prontas, se bem que não deveria contar com isso, é melhor pedir um carro do Uber logo, Eles sempre mandavam um motorista Legal no Canadá.

—O Uber chega em quinze minutos, eu já estou pronto, espero que estejam Impressionantes.

—Por que raios você quer isso? – Grace perguntou, sua voz estava abafada pelo quarto.

—Primeira noite, primeiras impressões, quero que saibam que não estamos aqui a toa.

—Sua arrogância é animadora e estranha. – Elise seguiu, pelo jeito na maquiagem, pela quantidade de cliques que dava pra ouvir do quarto dela, Grace com problemas no sapato, o som da sola de um salto é inconfundível, Evie estava querendo achar o acessório ideal, muitos sons de metais envolvidos.

—Eu estou quase impressionante, espera um pouco. – Evie disse com um tom de nervosismo e comédia.

—Grace, o salto cone preto de camurça, ele é confortável, mas pode atrapalhar na volta, mas eu ajudo, leve uma sapatilha na bolsa se precisar, Evie, xale de renda preto com o broche de rosa dourado prendendo ele, use nos ombros ou em uma área mais próxima do tórax, depende do efeito que quer causar, capuz guardado ou capa, Elise, matte, leve, dê destaque aos seus olhos, quando estiverem prontas, estarei aqui.

—É nesses momentos que eu fico em dúvida se você não tem uma namorada porque é tímido pra caramba, ou porque não quer um relacionamento, com mulheres pelo menos. – Elise comentou maliciosamente.

—MULHER, NÃO, POR FAVOR, NÃO. – Eu respondi gritando enquanto elas riam, era estranho um garoto entender dessas coisas, e porque eu demonstrava muito afeto com o Sam, ele é lindo, nórdico, meu físico ao contrário, ou num filtro negativo realista, caucasiano, cabelos lisos, curtos, olhos claros, um azul e o outro, estranhamente em um preto, muito, muito, muito escuro, ele era simpático, porém, reservado, nós éramos um contrario harmônico, eu amo muito ele, era como o Gelo e o Fogo, okay, isso foi clichê, mas, enfim, o Gelo e O Fogo é uma metáfora de nossas personalidades, eu era tímido, mas conseguia mostrar um carinho pelas pessoas muito rápido, ele era simpático, mas, era difícil demonstrar carinho ou afeto com alguém, bem, comigo não, ele sempre me ajudou a superar alguns desafios entre outros, e claro, quando estávamos juntos, éramos monstros, mas claro, sigilo, não, não éramos vândalos, ou assassinos ou qualquer coisa ruim que não poderia nos botar na cadeia, éramos monstros intelectuais, se é que é possível dizer isso, riamos de tudo, falávamos de tudo, com bons amigos fazem, okay sejamos honestos, só não beijava ele porque não rolava.

—Seria bonitinho, ou estranho. – Grace disse meio confusa pelo tom de voz, todas elas, achavam que seria engraçado.

—Gente, não, eles só são amigos, amigos que juntaram os seus nomes e fizeram um shipp, SAMAHAD É REAL. – Evie falava animada, ela era o tipo de pessoa, não só ela, que declarava “I GONNA SINK WITH THIS SHIPP”, oh Deus, eu vou ouvir muito hoje, mas, acho que será legal, tenho certeza que sim, segundo meu relógio, temos cinco minutos.

—Cinco minutos senhoritas, estão prontas?

As portas responderam por elas, sim, e bem, estavam impressionantes, estavam interpretando alguém, cada uma delas, Grace tentou puxar algo mais para texturas, florais escuros, mas era um vestido, simples, um modelo Armani, o moderno, Elise já foi para o lado Chanel dos anos cinquenta, algo mais dark, o vestido que se encontrava em meio a fumaça de tabaco e os vinhos derramados dos filmes Noir, o mistério, Evie , mandou a modéstia ir dar uma volta em uma roda gigante, e tomar um café, O Vestido dela era um modelo que lembrava muito, se não fosse, Um Dior, tipo, Dior, não tem muito o que falar sobre ele, ele era mais simples, mas não deixava de ser o mito que todos ouvem, o Dior, preto, como imaginei, bem, a tarefa de ser impressionante foi concluída.

—Bem, acho que sim, o Uber está vindo? – Grace perguntou.

—Está sim, é melhor descermos caso não quisermos irritar o motorista, e espero que seja algum carro grande, tipo, bem grande.

—Que o elevador não amasse meu vestido. – Evie disse olhando para a porta.

—Amém. – Elise completou – Pediu a opção SUV?

—Sim. – Abri a porta e entramos no corredor, já havia pedido o elevador, e, por que o corredor estava dourado? Não é importante agora, mas a iluminação chamou a atenção, mesmo, estávamos fazendo os ricos, logo seriamos, espero, se tudo der certo sim, ou só bem sucedidos, ou ricos. – Até o elevador está dourado... Acho que me acostumo com isso.

