Aceite Novamente O Meu Amor
7 Capítulo 7 - De novo?!
Notas iniciais
Mais em compensação o capitulo é ENORME e eu particurlamente acho que vcs vão ADORAR!.
Gente eu queria pedir tambem um favorzinho!, vcs podem divulgar minha fic para quem quer que vcs conheçam?.
Por favor, fassam isso por minzinha!>
Bejo e espero que curtam o cap.
POV Gina´s
N/A: Noran Jones -Don´t know why
Dois meses, pensei.
Fazia dois meses que eu havia vindo morar em Gramado.
Assim também como fazia dois mêses que minha vida havia mudado consideravelmente.
Era inevitável eu estar triste, eu continuava sim naquela "meia" depressão, lembrava do Harry, do seu toque, dos seus beijos, da sua voz... eu tentava não lembrar mais como é que você esquecia o homem que foi seu primeiro amor?... o homem que você ainda amava e que chorava todas as noites quando lembrava-se de vê-lo beijando outra? de imagina-lo possuindo outra mulher? o mesmo homem que já havia dito que te amava em 3 maravilhosos anos de casamento antes desse pesadelo começar?.
Ninguém a não ser eu sabia o quanto foi terrivelmente doloroso, ninguém a não ser eu sabe o quando AINDA é doloroso.
Mais na maior parte do tempo eu tentava simplesmente relaxar, onde eu teria é claro que me manter ocupada praticamente 24 horas por dia.
Eu havia arranjando um emprego de cozinheira (bem, ficar cozinhando para os homens da casa com mamãe algum dia tinha que servir para alguma coisa não?.)
Era uma confeitaria conceituada da cidade.
A dona era uma senhora bastante simpática, o nome dela era Britz, ela era portuguesa, mais tinha o sotaque perfeitamente brasiliense.
Para falar fluentemente no Brasil foi uma tarefa fácil, eu apenas precisei preparar uma poção, nada complicada, digamos que apenas meio nojento.
Eu precisei de um pouco de saliva de alguém que falasse aquela língua, enquanto eu servia café para um dois clientes, eu peguei a xicara de café de uma adolescente e tirei o pouco da saliva que tinha nela.
Bom, desde então eu falava fluentemente a língua.
A minha vida estava pacata, isso eu tinha que admitir.
A uma semana atrás eu conheci Annye no meu Starburker preferido, ela era loira de olhos azuis e tem a mesma idade que eu.
Nós nos tornamos amigas, mais oque nós ligou de verdade, foi o orfanato.
Annye Malvinne era filha do dono do orfanato, cuidava dele e das crianças com carinhos, esforço e dedicação.
Ela me levou para conhecer o Orfanato, e eu aceitei de bom grado.
Oque mais me encantou naquele lugar foram as crianças, também tinha aquela coisa que emanava uma sensação de lar.
Essa coisa que eu apenas sentia n´A Toca, e isso fazia com que eu ficasse bem.
As crianças eram maravilhosas, eu sentia que haviam apegando-se a mim, isso me fazia feliz.
Eu ia sempre ao orfanato ou no inicio da manhã, ou no final da tarde quando saia do trabalho.
Eu AMAVA ajudar a cuidar das crianças, não era só a Annye que cuidava de tudo por lá, haviam as 3 freiras, Nora, Dora, Lora.
Estranho né?.
Elas vieram do mesmo convento, eram três figuras, daquelas que sempre te faziam rir.
Eu também havia conhecido, Sophia e Bianca.
Elas também ajudavam a cuidar do Orfanato, que carinhosamente apelidaram de > Casa Magica.
Ainda era estranho ser chamada de Cielo, mais aos poucos eu fui me acostumando, e aprendendo que mesmo com o nome diferente, aquelas pessoas e aquelas crianças aprenderam a gostar de mim como eu sou, como a GINA.
Ahhh! e ainda tinha os Salvatore.
Eu ainda tinha mantido contato depois daquele jantar maravilhoso.
Elena quase sempre vinha a cidade e sempre nós nos esbarramos, passamos a tarde conversando ou ate mesmo saindo para fazer compras, Elena era tão alegre que a alegria dela de algum modo passava para mim, e era essa a maior razão por sempre amar a companhia daquela minha primeira e maluca amizade.
