Aceite Novamente O Meu Amor
3 Capítulo 3 - O inicio de uma nova vida
Notas iniciais
POV Harry´s
-Oque aconteceu?-perguntei já me levantando para logo encarar a expressão aflita de Hermione.
-Nós... quanto... Bem... chegamos em casa. – ela falava enquanto parecia correr uma maratona.
-Mione, se acalma e fala! .-pedi já aflito.
-Deixa que eu falo amor. – se pronuncio Rony, olhei para ele que logo se pós a falar.
-Quando chegamos em casa, tudo aparentemente estava normal, só que quando chegamos no quarto tudo estava revirado, as portas do guarda roupa estavam completamente abertas, e todas as roupas da Hermione trouxa sumiram... –Falava o ruivo.
-E também, o dinheiro trouxa que eu guardava. – se pronuncio Hermione.
- Mais isso não é o pior, o malão da Gina estava jogado perto do sofá, coisa que não percebemos de primeira, e... –Rony parou e olhou para Hermione, que assentiu e tirou um pequeno papel do bolso.
-Nós encontramos esse bilhete em cima da cabeceira.- falou ela.
Peguei o bilhete rapidamente e a cada palavra eu sentiu meu peito apertar.
-Vocês...- não fui capaz de dizer mais nada, na minha garganta foi se formando um bolo.
-Isso não é a única coisa.- falou Hermione, voltei a olha-la.
-O-Oque mais?.-perguntei temeroso.
-Todos os documentos trouxas da Hermione sumiram.- respondeu Rony.
-CPF, carteira de identidade ,carteira de motorista,passaporte...tudo!.- completou Hermione.
Desabei mais uma vez no sofá e passei a mão pelos cabelos.
-Isso... isso não pode tá acontecendo!.-falei suspirando pesadamente.
-É... pelo que tudo indica a Gina...-começou Ronald.
-Foi para o mundo trouxa.-completou Hermione.
Fechei fortemente os olhos.
Gina não podia ter feito isso!.
Ela não sabia se virar no mundo trouxa!.
Oque aconteceria com ela sem mim?...ou... ou a Hermione?. coisas terríveis podem acontecer se ela ficar sozinha naquele mundo!.
-Como...como vamos acha-la?.-sussurrei mais para mim mesmo.
-Bem... eu acho que o melhor que temos que fazer agora é ir tentando desvendar lugares para onde ela poderia ter ido.- falou Hermione.
-Como os lugares favoritos dela, não é mesmo?.-perguntou Rony olhando para Hermione que assentiu.
-Sim, começando assim podemos agilizar em acha-la.- falou ela.
Ri nervosamente.
-Você sabe que não é tão simples, a milhares de lugares a se procurar no mundo!-falei deixando extravasar um pouco da minha frustração.
-Sim, Harry, mais como no bilhete, Gina falou que mandaria cartas para a Sra. Weasley! Isso já é um caminho a se seguir, Gina pode deixar alguma informação cair, e ai a encontraremos.- falou Hermione.
Senti o olhar de Rony e o olhou.
-Chamaremos aurores no ministério se for preciso.- falou me encarando duramente, mais o olhar foi o suficiente para saber que Rony não iria mais discutir comigo sobre a traição, ele iria se concentrar em Gina naquele momento.
-É melhor começarmos agora.- falei me levantando.
Eu acharia Gina... não importa o quanto de tempo levasse, eu iria acha-la!.
Para faze-la ver que apesar do que eu fiz, eu a amo.
E que talvez ela também possa voltar a me amar.
Avril Lavingne-Everybody Hurts
N/A:Escolhi essa musica por que retrata tanto os sentimentos de Harry quando os de Gina]
POV Gina´s
Suspirei mais uma vez enquanto olhava o papel na minha mão e para o grande telão a minha frente no aeroporto.
Merda de mundo trouxa complicado!, pensei bufando.
Já faziam 1 semana que eu havia descoberto “o segredinho” do Harry.
Eu chorei, eu choro.
Mais uma coisa era certa,
Todo mundo se machuca um dia, todo mundo sente aquilo, todo mundo tem aquele buraco no peito que eu sentia agora, mais não é preciso ter medo, ou pelo menos era normal ter ,a vida não acabou, a minha vida não!.
Minha mãe sempre me dizia que quando eu me machucasse, era preciso me levantar, tirar os rastros de sujeira da minha alma e sair de cabeça erguida.