—Estamos esquecendo algo... – Grace disse isso quando a porta do elevador fechou, tipo, no segundo que a porta fechou e começamos a descer.

—Segure nossas Bolsas. – Elise estava com uma tiracolo pequena, Grace com Satchel, com um sapato dentro para usar depois do jantar, e Evie com uma Clutch, todas as bolsas vieram acompanhadas de um soco muito de graça, sério, extremamente de graça, elas retocavam a maquiagem no espelho enquanto eu lembrava da peça dourada que encontrei na janela, eu tive um pequeno flash dele na porta do elevador, não quis trazer comigo para não ter problemas, ou me distrair, cara, a iluminação era muito dourada, eu me sentia numa cabine de ouro, tipo, riqueza, muita riqueza.

—Era isso, exatamente isso. – Grace respondeu a Elise enquanto dava uma analisada em si mesma no espelho, conferindo se estava bem.

—E aqui estamos, térreo, e acho que aquele é o nosso carro, e nossa, espera, nossa motorista? – Isso não era muito comum no Canadá, mas, ela deve ser legal como todos os motoristas que eu tive, eu abri a porta do prédio e depois a do carro, uma Range Rover quatro portas, a motorista se ofereceu pra abrir, mas, preferi abrir eu mesmo, elas foram atrás e eu na frente, de inicio a motorista tinha uma aparência legal, cabelos longos e escuros, uniforme interessante, um terno, cinza e luvas, e era caucasiana, lembrava o Sam, ela levava a sério pelo jeito, estendi a mão a ela para dar uma boa impressão e acho que consegui, ela sorriu. – Escolha de carro legal, Ah, Galahad, recém-cheguei a Londres, e, você foi rápida, bem rápida, como conseguiu?

Ela deu uma arrumada no cabelo, tirando da testa e apertou minha mão uma força, incomum, bem incomum, ela usava luvas de couro de motoqueiros mesmo, tipo, de gangues e tudo.

—Joanne, Bem-Vindo a Londres Galahad, e obrigado, sempre gostei de um SUV, Luxuoso e útil, e bem, eu tenho meus truques, e dirijo há muito tempo, o Uber é meu hobby de vez em quando, o amor a carros fala muito alto, então, esse é meu encontro com eles, meu emprego de verdade é engenheira mecânica, trabalho pra diversas empresas, e quando dá, invisto no carro que eu estou fazendo, ou ajudo quem tem problemas com suas maquinas. – Joanne disse enquanto entrava no carro, ela fez tanta coisa, deve ter mais de trinta anos pelo jeito, mas a aparência não diz isso, o curso é longo, e fazer tudo isso ao mesmo tempo não é pra qualquer um. – Seu destino é o Pale Moonlight , não é? São uns três quilômetros até lá, apertem os cintos, o V8 faz o resto.

—Espera, você disse V8? – Grace perguntou se aproximando de Joanne, meio nervosa, e eu sei o porquê, sensores de realidade desligados, eu não estava mais ali naquele carro, ou naquele mundo.

—Olhos de chama, sorriso enorme despertando, Joanne, o carro tem trava pra vidros? – Elise perguntou com um tom de analise e arrogância, estávamos meio arrogantes naquela noite, mas arrogantes legais.

—Tem... Por quê? – Joanne respondeu olhando pra elas no retrovisor, com um olhar de dúvida e curiosidade, enquanto amaciava as mãos no volante, já estávamos andando a uns três minutos eu acho.

—Trava antes que ele coloque a cabeça pra fora... Ele já abriu... Deixem que eu bata, espero que funcione. – Evie disse enquanto dava um tapa no meu rosto, voltei, eu não podia estar dentro de algo que fosse a mais de cem por hora que eu já abria o vidro e colocava a cabeça pra fora e gritava, mas gritava muito alto. – Galahad, está de volta? Realidade? Alô?

—Desculpa, aconteceu de novo, achei que isso mudaria. – Eu disse com um tom de voz de gente sob efeito de componentes químicos.

—É... Ele é esquizofrênico ou usa morfina? – Joanne perguntou, achando graça, wow... Isso foi diferente, normalmente era uma reação trágica.

—Esquizofrênico não é, senão teria surtado com a gente, a morfina a gente não sabe, mesmo, talvez o Sam saiba. – Elise respondeu com ironia.

—Teria descoberto pelo menos eu acho, pelos olhos, comportamento, entre outros fatores, ele não sabe esconder muita coisa, ou sabe. – Grace disse, enquanto voltava pro banco, olhando pro teto, Joanne ligou o rádio e começou a tocar a musica que seria a entrada em Londres de algumas pessoas, West End Girls, Pet Shop Boys, legal como eu conheci essa musica, como? Jogos é claro.