Também tinha o Stefan, eu também gostava muito de conversar com ele, Stefan tinha um jeito serio e ao mesmo tempo brincalhão, algo nele me intrigava, mais eu o aceitava daquele jeitinho meio torto, ele e eu conversávamos sempre que nós víamos, sobre livros que já havíamos lido, sobre lugares que já havíamos visitado, e sobre alguns monumentos da cidade, Elena sempre revirava os olhos e comentava que toda vez que nós víamos eu e Stefan praticamente dávamos aula de historia daquelas que parece Diazepã para você dormir.
O único que eu perdi completamente o contado desde aquela noite havia sido Damon.
Aquele maluco abusado havia sumido de vista de vez.
Elena me disse que ele era assim, odiava a ideia de ficar em apenas um canto.
Damon era uma comedia, de certa forma eu me sentia bem com ele, não so com ele é claro, havia algo nos Salvatore que me chamava, algo neles emanava um lar.
Me lembrar do desfecho da noite do jantar era uma coisa que sempre me fazia rir para caramba.
Flash back on
Concordei que seria melhor ir em bora sim com Damon, e quando chegamos a cidade que ele me ajudou a por as malas em frente ao hotel eu me virei para ele.
–Olha... valeu mesmo Damon.- agradeci sorrindo.
Damon riu um pouco e me olhou enquanto colocava AQUELE sorriso sacana no rosto.
–De nada Srta. quem sabe um dia não nos vemos para retribuir o favor.- disse sorrindo malicioso e piscava o olho.
Bufei enquanto pensava, Damon era uma figura que parecia chiclete no cabelo de piriguete: não tinha jeito.
–Vai sonhando.-
– Tó louco para dormir.-
Mandei para ele um beijinho no ar e entre no hotel.
Fiquei com um quarto que ficava em frente ao centro comercial e para a entrada do hotel, a primeira coisa que fiz foi ir em direção a sacada, e qual foi minha surpresa ao ver aquela CRIATURA lá em baixo olhando diretamente para mim como se estivesse a espera.
–Oh Julieta.- ironizou .
Bufei e me encostei na mureta de mármore entrando na brincadeira.
–Se espera que eu fuja com ti Romeu pode tirar seu burrinho tingido de branco da chuva, pois não irei.
Damon gargalhou e se desencostou do carro a 2 andares abaixo.
–Quanta delicadeza.-
–Sou uma pluma.-
Damon bufou enquanto continuava a me encarar.
– Oque você quer?.- perguntei finalmente.
–Puxar seu saco.- retrucou.
–Não tenho pênis.- repliquei.
Damon abriu a boca como se estivesse ofendido e revirou os olhos.
–Tá ok, depois dessa eu apenas pularei para o teatro.- falou.
Me encostei melhor na mureta e espere.
–Vamos lá comesse.- falei gesticulando com a mãe, afinal eu precisava rir, e Damon me fazia rir aberça.
– Nunca mais te virei de novo querida?.- falou Damon estendendo a mão em sua farsa.
–Vai sim, TIRE UMA FOTO!.- falei.
No segundo seguinte estávamos rindo.
–Agora serio eu preciso dormir, tó morta.- falei ficando ereta.
Damon sorrio e acenou abrindo a porta do carro.
–AHH! e Damon... — chamei.
Ele se virou para mim encostando-se na porta.
–Oque é?.-
E depois disso eu estirei o dedo enquanto sorria.
– Isso é pelo meu sobretudo.-
Damon estirou o dedo de volta e jogou um beijinho no ar.
–Ai se eu te pego Damon!- resolvi brincar mais um pouco e me deliciei quando ele sorriu malicioso.
–Oque acontece?.- perguntou.
–Você apanha.
flash back off
Andei sorrindo pelas ruas de gramado enquanto lembrava de vê-lo indo em bora enquanto ainda gargalhava.
Hoje era sábado e a Sra. Britz havia me dado folga, ela sabia que eu havia combinado de ajudar a Annye hoje na Casa Magica.
Eu estava perto do meu Starburker preferido quando escuto uma buzina ao meu lado.
–Oi Sky!.-
Elena sorrio enquanto estacionava o carro e abria a porta saindo com seu sobretudo rosa.
–Oi Elena!.-
Sky era um apelido fofo que Annye, Sophia, Bianca e Elena haviam me dado, Sky em inglês significava Céu, que em Espanhol significava Cielo.
Vai entender minhas amigas loucas.
Sorri indo ate ela e a abraçando.