E é isso que eu fiz... ou pelo menos estou prestes a fazer.
Todo mundo se machuca em alguns dias, tudo bem ter medo, todo mundo se machuca, Todo mundo se sente assim, E NÃO TEM PROBLEMA!!!,eu repetia em minha mente decididamente.
“Atenção passageiros do voo 1993 com destino a Porto alegre ir ate o portão de embarque 3.”
A minha atenção foi completamente levada a voz eletrônica que soou pelo aeroporto.
Respirei fundo e me levantei dos bancos onde estava sentada.
Antes de me virar alisei minha roupas esperando parecer uma legitima trouxa.
POV Damom´s
-Eu simplesmente não acredito que estou vindo morar com vocês.- falei bufando resignado.
-Deixa de coisa Damom, não é tão ruim assim é?.-perguntou Stefan rindo enquanto olhávamos para a frente da casa.
Bufei contrariado, não tinha como dizer que aquela mansão era feia, por que era exatamente o contrario.
-Bem, pelo menos você não escolhei aquelas casas horrorosas que você chama de arte antiga.- falei, afinal eu amava tirar uma com a cara do meu irmão, que revirou os olhos e bufou.
-Aquilo é arte!.- falou ele, e ate Elena riu.
-Que seja.- falei enquanto rumava para dentro da casa, já mobilhada.
Eu simplesmente não podia acreditar que estava indo morar com aqueles dois! Eu devia tá doido, chapado, hipnotizado, maconhado e e. t. c
Mais ate que a casa valia muito, muito a pena.
Estávamos em Gramado no Brasil, uma cidadezinha bem pacata(Ate hoje eu me pergunto: por que diabos Stefan tem essa sina por cidadezinhas pequenas!, mais eu não devia nem tá falando, eu so outro doido só de seguir).
Ficamos olhando a casa e eu particularmente acho que fiquei com o melhor quarto, há! Claro que sim, afinal eu sou o “abusado prepotente” e meu irmão e Elena são os “bonzinhos que preferem a simplicidade”, era de se esperar que eu ficasse com o melhor.
Haviam vários outros quartos pela casa, mais não me importei muito em ve-los.
Mais ai eu vou conhecer o resto da casa que não fosse o meu quarto phoda, e então eu descubro que há 3 cozinhas, repetindo (sem sacanagem) 3 COZINHAS! E ai a pessoa sensata da casa(no caso eu) se pergunta, para que 3 COZINHAS?!
As vezes as pessoas dizem que cozinhar é para viado(N/A: Sem preconceito nenhum).
E então eu digo, meu irmão gosta de ir para o outro lado do campo de vez em quando, mais quando eu falo isso para sacanear, Elena diz que é sortuda por ter um namorado vampiro que saiba cozinhar.(N/B: Concordo com a Elena, bem...se eu tivesse um namorado vampiro).
Enfim, eu gostei para valer da casa, era afastada da cidadezinha que era gramado, cercada por jardins esverdeados, como Elena diz, o contraste branco da casa deixava tudo ainda mais legal, sem falar que foi hilário ver a cara da Elena quando agente via um novo cômodo, ou ela gritava abraçando o Stefan, ou ela ficava com a boca aberta enquanto segurava o rosto idiotamente entre as mão.
Cara, eu devia ter tirado uma foto!
Fora o meu quarto, as cozinhas e tudo no caminho para esses destinos, eu não havia visto mais nada na casa(acredite não por falta de tempo).
Eu estava se saco cheio dos beijos trocados entre o casal toda vez-repito-toda vez que passava por um cômodo, Poxa, puta falta de consideração, olha para mim e ve se eu tenho cara de vela.
Era por esse motivo que a cada segundo eu dizia:
“Eu simplesmente não acredito que estou vindo morar com vocês”.
Mas voltando, a casa compensa(E quando falo casa, digo exclusivamente: Minha jacuzzi.)meu quarto compensa, a piscina compença.
Pelo menos havia um beneficio da casa ser gigantesca, dificilmente eu podia trombar com aqueles dois que são: “Oh...estamos na nossa eterna lua de mel”. E é claro se eu mesmo assim trombar com eles eu sempre terei o beneficio da sacanagem, como dizer: “Ei, usem camisinha”.
Era hilária a cara deles.