—Isso me lembra aquele jogo, onde tem aqueles três sujeitos, de diferentes realidades que realizam crimes juntos, entre outras peripécias ilegais. – Joanne disse enquanto olhava para a sua esquerda, mais especificamente, uma ponte.

—Aquele de dois mil e treze? – Eu respondia a ela com o mesmo tom de ironia.

—Esse mesmo, é legal das Rádios de Londres que elas sempre tem uma musica legal tocando, às vezes tem um giro rápido de notícias, ou coisa parecida, e infelizmente, propagandas, mas o mundo precisa delas, querendo ou não, é uma característica humana, o mercado.

—Então se alienígenas viessem, eles coletariam nossas propagandas como estudo? Ou parte da História humana?

—Claro que sim, na verdade, acho que quando fizessem uma capsula do tempo, dos anos noventa, ou dos anos 10 mesmo, deveriam colocar coisas como as Propagandas do Super Bowl, os trailers de filmes entre outros, outdoors, campanhas de Marketing, pelo jeito você é um gamer, lembrar-se dessa musica no GTA V, não é pra quem não repara em detalhes, então deve colocar uma campanha que se lembra, ou que gostou muito, mas pra algo mais no geral, lembra das contagens regressivas no filmes? Ou os códigos pra descobrir algo nas séries, eu sei que você lembra disso, tem o que? Uns vinte e três anos?

—Quase, vinte, é, a cara engana, você parece ter vinte ou vinte e um, mas pelo tanto de coisa que fez, acho que tem mais, mas eu lembro sim, era incrível, nos prendiam, nos cativavam, nos fazia observar cada detalhe pra não perder nada, absolutamente. –Ela era muito rápida no volante, fez manobras que eu nem percebi, e bem, nada ilegal, o caminho que ela fez era meio movimentado e deserto, precisava desviar de coisas, mas não tinha nenhuma manobra brusca, Grace teria dito se houvesse, ou elas teriam se esbarrado no banco de trás, mas, estavam tranquilas, conversando sobre sonhos que tiveram durante a tarde e como iriam decorar o quarto delas, telas, quadros, murais, vasos, estante pra cabeças... Não, Espera, isso não saiu direito.

—Vinte e cinco anos, produtos Ivone, mentira, exercícios e... Exercícios, mas então, coisas como essas, as propagandas, a publicidade nos divertia, e nos desligava, por muitas vezes, essa é parte triste da mídia, ela nos entorpecia, nos desligava, e sabe, isso, chateia de certo modo, é tipo o soma de Admirável Mundo Novo do Aldous Huxley, nos seremos domados pelo que amamos, não pelo que odiamos, e estamos quase chegando, dá pra ver os canhões de luz, eu achava que eram alienígenas, ou o Comissário Gordon. – Estávamos na estrada de entrada, era um caminho pequeno com curvas e arbustos grandes, e o lugar tinha uma estrutura incomum, os salões tinham janelas grandes e eram suspensas por pilares, com uma iluminação de pontos no teto, ao invés de lustres, e uma placa de concreto com o nome do lugar, cinza cimento, parecia um mármore, muito escuro e bonito, mas lembrava uma lápide, coisa de vilão.

—Joanne, você é melhor que vários motoristas do Canadá, espero que consiga você como motorista de novo, você é incrível, obrigado pelas boas-vindas.

—Imagine, eu que agradeço, foi legal falar contigo, pegue meu número. – Ela pegou um papel e começou a escrever, eu peguei e rasguei a parte branca que havia sobrado, sem desperdício de espaço nas folhas e dei meu número a ela, números trocados, bem, agora tinha uma motorista, ou mentora mecânica. – Assim, mantemos contato, estou disponível a partir das sete da noite, caso precise impressionar, ou simplesmente sair sem poder dirigir de um lugar, necessidades de transporte em geral, enfim, espero que tenha gostado da corrida, e antes de sair, normalmente faço isso com quem eu vou manter contato.

Ela tirou a mão direita do volante e formou um punho, wow, isso é a declaração de que alguém é legal, um high-five também é, qualquer cumprimento rápido com as mãos é, no caso, era um Brofist, isso é legal.

—É o explosivo ou o comum?

—Explosivo claro. – Batemos os punhos e fizemos o gesto da explosão depois, desci do carro e abri a porta para as garotas, era uma escadaria até a porta do restaurante, acho que vai ter uma verificação de convite ou algo assim, elas estavam com os delas, o meu estava no bolso interno, cara, era lindo, um dos mais bonitos que eu já vi, a iluminação, tudo, o restaurante era espetacular, estruturalmente falando, parabéns ao arquiteto, engenheiro, e a equipe da construção, que deve ter trabalhado muito nesse lugar. – Te vejo depois, Sir Galahad, não acho que nossos caminhos se cruzaram a toa, Londres tem mais histórias a se criar do que você imagina.