–Oi estranha.- falei enquanto ela revirava os olhos.
–Ahh! amei seu Sobretudo.- comentou.
Quando era que Elena não amava uma roupa?, pensei.
–Para onde você vai?.- perguntou ela gesticulando para que eu entrasse no carro.
–Para o Starburker principal, as meninas estão esperando lá, nos vamos ficar o dia inteiro hoje no orfanato.- respondi entrando no carro.
–Legal, eu também vou.- falou ligando o carro e indo a toda velocidade para o Starburker.
–X-
Quando Elena estacionou o carro dela no estacionamento do Starburker nós saímos e andamos em direção ao café.
–Ei, onde tá o Stefan?.- perguntei finalmente, Elena fez uma pequena careta antes de voltar a sorrir.
–Foi ate Porto alegre.- respondeu.
–Fazer...?.
–Argh! colocou na cabeça que quer fazer uma sala de jogos.- disse ela entrando no Starburker.
–E dai? isso é legal.- falei acenando para as meninas que estavam sentadas numa cadeira no fundo.
–É, só que o Sthef ficou muito ocupado com esse projeto, se é que me entende.- disse ela.
–Ahh!.- falei com o rosto corado ao entender.
–Helo meninas.- falou Annye sorrindo enquanto balançava seus cabelos loiros e sedosos.
–Oi.- falamos eu e Elena.
Sophia sorrio de leve tomando seu capuchino, ela tinha os cabelos puxados para o aruivado e tinha os olhos azuis mais claros que eu já vi.
Bianca tinha os cabelos marrons e os olhos meio azuis e meio verdes, ela sorrio e acenou enquanto mordia seu hambúrguer.
–Hambúrguer a essa hora da manhã criatura?.- reclamou Elena após pedir uma salada com leite- condensado e eu um capuchino e um hambúrguer.
–Eiii! não é tão cedo assim, são 9 e meia.- falou Bianca.
Elena apenas revirou os olhos e rio.
O celular de Annye tocou e essa suspirou.
–Oque foi?.- perguntei.
–Um bebezinho esta cedo trazido para o orfanato.- falou ela.
–Nossa... oque houve... é algo grave?.- Sophia perguntou.
–Parece que os pais sofreram um acidente de carro a 72 horas e morreram, a bebezinha tem apenas 3 semanas de vida, foi um milagre ter sobrevivido, parece que a cadeirinha protegeu a cabeça da bebe no impacto.- explicou Annye.
Eu não sei oque deu em mim, mais um instinto de proteger aquela criança me tomou , imaginar uma bebezinha indefesa presa a um carro enquanto seus pais morriam era triste demais, protege-la era tudo que eu desejava agora, sentir o corpinho seguro em meus braços enquanto eu a ninava era oque eu desejava agora.
–Ela vai chegar quando?.- perguntei de supetão.
–Bom... no máximo hoje a noite, o acidente foi no Rio de Janeiro, parece que nenhum dos orfanatos aceitou a bebe lá, estavam cheios de mais.- falou Annye enquanto fazia uma careta.- Tudo uma provável desculpa para não ter mais despesas, mais a casa magica é que nem coração de mãe.- completou com um sorriso.
–Sempre cabe mais um.- falamos juntas.
XxX
Conversamos bastante ate que teu 10 e quinze e tivemos que ir.
Fui no carro da Elena, a casa magica assim como a mansão Salvatore era meio afastada da cidade, mais assim que passamos pelos enormes portões avistamos a grande casa magica.
Assim que Elena estacionou o carro escutei vários gritinhos.
–TIA SKY!!!!!!.
Sorri quando avistei as crianças e corri ate elas, em torno eram 19 crianças, tinham por volta de 4 a 11 anos.
Partilhamos de um abraço coletivo enquanto cada uma procurava me tocar.
–Oiii! meu amores!- falei abraçando cada um.
Ate que vi Lucas lá atrás com o olhar triste por não poder correr ate mim como as crianças.
Lucas era um ruivinho paraplégico, ele tinha 6 anos e tinha cido abandonado por seus pais.
Sorri para ele e falei alto chamando a atenção de todas as crianças.
–Que chegar no Luk primeiro e der uma abraço nele ganha bolo de chocolate!>-
No segundo seguinte todas as crianças foram ate Lucas e o abraçaram fazendo o ruivinho rir a berça.