Mas ai eu passo a manhã inteira desfrutando do meu quarto, e quando desço, na sala os dois estão se agarrando, se agarrando mesmo, desfrutando daquele beijo que você não sabe qual é a lingua de qual.
Que nojo!
Deviam me pagar por isso!, pensei bufando.
— Ei, achei que tivessem comprado uma casa com quartos para usar! — falei separando o casal que estava ofegante; olhei para boca de Stefan e ri pela cor do batom. — Hummm, acho que vermelho não combina muito com você Stef. — sacaneei.
Stefan logo limpou a boca.
— Eu vou dar uma volta pela cidade. — falei, girando a chave no meu dedo.
— Damon, há bolsas de sangue no porão. — Stefan disse.
— Obrigada pela parte que me toca Stef. — pisquei os olhos fingindo-me de ofendido, ao ver o olhar serio de Stefan eu bufei. — Relaxa maninho, eu vou conhecer a cidade. — disse, antes de me virar e sair.
POV Gina´s
Eu havia quase vomitado quando havia entrado no “Avlilão”... ah... não!”Avidão?!”...ah sim!... Avião.
Bem... o voo foi de longas horas — longas ainda mais para mim — quando eu já estava cogitando pular do próprio avião uma voz soou aos meus ouvidos.
“Senhores passageiros, por favor, apertem os cintos para a hora de pouso.”
Suspirei aliviada e apertei meu cinto — que não havia tirado em hora alguma — e esperei o avião pousar.
[...]
Quando eu finalmente estava fora do avião, peguei minhas malas naquele tipo de esteira giratória onde ficavam.
Eu estava com 2 enormes malar, mais uma bolsa no ombro e uns papeis que eu iria precisar na minha boca(já que não havia lugar para colocar).
Eu havia decidido que iria viver como trouxa não é mesmo?, então é isso que eu estou fazendo!.
Nada de usar magia!
Havia vendido meu carro e trocado os dólares por reais, junto com o dinheiro na caixa de Hermione, comprei mais roupas e malas para viajar.
Nos documentos que havia roubado de Hermione eu transfigurei a foto dela, transformando em meu rosto...assim, como meu novo nome.
Cielo Whenzyy(N/A: Não resisti em dar uma pequena com paradinha com Casi angeles!)
Eu não fazia ideia de onde eu havia tirado esse nome(N/B: eu sei de quem pós essa ideia na sua cabeça Gina)mais havia me integrado logo com ele enquanto estava hospedada em um hotel trouxa quando ainda estava em Londres.
Por enquanto eu queria simplesmente esquecer que algum dia existiu Gina Weasley ou Gina Potter...eu queria...eu só queria me reconstruir de novo.
Puxei as duas malas mais avidamente e fui em direção a entrada do aeroporto.
Antes de viajar eu havia tomado o cuidado de fazer uma pequena poção para alterar meu idioma, eu ainda podia entender inglês, mais também entendia- e falava- fluentemente português.
-Taxi!.-chamei deixando uma das minhas malas ao meu lado para acenar para um carro vermelho com os letrados “taxi” ao lado.
Eu sabia que aqueles carros nos levavam ate onde nos pedíssemos então prontamente pensei em um.
Quando o taxi parou a minha frente eu abri a porta.
-Olá...boa tarde senhor.- falei meio vacilante, o taxista era um senhor de idade e sorrio gentilmente.
-Para onde deseja ir senhorita?.-perguntou cortes.
-Hã...o senhor poderia me levar ate Gramado?.-perguntei hesitante.
O senhor me olhou com uma ruga na testa como se relevando.
-Bem... minha frota não inclui esse caminho. -falou.
Suspirei o olhando suplicante.
-Por favor. -pedi.
O senhor continuou a me olhar meio hesitante...como se com medo.
-Bom...eu...entre.- disse por fim, sorri enquanto o observava sair e pegar minhas malas pondo-as no porta-malas do carro.
-Obrigada.- falei quando ele entrou no carro e o ligou novamente.
-De nada...mais...hã...a senhora sabe que o custo da viajem pode sair caro não é mesmo?.-perguntou ele.
-Ahhh! Não tem problema, eu pago o quanto for preciso, apenas me leve.- falei sorrindo, o senhor ao meu lado apenas sorrio e começou o percurso.
[...]