O Motor voltou ao barulho normal, ela acenou, fechou o vidro e saiu, minha primeira personalidade encontrada em Londres, bem, interessante, muito interessante, Sam iria gostar dela, de primeira vista, no caso, se um dia ele dar uma passada aqui, quem sabe eles não se encontram, o caminho de volta é a pé, três quilômetros, uma meia hora, elas aguentam, qualquer coisa eu ligo pra Joanne, elas estavam bem, deixei elas subirem primeiro, Evie tentava não fazer a barra do vestido arrastar no chão, então andava segurando ele, Elise resolveu colocar as luvas pra compor o vestido, e Grace rearrumava o cabelo para não ser cegada por ele de novo, mas, estávamos todos incríveis, não tinha primeira impressão melhor, entramos no lugar e fomos até o recepcionista, moreno, olhos castanhos, usava uma microfone, pelo jeito pra alertas que poderiam acontecer no restaurante, deveria ser mais do que um simples recepcionista, que estava no seu balcão, redondo, de madeira vermelha com barras de metal na beirada, a placa dizia o título, Sr. Knight

—Boa Noite Senhoritas, bem vindas ao Pale Moonlight no que posso ajudar? – Disse o recepcionista, que eu acredito ser o gerente também, eu fiquei atrás delas, parecia um guarda-costas ou algo assim.

—Boa Noite, nós recebemos esses convites, para a inauguração do restaurante, foi um presente de intercâmbio, nós chegamos aqui hoje, e bem, parece que tem um sistema de verificação com o gerente, para saber qual é a mesa, e coisas assim. – Grace disse, no caso representando a nós, ela era a que fazia isso melhor, na verdade todas elas faziam isso bem, eu era nervoso e tremia, muito, exceto se eu estiver confiante pra caramba, tipo, muito confiante.

—Bem, veio à mesa certa, bem, só preciso ler o código dos convites, e, pronto, mesa Vip, na janela oeste, conseguiram a melhor vista, tenham um bom jantar, a propósito, belos vestidos, e só uma pergunta, o segurança de vocês vem? – Elas não disseram nada, eu me aproximei do Sr. Knight, e apresentei o convite, a expressão de medo e surpresa despertou nele imediatamente. – Me perdoe, Senhor...Lambert! Tenha um excelente jantar.

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Saindo do Restaurante, um tanto quanto alterados, afinal, o horário e a idade permitem, estávamos descendo a pequena rua em meio ao gramado, que por algum motivo estava constantemente vibrando, cara, o que eu bebi? Nem eu e nem elas estávamos literalmente bêbados, maldita seja a garrafa de gim grátis, e aquele Sr. Knight? Ele me parecia suspeito, sabe, tipo um Flash Thompson da Vida, enfim, eu tinha que me concentrar se quisesse ouvir alguma coisa...

—Amigo, Qual é a próxima parte do programa noturno Show? – Eu acho que era a Grace, eu acho.

—Eu pensei em procrastinar em um rio por aí, tipo o Tamisa, é sexta, dia de maldade.

—Ghale, que internet você tem acessado pra falar uma besteira dessas? – Evie questionou.

—Eu tenho amigos brasileiros lembra? Eles vivem traduzindo esses “Memes” pra mim, eu, particularmente acho engraçado.

—Seu conceito de humor precisa mudar imediatamente – Elise admoestava.

—Mas e aí? Querem voltar pra casa ou “meter o louco” como diriam meus amigos sul-americanos?

—Faça mais uma referencia dessa e você acorda do lado do Charles Darwin. – Grace respondia com toda sua delicadeza. – E por favor, vamos logo pro Tamisa.

—Já vamos começar reclamando da vida? – Evie questionava.

—É o que sabemos fazer, vamos deixar o Rio Tamisa levar nossas mágoas e frustrações para começarmos uma nova vida aqui, meu Deus, Ghale, quantas taças de gim eu tomei? – Elise cogitou em seu momento poético.

—Uma, todos bebemos pouco, a gente só usa o pouco álcool que consumimos como desculpa poética pra descarregar as emoções.

E assim fomos para o Rio Tamisa, e ficamos falando de como estávamos vivendo um sonho, mas ao mesmo tempo, estávamos se despedindo de amarguras, afinal, éramos jovens, e se quiséssemos ir pra frente, dependia de queimar barcos, Joanne levou a gente pra casa, e assim foi minha primeira noite em Londres, estranhamente calma, mas a menos idealizada possível, o mais próximo de humanidade que eu pude conseguir.

Notas finais
Vou postar o próximo ano que vem sim e se reclamar vai pra 2k19, Zoa, minha criatividade é tipo aniversário, uma vez por ano e é só por aquele dia mesmo. Flws. Engraçado que em um ano minha arrogância só aumentou :V #pas
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.