Fui ate ele e o abracei por traz dando-lhe um beijo no alto da cabeça.
–Oi amoreko.- falei fazendo cocegas nele, Lucas deu o melhor sorriso do dia.
–Oi tia.-
Chamei a atenção das crianças novamente e falei.
–Todo mundo vai ganhar bolo de chocolate hoje!.- assim que disse isso todos gritaram um sonoro EHHHH!.
–Agora vamos para a brinquedoteca para ficar brincando lá ate que a tia Sky acabe de fazer o bolo.- falou Dora chegando enquanto sorria para mim.
Pisquei os olhos para ela e sorri.
–É isso ai, todo mundo obedecendo a tia Dora.- falei enquanto observava todos rumarem para dentro.
Me agachei em frente a Lucas.
–E ai? como foi a semana?.- perguntei sorridente.
–Foi demais! a tia Bianca me ajudou a nadar na quinta!.- falou ele animado enquanto eu puxava sua cadeira de rodas para dentro da casa.
–Ah é mesmo?, me conta mais!>- falei.
Lucas me contou alegremente enquanto íamos rumo a brinquedoteca.
– Oi tia Sky!.- falou Carolina de 5 aninhos sentada brincando de bonecas.
–Oi amorzinho!.- falei indo ate ele e beijando sua bochecha.
–Matheus falou que você ia fazer bolinho de chocolate, você vai?.- perguntou com os olhinhos brilhando.
–Claro que vou!- falei sorrindo pondo-a de volta ao chão para vê-la pegar sua barbie e volta a brincar.
–OBA!.- disse feliz enquanto falava a sua boneca que teria bolo de chocolate.
–Tia Sky deixa eu te mostra um desenho!- falou Lucas me puxando enquanto deslizava a roda de sua cadeira.
–Vamos ver... oque me amoreko fez.- falei sorridente me debruçando sobre a mesa de desenhos e via muitas cores, gliter e 2 bonequinhos de palito.
–Quem é?.- perguntei acariciando os cabelos ruivos.
–Sou eu e você.- falou ele, mais oque mais me chamou a atenção, foi que o bonequinho maior segurava algo, e dele saia um caminho de gliter.
–Oque é isso Luk?.- perguntei carinhosamente apontando para o objeto.
–Ahhh! é a sua varinha de condão!.-
Senti-me enrije-se quando escutei a palavra varinha.
–E... Por que... por que eu tenho uma varinha de condão?.-
–Ora! por que você é uma fada!.- falou.
Sorri para ele.
–Quem te disse isso?.-
–A clarisse estava contando uma historia ontem, ai a Caroline disse que você podia ser a fada, então a clarisse contou a historia como você sendo a fada.-
Sorri e olhei de canto para clarisse, ela era a mais velha dali, tinha 11 anos, e era muito esperta, adorava contar historias para todos ali, amava inventa-las.
–Hummm, tá, eu posso fica com o desenho?.- perguntei sorrindo.
Os olhos de Lucas brilharam e ele sorrio.
–É para você.- disse, baguncei seu cabelo de leve e peguei o desenho.
–Vou por na parede do meu quarto.- prometi enquanto beijava sua bochecha e me colocava de pé.
–Agora eu vou para cozinha, fazer um bolo bem gostoso para que vocês comam, e adivinha... a tia Sophia trouxe um filme de 123 episódios do pica-pau.-
–OBA!- exclamou e logo depois pegou uma folha de oficio branca e voltou a desenhar.
Sorri enquanto ia ate a cozinha, a tarde seria longa e animada.
POV´S Damon´s.
Fiquei 2 meses por Las vegas, a tempos que eu queria ir ate lá.
Havia varias coisas que eu amava naquela cidade, Jogos, apostas, Sexo... mulheres.
Aquilo era um sonho!.
Mais ai o mala sem alça do meu irmão começou a me ligar perguntando onde eu estava, ai você se pergunta:
Eu não sou a porra do irmão mais velho?, por que DIABOS Stefan tinha que se preocupar?.
Quando eu me abusei de tentar não ligar para tanta pergunta e quando já havia entrado na minha conta 2 milhões com os jogos eu resolvi voltar.
Desci no aeroporto de Porto- alegre e enquanto caminhava todo Rilex meu celular tocou de novo.
Bufei.
– Não preciso nem olhar no visos para saber que é você seu mala sem alça.- falei ao atender.
–Onde você tá agora?.- perguntou Stefan.