Não sabia ao certo o quanto tempo de viajem foi, eu e o senhor ao meu lado não conversávamos muito, apenas quando eu passava por alguma paisagem e perguntava sobre ela, o silencio em momento algum foi constrangedor, eu diria acolhedor ate, o senhor era muito gentio, eu sentia que ele apenas não queria me constranger com alguma pergunta, então continuávamos calados.
Quando me vi chegando próximo a cidadezinha, vi um pequeno monumento por onde passamos por baixo, perguntei oque era e o senhor prontamente me disse sorrindo a cada estante, como se aquela fosse sua cidade.
-Aqui é muito lindo.- falei sorrindo, sim eu havia escolhido o lugar certo para me refugiar.
-Sim ,é.- concordou o senhor ao meu lado.
Ficamos mais alguns minutos em silencio ate que o senhor me tirou de meus devaneios com uma pergunta.
-A senhorita prefere que eu pare aonde?. –perguntou.
Me virei para ele e logo depois para frente, olhando onde eu poderia ficar.
-Hã...pode parar ao lado da igreja mesmo.- falei sorrindo.
O senhor assentiu e logo parou ao lado da igreja(que era lindíssima).
Descemos e esperei ele tirar minhas malas do carro pondo-as a minha frente.
-Quanto foi?.- perguntei já abrindo a bolsa de mão(que estava com vários maços de dinheiro trouxa.)
Logo o senhor me disse o preço e eu lhe deu o dinheiro.
-Obrigada, senhor...- indaguei.
-Silvan, Arthur Silvan.-falou, meu coração acelerou quando escutei o nome do meu pai, mais apenas continuei a sorri.
-Obrigada senhor Silvan, por abrir uma exceção no seu trabalho para vir me deixar ate aqui.- disse enquanto colocava minha bolsa no meu ombro e já pegava as minhas malas.
-De nada, foi um prazer levar a senhorita ate aqui, senhorita...-hesitou também Arthur.
-Whenzyy, Cielo Whenzyy.- falei ainda sorrindo.
-Bem, senhorita Whenzyy, eu...tenho que ir agora.- falou ele educadamente.
-Ah, claro. obrigada novamente.- falei, Arthur apenas sorrio de volta e entrou no carro.
Olhei o carro sair da minha vista e olhei ao redor para a linda cidade.
Suspirei feliz e comecei a andar pelas ruas.
Estava um tempo chuvoso, então eu tive que tomar cuidado com algumas poças de lama pelo caminho, eu ainda não sabia onde ficaria, mais estava entretida demais conhecendo a cidade para me importar.
POV Damom´s
Sei lá por quanto tempo fiquei olhando aquela cidade, só sabia que havia saído de casa de manhã.
Eu entrei para conhecer algumas lojas e um shopping local, mais oque eu mais gostei naquela cidadezinha foram 2 coisas;
1º-Um bar que abria exclusivamente a noite.
2º- Um Starburkes no centro.
Continue a andar de carro pela cidade-como reconhecimento de território-.
Haviam varias garotas bonitas pela aquela cidade, uma das coisas que também me agradou.
Passei pela igreja e fiz uma careta, andei pelo centro inteiro e praguejei ao ver o numero de poças de lamas por perto.
Vai sujar o meu carro!, pensei birrento.
Fiz meu percurso mesmo pelas poças e em um certo trecho perto de algumas lojas no centro eu vi um pequeno vulto vermelho e olhei naquela direção.
Estagiado pela beleza daqueles cabelos eu não prestei mais a atenção em nada, nem mesmo se uma velhinha passava naquela hora perto do carro jogando o guarda-chuva e praguejando sobre as pessoas não serem mais educadas.
Aproximei quase inconsciente o carro para mais próximo da garota.
Talvez próximo ate demais.
POV Gina´s
Resolvi fazer uma pequena “excursão” no centro próxima as lojas, fiquei la acho que uma meia-hora ate que resolvi realmente procurar um lugar para ficar, parei no meio viu e esperei o trafico de carros diminuir,
Olhei para o chão e praguejei.
Uma enorme poça de lama, resolvi não me ariscar e quando já ia andar para o outro lado, para assim atravessar a rua longe da poça, percebi um carro negro vindo na minha direção...rápido e próximo demais.
CONTINUA....
Notas finais
Posto o mais rapido que der!
DEIXEM REWIES!
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