–Aeroporto de Porto- alegre, acabei de pegar meu glorioso carro de volta.- falei jogando minha mochila dentro do carro.- Que se que?.-
–Resolvi fazer uma sala de jogos em casa , quero sua opinião.-
–Ah não?! você ficou puxando meu saco por dois meses para isso?!.- reclamei.
–Damon se fecha e me escuta.- cortou meu irmão, bufei ligando o carro,
–Venha para a loja de imóveis no centro de porto- alegre, siga meu rastro, de lá você me encontra.- e dizendo isso ele desligou, rápido O FILHO DE UMA EGUA desligou na minha linda e Sexy cara!.
______X______
–É bom isso valer a pena ou eu acabo de arranjar um motivo para arrancar sua cabeça.- falei avistando Stefan observando alguns jogos na loja.
–Sua delicadeza ainda me comove.- retrucou o purpurina.
–Que seja.-
Ficamos um tempão olhando jogos legais, é ate que havia mesmo valido a pena.
Montamos em um stande a sala de jogos para ter uma ideia de como iria ficar.
Stefan simplesmente adorou, eu também para ser sincero, só na minha mente é claro, NUNCA que eu diria ao meu irmãozinho que havia gostado de algo que ele tivesse feito, mesmo que eu tenha minha parcela no trabalho.
X-X-X
Stefan resolveu mandar tudo para Gramado em um caminhão, que chegaria com tudo amanhã.
Já era fim de tarde já escurecendo quando saímos da loja, Stefan ainda falava sobre o jogo que mais amou, Sinuca.
Eu ria o caminho inteiro pensando no quanto o Stefan conseguia ser um crianção.
O retardado finalmente parou de falar quando o celular dele vibrou, ela visível que era uma mensagem, e quando Stefan acabou de ler estava com um sorriso enorme.
–De quem que é?.- perguntei curioso.
–Não interessa.-
Bufei e peguei rapidamente o celular da mão dele, enquanto o idiota dizia um sonoro: Eiii!.
Não liguei, me concentrei em ler o conteúdo da mensagem.
Hoje temos noite de adultos na casa magica, te encontro lá.
Beijos,
Elena.
–Hen?.- falei enquanto deixava Stefan tomar o celular das minhas mãos.
–Casa magica?, já apelidaram a casa? ok, mais precisava MESMO ser casa magica?.– disse enquanto franzia o cenho.
Stefan bufou e revirou os olhos.
–Não é a nossa casa da qual Elena falou.- disse.
–Ah tá, menos mau.- falei.
Stefan balançou negativamente a cabeça e resmungou: Não tem jeito.
– Oque é então?.- indaguei.
–É um orfanato, Eu e Elena começamos a frequentar a casa quando a Cielo comentou sobre ela.-
Ok, acho que eu parecia um rotwailer quando ouvi o nome de Cielo, serio, mais um pouquinho e eu acho que dava para ver minhas orelhas levantarem em alerta.
–Hummm, e... a Cielo tá no meio disso?.- perguntei.
–Ha-ram.-
–Vocês ainda se veem?.
–Ha-ram.-
–E vocês são amigos?.-
–Ha-ram.-
Finalmente eu vi que Stefan estava tirando com a minha cara.
–PUTA QUE PARIU Stefan da para dizer alguma coisa que não seja a pora de um " ha-ram"?.-
Stefan caiu na risada enquanto eu fechava a cara.
–Ok, ok.- falou ele quando me ouviu rosnar.
–Responda as perguntas.
–Tá, a Cielo tá sim no meio disso tudo, agente ainda a ve, e sim eu e Elena somos amigos dela, Elena ate comenta que Cielo já é sua melhor amiga.- disse Stefan.
Revirei os olhos, esse papo de melhor amiga era tão... tão Elena.
– Sei...- apenas disse.
O resto do caminho nenhum de nos dois disse mais nada, fiquei calado ate quando Stefan me mostrou as coordenadas de como chegar a " casa magica".
POV Gina´s
Já eram 7 e meio da noite quando o pica-pau acabou, colocamos as crianças na cama, e eu passei na cama de cada uma delas para dar boa noite.
So que ao chegar a cama de Lucas ele segurou minha mão e me olhou com os olhinhos azuis que tanto me lembravam os de Rony.
–Oque foi amorzinho?.- perguntou acariciando seus cabelos.
–Você fica ate eu dormir?.-
Sorri para Lucas e assenti enquanto fazia com que ele deitasse sobre mim.
Lucas me lembrava tanto Rony... que as vezes me fazia ter vontade de chorar.
Os cabelos ruivos, as sardas, o jeito de ser... era tudo tão Rony!, que se eu não soubesse, diria que ele era sim filhos do Rony... e da Mione também!>
O intelectual daquele menino era impressionante!, era uma combinação perfeita de Mione e Rony!.
Eu não sabia o quando de tempo havia ficado ali pensando, ate que vi que Lucas já dormia, sorri e me levantei cuidadosamente para não acorda-lo, o cobri devidamente e ajeitei o ursinho pufh nos braços dele, e por fim ageitei as pernas dele para que não ficassem de modo errado.
Sai do quarto das crianças e fechei a porta cuidadosamente atrás de mim.
Desci as escadas e vi as meninas lá em baixo sentadas no chão da sala comendo o resto que havia sobrado do enorme bolo de chocolate.
–Eii Sky, acho que você vai ter que fazer outro bolo, esse aqui já era.- disse Bianca.
Eu ri e revirei os olhos por fim estirando a língua.
–É... podem comer enquanto a plebeia aqui fizer mais.- reclamei.
Elena, Annye, Bianca e Sophia riram.
–Mandei uma mensagem de texto pro Stefan, daqui a pouco ele apareçe ai.- informou Elena.
–Ahhh! a Nora e a Dora já foram dormir, mais a Lora ficou por que as caixas de suprimentos estão chegando com o garoto do mercado.- acrescentou Annye.
–Que ótimo, por que tudo que eu vou fazer agora é AQUELE chocolate quente que modéstia parte so EU sei fazer, vou deixar o "macho" da casa que no caso é o Stefan pegar os suprimentos.- falei antes de rumar em direção a cozinha.
POV´S Damon´s
Estacionei o carro ao lado do de Elena e sai.
Olhei a construção da casa e vi que Stefan já rumava em direção a porta da casa.
Bufei enquanto revirava os olhos.
–Educação mandou lembrança.- ironizei caminhando na mesma direção enquanto Stefan já sumia de vista.
Vi uma mulher vestida de freira tentando carregar uma caixa pesada.
Você acha que eu tentei ajudar?, há eu tentei foi sair despercebido.
–Eiii! garoto! venha ate aqui.- chamou a velha.
Bufei enquanto ia ate lá.
–Olhe, leve essas caixas ate a cozinha que é aqui nos fundos para mim.-
Não deu tempo nem que inventar uma desculpa, a velha já tinha praticamente JOGADO as caixas sobre mim enquanto andava tranquilamente em direção a casa.
–Humpf!.- bufei indignado.- E os mau- educados ainda são aqueles que recusam.- ironizei começando a caminhar em direção a cozinha que por sinal era aquela porta aberta nos fundos.
POV´S Autora.
Enquanto Gina estava tranquilamente terminando de fazer os chocolates quentes que já colocava nas xicaras sobre a bandeja Damon entrava na cozinha.
As caixas não tinham peso nenhum para ele.
Mais elas ficavam em frente a sua visão, fazendo com que Damon não avistasse Gina parada com as xicaras sobre o balcão de madeira.
Ele sentiu um cheiro adocicado de rosas, ele pensava que já havia sentido aquele cheiro em algum lugar, mais so queria se livrar das caixas e ver Cielo.
Enquanto ele finalmente avistou uma mesinha ao lado de um fogão a lenha para colocar as caixas e se virava... Gina fazia a mesma coisa, segurando contra si uma bandeja com xicaras de chocolate quente.
Bandeja essa que despejou em cima de ambos com o impacto da trombada.
Gina e Damon praguejaram em uníssono enquanto sentiam o conteúdo pegando fogo em suas roupas.
Ao levantarem o olhar e avistarem os mesmo olhos azuis e marrons sentiram as bocas formarem-se em um enorme "O" , enquanto diziam ao mesmo tempo.
–DE NOVO?!.-
Notas finais
Mais em compensação o capitulo é ENORME e eu particurlamente acho que vcs vão ADORAR!.
Gente eu queria pedir tambem um favorzinho!, vcs podem divulgar minha fic para quem quer que vcs conheçam?.
Por favor, fassam isso por minzinha!>
Bejo e espero que curtam o cap.
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